KrzysztofKieslowskiNascido em 27 de Junho de 1941, em Varsóvia, Polónia, graduado na Universidade de LodzFilmAcademy, em 1969, começou a sua carreira filmando documentários e curtas-metragens principalmente focado na vida da cidade dos trabalhadores, dos soldados, e da sociedade, a sua notoriedade começou no inicio dos anos 70  em grande parte graças aos documentários e curtas sobre  a realidade politica da Polónia. Mais tarde nos anos 70 explora a relação entre o pessoal e o politico com estilo, franqueza e objectivismo tornam-no numa figura chave no cinema de “inquietação moral”. Muitos dos seus trabalhos foram censurados (Workers 1970…)  outros banidos (Przypadek/Blind Chance), tendo que trabalhar para o próprio governo (Curriculum Vitae), foi fortemente criticado entre seus colegas, por cooperar com o governo,  causas que o levaram a desistir do cinema documental e focar-se em parte no cinema de Longas-metragens.A sua estreia em cinema de longa-metragem  deu-se em 1976 com Blizna (A Cicatriz), um drama de realismo que mostrava a realidade de uma pequena cidade. Seguiu Amator (Amador), um drama caracterizado por possuir um certo nível filosófico, onde a arte e o papel do artista estão intrinsecamente demonstrados. Mais tarde produziu outra serie de filmes alguns mais manifestante mente políticos e ai encontramos o BezKnoca (Sem Fim) e depois Pryzypadek, um drama com o tema politico social. A narrativa do seus documentários influenciou directamente os seus primeiros filmes de ficção. Krzysztof ainda desenvolveu projectos para a televisão polonesa, uma serie de filmes baseados nos Dez Mandamentos, todos tratando os conflitos morais. Nesta fase a apresentação da historia muda, ele diminui a quantidade mínima o dialogo e concentra-se em transmitir todo o poder da imagem. “As palavras são substituídas por uma poesia imagética.” O cineasta aprimora o seu estilo ao realizar os seus próximos filmes. Os últimos filmes do Kieslowski são realizados na França. os filmes “a Dupla vida de Veronique” e a trilogia das Cores (A liberdade é azul, A igualdade é Branca e A fraternidade é Vermelha). A trilogia veio ser o ponto alto da carreira do realizador, apresentando a ideia que ainda era possível criar poesia, beleza e emoção no cinema, visto que nos anos 90 vemos que o cinema era dominado pelo descartável cinema americano,  reabilitando assim o cinema europeu, e elevando-o, e provando que a sensibilidade do artista ainda podia falar mais alto que as megaproduções cheias de tecnologia.Depois do seu ultimo filme da trilogia, decide aposentar-se alegando estar cansado de fazer cinema.Porem inicia a escrita do roteiro para outra trilogia “Paraíso, Purgatório e Inferno” baseados na Divina comedia de Dante Alighieri.  E que não chega a concluir antes da sua morte em 1996 com 56 anos.KrzystofKieslowski foi um marco no cinema europeu e inspiração para muitos mostrando um cinema único e digno, tornando-o num grande director da historia do cinema Mundial.
A Técnica de KrzysztofKieslowski         Nos primórdios da sua carreira de cineasta, Kieslowski destacou-se no cinema documental, tendo como grande objectivo a apresentação da realidade social da Polónia nos períodos de 60, 70.         Esse destaque notou-se nas suas primeiras linhas de produção de cinema de longas metragens, cativando de forma muito informativa todo o conteúdo dos seus filmes. Está fase é decorrida maioritariamente na Polónia.         A sua forma de de narrar a sua historia muda completamente a partir da serie “Decalogo”, onde deixa de dar enfase ao dialogo e passa a narrar a historia através de imagem luz e cores, criando  poesia através de imagem.	Esta técnica foi aprimorada nos próximos filmes que realiza, elevando o cinema europeu a outro patamar.
Portefolio1966 - O escritório (Urzad)Curta que mostra a burocracia do serviço público polonês (e possivelmente mundial).1968 - A fotografia (Zdjecie) (TV)1968 - Da cidade de Lódz (Z miastaLodzi)1967 - Concerto de pedidos (Koncertzyczen)1966 - O trem (Tramwaj)
1974 - Passagemsubterrânea (Przejsciepodziemme) (TV)1974 - Primeiro amor (Pierwszamilosc) (TV)1974 - Raio X (Przeswietlenie)1973 - Pedreiro (Murarz)1972 - Entre Wroclawiem e Zielona Gora (MiedzyWroclawiem a Zielona Gora)1972 - Princípios de segurança e higiene numa mina (Podstawy BHP w kopalnimiedzi)1972 - Refrão (Refren)1971 - Fabryka1971 - Antes da reunião (Przedrajdem)1971 - Trabalhadores nada sobre nóssemnós (Robotnicy 1971 - Nic o nasbeznas)1970 - Eu era um soldado (Bylemzolnierzem
1979 – Amator1978 - Sete mulheres de idades diferentes (Siedemkobiet w róznymwieku)1978 - O ponto de vista do porteironoturno (Z punktuwidzenianocnegoportiera)1977 - Eu nãosei (Niewiem)1976 - A cicatriz (Blizna)1976 - Pessoal (Personel) (TV)1976 – Klaps1976 - Hospital (Szpital)1975 - Curriculum vitae (Zyciorys)
1985 - Sem fim (Bezkonca)1981 - Dia curto de trabalho (Krótkidzienpracy) (TV)1980 - A calma (Spokój) (TV)1980 - Estação de trens (Dworzec)1980 - Pessoas que falam (Gadajaceglowy)
1990 - City life1989 - Decálogo (Dekalog) (TV)1989 - Dekalog, dziesiec (TV)1988 - Não amarás (Krótki film o milosci)1988 - Não matarás (Krótki film o zabijaniu)1988 - Siedemdni w tygodniu1987 - Sortecega (Przypadek)
1993 - A liberdade é azul (Troiscouleurs: Bleu)SinopseApós um trágico acidente em que morrem o marido e a filha de uma famosa modelo (JulietteBinoche), ela decide por renunciar sua própria vida. Após uma tentativa fracassada de suicídio, ela volta a se interessar pela vida ao se envolver com uma obra inacabada de seu marido, que era um músico de fama internacional.			"A Liberdade é Azul" é o primeiro filme de uma 			trilogia realizada por  Kieslowski em homenagem à 			França, inspirada nos princípios da revolução 			francesa  (Liberdade, Igualdade e Fraternidade) e 			representada pelas cores da bandeira desse País: 			Azul, Branco e Vermelho.  Os dois outros filmes que completam a trilogia são "A Igualdade é Branca" e "A Fraternidade é Vermelha".Como o título indica, o filme exalta a liberdade, o que é feito com extrema sensibilidade e com grandes atuações do elenco.  JulietteBinoche está perfeita no papel de JulieVignon, numa das maiores interpretações de sua carreira.  Do restante do elenco, destaco as atuações de HélèneVincent e de FlorencePernel.  Vale ainda a pena ressaltar a música de ZbigniewPreisner e a fotografia de SlavomirIdziak.
1994 - A igualdade é branca (Trzykolory: Bialy)    SinopseKarolKarol, um cabeleireiro polonês expatriado, recebe uma intimação para comparecer ao Palácio de Justiça de Paris e se surpreende ao saber que Dominique, sua esposa, quer o divórcio após seis meses de casamento, alegando impotência de sua parte.  Sem falar absolutamente uma palavra em francês e por não conseguir deixar de amá-la, ele sente na pele a rejeição, a miséria e a falta de incentivo à vida.Sem dinheiro e destituído de seu passaporte, KarolKarol consegue voltar para a Polônia como clandestino.  Uma vez lá, aos poucos ele vai reconstruindo sua vida e, com o tempo, consegue amealhar uma considerável fortuna.  As dores amorosas, entretanto, continuam ainda a serem sentidas.Não suportando mais essa situação, ele bola um diabólico plano para se vingar de sua amada, mesmo continuando a amá-la loucamente.
1994 - A fraternidade é vermelha (Troiscouleurs: Rouge)É o terceiro filme da trilogia das cores, baseada nas três cores da bandeira francesa e nas três palavras do lema da Revolução Francesa - liberdade, igualdade e fraternidade. O filme completa completa a trilogia e trata do ideal da fraternidade.SinopseValentine está dirigindo seu carro de volta para casa quando atropela algo em seu caminho. Ao descer do veículo, encontra uma cachorrinha ferida, com o endereço de seu dono na coleira. Assim ela passa a conhecer a pessoa que iria alterar o curso de sua vida: um juiz aposentado, que termina seus dias espionando as conversas telefônicas de seus vizinhos. Por trás deste estranho comportamento, está o enigma de um homem cujo motivo vital é tomar posse da intimidade daquelas pessoas e acompanhar passo a passo o desenrolar de seus destinos.
Prémios e NomeaçõesRecebeu uma nomeação ao Óscar de Melhor Realizador, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu uma nomeação ao Óscar de Melhor Argumento Original, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu uma nomeação ao BAFTA de Melhor Realizador, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu uma nomeação ao BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu uma nomeação ao BAFTA de Melhor Argumento Original, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu duas nomeações ao César de Melhor Filme, por "A Liberdade é Azul" (1993) e "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu duas nomeações ao César de Melhor Realizador, por "A Liberdade é Azul" (1993) e "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu duas nomeações ao César de Melhor Argumento Original, por "A Liberdade é Azul" (1993) e "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu duas nomeações ao IndependentSpiritAwards de Melhor Filme Estrangeiro, por "A Dupla Vida de Veronique" (1991) e "A Fraternidade é Vermelha" (1994). Venceu por "A Fraternidade é Vermelha".Recebeu uma nomeação ao EuropeanFilmAwards de Melhor Argumento, por "Paraíso" (2002).Ganhou o Prémio do Júri no Festival de Cannes, por "Não Matarás" (1988).Ganhou o Prémio Ecuménico do Júri no Festival de Cannes, por "A Dupla Vida de Veronique" (1991).Ganhou duas vezes o Prémio FIPRESCI no Festival de Cannes, por "Não Matarás" (1988) e "A Dupla Vida de Veronique" (1991).Ganhou o Urso de Prata de Melhor Realizador no Festival de Berlim, por "A Igualdade é Branca" (1994).Ganhou o Leão de Ouro no Festival de Veneza, por "A Liberdade é Azul" (1993).Ganhou o Prémio FIPRESCI no Festival de Veneza, por "Decálogo" (1989).Ganhou o Prémio Especial do Júri no Festival de SanSebastian, por "Não Amarás" (1988).Ganhou duas vezes o Prémio OCIC no Festival de SanSebastian, por "Não Amarás" (1988) e "Decálogo" (1989).Ganhou o Prémio Bodil de Melhor Filme Não-Americano, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Ganhou duas vezes o Prémio Bodil de Melhor Filme Europeu, por "Não Matarás" (1988) e "Decálogo" (1989).Ganhou o Prémio da Crítica na Mostra de Cinema de São Paulo, por "Decálogo" (1989).Ganhou o Prémio do Público na Mostra de Cinema de São Paulo, por "Não Amarás" (1988).
Bibliografia, Web grafia, Autoria Web Grafiahttp://subjectiva.blogspot.comhttp://cinebuli.blogspot.comhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Trois_couleurs:_Bleuhttp://www.sensesofcinema.com/2003/great-directors/kieslowski/http://www.petey.com/http://www.filmref.com/directors/dirpages/kieslowski.htmlhttp://www.facebook.com/pages/Krzysztof-Kieslowski/8754868403?v=wallBlibografiaGeoff Andrew, The ‘ThreeColours’ Trilogy, London, British Film Institute, 1998Paul Coates (ed.), Lucid Dreams: The Films of KrzysztofKieslowski, Wiltshire, FlicksBooks, 1999AnnetteInsdorf, DoubleLives, Second Chances, New York, Hyperion, 1999Autor: Nelson FernandesNº: 41115Comunicação e Multimédia

Krzysztof kieslowski

  • 1.
    KrzysztofKieslowskiNascido em 27de Junho de 1941, em Varsóvia, Polónia, graduado na Universidade de LodzFilmAcademy, em 1969, começou a sua carreira filmando documentários e curtas-metragens principalmente focado na vida da cidade dos trabalhadores, dos soldados, e da sociedade, a sua notoriedade começou no inicio dos anos 70 em grande parte graças aos documentários e curtas sobre a realidade politica da Polónia. Mais tarde nos anos 70 explora a relação entre o pessoal e o politico com estilo, franqueza e objectivismo tornam-no numa figura chave no cinema de “inquietação moral”. Muitos dos seus trabalhos foram censurados (Workers 1970…) outros banidos (Przypadek/Blind Chance), tendo que trabalhar para o próprio governo (Curriculum Vitae), foi fortemente criticado entre seus colegas, por cooperar com o governo, causas que o levaram a desistir do cinema documental e focar-se em parte no cinema de Longas-metragens.A sua estreia em cinema de longa-metragem deu-se em 1976 com Blizna (A Cicatriz), um drama de realismo que mostrava a realidade de uma pequena cidade. Seguiu Amator (Amador), um drama caracterizado por possuir um certo nível filosófico, onde a arte e o papel do artista estão intrinsecamente demonstrados. Mais tarde produziu outra serie de filmes alguns mais manifestante mente políticos e ai encontramos o BezKnoca (Sem Fim) e depois Pryzypadek, um drama com o tema politico social. A narrativa do seus documentários influenciou directamente os seus primeiros filmes de ficção. Krzysztof ainda desenvolveu projectos para a televisão polonesa, uma serie de filmes baseados nos Dez Mandamentos, todos tratando os conflitos morais. Nesta fase a apresentação da historia muda, ele diminui a quantidade mínima o dialogo e concentra-se em transmitir todo o poder da imagem. “As palavras são substituídas por uma poesia imagética.” O cineasta aprimora o seu estilo ao realizar os seus próximos filmes. Os últimos filmes do Kieslowski são realizados na França. os filmes “a Dupla vida de Veronique” e a trilogia das Cores (A liberdade é azul, A igualdade é Branca e A fraternidade é Vermelha). A trilogia veio ser o ponto alto da carreira do realizador, apresentando a ideia que ainda era possível criar poesia, beleza e emoção no cinema, visto que nos anos 90 vemos que o cinema era dominado pelo descartável cinema americano, reabilitando assim o cinema europeu, e elevando-o, e provando que a sensibilidade do artista ainda podia falar mais alto que as megaproduções cheias de tecnologia.Depois do seu ultimo filme da trilogia, decide aposentar-se alegando estar cansado de fazer cinema.Porem inicia a escrita do roteiro para outra trilogia “Paraíso, Purgatório e Inferno” baseados na Divina comedia de Dante Alighieri. E que não chega a concluir antes da sua morte em 1996 com 56 anos.KrzystofKieslowski foi um marco no cinema europeu e inspiração para muitos mostrando um cinema único e digno, tornando-o num grande director da historia do cinema Mundial.
  • 2.
    A Técnica deKrzysztofKieslowski Nos primórdios da sua carreira de cineasta, Kieslowski destacou-se no cinema documental, tendo como grande objectivo a apresentação da realidade social da Polónia nos períodos de 60, 70. Esse destaque notou-se nas suas primeiras linhas de produção de cinema de longas metragens, cativando de forma muito informativa todo o conteúdo dos seus filmes. Está fase é decorrida maioritariamente na Polónia. A sua forma de de narrar a sua historia muda completamente a partir da serie “Decalogo”, onde deixa de dar enfase ao dialogo e passa a narrar a historia através de imagem luz e cores, criando poesia através de imagem. Esta técnica foi aprimorada nos próximos filmes que realiza, elevando o cinema europeu a outro patamar.
  • 3.
    Portefolio1966 - Oescritório (Urzad)Curta que mostra a burocracia do serviço público polonês (e possivelmente mundial).1968 - A fotografia (Zdjecie) (TV)1968 - Da cidade de Lódz (Z miastaLodzi)1967 - Concerto de pedidos (Koncertzyczen)1966 - O trem (Tramwaj)
  • 4.
    1974 - Passagemsubterrânea(Przejsciepodziemme) (TV)1974 - Primeiro amor (Pierwszamilosc) (TV)1974 - Raio X (Przeswietlenie)1973 - Pedreiro (Murarz)1972 - Entre Wroclawiem e Zielona Gora (MiedzyWroclawiem a Zielona Gora)1972 - Princípios de segurança e higiene numa mina (Podstawy BHP w kopalnimiedzi)1972 - Refrão (Refren)1971 - Fabryka1971 - Antes da reunião (Przedrajdem)1971 - Trabalhadores nada sobre nóssemnós (Robotnicy 1971 - Nic o nasbeznas)1970 - Eu era um soldado (Bylemzolnierzem
  • 5.
    1979 – Amator1978- Sete mulheres de idades diferentes (Siedemkobiet w róznymwieku)1978 - O ponto de vista do porteironoturno (Z punktuwidzenianocnegoportiera)1977 - Eu nãosei (Niewiem)1976 - A cicatriz (Blizna)1976 - Pessoal (Personel) (TV)1976 – Klaps1976 - Hospital (Szpital)1975 - Curriculum vitae (Zyciorys)
  • 6.
    1985 - Semfim (Bezkonca)1981 - Dia curto de trabalho (Krótkidzienpracy) (TV)1980 - A calma (Spokój) (TV)1980 - Estação de trens (Dworzec)1980 - Pessoas que falam (Gadajaceglowy)
  • 7.
    1990 - Citylife1989 - Decálogo (Dekalog) (TV)1989 - Dekalog, dziesiec (TV)1988 - Não amarás (Krótki film o milosci)1988 - Não matarás (Krótki film o zabijaniu)1988 - Siedemdni w tygodniu1987 - Sortecega (Przypadek)
  • 8.
    1993 - Aliberdade é azul (Troiscouleurs: Bleu)SinopseApós um trágico acidente em que morrem o marido e a filha de uma famosa modelo (JulietteBinoche), ela decide por renunciar sua própria vida. Após uma tentativa fracassada de suicídio, ela volta a se interessar pela vida ao se envolver com uma obra inacabada de seu marido, que era um músico de fama internacional. "A Liberdade é Azul" é o primeiro filme de uma trilogia realizada por  Kieslowski em homenagem à França, inspirada nos princípios da revolução francesa  (Liberdade, Igualdade e Fraternidade) e representada pelas cores da bandeira desse País: Azul, Branco e Vermelho.  Os dois outros filmes que completam a trilogia são "A Igualdade é Branca" e "A Fraternidade é Vermelha".Como o título indica, o filme exalta a liberdade, o que é feito com extrema sensibilidade e com grandes atuações do elenco.  JulietteBinoche está perfeita no papel de JulieVignon, numa das maiores interpretações de sua carreira.  Do restante do elenco, destaco as atuações de HélèneVincent e de FlorencePernel.  Vale ainda a pena ressaltar a música de ZbigniewPreisner e a fotografia de SlavomirIdziak.
  • 9.
    1994 - Aigualdade é branca (Trzykolory: Bialy) SinopseKarolKarol, um cabeleireiro polonês expatriado, recebe uma intimação para comparecer ao Palácio de Justiça de Paris e se surpreende ao saber que Dominique, sua esposa, quer o divórcio após seis meses de casamento, alegando impotência de sua parte.  Sem falar absolutamente uma palavra em francês e por não conseguir deixar de amá-la, ele sente na pele a rejeição, a miséria e a falta de incentivo à vida.Sem dinheiro e destituído de seu passaporte, KarolKarol consegue voltar para a Polônia como clandestino.  Uma vez lá, aos poucos ele vai reconstruindo sua vida e, com o tempo, consegue amealhar uma considerável fortuna.  As dores amorosas, entretanto, continuam ainda a serem sentidas.Não suportando mais essa situação, ele bola um diabólico plano para se vingar de sua amada, mesmo continuando a amá-la loucamente.
  • 10.
    1994 - Afraternidade é vermelha (Troiscouleurs: Rouge)É o terceiro filme da trilogia das cores, baseada nas três cores da bandeira francesa e nas três palavras do lema da Revolução Francesa - liberdade, igualdade e fraternidade. O filme completa completa a trilogia e trata do ideal da fraternidade.SinopseValentine está dirigindo seu carro de volta para casa quando atropela algo em seu caminho. Ao descer do veículo, encontra uma cachorrinha ferida, com o endereço de seu dono na coleira. Assim ela passa a conhecer a pessoa que iria alterar o curso de sua vida: um juiz aposentado, que termina seus dias espionando as conversas telefônicas de seus vizinhos. Por trás deste estranho comportamento, está o enigma de um homem cujo motivo vital é tomar posse da intimidade daquelas pessoas e acompanhar passo a passo o desenrolar de seus destinos.
  • 11.
    Prémios e NomeaçõesRecebeuuma nomeação ao Óscar de Melhor Realizador, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu uma nomeação ao Óscar de Melhor Argumento Original, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu uma nomeação ao BAFTA de Melhor Realizador, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu uma nomeação ao BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu uma nomeação ao BAFTA de Melhor Argumento Original, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu duas nomeações ao César de Melhor Filme, por "A Liberdade é Azul" (1993) e "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu duas nomeações ao César de Melhor Realizador, por "A Liberdade é Azul" (1993) e "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu duas nomeações ao César de Melhor Argumento Original, por "A Liberdade é Azul" (1993) e "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Recebeu duas nomeações ao IndependentSpiritAwards de Melhor Filme Estrangeiro, por "A Dupla Vida de Veronique" (1991) e "A Fraternidade é Vermelha" (1994). Venceu por "A Fraternidade é Vermelha".Recebeu uma nomeação ao EuropeanFilmAwards de Melhor Argumento, por "Paraíso" (2002).Ganhou o Prémio do Júri no Festival de Cannes, por "Não Matarás" (1988).Ganhou o Prémio Ecuménico do Júri no Festival de Cannes, por "A Dupla Vida de Veronique" (1991).Ganhou duas vezes o Prémio FIPRESCI no Festival de Cannes, por "Não Matarás" (1988) e "A Dupla Vida de Veronique" (1991).Ganhou o Urso de Prata de Melhor Realizador no Festival de Berlim, por "A Igualdade é Branca" (1994).Ganhou o Leão de Ouro no Festival de Veneza, por "A Liberdade é Azul" (1993).Ganhou o Prémio FIPRESCI no Festival de Veneza, por "Decálogo" (1989).Ganhou o Prémio Especial do Júri no Festival de SanSebastian, por "Não Amarás" (1988).Ganhou duas vezes o Prémio OCIC no Festival de SanSebastian, por "Não Amarás" (1988) e "Decálogo" (1989).Ganhou o Prémio Bodil de Melhor Filme Não-Americano, por "A Fraternidade é Vermelha" (1994).Ganhou duas vezes o Prémio Bodil de Melhor Filme Europeu, por "Não Matarás" (1988) e "Decálogo" (1989).Ganhou o Prémio da Crítica na Mostra de Cinema de São Paulo, por "Decálogo" (1989).Ganhou o Prémio do Público na Mostra de Cinema de São Paulo, por "Não Amarás" (1988).
  • 12.
    Bibliografia, Web grafia,Autoria Web Grafiahttp://subjectiva.blogspot.comhttp://cinebuli.blogspot.comhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Trois_couleurs:_Bleuhttp://www.sensesofcinema.com/2003/great-directors/kieslowski/http://www.petey.com/http://www.filmref.com/directors/dirpages/kieslowski.htmlhttp://www.facebook.com/pages/Krzysztof-Kieslowski/8754868403?v=wallBlibografiaGeoff Andrew, The ‘ThreeColours’ Trilogy, London, British Film Institute, 1998Paul Coates (ed.), Lucid Dreams: The Films of KrzysztofKieslowski, Wiltshire, FlicksBooks, 1999AnnetteInsdorf, DoubleLives, Second Chances, New York, Hyperion, 1999Autor: Nelson FernandesNº: 41115Comunicação e Multimédia