O documento discute como a escrita acadêmica privilegia determinados modos de escrita e exclui outros, como o ensaio. O autor usa o ensaio como pretexto para problematizar as políticas linguísticas da academia e como essas impõem regras de objetividade que excluem formas mais subjetivas. Ele também discute como a marginalização de certos gêneros literários reflete a subordinação intelectual de países do sul da Europa.