O documento discute a teologia da santificação progressiva, argumentando que a ideia de que a santificação pode ser alcançada através do auto-julgamento e renúncia pessoal não é bíblica. Baseando-se em Tito 2:11-14, enfatiza que a verdadeira santificação decorre da entrega de Cristo e que um viver justo e piedoso não garante a santidade. A obra de salvação envolve regeneração, justificação e adoção, sendo a santificação entendida como um processo que se dá em diferentes fases.