Este documento apresenta o calendário acadêmico dos cursos de pós-graduação da Unicamp para o ano de 2004, incluindo datas de matrícula, início e término de disciplinas, períodos de exames, férias e recessos.
GOVERNO DO ESTADODE SÃO PAULO
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS
INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS
CATÁLOGO DOS
CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO
2004
2.
FICHA CATALOGRÁFICA
(Preparada pela Biblioteca Central da Unicamp)
Universidade Estadual de Campinas
Instituto de Geociências
Catálogo dos Cursos de Pós-Graduação 2004.
Campinas, 2004.
31 p.
1. Catálogos. I. Título.
Este Catálogo é editado anualmente pela
Comissão Central de Pós-Graduação
Universidade Estadual de Campinas
Cidade Universitária Zeferino Vaz - Barão Geraldo
Caixa Postal 1170
13.081-970 - Campinas - SP - Brasil
Fone: (019) 3788-4955/3788-4959
Fax: (019) 3788-4885
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Instituto de Geociências
Caixa Postal 6152
CEP 13.081 - 970
Fone: (019) 239-1097/239-7280
http://www.ige.unicamp.br
3.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
CALENDÁRIO ESCOLAR DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO
UNICAMP/2004
JANEIRO/2004 ABRIL/2004
01 Confraternização Universal. 08 a 10 Não haverá atividades
05 Início das atividades das disciplinas oferecidas 12 Último dia para substituição, nos boletins de
nas Férias de Verão conceitos e freqüências das disciplinas
Coordenadorias de Curso recebem os processos oferecidas nas Férias de Verão, do
para a Elaboração do Catálogo dos Cursos de Especificador "I".
Pós-Graduação e Mestrado Profissional para Coordenadorias de Curso recebem os Relatórios
o ano de 2005. referente a Elaboração dos Horários do 2º
05 e 06 Período suplementar de matrícula em disciplinas Período Letivo de 2004
oferecidas nas Férias de Verão 12 a 14 Cancelamento de matrícula em disciplinas do 1º
08 e 09 Alteração de matrícula em disciplinas oferecidas período letivo de 2004
nas Férias de Verão 14 a 21/06 Prazo para as Coordenadorias de Curso
15 e 16 Cancelamento de Matrícula em Disciplinas incluírem e efetuarem alterações de Horários
Oferecidas nas Férias de Verão das disciplinas a serem oferecidas no 2º
19 a 23 Estudante especial - pré-Inscrição para cursar Período Letivo de 2004 e 1ª e 2º metades do
disciplinas isoladas de Pós-Graduação, nas 2º período letivo de 2004.
unidades de ensino. 15 a 08/07 Período para solicitação de Abandono
28 Último dia para substituição, nos boletins de Justificado do 1º período letivo de 2004 e em
conceitos e freqüências do 2º período letivo disciplinas oferecidas na 2ª metade do 1º
de 2003 e de disciplinas oferecidas na 2ª período letivo de 2004
metade do 2º período letivo de 2003, do 21 Não haverá atividades
Especificador "I". 28 Prazo Final para o cumprimento da Carga
FEVEREIRO/2004 Horária e Programas das Disciplinas da 1ª
04 a 06 Matrícula para o 1º período letivo de 2004 e em metade do 1º período letivo de 2004
disciplinas a serem oferecidas nas 1ª e 2ª Último dia para solicitação de Abandono
metades do 1º período letivo de 2004 - Alunos Justificado em disciplinas oferecidas na 1ª
Ingressantes. metade do 1º período letivo de 2004
06 Último dia para solicitação de Abandono 29 a 05/05 Período de reposição de atividades e estudos da
Justificado em disciplinas oferecidas nas 1ª metade do 1º período letivo de 2004
Férias de Verão. Matrícula em disciplinas que serão oferecidas na
07 Término das atividades das disciplinas 2ª metade do 1º período letivo de 2004
oferecidas nas Férias de Verão. MAIO/2004
09 e 10 Exames Finais das disciplinas oferecidas nas 01 Não haverá atividades
Férias de Verão. 05 Último dia para reposição de atividades e
12 Prazo Final para entrega de Conceitos e estudos da 1ª metade do 1º período letivo de
Freqüências das Disciplinas Oferecidas nas 2004.
Férias de Verão. Término das disciplinas oferecidas na 1ª metade
16 a 20 Período para adequação de matrículas do 1º do 1º período letivo de 2004
período letivo de 2004 Último dia para solicitação de Abandono
21 a 25 Não haverá atividades. Justificado em disciplinas oferecidas na 1ª
MARÇO/2004 metade do 1º período letivo de 2004.
03 Início das atividades do 1º período letivo de 2004 Último dia para as Coordenadorias de Curso
Matrícula Suplementar para o 1º período letivo encaminharem à DAC os processos para a
de 2004 e em disciplinas a serem oferecidas Elaboração do Catálogo dos Cursos de Pós-
nas 1ª e 2ª metades do 1º período letivo de Graduação e Mestrado Profissional para o
2004 - Alunos Ingressantes. ano de 2005.
04 e 05 Estudante especial - inscrição em disciplinas 06 Início das atividades das disciplinas oferecidas
isoladas de Pós-Graduação, na DAC na 2ª metade do 1º período letivo de 2004
15 a 17 Alteração de matrícula em disciplinas do 1º 12 Prazo Final para entrada de conceitos e
período letivo de 2004 e em disciplinas freqüências das disciplinas oferecidas na 1ª
oferecidas nas 1ª e 2ª metades do 1º período metade do 1º período letivo de 2004
letivo de 2004 17 e 18 Alteração de matrícula em disciplinas oferecidas
17 a 19 Cancelamento de matrícula em disciplinas na 2ª metade do 1º período letivo de 2004
oferecidas na 1ª metade do 1º período letivo 24 e 25 Cancelamento de matrícula em disciplinas
de 2004 oferecidas na 2ª metade do 1º período letivo
22 a 28/04 Período para solicitação de Abandono de 2004
Justificado em disciplinas oferecidas na 1ª 26 Último dia para licenciamento do 1º período
metade do 1º período letivo de 2004 letivo de 2004.
27 a 21/06 Prazo para as Coordenadorias de Curso
iii
4.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
incluírem e efetuarem alterações de Horários das disciplinas 12 a 17 Exames finais do 1º período letivo de 2004 e de
a serem oferecidas no período de Férias de disciplinas oferecidas na 2ª metade do 1º
Inverno de 2004. período letivo de 2004
JUNHO/2004 14 a 16 Matrícula para o 2º período letivo de 2004 e em
10 a 12 Não haverá atividades disciplinas a serem oferecidas nas 1ª e 2ª
21 Último dia para as Coordenadorias de Curso metades do 1º período letivo de 2004 - Alunos
incluírem e efetuarem alterações de Horários Ingressantes
das disciplinas a serem oferecidas no 2º 19 Prazo Final para entrada de Conceitos e
Período Letivo de 2004 e 1ª e 2º metades do Freqüências do 1º período letivo de 2004 e de
2º período letivo de 2004. disciplinas oferecidas na 2ª metade do 1º
Último dia para as Coordenadorias de Curso período letivo de 2004
incluírem e efetuarem alterações de Horários 26 a 29 Período para adequação de matrículas do 1º
das disciplinas a serem oferecidas no período período letivo de 2004
de Férias de Inverno de 2004. AGOSTO/2004
24 Coordenadorias de Curso recebem o Relatório 02 Término das atividades das disciplinas
Final de Horários do 2º Período Letivo de oferecidas nas Férias de Inverno
2004 e da 1ª e 2º metades do 2º período letivo Último dia para solicitação de Abandono
de 2004. Justificado das disciplinas oferecidas nas
Coordenadorias de Curso recebem o Relatório Férias de Inverno
Final de Horários do Período de Férias de 03 Início das atividades do 2º período letivo de 2004
Inverno de 2004. Matrícula suplementar para o 2º período letivo
25 DAC disponibiliza na WEB os Horários do 2º de 2004 e em disciplinas a serem oferecidas
Período Letivo de 2004 e 1ª e 2º metades do nas 1ª e 2ª metades do 2º período letivo de
2º período letivo de 2004. 2004 - alunos ingressantes
28 e 29 Matrícula em Disciplinas Oferecidas nas Férias 04 Prazo Final para entrega de Conceitos e
de Inverno Freqüências das disciplinas oferecidas nas
JULHO/2004 Férias de Inverno
01 Início das atividades das disciplinas oferecidas 04 e 05 Estudante especial - inscrição em disciplinas
nas Férias de Inverno isoladas de Pós-Graduação, na DAC.
01 a 07 Estudante Especial - pré-Inscrição para cursar 06 Último dia para as Coordenadorias de Curso
disciplinas isoladas de Pós-Graduação, nas encaminharem à DAC, devidamente
unidades de ensino. conferidos, os processos para a Elaboração
01 a 20 Renovação de Matrícula do 2º período letivo de do Catálogo dos Cursos de Pós-Graduação e
2004 e matrícula em disciplinas a serem Mestrado Profissional para o ano de 2005.
oferecidas nas 1ª e 2ª metades do 2º período 18 a 20 Alteração de matrícula em disciplinas do 2º
letivo de 2004 período letivo de 2004 e em disciplinas
01 a 25/10 Licenciamento de Matrícula do 2º período letivo oferecidas nas 1ª e 2ª metades do 2º período
de 2004 letivo de 2004
03 Prazo Final para o cumprimento da Carga 19 e 20 Cancelamento de matrícula em disciplinas
Horária e Programas das Disciplinas do 1º oferecidas na 1ª metade do 2º período letivo
período letivo de 2004 e disciplinas oferecidas de 2004.
na 2ª metade do 1º período letivo de 2004. 23 a 04/10 Período para solicitação de Abandono
05 a 10 Período de reposição de atividades e estudos do Justificado em disciplinas oferecidas na 1ª
1º período letivo de 2004 e de disciplinas metade do 2º período letivo de 2004
oferecidas na 2ª metade do 1º período letivo 31 Último dia para a DAC encaminhar à Comissão
de 2004 Central de Pós-Graduação - CCPG os
07 Último dia para substituição, nos boletins de processos para a Elaboração do Catálogo dos
conceitos e freqüências de disciplinas Cursos de Pós-Graduação e Mestrado
oferecidas na 1ª metade do 1º período letivo Profissional para o ano de 2005.
de 2004, do Especificador "I". SETEMBRO/2004
Último dia para a DAC encaminhar às 06 e 07 Não Haverá Atividades
Coordenadorias de Curso, devidamente 09 a 13 Cancelamento de matrícula em disciplinas do 2º
informados, os processos para a Elaboração período letivo de 2004
do Catálogo dos Cursos de Pós-Graduação e 15 Parecer da Comissão Central de Pós-Graduação
Mestrado Profissional para o ano de 2005. - CCPG nos processos para a Elaboração do
07 e 08 Cancelamento de matrícula em disciplinas Catálogo dos Cursos de Pós-Graduação e
oferecidas nas Férias de Inverno Mestrado Profissional para o ano de 2005.
08 Término do 1º período letivo de 2004 e de 17 Último dia para substituição, nos boletins de
disciplinas oferecidas na 2ª metade do 1º conceitos e freqüências do 1º período letivo
período letivo de 2004 de 2004 e de disciplinas oferecidas na 2ª
Último dia para solicitação de Abandono metade do 1º período letivo de 2004, do
Justificado do 1º período letivo e em Especificador "I".
disciplinas oferecidas na 2ª metade do 1º Último dia para a CCPG encaminhar à DAC,
período letivo de 2004 devidamente aprovados, os processos para a
09 e 10 Não haverá atividades Elaboração do Catálogo dos Cursos de Pós-
iv
5.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
Graduação e Mestrado Profissional para o Graduação e Mestrado Profissional para o
ano de 2005. ano de 2005.
23 Último dia para substituição, nos boletins de Último dia para as Coordenadorias de Curso
conceitos e freqüências das disciplinas incluírem e efetuarem alterações de Horários
oferecidas nas Férias de Inverno, do das disciplinas a serem oferecidas no 1º
Especificador "I". Período Letivo de 2005 e 1ª e 2º metades do
25 Prazo Final para o cumprimento da Carga 1º período letivo de 2005.
Horária e Programas das Disciplinas 29 Prazo Final para substituição do Especificador I,
oferecidas na 1ª metade do 2º período letivo das disciplinas oferecidas na 1ª metade do 2º
de 2004 período letivo 2004.
27 Coordenadorias de Curso recebem os Relatórios 30 Prazo Final para o cumprimento da Carga
referente a Elaboração dos Horários do 1º Horária e Programas das Disciplinas
Período Letivo de 2005. oferecidas no 2º período letivo de 2004 e de
27 a 30 Período de reposição de atividades e estudos da disciplinas oferecidas na 2ª metade do 2º
1ª metade do 2º período letivo de 2004 período letivo de 2004
Matrícula em disciplinas que serão oferecidas na Coordenadorias de Curso recebem o Relatório
2ª metade do 2º período letivo de 2004 Final de Horários do 1º Período Letivo de
29 e 30 Alteração de matrícula em disciplinas oferecidas 2005 e 1ª e 2º metades do 1º período letivo de
na 2ª metade do 2º período letivo de 2004 2005.
29 a 26/11 Prazo para as Coordenadorias de Curso Coordenadorias de Curso recebem o Relatório
incluírem e efetuarem alterações de Horários Final de Horários do Período de Férias de
das disciplinas a serem oferecidas no 1º Verão de 2005.
Período Letivo de 2005 e 1ª e 2º metades do DEZEMBRO/2004
1º período letivo de 2005. 01 DAC disponibiliza na WEB os Horários do 2º
30 Término das disciplinas oferecidas na 1ª metade Período Letivo de 2004 e 1ª e 2º metades do
do 2º período letivo de 2004 2º período letivo de 2004.
OUTUBRO/2004 01 a 11 Período de reposição de atividades e estudos do
01 Início das atividades das disciplinas oferecidas 2º período letivo de 2004 e de disciplinas
na 2ª metade do 2º período letivo de 2004 oferecidas na 2ª metade do 2º período letivo
DAC encaminha à Comissão Central de Pós- de 2004 (deverão ser repostas duas
Graduação - CCPG o processo Global do segundas-feiras)
Catálogo dos Cursos de Pós-Graduação e 06 Início do período para Licenciamento do 1º
Mestrado Profissional para o ano de 2005. período letivo de 2005
04 Último dia para solicitação de Abandono 06 e 07 Matrícula em disciplinas oferecidas nas Férias
Justificado em disciplinas oferecidas na 1ª de Verão
metade do 2º período letivo de 2004. 06 a 21 Renovação de Matrícula para o 1º período letivo
07 Prazo final para entrada de conceitos e de 2005 e em disciplinas a serem oferecidas
freqüências das disciplinas oferecidas na 1ª nas 1ª e 2ª metades do 1º período letivo de
metade do 2º período letivo de 2004. 2005
08 Último dia para a Comissão Central de Pós- 08 Não Haverá atividades
Graduação - CCPG encaminhar à Secretaria 11 Término do 2º período letivo de 2004 e de
Geral o processo Global do Catálogo Cursos disciplinas oferecidas na 2ª metade do 2º
dos cursos de Pós-Graduação e Mestrado período letivo de 2004
Profissional para o ano de 2005. 13 Último dia para solicitação de Abandono
20 a 22 Cancelamento de Matrícula em Disciplinas Justificado do 2º período letivo de 2004 e de
oferecidas na 2ª metade do 2º período letivo disciplinas oferecidas na 2ª metade do 2º
de 2004 período letivo de 2004
25 Último dia para Licenciamento de Matrícula do 2º 13 a 18 Exames finais do 2º período letivo de 2004
período letivo de 2004
20 Prazo final para entrada de conceitos e
NOVEMBRO/2004
freqüências do 2º período letivo de 2004 e de
01 e 02 Não haverá atividades.
disciplinas oferecidas na 2ª metade do 2º
03 a 26 Prazo para as Coordenadorias de Curso
período letivo de 2004
incluírem e efetuarem alterações de Horários
24 a 31 Não haverá atividades
das disciplinas a serem oferecidas no período
JANEIRO/2005
de Férias de Verão de 2005.
01 Confraternização Universal
09 Deliberação da CEPE sobre as Propostas do
Catálogo dos Cursos de Pós-Graduação e 03 Início das atividades das disciplinas oferecidas
Mestrado Profissional para o ano de 2005. nas Férias de Verão
15 Não haverá atividades 03 e 04 Período suplementar de matrícula em disciplinas
16 Secretaria Geral encaminha à DAC a oferecidas nas Férias de Verão
Deliberação da CEPE sobre as Propostas do 06 e 07 Alteração de matrícula em disciplinas oferecidas
Catálogo dos Cursos de Pós-Graduação e nas Férias de Verão.
Mestrado Profissional para o ano de 2005. 17 Comissão Central de Pós-Graduação - CCPG
20 Não haverá atividades. recebe da Gráfica Central os Catálogos dos
26 DAC encaminha à Gráfica Central para Cursos de Pós-Graduação e Mestrado
impressão o Catálogo dos Cursos de Pós- Profissional para o ano de 2005.
v
6.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
17 a 21 Estudante especial - pré-Inscrição para cursar Último dia para solicitação de Abandono
disciplinas isoladas de Pós-Graduação, nas Justificado em disciplinas oferecidas nas
unidades de ensino. Férias de Verão
19 a 21 Cancelamento de Matrícula em Disciplinas 22 a 25 Período para adequação de matrículas do 1º
Oferecidas nas Férias de Verão período letivo de 2005
FEVEREIRO/2005 23 e 24 Exames Finais das disciplinas oferecidas nas
05 a 09 Não haverá atividades Férias de Verão
14 a 16 Matrícula para o 1º período letivo de 2005 e em 25 Prazo Final para entrega de Conceitos e
disciplinas a serem oferecidas nas 1ª e 2ª Freqüências das Disciplinas Oferecidas nas
metades do 1º período letivo de 2005 - Alunos Férias de Verão
Ingressantes MARÇO/2005
16 Último dia para substituição, nos boletins de 01 Início das atividades do 1º período letivo de 2005
conceitos e freqüências do 2º período letivo Matrícula Suplementar para o 1º período letivo
de 2004 e de disciplinas oferecidas na 2ª de 2005 e em disciplinas a serem oferecidas
metade do 2º período letivo de 2004, do nas 1ª e 2ª metades do 1º período letivo de
Especificador "I". 2005 - Alunos Ingressantes
22 Término das atividades das disciplinas 02 e 03 Estudante especial - inscrição em disciplinas
oferecidas nas Férias de Verão isoladas de Pós-Graduação, na DAC.
vi
7.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS
Diretor: Archimedes Perez Filho
Diretor Associado: Roberto Perez Xavier
Secretária: Neide dos Santos Furlan
DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA E RECURSOS André Tosi Furtado, MS-5, RDIDP
NATURAIS Léa M. Leme S. Velho, MS-5, RDIDP
Newton Muller Pereira, MS-5, RDIDP
Sandra Negraes Brisolla, MS-5, RDIDP
Asit Choudhuri, MS-6, RDIDP Sérgio Luiz Monteiro Salles Filho, MS-5, RDIDP
Saul Barisnik Suslick, MS-6, RDIDP
Daniel Durante Pereira Alves, MS-3, RDIDP
Alfonso Schrank, MS-5, RDIDP Leda Maria C. Gitahy, MS-3, RDIDP
Álvaro Penteado Crósta, MS-5, RDIDP Maria Beatriz M. Bonacelli, MS-3, RDIDP
Bernardino Ribeiro de Figueiredo, MS-5, RDIDP Maria Conceição da Costa, MS-3, RDIDP
Carlos Roberto de Souza Filho, MS-5, RDIDP Rui H.P.L. de Albuquerque, MS-3, RTC
Elson Paiva de Oliveira, MS-5, RDIDP Ruy de Quadros Carvalho, MS-3, RDIDP
Jacinta Enzweiler, MS-5, RDIDP
Sérgio Robles Reis de Queiroz, MS-3, RDIDP
Luiz Augusto Milani Martins, MS-5, RDIDP
Roberto Perez Xavier, MS-5, RDIDP
COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO
Adalene Moreira Silva, MS-3, RDIDP
Alexandre Campane Vidal, MS-3, RDIDP Alvaro Penteado Crósta, Coordenador
Ardemírio de Barros Silva, MS-3, RDIDP André Tosi Furtado, Vice-coordenador
Armando Zaupa Remacre, MS-3, RDIDP Armando Zaupa Remacre, Membro
Frésia Soledad Ricardi Torres Branco, MS-3, RTC Jacinta Enzweiler, Membro
Giorgio Basilici, MS-3, RDIDP Marcos César Ferreira, Membro
Maurício Compiani, Membro
Rachel Negrão Cavalcanti, MS-3, RDIDP
Sueli Yoshinaga Pereira, Membro
Sueli Yoshinaga Pereira, MS-3, RDIDP Raquel Pinheiro, Representante Discente
Ticiano José Saraiva dos Santos, MS-3, RDIDP
Wanilson Luiz Silva, MS-3, RDIDP _ INTRODUÇÃO
DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS APLICADAS AO O Instituto de Geociências (IG), teve a sua
ENSINO implantação iniciada em 1979, embora previsto desde o
advento da lei nº 7.655 de 28/12/62. Desde então, as suas
Maria Margaret Lopes, MS-5, RDIDP atividades docentes têm sido propostas de maneira a cobrir
Mauricio Compiani, MS-5, RDIDP áreas de ensino e pesquisa de especial relevância para a
Silvia Fernanda de Mendonça Figuerôa, MS-5, RDIDP problemática atual e futura do país, evitando superposição
com outras instituições, mas estimulando os enfoques
Carlos Alberto Lobão da Silveira Cunha, MS-3, RDIDP interdisciplinares dos temas.
Celso Dal Ré Carneiro, MS-3, RDIDP O Instituto de Geociências, está estruturado em 4
Oscar Braz Mendonza Negrão, MS-3, RDIDP departamentos.
Pedro Wagner Gonçalves, MS-3, RDIDP
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOCIÊNCIAS
DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA CURSOS DE MESTRADO (26M) E DOUTORADO (76D)
Archimedes Perez Filho, MS-6, RDIDP
Objetivos do Programa
Antônio Carlos Vitte, MS-3, RDIDP
Claudete de Castro Silva Vitte, MS-3, RDIDP - O Programa de Pós-Graduação em Geociências
Luci Hidalgo Nunes, MS-3, RDIDP conduz aos títulos de Mestre em Geociências e Doutor em
Marcio Antonio Cataia, MS-3, RDIDP Ciências nas seguintes áreas de concentração:
Marcos Cesar Ferreira, MS-3, RDIDP - Administração e Política de Recursos
Maria Tereza Duarte Paes Luchiari, MS-3, RDIDP Minerais, criada em junho de 1983.
Regina Célia Bega dos Santos, MS-3, RDIDP - Metalogênese, criada em novembro de 1985.
Ricardo Abid Castillo, MS-3, RDIDP
- Educação Aplicada às Geociências, criada em
setembro de 1996.
DEPARTAMENTO DE POLÍTICA CIENTÍFICA E
TECNOLÓGICA A área de concentração em Administração e
Política de Recursos Minerais tem como objeto de estudo
Renato Peixoto Dagnino, MS-6, RDIDP o aproveitamento de recursos naturais e suas
7
8.
IG UNICAMP - CATÁLOGO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
condicionantes geológicas, sociais, políticas legais, unidades de créditos, sendo trinta e seis (36) unidades
econômicas e ambientais. correspondentes às disciplinas e cento e quarenta e quatro
A área de concentração em Metalogênese tem (144) unidades correspondentes à Dissertação de
como objetivo analisar as províncias metalogenéticas e Mestrado.
outros recursos naturais do Brasil, visando estabelecer 2. Assistir, no mínimo, a 75% das disciplinas
teorias e parâmetros que contribuam à descoberta e ao cursadas.
aproveitamento de jazidas minerais e de outros recursos 3. Obter aprovação em Exame de Qualificação e
naturais e à avaliação dos prováveis impactos ambientais em exame de proficiência em língua estrangeira.
em áreas de mineração.
4. Obter aprovação de Dissertação de Mestrado
A área de concentração em Educação Aplicada perante banca examinadora.
às Geociências está voltada à pesquisa em Metodologia do
Ensino de Geociências, História, Teoria e Comunicação em
Geociências visando a formação de profissionais para Requisitos para Obtenção do Título de Doutor
atuarem diretamente na realidade educacional do país,
Para obtenção do título de doutor o aluno deverá:
posto que o binômio teoria-prática é um dos alicerces dessa
proposta. 1. Integralizar trezentos e sessenta (360) unidades
de créditos, sendo vinte e quatro (24) unidades
Na interação dessas áreas de concentração,
correspondentes às disciplinas e trezentos e trinta e seis
apoiadas pelas demais unidades do Instituto de
(336) à Tese de Doutorado.
Geociências, objetiva-se a formação de recursos humanos
capazes de contribuir de forma autônoma, crítica e original 2. Assistir, no mínimo, a 75% das disciplinas
ao desenvolvimento científico e tecnológico do setor cursadas.
mineral, levando em conta as necessidades e o bem estar 3. Obter aprovação em Exame de Qualificação e
da comunidade, a preservação do meio ambiente e o em exame de proficiência em língua estrangeira.
progresso social e político do país.
4. Obter aprovação de Tese de Doutorado perante
banca examinadora.
Credenciamento:
O Programa de Pós-Graduação em Geociências Convalidação de Créditos
recebeu conceito Þ4þ no Processo Avaliatório CAPES - Os créditos de disciplinas obtidas em outros
referente ao triênio 1998/2000. cursos de Pós-graduação, tanto de Mestrado quanto de
Doutorado, da Unicamp ou de outras instituições poderão
Integralização: ser convalidados, a critério da CPG, após consulta ao
orientador do aluno.
O Programa de Pós-graduação em Geociências - Até 1/3 dos créditos correspondentes às
deverá ser integralizado em um mínimo de 12 meses e um disciplinas necessárias ao Mestrado e ao Doutorado
máximo de 30 meses, para o Mestrado, e em um mínimo de poderão ser obtidos em cursos de outros Institutos e
24 meses e em um máximo de 54 meses para o Doutorado. Faculdades da Unicamp ou de outras Universidades.
_ INSCRIÇÃO E PROCESSO DE SELEÇÃO
A inscrição ao curso de Pós-graduação em _ CORPO DOCENTE
Geociências está aberta a profissionais formados em
Geologia, Engenharia de Minas, Economia, Direito e demais
Professores Plenos
cursos superiores ligados ao setor mineral, a critério da
Comissão de Pós-Graduação. No caso da Área de Adalene Moreira Silva, Eng. Geóloga (UFOP, 1989);
Educação Aplicada às Geociências não há restrição quanto Mestre (UnB, 1992); Doutor (UnB, 1999).
ao curso de nível superior do candidato. Alfonso Schrank, Geólogo (UFRGS, 1974); Doutor (Univ.
O número de vagas será fixado pela Comissão de Paris Sud, 1982); Livre-docente (Unicamp, 1997).
Pós-Graduação (CPG) para cada período letivo, em função Alvaro Penteado Crósta, Geólogo (USP, 1977); Mestre
da disponibilidade de professores orientadores e da infra- (INPE, 1982) Doutor (Univ. of London, 1990); Livre-docente
estrutura do IG. O período de inscrição dos candidatos para (Unicamp, 1995).
a seleção ao curso de Pós-graduação em Geociências é de
Ardemírio de Barros Silva, Geólogo (UFPe, 1969); Mestre
agosto a outubro, para o Mestrado, e em qualquer período
(Imperial College, 1986); Doutor (The Open Univ., 1991).
do ano para o Doutorado. No caso da Área de Educação
Aplicada às Geociências a inscrição para o doutorado Armando Zaupa Remacre, Eng. Minas (UFOP, 1979);
ocorre duas vezes por ano, em março e agosto. A data de Doutor (École Nacionale Superiere des Mines, 1984).
início dos cursos é março para o Mestrado, e março e Asit Choudhuri, Geólogo (Univ. Nagpur, 1959); Doutor
agosto para o Doutorado. (Univ. Goettingen, 1966); Livre-docente (UNESP, 1982);
Titular (Unicamp, 1985).
Requisitos para Obtenção do Título de Mestre Bernardino Ribeiro de Figueiredo, Geólogo (Univ.
Uppsala, 1979); Doutor (Univ. Uppsala, 1980); Livre-docente
Para obtenção do título de Mestre o aluno deverá: (Unicamp, 1997).
1. Integralizar no mínimo cento e oitenta (180) Carlos Alberto Lobão da Silveira Cunha, Geólogo (USP,
1976); Mestre (UNICAMP, 1987); Doutor (Unicamp, 1995).
8
9.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
Carlos Roberto de Souza Filho, Geólogo (UFOP, 1988); Wanilson Luiz Silva, Geólogo (UFRN, 1992); Mestre
Mestre (Unicamp, 1991); Doutor (The Open Univ., 1995), (UNESP, 1995); Doutor (UNESP, 2000).
Livre-docente (Unicamp, 2002).
Celso Dal Ré Carneiro, Geólogo (USP, 1972); Mestre _ DISCIPLINAS DO PROGRAMA
(USP, 1977); Doutor (USP, 1984).
Elisabete Maria Pascholati, Lic. Física (FFCL de Rio Claro,
1973); Mestre (USP, 1981); Doutor (USP, 1990). 1 - Área Básica e Interdisciplinar
Elson Paiva de Oliveira, Geólogo (UFRJ, 1972); Mestre GA001* 135 9 Administração e Política de Recursos
(UFPA, 1977); Doutor (Univ. of Leicester, 1990); Livre- Minerais
docente (Unicamp, 2002). GA002 135 9 Economia Mineral
Giorgio Basilici, Geólogo (Laurea, Universidade de GA006 90 6 Seminários
Perugia/Itália, 1986); Doutor (Universidade de GA009 90 6 Estudos Especiais
Bolonha/Itália, 1992). GA099 180 12 Estágio Docente I
Jacinta Enzweiler, Bach. Química (UFRGS, 1979); Mestre GA100 135 9 Estágio Docente II
(Unicamp, 1986); Doutor (Unicamp, 1991); Livre-docente
(Unicamp, 2002). 2 - Área de Administração e Política de Recursos
Luiz Augusto Milani Martins, Geólogo (USP, 1967); Minerais
Mestre (Univ. of London, 1976); Doutor (USP, 1989).
GA010 135 9 Direito dos Recursos Naturais
Maria Margaret Lopes, Geóloga (USP, 1980); Mestre
GA011 135 9 Indústria Mineral
(Unicamp, 1988); Doutor (USP, 1993); Livre-docente
GA012 135 9 Geoestatística Aplicada às Ciências da
(Unicamp, 2002).
Terra
Maurício Compiani, Geólogo (USP, 1981); Mestre GA105 135 9 Avaliação Econômica de Projetos
(Unicamp, 1988); Doutor (Unicamp, 1996); Livre-docente Minerais
(Unicamp, 2003). GA109 135 9 Estudos Dirigidos em Administração de
Oscar Braz Mendonza Negrão, Geólogo (USP, 1968); Recursos Minerais
Mestre (USP, 1983); Doutor (Unicamp, 1996). GA112 135 9 Métodos Quantitativos na Indústria
Pedro Wagner Gonçalves, Geólogo (USP, 1982); Mestre Mineral
(Unicamp, 1989); Doutor (Unicamp, 1997). GA117 135 9 Gestão de Recursos Hídricos
Subterrâneos
Rachel Negrão Cavalcanti, Ciên.Econ. (Unicamp, 1976);
GA118 135 9 Hidrogeologia - Fundamentos e
Mestre (Unicamp, 1990); Doutor (USP, 1996).
Aplicações
Roberto Perez Xavier, Geólogo (USP, 1981); Mestre (USP, GA128 135 9 Desenvolvimento, Meio Ambiente e
1987); Doutor (Univ. of Southampton, 1991); Livre-docente Recursos Naturais
(Unicamp,2002). GA504 * 336 Tese de Doutorado para Administração e
Silvia Fernanda de Mendonça Figueirôa, Geóloga (USP, Política de Recursos Minerais
1981); Mestre (USP, 1987); Doutor (USP, 1992); Livre- GA506 * 144 Dissertação de Mestrado para
docente (Unicamp, 2001). Administração e Política de Recursos
Sueli Yoshinaga Pereira, Geóloga (USP, 1984); Mestre Minerais
(USP, 1990); Doutor (USP, 1997).
Ticiano José Saraiva dos Santos, Geólogo (UFRN, 1988); 3 - Área de Metalogênese
Mestre (UNESP, 1993); Doutor (UNESP, 1999).
GA201 135 9 Análise Metalogenética Regional
GA202 135 9 Petrologia de Minérios
Professores Participantes GA206 135 9 Análise Estrutural
GA207 135 9 Técnicas Analíticas
Archimedes Perez Filho, Geógrafo (UNESP, 1971), Mestre GA208 90 6 Tópicos Especiais
(USP, 1978); Doutor (USP, 1987); Professor Titular GA209 135 9 Estudos Dirigidos em Metalogênese
(Unicamp, 1995). GA214 135 9 Evolução Crustal e Metalogênese
Fresia Soledad Ricardi Torres Branco, Graduada em GA215 135 9 Processos Metalogenéticos
Geografia (Universidad de Los Andes, Mérida, Venezuela); GA216 135 9 Técnicas Exploratórias em Metalogênese
Mestre (USP, 1994); Doutor (USP, 1998). GA217 135 9 Geoquímica Ambiental
GA221 135 9 Sensoriamento Remoto Aplicado à
Hildebrando Herrmann, Bach. em Direito (Mackenzie,
Metalogênese
1971); Mestre (Unicamp, 1990); Doutor (UNESP, 1995).
GA222 135 9 Processamento Digital de Imagens de
Iran Ferreira Machado, Geólogo (UFPE, 1961); Doutor Sensoriamento Remoto
(Univ.Uppsala, 1967). GA223 135 9 Geofísica de Ambientes Geológicos
Job Jesus Batista, Geólogo (USP, 1968); Doutor (USP, GA228 90 6 Tópicos Especiais I
1984); Livre-docente (Unicamp, 1995) GA229 90 6 Tópicos Especiais II
Saul Barisnik Suslick, Geólogo (USP, 1974); Mestre (USP, GA230 135 9 Greenstone Belts e sua Metalogênese
1978); Doutor (USP, 1986); Titular (UNICAMP, 1998). GA231 135 9 Inclusões Fluidas: Teoria e Aplicações
* Nas listas de disciplinas, os números da 2ª e 3ª colunas
correspondem à carga horária total e aos créditos de cada
disciplina, respectivamente. Em disciplinas de tese, consta
um asterisco em lugar da carga horária.
9
10.
IG UNICAMP - CATÁLOGO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
GA234 135 9 Sistemas de Informações Geo- diversas, com a anuência de seus Orientadores e
referenciadas aprovação da CPG-PG.
GA505 * 336 Tese de Doutorado para Metalogênese
GA507 * 144 Dissertação de Mestrado para
_ LINHAS DE PESQUISA
Metalogênese
As atividades de pesquisa da área de
4 - Área de Educação Aplicada às Geociências Administração e Política de Recursos Minerais concentram-
se em três linhas principais:
GA318 135 9 Filosofia e Ensino de Ciências
- Política e gestão de recursos naturais: Esta
GA320 135 9 Opções de Trabalho Pedagógico em
linha de pesquisa trata de analisar e criticar políticas
Geociências
públicas voltadas para os recursos minerais, energéticos e
GA322 135 9 Abordagens Construtivistas no Ensino de
hídricos, em suas causas e efeitos, objetivando contribuir
Geociências
para a gestão das atividades relacionadas ao
GA323 135 9 História das Ciências e Ensino
aproveitamento, disponibilização e uso desses recursos, de
GA324 135 9 História das Ciências Naturais
forma a prevenir, controlar e mitigar impactos deletérios
GA326 135 9 Conteúdo Geológico no Ensino Superior
para a sociedade e o meio ambiente. Do ponto de vista do
Brasileiro
desenvolvimento sustentável, local, regional e nacional é
GA327 135 9 Práticas de Campo no Ensino de Ciências
desejável a otimização do aproveitamento dos recursos
Naturais
naturais. Parte-se da premissa que a política e legislação de
GA328 135 9 História das Geociências
recursos naturais. Parte-se da premissa que a política e
GA331 135 9 Produção Computacional de Recursos
legislação de recursos naturais deve estar sintonizada com
Áudio-Visuais em Geociências
a política econômica e industrial, mas deve ter por objetivo
GA332 135 9 Tópicos Especiais em Educação Aplicada
transferir os benefícios da dotação natural de recursos para
às Geociências
a sociedade. Em termos atuais, essa política deve levar em
GA333 135 9 Estudos Dirigidos em Educação Aplicada
conta a conservação dos recursos naturais e a proteção do
às Geociências
meio ambiente. Por outro lado, a disponibilidade e a
GA338 135 9 Visão Espacial e Temporal no Ensino-
distribuição irregular dos recursos naturais têm adquirido
Aprendizagem de Ciências
importância crescente nos últimos anos, com implicações
GA339 135 9 Ciências e Públicos
para as relações regionais e internacionais. A evolução
GA508 * 144 Dissertação de Mestrado para Educação
dessa problemática deve ser investigada, buscando integrar
Aplicada às Geociências
políticas regionais e nacionais e precisar a inserção do
GA509 * 336 Tese de Doutorado para Educação
nosso país nas políticas de blocos e, particularmente, na
Aplicada às Geociências
economia global. Desta forma, tais pesquisas tendem a
tomar vários rumos, a serem norteados pelos requisitos e
5 - Área Complementar exigências de políticas públicas e do modelo de
Para alunos com deficiência de currículo serão desenvolvimento sustentável.
oferecidas disciplinas cujos créditos não podem ser - Modelagem econômica de Recursos Minerais:
computados para o Programa de Pós-graduação. Pode Aplicação de métodos e técnicas voltadas para avaliação
incluir disciplinas de outros Programas de Pós-graduação econômica de ativos e negócios minerais. Na modelagem é
da UNICAMP consideradas recomendáveis para os alunos tratado não somente o valor, mas também o custo da
da Área de Administração e Política de Recursos Minerais informação. Esta linha de pesquisa não aborda
ou da Área de Metalogênese ou da Área de Educação explicitamente o uso da informação geocientífica para
Aplicada às Geociências. detectar uma ocorrência mineral ou aprimorar o
Disciplinas de outros Programas de Pós-graduação conhecimento dos impactos no meio físico, mas busca
da Unicamp consideradas recomendáveis para os alunos da mensurar e quantificar o seu impacto econômico
Área de Administração e Política de Recursos Minerais ou (valoração). A análise da indústria onde se encontra inserida
da Área de Metalogênese ou da Área de Educação Aplicada o negócio/ativo ou passivo mineral é também incluída como
às Geociências. um elemento agregado. Nesta linha de pesquisa, o recurso
natural com ênfase nos bens minerais é tratado como um
Exemplos: ativo (commodity), na qual são utilizadas as técnicas
quantitativas e gerenciais dos processos decisórios de
HS647 135 9 Análise de Políticas Governamentais investimentos, modelagem das incertezas e de previsão do
MI202 135 9 Introdução à Estatística comportamento dos mercados. Além disso, essas técnicas
QP448 180 12 Química do Estado Sólido I também se aplicam a quantificação do risco geológico.
Recentemente, essas ferramentas vêm sendo utilizadas na
Observações: área de meio ambiente (Títulos Ambientais, Sistemas
Dinâmicos, Seqüestro de CO2, etc...) com diversos projetos
a. É facultado aos alunos inscreverem-se até duas em execução. Outra área que vem despertando grande
vezes nas disciplinas GA006, GA109, GA209 e GA333 interesse na modelagem econômica é a regulação,
mediante recomendação de seus Orientadores e aprovação principalmente na área de petróleo no Brasil para atender as
da CPG-PG. mudanças recentes.
b. Os alunos poderão inscrever-se mais de uma - Análise de bacias sedimentares: Esta linha de
vez nas disciplinas GA009, GA208, GA228, GA229 e pesquisa tem como objetivos principais reconstituir a
GA332, quando cursos diferentes forem oferecidos a turmas história geotectônica da bacia e do seu preenchimento
sedimentar, com particular ênfase na (a) reconstrução 3D
10
11.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
da geometria dos corpos sedimentares, (b) análise dos - Metodologia do Ensino em Geociências: Trata
fatores ambientais de gênese e controle da sedimentação, de currículos, programas e metodologia do ensino, formal e
(c) reconstrução dos mecanismos geotectônicos de gênese não-formal, em Geociências nos vários níveis de
e evolução da bacia e (d) análise dos processos escolaridade (do ensino fundamental à Pós-graduação).
diagenéticos. Os estudos conduzidos para obter estes - Teoria do Conhecimento Geológico: Trata dos
resultados têm uma variada aplicação em atividades fundamentos do conhecimento geológico e de suas
econômicas e/ou de interesse social, tais como (a) procura relações com outros campos do conhecimento, da natureza
e exploração de recursos não renováveis (petróleo, gás, da informação e representação geológicas, e metodologia
minérios e pedras preciosas em rochas sedimentares, da produção do conhecimento geológico.
materiais para construção) e renováveis (água), (b)
aplicações em Geologia ambiental (distribuição de
poluentes no subsolo, determinação de áreas para aterros _ INSTALAÇÃO E EQUIPAMENTOS
sanitários, planos de uso do solo e subsolo).
As atividades de pesquisa da Área de
Laboratórios de Informática
Metalogênese concentram-se em três linhas principais:
- Geotecnologias aplicadas ao estudo dos O Programa de Pós-graduação em Geociências
recursos naturais: Esta linha compreende o uso de conta com o suporte de laboratórios voltados
geotecnologias (sensoriamento remoto, geofísica, exclusivamente à atividade de pesquisa e ensino da
processamento digital de imagens, sistemas de informações informática geológica. São eles: o Laboratório de
georreferenciadas; sistemas especialistas; geoestatística) Processamento de Informações Georeferenciadas (LAPIG),
aplicadas multidisciplinar e multicentricamente ao estudo de o Laboratório de Editoração Gráfica (LEG), o Laboratório de
recursos naturais. A base dos estudos realizados nessa Ensino Informatizado (LEI), o Laboratório de Informática
linha envolve análise qualitativa e quantitativa de dados Geológica (LIG) e o Laboratório de Geo-Informática
espaciais e caracterização probabilística de domínios. (LAGEO).
- Geoquímica ambiental e analítica: Esta linha O LAPIG possui a mais avançada estrutura de
contempla a realização de estudos integrados de regiões e equipamentos e programas do IG, cobrindo as áreas de
bacias hidrográficas fazendo uso de abordagens Sensoriamento Remoto, Processamento Digital de Imagens,
geoquímicas, geofísicas e ecotoxicológicas. Incluem Sistemas de Informação Georreferenciadas, Cartografia
estudos geoquímicos de rochas, solos, águas, sedimentos e Digital, Geoestatística e Geofísica. Esta estrutura inclui 9
suas relações com os seres vivos e o homem. São micro-computadores Pentium-IV de alta performance, 6
enfatizados os etudos de geoquímica ambiental em áreas micro-computadores Pentium III, 1 mesa digitalizadora A-1,
de mineração, urbanas e rurais, monitoramento da radiação 1 Plotter Inkjet colorido HP-2500 tamanho A0, 1 impressora
natural, uso de sistemas geográficos de informação, a colorida Tektronix tamanho A-4, impressoras de impacto e
avaliação dos efeitos da poluição na saúde humana e a laser, 1 scanner de mesa HP A-4, gravadores/leitores de
aplicação de tecnologias de mitigação e remediação CD-ROOM, Zip-drives, além de gravadores/leitores de fitas
ambientais. Pesquisas experimentais em geoquímica DAT. Os programas utilizados no LAPIG incluem 15
analítica são parte integrante desta linha abrangendo o licenças do ER Mapper 6.3, 15 licenças do ENVI-IDL 3.6, 1
desenvolvimento de métodos de análise de matrizes licença do PCI, 5 licenças do Erdas-Imagine, 3 licenças do
sólidas, líquidas e orgânicas bem como o esclarecimento da ARC/INFO 8.2, 15 licenças do ArcGis, 15 licenças do Idrisi e
natureza e cinética dos processos geoquímicos. O uso dos 15 licenças do Autocad-Map, 5 licenças do GeoSoft Oasis.
recursos físicos da Terra e efeitos nos ecossistemas e O LEG contém 08 Microcomputadores Pentium III
agrupamentos humanos são também enfocados nos seus e Pentium II, scanner de mesa HP A-4, 01 impressora laser,
contextos econômico e social. 01 impressora jato de tinta, 01 gravador de slides Polaroid
- Evolução crustal e recursos naturais: A linha Digital Pallete 5000G, 1 scanner de slides Polaroid
abrange todos os métodos e ferramentas geológicas Sprintscan, 1 scanner de mesa HP A-4, gravadores/leitores
necessárias para a compreensão da evolução da crosta da de CD-ROM e Zip/drives. Estes equipamentos são utilizados
terra (geotectônica, geocronologia, petrologia, geologia prioritariamente para trabalhos de diagramação de
estrutural, estratigrafia, sedimentologia, geologia dissertações/teses e trabalhos científicos.
econômica, prospecção, etc) com um particular interesse O LEI conta com uma estrutura de 16 micro-
nos controles geológicos que determinam a situação, computadores Pentium-IV de alta performance, 1
localização e avaliação econômica de recursos naturais. impressora laser HP colorida de grande definição e
As atividades de pesquisa da Área de Educação velocidade, 16 licenças de software ENVI,16 licenças do
Aplicada às Geociências concentram-se em quatro linhas software ArcGIS, 16 licenças do software IDRISI, 16
principais: licenças do software AutoCad-Map, e uma infra-estrutura
completa de recursos de rede de última geração. Este
- Comunicação em Geociências: Trata das laboratório é utilizado para aulas e para atender as
formas e processos de veiculação do conhecimento necessidades rotineiras do corpo discente no que tange à
geocientífico e de seus suportes materiais (nos domínios editoração de textos e gráficos, pesquisas básicas em
verbal e não-verbal) e institucionais. processamento de imagens e SIG, acesso à rede, etc.
- História das Geociências: Trata das condições O LIG destina-se a dar suporte aos alunos dos
de produção, incorporação e uso de conceitos, teorias e cursos de pós-graduação, graduação e extensão na área de
modelos científicos e institucionais, bem como de métodos geoestatística. São realizados cursos de treinamento nos
e técnicas de investigação empregados no ensino e na softwares usados nas disciplinas (Isatis e Matlab). Fornece
pesquisa geocientífica no Brasil. suporte a escrita de software na área de geoestatística.
11
12.
IG UNICAMP - CATÁLOGO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
Confecciona-se programas didáticos de apoio as disciplinas. - Laboratório de Laminação para preparação de
Dissertações e teses de mestrado e doutorados envolvendo lâminas delgadas e polidas.
geoestatística são realizadas nesse laboratório. Este - Laboratório de Concentração de Minerais
laboratório conta com 14 estações de trabalho Sun, 8 pesados, com mesa Wilfle, moinhos de discos, britador e
microcomputadores Pentium IV de alta performance, 1 separador magnético e vidrarias para utilização de líquidos
impressora a laser, 1 impressora jato de tinta, 1 ploter Inkjet densos.
colorido HP-750 tamanho A0, 2 scanner de mesa HP A-4,
gravadores/leitores de CD-ROM e Zip-drives. Os programas - Laboratório de Espectroscopia de Reflectância
utilizados no LIG incluem licenças do GSLIB, ISATIS, e
diversos pacotes da Landmark para processamento de
Laboratório de Produção de Recursos Didáticos
dados sísmicos.
em Geociências (LRDIG)
O LAGEO conta com 35 microcomputadores
Pentium III,01 mesa digitalizadora A-0, 01 impressora HP Este laboratório conta com 06 microcomputadores
jato de tinta, 01 scaner de mesa HP A-4, 04 mesas Pentium, um scaner HP 6200Cc, duas máquinas
digitalizadoras A-3, 25 licenças do software ENVI, licenças fotográficas - uma digital - um gravador de CD, três
de AutoCad-Map, 35 licenças de IDRISI, 35 licenças do impressoras, um vídeo JVC super VHS, uma Workstation
software ArcGIS, e uma infraestrutura completa de recursos com programa para edição de vídeo e placa de captura de
de rede. imagem e aparelho para multi-show todos os softwares da
linha adobe, incluindo o premier. Conta ainda com coleções
de slides de vídeos didáticos.
O Instituto de Geociências dispõe ainda de:
Laboratório de Análise Geoeconômica (LAGE) I) Infra-estrutura completa para trabalhos de
campo;
O LAGE foi criado pelos projetos de infraestrutura
patrocinados pelo PADCT e pela Agência Nacional de II) Biblioteca atualizada, com livros e periódicos
Petróleo para dar suporte às pesquisas envolvendo a especializados;
temática de avaliação econômica de projetos de exploração III) Setor de reprografia e leitoras de microfichas.
e produção de petróleo e demais bens minerais. Atualmente
o LAGE vem também apoiando as atividades de ensino de
Pós-Graduação e de cursos de extensão na área de
Economia Mineral e do Petróleo e de Métodos Quantitativos
_ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM
na Indústria Mineral e do Petróleo. Além disso, o laboratório POLÍTICA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA -
vem sendo utilizado pelos alunos de mestrado e doutorado CURSOS DE MESTRADO (41-M) E
para o desenvolvimento de suas pesquisas. O LAGE dispõe
DOUTORADO (95-D)
de softwares na área de análise de decisão (@Risk, Cristal
Ball, etc.), análise de previsão, análise de carteira de
investimentos e demais algoritmos utilizados para O Objetivo do Programa
quantificação e análise de alternativas de investimentos na O objetivo do programa é capacitar profissionais de
indústria do petróleo e demais bens minerais. Este áreas de atuação diversas para desempenhar atividades de
laboratório conta com 8 microcomputadores Pentium III e IV pesquisa, elaboração, gestão e avaliação de políticas no
e 1 impressora HP2100. campo do desenvolvimento científico e tecnológico e da
inovação.
A evolução do conhecimento em Ciência e
Tecnologia e a geração da inovação são processos sociais
Setor de Laboratórios Analíticos
e, como tais, condicionados por fenômenos de natureza
O Instituto de Geociências possui um setor de política, econômica e cultural. O Programa dedica-se à
Laboratórios Analíticos constituído pelos seguintes análise do processo de geração e difusão da inovação, à
laboratórios: avaliação de seus impactos, e à concepção de estratégias e
mecanismos orientados ao desenvolvimento científico e
- Laboratório de Microscopia com 16 microscópios
tecnológico e à inovação.
binoculares de pesquisa para luz transmitida e refletida, 01
foto-microscópio e lupas binoculares.
- Laboratório de Inclusões Fluidas com 2
Credenciamento:
equipamentos de microtermometria (CHAIXMECA MTM-85 O curso de Mestrado e Doutorado em Política
e LINKAM THMSG600/TMS92) e um sistema de Científica e Tecnológica, no Processo Avaliatório CAPES,
microespectroscopia Raman a laser (modelo T64000 da referente ao triênio 1998/2000, recebeu conceito Þ5þ.
Jobin Yvon).
- Laboratório de Microscopia Eletrônica, dotado de Integralização:
microscópio eletrônico de varredura LEO 430i, com EDS.
- Laboratório Geoquímico com espectrômetros de O Programa de Pós-graduação em Política
absorção atômica VARIAN com gerador de hidretos e Científica e Tecnológica deverá ser integralizado em um
fluorescência de raios-X PW2404 e infraestrutura completa mínimo de 12 meses e máximo de 30 meses para mestrado,
de preparação de amostras. e em um mínimo de 24 meses e de 54 meses para o
doutorado.
12
13.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
_ NORMAS ESPECÍFICAS 3. Obter aprovação em exame de qualificação, e
em exame de proficiência em inglês.
No curso de Mestrado serão admitidas anualmente
turmas de até 10 alunos, no de Doutorado turmas de até 10 4. Obter aprovação de Tese de Doutorado perante
alunos, de acordo com a disponibilidade do corpo docente. banca examinadora.
_ CORPO DOCENTE
Processo de Seleção
Para o curso de Mestrado, o processo de seleção Professores Plenos
se pautará na análise dos seguintes documentos (os
documentos a que se referem os itens 1 a 5 deverão ser André Tosi Furtado, Economista (Univ. Paris I, 1977);
encaminhados pelo candidato no ato da inscrição): Mestre (Univ. de Paris I, 1980); Doutor (Univ. Paris I, 1983);
Livre-docente (Unicamp, 1996).
1. Ficha de inscrição.
Daniel Durante Pereira Alves, Eng. Computação
(http://www.ige.Unicamp.br/dpct/principal.htm).
(Unicamp, 1992); Doutor em Lógica e Filosofia da Ciência
2. Diploma de Graduação. (Unicamp, 1999).
3. Histórico Escolar de Graduação. Léa Maria Strini Velho, Eng. Agrônomo (UNESP, 1976);
4. Curriculum Vitae atualizado. Mestre (UNESP, 1979); Doutor (Sussex Univ., 1985); Livre-
docente (Unicamp, 1995).
5. Texto de autoria do candidato sobre assunto
relevante ao tema do Curso. Leda Maria Caira Gitahy, Bach. Ciências Sociais
(Universidade de Uppsala, 1979); Mestre em Ciências
6. Entrevista pessoal com o candidato. Sociais (Universidade de Uppsala, 1980); Doutor em
7. Prova escrita de redação em português e de Sociologia (Universidade de Uppsala, 2000).
compreensão de texto em inglês, no mesmo dia da Maria Beatriz Machado Bonacelli, Economia (Unicamp,
entrevista. 1985); Mestre Política Científica e Tecnológica (Unicamp,
Para o curso de Doutorado, além dos itens acima, 1992); Doutor e Economia (Univ. de Toulouse, 1996).
serão levados em consideração os seguintes elementos: Maria Conceição da Costa, Bach. Ciênc. Sociais
8. Certificado de defesa de dissertação de (Unicamp, 1983), Mestre (Unicamp, 1991), Doutor (USP,
Mestrado obtida em curso de Pós-graduação (stricto sensu) 1997).
ministrado em instituição nacional ou estrangeira (este Newton Muller Pereira, Geólogo (UFRS, 1972); Mestre
requisito poderá ser dispensado, a critério da Comissão de (UFBa, 1979); Doutor (USP, 1990).
Seleção). Renato Peixoto Dagnino, Eng. Metalúrgico (UFRS, 1974);
9. Projeto preliminar de tese de doutorado. Mestre (UnB, 1978); Doutor (Unicamp, 1989); Livre-docente
(Unicamp, 1993); Titular (Unicamp, 1998).
Requisitos para Obtenção do Título de Mestre Ruy de Quadros Carvalho, Adm. Empresas (FGV, 1974);
Mestre (Unicamp, 1986); Doutor (Sussex Univ., Inglaterra,
Para obtenção do título de Mestre o aluno deverá: 1993).
1. Completar 144 créditos, dos quais 75 referem-se Sandra Negraes Brisolla, Economista (USP, 1971); Mestre
a disciplinas e 69 ao trabalho de dissertação. (Unicamp, 1977); Doutor (Unicamp, 1982); Livre-Docente
2. Assistir, no mínimo, a 75% das disciplinas (Unicamp, 2000).
cursadas. Sérgio Luiz Monteiro Salles Filho, Eng. Agrônomo
(UFRRJ, 1981); Mestre (UNESP, 1985); Doutor (Unicamp,
3. Obter aprovação em exame de qualificação e
1993); Livre-Docente (Unicamp, 1998).
em exame de proficiência em inglês.
Sérgio Robles Reis de Queiroz, Eng. Civil (USP, 1978);
4. Obter aprovação de Dissertação de Mestrado
Mestre (Unicamp, 1987); Doutor (Unicamp, 1993).
perante banca examinadora.
Tamás József Márton Károly Szmrecsányi, Bach. e Lic.
Filosofia (USP, 1961); Mestre (New School for Social
Requisitos para Obtenção do Título de Doutor Research , 1969); Doutor (Unicamp, 1976); Livre-Docente
(Unicamp, 1985); Prof. Titular (Unicamp, 1994).
Para obtenção do título de doutor o aluno deverá:
1. Completar 234 créditos, dos quais 45 referem-se Professores Participantes
a disciplinas e 189 ao trabalho de tese.
Carlos Américo Pacheco, Engenheiro Eletrônico (ITA,
- O candidato ao Doutorado que não tenha um 1979); Mestre (Unicamp, 1980); Doutor (Unicamp, 1983).
título de Mestre em Política Científica e Tecnológica ou
equivalente deve, a critério da CPG, cursar um número Carlos Henrique de Brito Cruz, Engenharia de Eletrônica
adicional de 54 créditos em disciplinas do Programa, após (ITA, 1978); Mestre (Unicamp, 1980); Doutor (Unicamp,
consulta ao orientador de programa. Pelo menos 20% 1983).
desses créditos poderão ser convalidados de outros João Furtado, Economista (UNICAMP, 1981); Mestre
Institutos e Faculdades da UNICAMP, ainda, de outras (UNICAMP, 1984); Doutor Ciencias Econômicas (Univ. de
Universidades. Paris,XIII, 1997).
2. Assistir, no mínimo, a 75% das disciplinas Laymert Garcia dos Santos, Jornalismo (UFRJ, 1966);
cursadas. Mestre (EHESS, 1975); Doutor (Université de Paris, 1977).
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14.
IG UNICAMP - CATÁLOGO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
Marcelo Silva Pinho, Economia (PUC/RJ, 1986); Mestre CT130 135 9 Métodos e Técnicas Pesquisa em Ciência
(Unicamp, 1993); Doutor (Unicamp, 2001). e Tecnologia
Maria Margaret Lopes, Geóloga (USP, 1980); Mestre O aluno de doutorado deverá cursar duas
(Unicamp, 1988); Doutor (USP, 1993); Livre-docente disciplinas.
(Unicamp, 2002). CT130 135 9 Métodos e Técnicas Pesquisa em Ciência
Roberto Bernardes, Ciências Sociais (USP); Doutor (USP, e Tecnologia
1998). CT261 180 12 Seminário de Doutorado
5. No quarto semestre, o aluno de mestrado
Silvia Fernanda de Mendonça Figueirôa, Geóloga (USP,
deverá se inscrever na disciplina:
1981); Mestre (USP, 1987); Doutor (USP, 1992); Livre-
Docente (Unicamp, 2001). CT200 * 69 Dissertação de Mestrado para Política
Sônia Regina Paulino, Economia (UNESP, 1989); Mestre Científica e Tecnológica
(Unicamp, 1993); Doutor (USST, 1997). O aluno de doutorado deverá cursar duas
disciplinas.
Disciplinas do Programa CT241 180 12 Estudos Dirigidos em Política Científica e
Tecnológica
As disciplinas do curso de Pós-graduação estão CT262 180 12 Seminário de Tese de Doutorado
organizadas em três semestres para o Mestrado e quatro Nos demais semestres, de acordo com o tempo
semestres para o Doutorado, da maneira que se segue: máximo autorizado pelo programa para a conclusão da
dissertação de mestrado ou tese de doutorado, o aluno
deverá se matricular em:
1 - Área Básica e Interdisciplinar
CT200 * 69 Dissertação de Mestrado para Política
CT003 180 12 Estágio Docente I Científica e Tecnológica
CT004 135 9 Estágio Docente II CT271 * 189 Tese de Doutorado para Política
2. O primeiro semestre corresponde ao núcleo Científica e Tecnológica
básico, que é constituído por três disciplinas. Além das disciplinas apresentadas, o programa
CT010 135 9 Introdução à Política Científica e poderá ministrar, por intermédio de seus docentes ou de
Tecnológica professores visitantes, disciplinas adicionais versando sobre
CT122 135 9 Estudos Sociais da Ciência e da temas de interesse do Departamento. Estas disciplinas
Tecnologia receberão a designação genérica CT050 - Tópicos
CT140 135 9 Economia Política da Ciência e da Especiais em Política Científica e Tecnológica.
Tecnologia 6. Disciplinas para outros alunos de Pós-
3. No segundo semestre, o estudante deverá graduação - Buscando difundir mais amplamente a reflexão
cursar três (3) disciplinas, a serem escolhidas entre um sobre PCT, o Departamento oferece uma disciplina que
elenco de doze (12). contempla um apanhado geral dos temas cobertos pelo
CT001 135 9 Sociologia da Ciência e da Tecnologia curso de Mestrado. Esta disciplina, CT002 - Ciência,
CT017 135 9 Análise de Política em Ciência e Tecnologia e Sociedade, orienta-se especificamente aos
Tecnologia alunos de outros programas de Pós-graduação da Unicamp
CT018 135 9 Gestão Estratégica da Inovação na e de outras Universidades. Por abordar um amplo espectro
Empresa de questões relativas a várias áreas de conhecimento
CT050 135 9 Tópicos Especiais em Política Científica e acadêmico tradicional, através de um enfoque metodológico
Tecnológica multidisciplinar, a disciplina é especialmente adequada para
CT121 135 9 História Social da Ciência e da Tecnologia complementar a formação de alunos de Pós-graduação.
CT123 135 9 Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Biblioteca:
CT124 135 9 Teoria da Inovação Tecnológica e do - Do IG, com cerca de 7800 livros e 76 títulos de
Progresso Técnico periódicos especializados.
CT125 135 9 Estado Planejamento na Ciência e na - Do Depto. de Engenharia de Petróleo, com cerca
Tecnologia de 1800 volumes, 500 apostilas, 200 teses e 23 periódicos
CT131 135 9 Tópicos Especiais em História Social da especializados.
Ciência e Tecnologia
CT135 135 9 Universidades e Sistemas de Ciência e Centro de Documentação:
Tecnologia O Centro de Documentação em Política Científica
CT139 135 9 Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento e Tecnológica, possui 13.000 documentos, incluindo
Agrícola literatura não convencional (relatórios técnicos, anais, pré-
CT144 135 9 Mudança Tecnológica e Transformações prints, textos para discussão, trabalhos não publicados, etc)
Sociais: Questão Emprego e Trabalho e periódicos. O Departamento de Política Científica e
CT146 135 9 Ciência, Tecnologia e Atores Sociais na Tecnológica publica trabalhos da área na série DPCT.
América Latina Textos para discussão.
CT147 135 9 Meio Ambiente, Tecnologia e Áreas de Pesquisa:
Desenvolvimento As atividades de pesquisa e docência do Programa de Pós-
4. No terceiro semestre, o aluno de mestrado, já graduação em Política Científica e Tecnológica concentram-
deverá ter escolhido seu tema e orientador de dissertação e se em quatro áreas principais:
deverá cursar duas (2) disciplinas. - História e Teoria da Ciência e da Tecnologia:
CT091 180 12 Seminário de Dissertação Estudo das atividades de C&T na região latino americana.
Padrões de organização formal e informal que caracterizam
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15.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
essas atividades e tem um papel importante na As inscrições serão recebidas em fluxo contínuo,
conformação das especificidades em interação com com um prazo limite para serem consideradas à seleção
definição transacional. para admissão no período seguinte. Para ingresso em
- Ciência e Tecnologia no Processo de Março, o prazo é 30 de outubro do ano anterior, e para
Desenvolvimento: Explora as questões relativas aos ingresso em Agosto, o prazo é 30 de Maio do mesmo ano.
processos de geração e difusão tecnológica, com interesse A inscrição de alunos Regulares no programa
especial naquelas relacionadas à América Latina. Ciências e Engenharia do Petróleo será aberta a
profissionais portadores de diploma de graduação de curso
- Estratégias de Ciência e Tecnologia e Atores
superior em áreas julgadas afins pela SCPGI-CEP.
Sociais: Avaliação das estratégias e formas de atuação dos
diferentes atores sociais-estado, universidade, empresa, no O processo de seleção para admissão dos
campo de C&T. Analisa comparativamente, avalia e candidatos inscritos no Mestrado envolverá análise do
acompanha as políticas governamentais globais e setoriais. currículo e histórico escolar, entrevista (que pode incluir um
exame de conhecimentos), carta de recomendação, plano
- Mudança Tecnológica, Transformações Sociais e
de trabalho, endosso de um professor do curso
meio Ambiente: Explorar relações entre mudança
(Orientador). Os três últimos itens não são obrigatórios, mas
tecnológica e social, examina as implicações sociais das
têm peso muito importante. No Doutorado, o plano de
atuais tendências do progresso técnico com ênfase nas
trabalho e o compromisso com o orientador são
questões do emprego, trabalho e meio ambiente.
imprescindíveis, e um diploma de Mestrado é normalmente
exigido.
_ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS E
ENGENHARIA DO PETRÓLEO - CURSOS DE
Titulação
MESTRADO (72-M) e DOUTORADO (98-D)
Coeficiente de Rendimento mínimo semestral para
A Pós-Graduação em Ciências e Engenharia do
se manter com aluno regular dos cursos é de 2,5.
Petróleo (CEP) resulta da integração da Engenharia de
Petróleo e Geoengenharia de Reservatórios, contemplando No Mestrado, para obter o título, o candidato
as atividades de Geologia e Geofísica de Reservatórios, deverá completar, no mínimo, 72 créditos em disciplinas,
Engenharia de Reservatórios, Engenharia de Poços comprovar proficiência em língua estrangeira (inglês), ser
(Perfuração e Completação), Produção de Óleo e Gás aprovado em Exame de Qualificação e desenvolver uma
(Sistemas Marítimos e Terrestres), Gestão de Campos dissertação (72 créditos). No Doutorado, o candidato com
Petrolíferos. Mestrado deverá completar no mínimo 54 créditos em
disciplinas, comprovar proficiência em língua estrangeira
Originalmente, a Engenharia de Petróleo foi
(inglês), ser aprovado em Exame de Qualificação e
iniciada em 1987 na Faculdade de Engenharia Mecânica, e
desenvolver uma tese (234 créditos).
a Geoengenharia de Reservatórios em 1990 no Instituto de
Geociências; a reunião destes cursos ocorreu em 2001 sob O Coeficiente de Rendimento final no curso deverá
o novo programa Ciências e Engenharia do Petróleo, ser igual ou superior a 3,0. A dissertação ou tese deverá ser
avaliado pela CAPES com conceito 5. As áreas de aprovada por uma Comissão Julgadora, em sessão pública
concentração são: AA- Explotação, AB- Reservatórios e de defesa do trabalho.
Gestão.
_ CORPO DOCENTE
Integralização
Os cursos terão a duração mínima de 12 meses Professores Plenos
para o Mestrado e 24 meses para o Doutorado, e máxima Antonio Carlos Bannwart, Dept. de Energia - Fac. Eng.
de 24 meses para o Mestrado e 48 meses para o Mecânica, Doutor (INPG, França, 1988), RDIDP,
Doutorado. Explotação.
Armando Zaupa Remacre, Dept. de Geologia e Recursos
Informações e Contacto Naturais - Inst. de Geociências, Doutor (ENSM, França,
1984), RDIDP, Reservatórios e Gestão.
Informações sobre inscrição, seleção e normas
podem ser obtidos na internet, no site: Celso Kazuiuki Morooka, Dept. de Eng. de Petróleo - Fac.
Eng. Mecânica, Doutor (Univ. Yokohama, Japão, 1984),
Http://www.dep.fem.Unicamp.br/cep RDIDP, Explotação.
ou através do e-mail: Denis José Schiozer, Dept. de Eng. de Petróleo - Fac.
c.e.p.@dep.fem.Unicamp.br Eng. Mecânica, Doutor (Univ. Stanford, EUA, 1994), RDIDP,
Reservatórios e Gestão.
ou
Fernando de Almeida França, Dept. de Energia - Fac. Eng.
Ciências e Engenharia do Petróleo Mecânica, Doutor (Unicamp, 1987), RDIDP, Explotação.
UNICAMP - CEPETRO Giorgio Basilici, Dept. de Geologia e Recursos Naturais -
Cx.P. 6052 Inst. de Geociências, Doutor (Univ. de Bolonha, Itália,
13083-970 Campinas, SP - Brasil 1992), RDIDP, Reservatórios e Gestão.
Osvair Vidal Trevisan, Dept. de Eng. de Petróleo - Fac.
Eng. Mecânica, Doutor (Unicamp, 1986), RDIDP,
Inscrição e Seleção Reservatórios e Gestão. (Afastado durante 2002)
15
16.
IG UNICAMP - CATÁLOGO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
Paulo Roberto Ribeiro, Dept. de Eng. de Petróleo - Fac. PP512 135 9 Geoestatística II
Eng. Mecânica, Doutor (Univ. Texas - Austin, EUA, 1993), PP520 135 9 Perfilagem
RDIDP, Explotação. PP521 135 9 Geofísica de Reservatórios I
Saul Barisnik Suslick, Dept. de Geologia e Recursos PP590 135 9 Tópicos em Geoengenharia de
Naturais - Inst. de Geociências, Doutor (USP, 1984), Reservatórios
RDIDP, Reservatórios e Gestão. PP610 135 9 Economia do Petróleo
PP620 135 9 Avaliação Econômica e Financeira no
Sérgio Nascimento Bordalo, Dept. de Eng. de Petróleo -
Setor Petrolífero
Fac. Eng. Mecânica, Doutor (Univ. Stanford, EUA, 1993),
PP690 135 9 Tópicos em Economia do Petróleo
RDIDP, Explotação.
PP961 180 12 Estágio Docente I
Professores Participantes PP962 135 9 Estágio Docente II
PP971 90 6 Estudos Especiais I
Antonio Claudio de França Correa, Dept. de Eng. de PP972 135 9 Estudos Especiais II
Petróleo - Fac. Eng. Mecânica, Doutor (Univ. Stanford, EUA, PP973 135 9 Estudos Especiais III
1987), Reservatórios e Gestão. PP980 * 72 Tese de Mestrado
Euclides José Bonet, Dept. de Eng. de Petróleo - Fac. PP990 * 234 Tese de Doutorado
Eng. Mecânica, Mestre (Univ. Texas A&M, EUA, 1967),
Qualificado pela CCPG em 1992, Reservatórios e Gestão. Áreas e Linhas de Pesquisa
José Luis Antunes de Oliveira e Sousa, Dept. de
A área de Reservatórios ocupa-se da integração
Estruturas - Fac. Eng. Civil, Doutor (Univ. Cornell, EUA,
de dados de natureza diversa (geologia, física e
1986), RDIDP, Reservatórios e Gestão.
engenharia), para caracterizar os reservatórios petrolíferos
Maria Cristina de Castro Cunha, Dept. de Matemática e desenvolver os campos de petróleo, analisando os
Aplicada - Inst. de Matemática, Doutora (Unicamp, 1979), métodos mais apropriados para otimizar a recuperação de
RDIDP, Reservatórios e Gestão. petróleo. Nesta área estudam-se propriedades e
Martin Tygel, Dept. de Matemática Aplicada - Inst. de caracterização de rochas e fluidos de reservatórios,
Matemática, Doutor (Univ. Stanford, EUA, 1979), RDIDP, comportamento de fases, geofísica, geoestatística,
Reservatórios e Gestão escoamento de óleos e gás em meios porosos,
Rahoma Sadeg Mohamed, Dept. de Termofluidodinâmica - comportamento de reservatórios, perfilagem de poços,
Fac. Eng. Química, Doutor (Univ. Princeton, EUA, 1986), análise de testes em poços, simulação numérica de
RDIDP, Reservatórios e Gestão. reservatórios, métodos de recuperação e desenvolvimento
de campos petrolíferos.
A área de Explotação engloba atividades de
Disciplinas
engenharia de poços (perfuração e completação), e
Na lista abaixo, as 2º e 3º colunas correspondem à produção de óleo e gás em sistemas terrestres e marítimos.
carga horária semestral mínima de trabalho previsto e A perfuração visa construir um poço até a jazida
número de créditos atribuídos. O número de horas em aulas subterrânea (reservatório), a completação tem por objetivo
por semana é um terço do número de créditos, exceto nas equipar o poço para operacionalizar a produção. A atividade
disciplinas marcadas com asterisco, que não envolvem de produção envolve o projeto, monitoração e garantia de
aulas, mas trabalhos supervisionados. fluxo de óleo e gás do reservatório até a planta de superfície
PP010 45 3 Seminários de Petróleo e ao sistema de armazenagem ou transporte. Em
PP101 135 9 Métodos Matemáticos I engenharia de poços estudam-se reologia de fluidos, fluido-
PP102 135 9 Métodos Matemáticos II dinâmica, perfuração, mecânica de rochas, controle de kicks
PP201 135 9 Termofluidodinâmica I e blow-out, estimulação de poços. Em produção estudam-se
PP202 135 9 Termofluidodinâmica II propriedades de fluidos e comportamento de fases, fluxo de
PP211 135 9 Escoamento Multifásico I óleo e gás no reservatório e escomento multifásico nos
PP212 135 9 Escoamento Multifásico II poços e dutos de produção, instalações de produção
PP220 135 9 Elevação de Petróleo marítimas e terrestres, métodos de elevação artificial,
PP230 135 9 Desenvolvimento de Sistemas de automação e contrôle de processos.
Produção Petrolífera
PP231 135 9 Sistemas Inteligentes em Explotação
Petrolífera
PP290 135 9 Tópicos em Produção de Petróleo
Linhas de Pesquisa
PP301 135 9 Engenharia de Reservatórios I - Reservatórios e Gestão:
PP302 135 9 Engenharia de Reservatórios II
- Engenharia de Reservatórios,
PP310 135 9 Análise de Testes de Poços
PP321 135 9 Simulação Numérica de Reservatórios I - Geoengenharia de Reservatórios,
PP322 135 9 Simulação Numérica de Reservatórios II - Gestão de Campos Petrolíferos.
PP330 135 9 Estudo de Campo de Petróleo
Explotação:
PP390 135 9 Tópicos em Engenharia de Reservatórios
PP410 135 9 Perfuração Avançada - Engenharia de Poços,
PP420 135 9 Mecânica das Rochas - Produção
PP490 135 9 Tópicos em Engenharia de Poços
PP501 135 9 Geologia do Petróleo I
PP511 135 9 Geoestatística I
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17.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
Atividades de Pesquisa Integralização:
Análise de Testes O Programa de Pós-Graduação em Geografia
Caracterização de Reservatórios deverá ser integralizado em um mínimo de 12 meses e um
máximo de 30 meses para o Mestrado, e em um mínimo de
Completação 24 meses e em um máximo de 54 meses para o Doutorado.
Desenvolvimento de Campo de Petróleo
Desenvolvimento de Sistemas de Produção Inscrição e Processo de Seleção:
Economia do Petróleo
A inscrição ao curso de Pós-Graduação em
Elevação Artificial Geografia está aberta a profissionais formados em
Escoamento Meios Porosos Geografia ou áreas correlatadas, a critério da Coordenação
do curso. O número de vagas para os dois cursos será
Escoamento Multifásico
estabelecido nos prazos regulares pelo Programa, em
Estimulação de Poços acordo com os calendários da UNICAMP, a partir de
Geoestatística de Reservatórios consulta prévia feita pelo Coordenador aos docentes
orientadores do Programa.
Geofísica de Reservatórios
Geologia do Petróleo
Requisitos para Obtenção do Título de Mestre
Gestão de Campos Petrolíferos
Para obtenção do título de mestre o aluno deverá:
Métodos de Recuperação
1 - Integralizar no mínimo duzentas e cinquenta
Métodos Matemáticos
(250) unidades de crédito, sendo trinta e seis (36) unidades
Perfilagem e Interpretação correspondentes às disciplinas e duzentos e quatorze (214)
Perfuração unidades correspondentes à Dissertação de Mestrado.
Produção de Óleo e Gás 2 - Assistir no mínimo, a 75% das disciplinas
cursadas.
Propriedades de Fluidos
3 - Obter aprovação em Exame de Qualificação e
Simulação Numérica
em exame de proficiência em língua estrangeira.
Sísmica
4 - Obter aprovação de Dissertação de Mestrado
Sistemas Marítimos de Explotação perante banca examinadora.
Laboratórios
Requisitos para Obtenção do Título de Doutor
Lab. de Escoamento em Meios Porosos
Para obtenção do título de Doutor o aluno deverá:
Lab. de "Core Flow"
1 - Integralizar quinhentas (500) unidades de
Lab. de Informática crédito, sendo vinte e quatro (24) unidades correspondentes
Lab. de Estimulação de Poços às disciplinas e quatrocentas e setenta e seis (476) à Tese
Lab. de Informática Geológica de Doutorado.
Lab. de Métodos de Recuperação 2 - Assistir, no mínimo a 75% das disciplinas
cursadas.
Lab. de Escoamento Multifásico
3 - Obter aprovação em Exame de Qualificação e
Lab. de Inteligência Artificial em exame de proficiência em língua estrangeira.
Lab. de Fluidos de Perfuração 4 - Obter aprovação de Tese de Doutorado perante
Lab. de Simulação de Reservatórios e banca examinadora.
Computação Paralela.
Convalidação de Créditos:
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA
CURSOS DE MESTRADO (79M) E DOUTORADO (24D) - Os créditos de disciplinas obtidas em outros
cursos de Pós-Graduação, tanto de Mestrado como
Doutorado, da UNICAMP ou de outras instituições poderão
Objetivos do Programa ser convalidados, a critério da CPG, após consulta ao
orientador de programa ou de tese do estudante.
O Programa de Pós-graduação em Geografia
conduz aos títulos de Mestre em Geografia e Doutor em - Até 1/3 dos créditos correspondentes às
Ciências na área de concentração em Análise Ambiental e disciplinas necessárias ao Mestrado e ao Doutorado
Dinâmica Territorial e Doutor em Ciências. poderão ser obtidos em cursos de outros Institutos e
Faculdades da UNICAMP ou, ainda de outras
Universidades.
Credenciamento:
O Curso de Pós-Graduação em Geografia recebeu
conceito "4" da CAPES na aprovação de sua criação.
_ CORPO DOCENTE
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18.
IG UNICAMP - CATÁLOGO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
Professores Plenos GG015 135 9 Problemática Ambiental Urbana
GG016 135 9 Desequilíbrios Estrutural dos Sistemas
Antônio Carlos Vitte, Geógrafo (UNESP, 1989); Doutor
Pedológicos suas Consequências
(USP, 1998).
GG017 * 214 Dissertação de Mestrado para Geografia
Archimedes Perez Filho, Geógrafo (UNESP, 1971), Mestre GG018 * 476 Tese de Doutorado para Geografia
(USP, 1978), Doutor (USP, 1987), Professor Titular GG019 135 9 O Global o Nacional e o Local:
(UNICAMP, 1995). Desenvolvimento Econômico,
Arlete Moyses Rodrigues, Geógrafa (USP, 1971), Mestre Planejamento e Gestão.
(USP, 1981), Doutor (USP, 1988), Livre-docente GG020 135 9 A Geografia Política da Alienação do
(UNICAMP, 1996). Território
GG021 135 9 Tópicos Especiais: Trabalho de Campo
Arlêude Bortolozzi, Geógrafa (UNESP, 1971), Mestre
(PUC/SP, 1992), Doutor (UNICAMP, 1997). GG022 135 9 Meio Ambiente: Relações Homem e
Natureza
Carlos Alfredo Joly, (USP, 1976), Mestre (UNICAMP, GG023 135 9 Estudos Dirigidos em Geografia
1979), Doutor (University of Saint-Andrew/Grã-Bretanha,
GG024 180 12 Estágio Docente I
1982).
GG025 135 9 Estágio Docente II
Carlos Roberto Espíndola, Agrônomo (USP, 1968), Doutor
(UNESP, 1973), Livre-docente (UNESP, 1994). LINHAS DE PESQUISA
Daniel Joseph Hogan, Letras (Syracuser/USA, 1964),
Mestre (Cornell University/USA, 1968), Doutor (Cornell Dinâmica Territorial: Sistemas técnicos atuais e
University, 1974). novas práticas sócio-espaciais: Novos conteúdos do
espaço geográfico X novas técnicas de informação territorial
Luci Hidalgo Nunes, Geógrafa (USP, 1983), Mestre (USP,
e redes telemáticas. Conseqüência epistemológica e
1990), Doutor (USP, 1997).
empírica das relações, com ênfase na escala global e local.
Marcos César Ferreira, Geógrafo (UNESP, 1987), Mestre
(INPE, 1991), Doutor (USP, 1995). Sistemas de informação geográfica, análise dos
componentes naturais da paisagem e das
Maria Tereza Duarte Paes Luchiari, Geógrafa (UNESP, transformações decorrentes do uso e ocupação:
1985), Mestre (UNICAMP, 1992), Doutor (UNICAMP, 1999). Paisagem, natureza, ecossistema, geossistema, sistemas
Regina Célia Bega dos Santos, Geógrafa (USP, 1972), ambientais. Análise de processos genético-evolutivos e
Mestre (USP, 1983), Doutor (USP, 1994). comportamentais dos componentes do meio físico e dos
Ricardo Abid Castillo, Geógrafo (USP, 1987), Mestre impactos de uso e ocupação. Tratamento da informação
(USP, 1993), Doutor(USP, 1999). geográfica com ênfase em Sensoriamento Remoto e
Sistemas de Informações Georeferenciadas. Análise
Professores Participantes Espacial com ênfase em Sensoriamento Remoto e Sistemas
de Informação Geográfica.
Carlos Roberto de Souza Filho, Geólogo (UFOP, 1988),
Mestre (UNICAMP, 1991), Doutor (The Open University,
1995). LABORATÓRIOS
_ DISCIPLINAS DO PROGRAMA O Laboratório de Geomorfologia e Análise
Ambiental destina-se às atividades de pesquisa e ensino no
GG001 135 9 Relações Morfo-pedo-bio-climáticas no âmbito da geomorfogênese, cartografia geomorfológica e
Território Brasileiro seus significados para trabalhos de análise ambiental,
GG002 135 9 O Conceito de Natureza e o seu sobretudo diagnósticos. Encontra-se em implantação, mas
Significado na Análise Geográfica já conta com espaço, equipamentos e acervo de cartas e
GG003 135 9 Mudanças e Variações Climáticas: mapas. Contará, no novo prédio, com 70m², e novos
Impacto nos Meios Físico e Social equipamentos; destina-se também a ser o locus das
GG004 135 9 Solos das Regiões Intertropicais: reuniões científicas das linhas ligadas à análise geográfica e
Comportamento nas Paisagens dinâmica ambiental. Sua capacidade atual caracteriza-se
GG005 135 9 Ecossistemas Brasileiros: Caracterização por mobiliário convencional, incluíndo estantes, duas mesas
e Conservação grandes para abertura/confecção e análises de mapas,
GG006 135 9 Dinâmica Migratória e Mudança Ambiental microcomputadores, além de materiais diversos.
GG007 135 9 Monitoramento Agrícola e Ambiental no O Laboratório de Investigação Geográfica e
Brasil Planejamento Territorial destina-se a atividades de pesquisa
GG008 135 9 Análise e Modelagem de Dados Espaciais e ensino, como locus de discussões científicas e
em SIG epistemológicas no âmbito da análise territorial. Destina-se
GG009 135 9 Turismo, Sociedade e Território ainda a sediar as atividades de intercâmbios e pequenos
GG010 135 9 Estudo do Meio como Exercício de eventos. Conta com mobiliário convencional (mesas,
Cidadania no Ensino de Geografia estantes, cadeiras, arquivos) e microcomputadores.
GG011 135 9 Cidade Contemporânea e Tendência de
Estrutura do Espaço Urbano
GG012 135 9 Metodologia da Geografia
GG013 135 9 Seminários
_ IDENTIFICAÇÃO DAS DISCIPLINAS
GG014 135 9 Sensoriamento Remoto e Processamento
Digital de Imagens Aplicados ao Estudo _ LEGENDA
do Meio Ambiente
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19.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
As disciplinas oferecidas pela unidade encontram- Ementa: Esta atividade faz parte do Programa de Estágio
se a seguir identificadas. As informações são, na ordem em Docente (PED) e visa aperfeiçoar os estudantes
que aparecem, as seguintes: regularmente matriculados em cursos de Doutorado da
Unicamp, no exercício de atividade de docência plena,
_ Código da Disciplina
abrangendo planejamento, desenvolvimento e avaliação de
_ Nome da Disciplina disciplinas de graduação.
_ T - Total de horas de aulas teóricas.
CT004 Estágio Docente II
_ E - Total de horas de aulas de exercícios.
T:0 E:0 L:0 S:0 I:135 C:9 P:3
_ L - Total de horas de laboratório ou de campo. Ementa: Esta atividade é parte integrante do Programa de
_ S - Total de horas de estudos dirigidos ou de Estágio Docente (PED) e visa aperfeiçoar os estudantes de
seminários. Mestrado e Doutorado da Unicamp, no exercício de
_ I - Total de horas de estudo em casa. atividade de apoio à docência, abrangendo a elaboração ou
_ C - Total de créditos. Cada crédito corresponde a 15 correção de listas de exercícios, auxílio ao professor em
(quinze) horas de atividades. aulas práticas, aulas teóricas ou de exercícios de reforço,
_ P - Período mais provável da oferta da disciplina, de plantão de dúvidas ou outras consideradas correlatas que
acordo com a convenção: tenham sido explicitadas no Projeto de Participação do
1 - 1º período letivo PED.
CT010 Introdução à Política Científica e
2 - 2º período letivo
Tecnológica
3 - qualquer período letivo T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
Ementa: Esta disciplina tem por objetivo contextualizar o
_ Os pré-requisitos (PR): exigidos para a matrícula na
aluno ingressante na temática de política científica e
disciplina. AA200 - Significa Autorização da respectiva
tecnológica, assim como transmitir uma visão sintética do
CPG.
conjunto de temas que serão tratados durante sua
_ A ementa descreve sucintamente o assunto relacionado formação. Apresentam-se conceitos e temáticas
com a disciplina. Em algumas disciplinas, principalmente relacionadas à política científica e tecnológica, a partir de
aquelas relacionadas com Tópicos Especiais, as ementas vários enfoques e abordagens que mais tarde o aluno terá a
serão oferecidas pelas Unidades de Ensino oportunidade de aprofundar. Essa disciplina responde à
correspondentes, na época da oferta dessas disciplinas. necessidade dos alunos terem uma percepção global e
_ O livro onde se encontra o material básico (texto) pode interdisciplinar da área temática que dá nome ao curso.
também constar da informação de cada disciplina. No Esse objetivo deverá ser alcançado pela apresentação de
caso do material se encontrar em várias fontes, a lista alguns conceitos e enfoques básicos que permeiam as
bibliográfica será oportunamente fornecida pelo Professor principais áreas de docência e pesquisa do Departamento.
Responsável pela disciplina. CT017 Análise de Política em Ciência e Tecnologia
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
_ EMENTAS DAS DISCIPLINAS Ementa: Capacitar os alunos para a avaliação,
acompanhamento e formulação de políticas em Ciência e
CT001 Sociologia da Ciência e da Tecnologia Tecnologia. A análise do discurso oficial (policy) dos atores
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:2 sociais envolvidos, e do processo de interação desses
Ementa: Esta disciplina tem por objetivo uma reconstrução atores que leva à formulação e implementação da política
do processo pelo qual foi se conformando uma visão (politics). A disciplina adota como instrumental de análise o
sociológica sobre a ciência e a tecnologia, desde os corpo de conhecimento da Ciência Política (policy analysis)
pensadores sociais do século XIX até os dias de hoje. Para contemplando três níveis de análise: 1) o do processo de
tanto, apresentam-se sistematicamente as principais decisão; 2) do processo de formulação da política (jogo de
contribuições teóricas a este processo, procurando interesses entre os atores) e 3) o das relações entre estado
identificar as raízes históricas destas contribuições, assim e sociedade (estrutura de poder e regras de sua formação).
como os desdobramentos das mesmas. Esta apresentação CT018 Gestão Estratégica da Inovação na
compreende uma leitura e discussão de textos clássicos Empresa
dos representantes das várias "escolas" ou tendências do T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
pensamento sociológico sobre a ciência e a tecnologia, Ementa: O curso aborda a questão da gestão da inovação
seguidas de uma análise de estudos empíricos que tenham do ponto de vista de sua interação com a estratégia
se utilizado dos conceitos e métodos de cada uma delas. competitiva da empresa produtiva, seja ela industrial ou de
Procura-se durante o curso desenvolver o arguento de que serviços. Enfoca-se a gestão da inovação como processo-
visões sociológicas diferenciadas da ciência e da tecnologia chave para o crescimento das empresas, mas caracterizado
informam, também de maneira diferenciada, a tomada de pela incerteza e pela tensão entre exigências do mercado
decisão em política científica e tecnológica. que orientam a inovação incremental e a exploração de
CT002 Ciência, Tecnologia e Sociedade oportunidades de inovação tecnológica radical, que criam
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 mercado. Ênfase especial é dada à influência do contexto
Ementa: Disciplina para alunos de pós-graduação de econômico e empresarial brasileiro no processo de inovação
ciências exatas, biológicas e humanas da Unicamp. das empresas que nele atuam.
Condicionantes históricos, sociais e humanos que presidem CT050 Tópicos Especiais em Política Científica e
o desenvolvimento e a utilização de conhecimento científico Tecnológica
e tecnológico nos países desenvolvidos e T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
subdesenvolvidos. Análise do caso brasileiro. Critérios para
Ementa: Apresentação, pelo corpo docente ou por
orientar decisões de desenvolvimento, seleção e aquisição
professores convidados, de tópicos novos em Política
de tecnologia.
Científica e Tecnológica.
CT003 Estágio Docente I
CT091 Seminário de Dissertação
T:0 E:0 L:0 S:0 I:180 C:12 P:3
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IG UNICAMP - CATÁLOGO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
T:0 E:0 L:0 S:60 I:120 C:12 P:3 Ementa: Análise de casos específicos da intervenção do
Ementa: A disciplina tem por objetivo auxiliar o aluno a Estado em setores importantes para o desenvolvimento
demarcar a amplitude do tema, a formular o projeto e a latino-americano, especialmente nos ligados à questão da
iniciar a redação do trabalho de dissertação de mestrado. ciência e da tecnologia. Comparações entre países centrais
Constará de sucessivas exposições dos alunos a respeito e periféricos, em especial os da América Latina, no âmbito
da pesquisa que realizam ou pretendem realizar como das políticas setoriais. Programa elaborado em função do
dissertação e de subsequentes discussões, em sala de interesse dos alunos e professores do Departamento
aula, com os demais alunos e com os professores (Agroindústria, Novos Materiais, Biotecnologia, Informática,
responsáveis. O Programa da disciplina estabelece o roteiro Tecnologia e Produção de Armamento).
das discussões e o cronograma de progresso que o projeto CT130 Métodos e Técnicas Pesquisa em Ciência e
deverá obedecer. No final do período letivo o aluno deverá Tecnologia
submeter seu projeto de dissertação ao conjunto de alunos T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
e professores dos quadros do DPCT, recomendando-se, Ementa: Disciplina de natureza eminentemente prática e
então, a presença do professor orientador. instrumental, voltada para o apoio à elaboração das teses e
CT121 História Social da Ciência e da Tecnologia dissertações dos alunos. Elementos para a elaboração e
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 execução de projetos de pesquisa de caráter
Ementa: Análise da evolução histórica da ciência e da multidisciplinar. Discussão dos eixos temáticos das várias
tecnologia dominantes entre 1750 e 1950, do início da disciplinas do curso e de suas respectivas perspectivas de
Primeira Revolução Industrial ao término da Segunda análise. Análise dos sistemas de indicadores e dos
Guerra Mundial. Confronto das principais políticas instrumentos de avaliação da Política Científica e
científicas e tecnológicas com o desenvolvimento Tecnológica.
econômico e social dos países capitalistas centrais e CT131 Tópicos Especiais em História Social da
periféricos.
Ciência e Tecnologia
CT122 Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 Ementa: Análise do relacionamento entre a formação da
Ementa: A visão clássica da ciência e variantes mais economia contemporânea e as origens da produção
recentes que conformaram a sociologia do conhecimento, científica do Brasil. Encarando a Ciência e a Tecnologia
modelos filosóficos da evolução da ciência e o seu impacto como produtos da sociedade, e como resultantes de uma
sobre a sociologia da ciência e a política científica, a dada divisão técnica e social do trabalho, essa disciplina
tradição estrutural-funcionalista mertoniana, a tradição procura reconstituir e caracterizar a gênese e a evolução
marxista inglesa, a nova sociologia e antropologia do das atividades e das instituições de pesquisa no País.
conhecimento científico e tecnológico que despontou nos Tomando como pano de fundo a História Econômica e
anos setenta. As disciplinas científicas como infra-estrutura Social do período de 1850 a 1950, pretende-se identificar e
da ciência. Enfoques comuns e interações entre a interpretar as origens e a trajetória da produção científica e
sociologia da ciência e a sociologia da tecnologia, refletindo tecnológica no Brasil, bem como os principais fatores
sobre as semelhanças e diferenças dos processos responsáveis pela sua ocorrência.
cognitivos individuais e coletivos da ciência e da tecnologia. CT135 Universidades e Sistemas de Ciência e
O surgimento da cienciometria e os problemas da avaliação
Tecnologia
da pesquisa, problemas sociais e éticos da ciência.
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
CT123 Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Ementa: Discussão das principais características das
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 universidades latino-americanas, seu processo de
Ementa: Análise dos aspectos econômicos e sociais da implantação e consolidação. A criação da Ciência e
ciência e da tecnologia dentro da perspectiva das teorias do Tecnologia na América Latina como resposta à situação de
desenvolvimento voltada para os países em desvinculação entre o setor de pesquisa e o sistema
desenvolvimento. Exame dos principais problemas produtivo. Limites e êxitos da atuação da Universidade.
abordados por essas diversas contribuições que concernem Exame das funções desempenhadas pela Universidade na
à transferência internacional de tecnologia, destacando o geração de novos conhecimentos científicos e técnicos. A
papel das empresas multinacionais e dos condicionantes política científica e tecnológica e a política de pesquisa na
legais. A questão das opções tecnológicas e das Universidade: convergência em sujeição.
tecnologias apropriadas no contexto do debate em torno do
CT139 Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento
desenvolvimento. Análise das políticas industriais e
Agrícola
tecnológicas e das implicações da internacionalização da
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
produção para a capacitação tecnológica dos países em
Ementa: A disciplina explora, sob as óticas histórica e
desenvolvimento.
socioeconômica, a dinâmica de modernização agrícola e
CT124 Teoria da Inovação Tecnológica e do agroindustrial. Apresenta a evolução das formulações sobre
Progresso Técnico o tema desde os autores clássicos até as interpretações
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 mais recentes, com vistas à apreensão do papel da ciência
Ementa: Exame dos processos de mudança tecnológica e e da tecnologia na transformação da base produtiva agrícola
de sua relação com a mudança econômica, a partir da e agroindustrial. Explora, ao final, as tendências atuais do
crítica aos enfoques neoclássico e schumpeteriano. O desenvolvimento científico e tecnológico nesses setores.
tratamento contemporâneo da questão através da análise
CT140 Economia Política da Ciência e da
dos determinantes do processo de inovação tecnológica e
Tecnologia
dos seus impactos econômicos no longo prazo e no âmbito
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
da divisão internacional do trabalho. Análise das relações
Ementa: Principais elementos teóricos e históricos sobre os
entre o desenvolvimento da Ciência e o Progresso Técnico.
determinantes e os impactos do progresso técnico no
CT125 Estado Planejamento na Ciência e na desenvolvimento econômico. Analisa-se a dinâmica
Tecnologia tecnológica na economia capitalista, incluindo-se a dos
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 países da América Latina, destacando as contribuições das
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UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
diversas correntes da teoria econômica e abordando o papel pesquisa para discussão. Estas sessões poderão contar
da ciência e da tecnologia nas diferentes etapas do com a participação de um expositor externo ao
desenvolvimento do capitalismo industrial. Finalmente departamento.
discutem-se as tendências atuais do desenvolvimento CT262 Seminário de Tese de Doutorado
científico e tecnológico no capitalismo, abordando as T:0 E:0 L:0 S:60 I:120 C:12 P:3
diferentes correntes de interpretação e os desafios para os Ementa: Constará de apresentações periódicas dos alunos
países em desenvolvimento. perante seus colegas, o professor responsável pela
CT144 Mudança Tecnológica e Transformações disciplina e seu orientador, a respeito do estágio de
Sociais: Questão Emprego e Trabalho elaboração de seu projeto de tese.
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 CT271 Tese de Doutorado para Política Científica
Ementa: Examina as relações entre o progresso técnico e e Tecnológica
as transformações do emprego e do trabalho. A ênfase é T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:189 P:3
dada ao estudo das teorias sobre as implicações da
aceleração da mudança tecnológica para a conformação do GA001 Administração e Política de Recursos
trabalho na indústria e nos serviços, considerando-se um Minerais
amplo leque de questões: estrutura do emprego, salários, T:45 E:0 L:0 S:30 I:60 C:9 P:3
natureza do trabalho, qualificações e escolaridade. No Ementa: Abordagens de temas políticos, jurídicos,
entanto, o enfoque adotado também explora como as econômicos, técnicos e ambientais relativos ao
políticas públicas e privadas de emprego condicionam as aproveitamento dos recursos minerais. O papel e a atuação
possibilidades do progresso técnico. de governos e de empresas de mineração.
CT146 Ciência, Tecnologia e Atores Sociais na GA002 Economia Mineral
América Latina T:45 E:15 L:0 S:30 I:45 C:9 P:3
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 Ementa: Escassez de Recursos Minerais: Modelos básicos
Ementa: No primeiro módulo, tendo por referência o padrão de exaustão - Análise da disponibilidade. Peculiaridades da
internacional que orienta a Política Científica e Tecnológica indústria de mineração. Oferta e demanda de bens minerais.
do pós-guerra, e adotando uma abordagem histórico- Preços e mecanismos de formação de preços. Mercados e
institucional, é analisada a dinâmica de intervenção do Metodologias de Análises da Estrutura da Indústria mineral.
estado latino-americano e de seu relacionamento com os GA006 Seminários
principais atores sociais envolvidos com a área de C&T, até T:30 E:0 L:0 S:30 I:30 C:6 P:3
os anos 80. O segundo, adota a mesma abordagem, Ementa: Apresentação e discussão de temas atuais de
caracterizando um segundo momento dessa mesma política e administração de recursos minerais,
dinâmica - que se inicia no final dos anos 80 - explicitando metalogênese e exploração mineral de projetos de pesquisa
suas condicionantes políticas e econômicas e discutindo os em andamento, inclusive os relacionados aos temas de
possíveis desdobramentos futuros. O terceiro módulo, de teses.
caráter mais operacional e adotando uma abordagem GA009 Estudos Especiais
normativa, apresenta um marco de referência - constituído T:30 E:0 L:0 S:0 I:60 C:6 P:3
por conceitos, técnicas e metodologias de planejamento e Ementa: Apresentação de tópicos novos, derivados de
prospectiva tecnológica - passível de ser usado na pesquisas recentes, e desenvolvimento de temas atuais nos
operacionalização de políticas científicas e tecnológicas nos campos da política científica e tecnológica, economia e
países latino-americanos. planejamento de recursos minerais e geologia econômica,
CT147 Meio Ambiente, Tecnologia e por docentes do curso ou professores especialmente
Desenvolvimento convidados.
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 GA010 Direito dos Recursos Naturais
Ementa: Aborda a evolução ambiental sob a ótica das T:45 E:15 L:30 S:45 I:0 C:9 P:3
relações homem/natureza e do papel desempenhado pela Ementa: Direito e Sociedade. Princípios de Direito Mineral,
ciência. Discute os marcos conceituais e a estrutura Legislação, Infraconstitucional. O código de Mineração.
analítica do ambientalismo moderno, a mediação Princípios de Direito Ambiental, Avaliação de Impacto
tecnológica entre os recursos naturais e a sociedade num Ambiental e Licenciamento. Direito da Energia: Petróleo,
contexto de desenvolvimento. Por fim, as questões Gás e Minerais Nucleares. Direito dos Recursos Hídricos:
ambientais de caráter global são apresentadas e discutidas Política Nacional dos Recursos Hídricos, Direito Agrário e
num cenário de incertezas científicas e de redefinição das Urbano.
relações internacionais.
GA011 Indústria Mineral
CT200 Dissertação de Mestrado para Política T:45 E:15 L:30 S:45 I:0 C:9 P:3
Científica e Tecnológica Ementa: Análise dos principais minerais metálicos e não
T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:69 P:3 metálicos. Ocorrência, exploração, produção, tratamento e
CT241 Estudos Dirigidos em Política Científica e mercados. Estrutura industrial.
Tecnológica GA012 Geoestatística Aplicada às Ciências da
T:30 E:0 L:0 S:30 I:120 C:12 P:3 Terra
Ementa: Disciplina em que os temas a serem cobertos T:30 E:30 L:75 S:0 I:0 C:9 P:3
serão escolhidos em conjunto pelo aluno e pelo orientador, Ementa: Aplicações à geologia e ciências do ambiente.
em função do tema de tese. Em geral, segue um programa Análise de imagens por variografia (lâminas e/ou de
especificamente desenhado para atender as necessidades sensoriamento remoto). Análise variográfica: estruturas
de conteúdo do estudante. imbricadas, efeito de pepita. Modelos de anisotropia e
CT261 Seminário de Doutorado ajuste global de variogramas. Modelagem numérica "in situ":
T:30 E:0 L:0 S:30 I:120 C:12 P:3 krigagem simples, ordinária, com deriva e com deriva
Ementa: Constará de sessões semanais em que externa. Modelo linear multivariado e cokrigagem
professores e alunos de doutorado exporão temas de
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IG UNICAMP - CATÁLOGO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
(collocated). Modelagem estocástica de fenômenos de vista da iniciativa do Estado (política ambiental) e da
geológicos. empresa privada (gestão ambiental). Integra os temas
GA099 Estágio Docente I mencionados com os recursos naturais, em função do
T:0 E:0 L:0 S:0 I:180 C:12 P:3 interesse específico de cada aluno.
Ementa: Esta atividade faz parte do Programa de Estágio GA201 Análise Metalogenética Regional
Docente (PED) e visa aperfeiçoar os estudantes T:15 E:0 L:120 S:0 I:0 C:9 P:3
regularmente matriculados em cursos de Doutorado da Ementa: Fundamentos de metalogênese regional, sua
Unicamp, no exercício de atividade de docência plena, importância, conceitos e teorias. Delimitação de províncias
abrangendo planejamento, desenvolvimento e avaliação de metalogenéticas, fundamentos, metodologia e prática.
disciplinas de graduação. Estudos práticos em áreas escolhidas, incluindo
GA100 Estágio Docente II levantamentos bibliográficos, seminários, trabalhos de
T:0 E:0 L:0 S:0 I:135 C:9 P:3 campo e laboratório.
Ementa: Esta atividade é parte integrante do Programa de GA202 Petrologia de Minérios
Estágio Docente (PED) e visa aperfeiçoar os estudantes de T:45 E:15 L:15 S:15 I:45 C:9 P:3
Mestrado e Doutorado da Unicamp, no exercício de Ementa: Estudo das relações de fases nos sistemas
atividade de apoio à docência, abrangendo a elaboração ou químicos dos sulfetos, óxidos e metais mais comuns e
correção de listas de exercícios, auxílio ao professor em importantes para a indústria. Discussão dos critérios
aulas práticas, aulas teóricas ou de exercícios de reforço, teóricos e práticos para a interpretação de paragêneses de
plantão de dúvidas ou outras consideradas correlatas que minérios metálicos. Avaliação do uso de geotermômetros e
tenham sido explicitadas no Projeto de Participação do geobarômetros. Estudo das condições de transporte,
PED. deposição, metamorfismo e deformação de minérios.
GA105 Avaliação Econômica de Projetos Minerais Avaliação da contribuição dos estudos das mineralizações
T:30 E:30 L:0 S:30 I:45 C:9 P:3 metálicas na elaboração de modelos descritivos e genéticos
Ementa: Fatores inerentes à avaliação econômica de de depósitos minerais. Aplicação de técnicas de
empreendimentos minerais. Análise de investimentos. microscopia de minérios e introdução ao uso de outras
Riscos e sensibilidade. Exaustão mineral, depreciação e ferramentas analíticas.
amortização. Taxa de atratividade Técnica de Análise de GA206 Análise Estrutural
Carteiras de Investimentos. Teoria das Opções Reais. T:30 E:30 L:45 S:0 I:30 C:9 P:3
GA109 Estudos Dirigidos em Administração de Ementa: Fundamentos e premissas da análise estrutural de
Recursos Minerais maciços rochosos. Elementos de mecânica de deformação
T:15 E:0 L:0 S:120 I:0 C:9 P:3 das rochas. Estruturas sedimentares primárias,
Ementa: Estudo individual sob orientação de um membro estruturas
do Corpo Docente. ígneas, foliações, lineações, dobras, falhamentos e juntas.
Análise e síntese estruturais. Níveis estruturais e
GA112 Métodos Quantitativos na Indústria Mineral regionalização. Exemplos brasileiros de vinculação entre
T:45 E:0 L:0 S:45 I:45 C:9 P:3 mineralizações e padrões estruturais.
Ementa: Modelos Econômicos para Análise das
Commodities Minerais: Econométricos, Input-Output, GA207 Técnicas Analíticas
Engenharia, Conceitos e Procedimentos, Métodos de T:30 E:30 L:45 S:0 I:30 C:9 P:3
Previsão para Oferta, Demanda, Preços e Demais Ementa: Princípios básicos e aplicações dos principais
Variáveis. métodos e técnicas instrumentais em Geoquímica Analítica
e Mineralogia Determinativa. Inclui técnicas de amostragem,
GA117 Gestão de Recursos Hídricos Subterrâneos controle de qualidade nas análises e tratamento de dados
T:45 E:15 L:15 S:15 I:45 C:9 P:2 analíticos.
Ementa: Caracterização das condições de ocorrência das
águas subterrâneas, o ciclo hidrológico e suas interações no
GA208 Tópicos Especiais
T:30 E:0 L:0 S:0 I:60 C:6 P:3
âmbito da bacia hidrográfica, cálculo de reservas de águas
subterrânea, aspectos da qualidade e da contaminação da Ementa: Apresentação pelo corpo docente ou por
água subterrânea, gestão da qualidade e quantidade, professores convidados de tópicos novos em Geologia de
gestão integrada dos recursos hídricos subterrâneos. Depósitos Minerais, Metalogênese, Geoquímica Analítica e
outros de interesse geral.
GA118 Hidrogeologia - Fundamentos e Aplicações
GA209 Estudos Dirigidos em Metalogênese
T:45 E:15 L:15 S:15 I:45 C:9 P:1
T:15 E:0 L:0 S:120 I:0 C:9 P:3
Ementa: O curso visa desenvolver os seguintes temas:
Ementa: Estudos individuais de tópicos relacionados ao
definições; ciclo hidrológico, propriedades e tipos aquíferos,
desenvolvimento de tese que requeiram aprofundamento
fluxo das águas subterrâneas, obras de captação de águas
sob orientação de um docente.
subterrâneas, hidráulica de poços, hidroquímica, qualidade
e contaminação das águas subterrâneas, modelos, gestão GA214 Evolução Crustal e Metalogênese
do recurso. T:45 E:0 L:0 S:30 I:60 C:9 P:3
Ementa: Conceitos básicos em Metalogênese. A vinculação
GA128 Desenvolvimento, Meio Ambiente e
dos depósitos minerais com a evolução tectônica.
Recursos Naturais Geoquímica de rochas em ambientes geológicos modernos
T:45 E:0 L:0 S:45 I:45 C:9 P:3 e antigos e a relação com as concentrações minerais.
Ementa: Caracterização do momento de transformação da Estudos sobre contextos geológicos nas principais épocas e
relação do homem com os recursos naturais. Contextualiza povíncias metalogenéticas. Aplicação da Metalogênese à
a crise atual e caracteriza o modelo de desenvolvimento geologia exploratória e a estudos ambientais.
ocidental. Estuda o modelo de desenvolvimento sustentável,
seus elementos e objetivos, sob o enfoque social, GA215 Processos Metalogenéticos
econômico e ecológico. Analisa as principais instrumentos T:45 E:0 L:45 S:0 I:45 C:9 P:3
utilizados para a implementação do novo modelo, do ponto Ementa: Disciplina apresenta os principais processos
geológicos que conduzem à formação de depósitos minerais
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23.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
no interior da crosta terrestre, assim como aborda uma série Ementa: Apresentação pelo corpo docente ou por
de técnicas utilizadas para a definição destes processos e professores convidados de tópicos novos em Geologia de
sua quantificação, com implicações na elaboração de Depósitos Minerais, Metalogênese, Geoquímica Analítica e
modelos genéticos. outros de interesse geral.
GA216 Técnicas Exploratórias em Metalogênese GA230 Greenstone Belts e sua Metalogênese
T:45 E:0 L:45 S:0 I:45 C:9 P:3 T:0 E:0 L:90 S:45 I:0 C:9 P:3
Ementa: A disciplina apresenta o conhecimento do estado Ementa: Definições básicas e importância econômica dos
da arte em técnicas exploratórias aplicadas ao "greenstone belts". Características petrográficas,
desenvolvimento de projetos em Metalogênese e Meio petrológicas, geoquímicas e estruturas de seus
Ambiente, constando de Geomatemática, Sensoriamento constituintes. Estratigrafia e evolução dos terrenos granito-
Remoto, Processamento Digital de Imagens, Geofísica, greenstone do Canadá, Austrália, África, Índia e Brasil.
Geoquímica e Sistemas de Informações Geo-referenciadas. Tipologia e controles de jazidas associadas a terrenos
GA217 Geoquímica Ambiental granito-greenstone.
T:60 E:0 L:75 S:0 I:0 C:9 P:3 GA231 Inclusões Fluidas: Teoria e Aplicações
Ementa: Estudos de processos nas interfaces das esferas T:45 E:0 L:45 S:30 I:15 C:9 P:3
terrestres. Processos endógenos e ambiente. Processos Ementa: Petrografia de inclusões fluídas procurando definir
físico-químicos na atmosfera, hidrosfera e pedosfera. tipos e suas relações cronológicas. Estudos de inclusões
Comportamento dos metais e substâncias orgânicas nos fluídas por microtermometria, espectroscopia Raman e
diversos compartimentos geoquímicos, processos naturais e fundamentos teóricos de mudanças de fase no sistema C-
ação antrópica. Impactos ambientais em áreas remotas, O-H-N-S- sais. Interpretação dos dados
urbanas e de mineração. Modelos geológico-ambientais de microtermométricos: composição química, salinidade,
jazidas minerais. Planejamento, monitoramento ambiental e densidade, pressão, temperatura e evolução de fluídos em
recuperação de áreas degradadas. Noções de ambientes geológicos. Aplicações do estudo de inclusões
ecotoxicologia, monitoramento humano e análise de riscos. fluidas na elaboração de modelos genéticos de
Regulamentações ambientais e consequências econômicas. mineralizações e na exploração mineral.
Práticas de campo e laboratório: coleta de amostras, GA234 Sistemas de Informações Geo-
procedimentos analíticos, tratamento de dados e referenciadas
apresentação de resultados. T:45 E:15 L:30 S:0 I:45 C:9 P:3
GA221 Sensoriamento Remoto Aplicado à Ementa: Introdução: principais definições, principais SIG
Metalogênese em operação, evolução dos computadores. História dos
T:30 E:0 L:60 S:0 I:45 C:9 P:3 Sistemas de Informações Geo-referenciadas. Dados
Ementa: Técnicas de sensoriamento remoto e sua espaciais: definição de SIG, suportes do SIG, tipos de
utilização nos estudos geológicos regionais e avaliação do dados espaciais. Projeção de mapas: definições básicas,
potencial mineral. Princípios básicos do sensoriamento projeções
remoto. Propriedades espectrais de minerais e rochas. cartográficas, sistemas de posicionamento global. Captura
Sensores fotográficos. Imageadores. Radiômetros e de dados para SIG: processos de captura de dados, dado
espectômetros. Radar de visada lateral. Sistemas de vetorial, dado raster, conversão entre dados no formato
radiação gama. Sistemas de baixa frequência. Sistemas que vetorial em dados no formato raster, e vice-versa. Funções
operam com campos naturais. Sistemas de luminescência. do SIG: interrogações, reclassificação, análise de
Aplicações ao mapeamento geológico e à pesquisa de proximidade, análise de contiguidade, operações de
recursos minerais. superposição, análise algébricas não-cumulativas, análises
GA222 Processamento Digital de Imagens de algébricas cumulativas.
Sensoriamento Remoto GA318 Filosofia e Ensino de Ciências
T:45 E:0 L:45 S:0 I:45 C:9 P:3 T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:1
Ementa: Introdução ao processamento digital de imagens. Ementa: Campo interdisciplinar que aborda bases
Características das imagens digitais de sensoriamento filosóficas e história para Educação em Ciências. Trata e
remoto. Operações de correção e remoção de ruídos. discute argumentos favoráveis ao tratamento histórico e
Filtragem por convolução. Manipulação de contraste. metodológico de temas do ensino de Ciências. Faz uma
Transformações aritméticas. Transformação por retrospectiva histórica dos programas de educação em
componentes principais e suas variações. Teoria de cores e Ciências. Traça tendências desenvolvidas nos programas
técnicas de manipulação de cor. Noções de classificação de de Ciências para revelar a necessidade de tratamento
imagens multiespectrais. Sistemas de processamento de metodológico, histórico e processual de tópicos abordados.
imagens. Trabalhos práticos com processamento digital de Enfatiza a perspectiva de história e filosofia no ensino de
imagens de sensoriamento remoto. Ciências. Inclui debate sobre Ciência, Tecnologia e
GA223 Geofísica de Ambientes Geológicos Sociedade.
T:45 E:15 L:45 S:0 I:30 C:9 P:2
GA320 Opções de Trabalho Pedagógico em
Ementa: Geofísica nuclear, geotermia, magnetometria,
Geociências
gravimetria, geoeletricidade. Exemplos de aplicação em
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:2
faixas móveis, blocos estáveis e zonas reativadas.
Ementa: Atividades didáticas em Geociências e suas
GA228 Tópicos Especiais I relações com diferentes tendências pedagógicas.
T:60 E:0 L:30 S:0 I:0 C:6 P:3 Significado da vinculação do professor a tendência
Ementa: Apresentação pelo corpo docente ou por pedagógica específica. Teorias educacionais associadas à
professores convidados de tópicos novos em Geologia de manutenção e à transformação da realidade. Aparência e
Depósitos Minerais, Metalogênese. Geoquímica Analítica e essência em teorias educacionais. Delineamento do
outros de interesse geral. trabalho pedagógico em Geociências à luz das teorias
GA229 Tópicos Especiais II educacionais.
T:60 E:0 L:30 S:0 I:0 C:6 P:3
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24.
IG UNICAMP - CATÁLOGO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
GA322 Abordagens Construtivistas no Ensino de Metodologia e estratégias para o planejamento do ensino
Geociências das atividades de campo.
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:2 GA328 História das Geociências
Ementa: As bases teóricas do construtivismo crítico- T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:2
histórico; Piaget e Vygotsky e busca de novos paradigmas. Ementa: O conhecimento relacionado à Terra, desde a
Contribuições da Nova História, Sociologia das Ciências e Antiguidade até o Renascimento, e sua relação com o
Sociologia da Educação. O papel da teoria e do arcabouço cultural dos diferentes momentos históricos. O
experimento na construção do conhecimento. Interação Renascimento e a releitura do mundo natural: o significado
social e construção do conhecimento. As disciplinas como dos fósseis, o empilhamento dos estratos, a formação dos
práticas de discurso e mediação semiótica. Contribuição cristais e minerais. Os séculos XVII e XVIII: as Teorias da
das Geociências - seu modo peculiar de leitura do mundo Terra e o livro sagrado da Natureza; Netunismo, Plutonismo
para a formação e desenvolvimento da atitude científica nos e Vulcanismo; a descoberta do tempo profundo;
alunos. Desafios para o ensino das novas relações entre Catastrofismo e Atualismo. As Academias de Minas e a
Ciência/Sociedade/Tecnologia/Natureza. formação científica para a exploração mineral. O
GA323 História das Ciências e Ensino desenvolvimento da Cartografia e do mapeamento
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:2 geológico e o papel dos geological surveyes. O processo de
Ementa: Apresentação e discussão das principais institucionalização das Geociências na América Latina e no
tendências historiográficas em História das Ciências. Brasil.
Discussão das relações entre História das Ciências e ensino GA331 Produção Computacional de Recursos
de ciências, visando identificar, criticar e eventualmente Áudio-Visuais em Geociências
incorporar seus possíveis papéis e contribuições para T:45 E:0 L:45 S:0 I:45 C:9 P:2
Educação e Geociências (caráter ilustrativo, ampliação da Ementa: Análise e discussão de recursos disponíveis para
cultura geral dos alunos, recurso didático na organização e Educação em Geociências. Tipos de recursos didáticos
apresentação dos conteúdos, formação da capacidade de mais comuns e papéis que têm desempenhado com
crítica dos alunos, etc). Elaboração e desenvolvimento de exemplos de disciplinas de Geologia Introdutória. Breve
uma experiência concreta (aula, áudio-visuais, textos, etc.), histórico da evolução dos recursos existentes, até as
visando sua aplicação prática. modernas facilidades de multimídia. Bases do planejamento
GA324 História das Ciências Naturais de recursos áudio-visuais e utilização prática de programas
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 disponíveis no mercado que possibilitam criar tais
Ementa: A evolução dos conhecimentos sobre o mundo seqüências.
natural desde a Antiguidade até o Renascimento. A GA332 Tópicos Especiais em Educação Aplicada
passagem da Filosofia Natural à História Natural nos às Geociências
séculos XVII e XVIII. As instituições que abrigaram esse T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
processo: academias científicas, universidades, museus. O Ementa: Apresentação de tópicos novos em Educação
Naturalismo científico e a História Natural nos séculos XVII Aplicada às Geociências, não contempladas integralmente
e XVIII. Os naturalistas viajantes, impérios coloniais e o pelas disciplinas regulares do programa.
inventário do
mundo natural: o Brasil e os novos mundos na rota dos
GA333 Estudos Dirigidos em Educação Aplicada
às Geociências
cientistas. A especialização da História Natural, o
T:0 E:0 L:0 S:45 I:90 C:9 P:3
surgimento e consolidação das novas disciplinas científicas
Ementa: Temas escolhidos pelo orientador e pelo estudante
no século XIX. As instituições que abrigaram esse processo:
em função das necessidades teóricas, metodológicas e de
associações científicas, academias, museus, universidades,
conteúdo especíificas do projeto de pesquisa do aluno.
laboratórios de pesquisa.
GA338 Visão Espacial e Temporal no Ensino-
GA326 Conteúdo Geológico no Ensino Superior Aprendizagem de Ciências
Brasileiro T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:2 Ementa: Princípios metodológicos da Geologia como
Ementa: Conceituação e enfoques: Geologia introdutória ou ciência. Bases filosóficas e históricas da interface
terminalizante? Distribuição regional e características interdisciplinar na educação em Ciências. Cálculo e
institucionais da Instituições de Ensino Superior que medição na história do conhecimento da Terra.
veiculam conteúdos geológicos. Análise desses conteúdos Representação visual e constituição das ciências
e avaliação da afinidade com áreas de conhecimento e geológicas. Problemas técnicos e mudanças da consciência
cursos (Licenciaturas, Engenharias, Ciências Agrárias, etc.). humana: surgimento da escala do tempo geológico. Idéias
Currículos e programas. Análise de inserção do conteúdo de tempo e espaço vinculadas a estudos naturais.
geológico nos currículos. Alternativas de reformulação.
GA339 Ciências e Públicos
GA327 Práticas de Campo no Ensino de Ciências T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:2
Naturais Ementa: As relações ciências-público (o entendimento que
T:45 E:0 L:45 S:0 I:45 C:9 P:2 o público faz das ciências, a divulgação científica) enquanto
Ementa: Trabalhos experimentais e trabalhos de campo e aspectos centrais da produção dos saberes científicos.
sua importância na construção do conhecimento nas Análise do tema sob os pontos de vista histórico, teórico-
Ciências Naturais. Trabalhos de campo e o ensino de metodológico e das políticas científicas traçadas no país.
Ciências Naturais. Os trabalhos de campo como Análise dos espaços institucionais e meios de comunicação
ferramentas geradoras de problemas no em que se veiculam as Geociências, das concepções de
ensino/aprendizagem. As funções e os papéis didáticos das (Geo)ciências que os sustentam e que são disseminadas,
práticas de campo nas Ciências Naturais. A introdução dos bem como de suas interdependências com a educação
alunos às práticas de campo. O papel das atividades de formal em Geociências.
campo e novas abordagens teórico-metodológicas nas
relações entre o ensino de Ciências Naturais e ambiente.
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25.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
GA504 Tese de Doutorado para Administração e aspectos bióticos. Na sequência serão discutidas as
Política de Recursos Minerais características atuais destes ecossistemas, enfatizando o
T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:336 P:3 mosaico de fisionomias e as principais espécies de cada
GA505 Tese de Doutorado para Metalogênese formação. Com base nas informações anteriores serão
T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:336 P:3 discutidas as questões vinculadas ao impacto dos projetos
de desenvolvimento na conservação/perda da
GA506 Dissertação de Mestrado para biodiversidade regional e dos modelos alternativos de
Administração e Política de Recursos desenvolvimento que atendam à premissa do uso
Minerais sustentável dos recursos naturais.
T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:144 P:3
GG006 Dinâmica Migratória e Mudança Ambiental
GA507 Dissertação de Mestrado para T:30 E:30 L:0 S:30 I:45 C:9 P:1
Metalogênese Ementa: O curso pretende examinar as relações entre
T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:144 P:3 dinâmica demográfica e mudança ambiental. A questão de
GA508 Dissertação de Mestrado para Educação população e meio ambiente tem sido tratada em termos de
Aplicada às Geociências simples pressão de números sobre recursos, o primeiro item
T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:144 P:3 se dedica a apresentação desta polêmica. O balanço do
curso tratará os temas de (1) crescimento populacional e
GA509 Tese de Doutorado para Educação Aplicada
meio ambiente, através de uma discussão de capacidade de
às Geociências
suporte populacional, população e sustentabilidade e
T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:336 P:3
mudanças ambientais globais; (2) os componentes do
GG001 Relações Morfo-pedo-bio-climáticas no crescimento populacional e ambiente (com ênfase na
Território Brasileiro distribuição populacional no território); (3) populações em
T:30 E:30 L:30 S:30 I:15 C:9 P:2 situação de risco ambiental; (4) população e recursos
Ementa: Enfatizar o estudo das relações morfo-pedo-bio-- naturais; e (5) alguns estudos de ecossistemas específicos.
climáticas no território brasileiro visando suas GG007 Monitoramento Agrícola e Ambiental no
transformações ocorridas no Quaternário e as provocadas
Brasil
pela ação antrópica. Serão abordadas também diversas
T:30 E:30 L:30 S:30 I:15 C:9 P:2
proposições teórico-metodológicas para análise das
Ementa: O Papel da informação na organização e uso do
diferentes categorias espaciais nas várias escalas.
território. Representação digital da paisagem e sua
GG002 O Conceito de Natureza e o seu Significado redefinição como conceito da Geografia. Dimensão
na Análise Geográfica sensorial, algorítmica e semântica da representação
T:30 E:30 L:0 S:30 I:45 C:9 P:1 numérica da paisagem. Meio ambiente: ideologias e
Ementa: As concepções de natureza na cultura ocidental. A situações no Brasil. Racionalidade instrumental: confusão
revolução científica moderna e a natureza-máquina. A terra, entre meios e fins.
o experimento e o tempo. O romantismo e GG008 Análise e Modelagem de Dados Espaciais
suas
em SIG
consequências na formação do conceito de natureza na
T:30 E:30 L:60 S:15 I:0 C:9 P:1
geografia. A natureza na interpretação geográfica.
Ementa: A escola corológica e a escola espacial no
Tecnologia, informação e natureza na geografia
contexto da análise espacial em sistemas de informação
contemporânea.
geográfica. Conceitos e paradigmas em informação
GG003 Mudanças e Variações Climáticas: Impacto geográfica. Modelos de dados espaciais para SIG. Entrada
nos Meios Físico e Social de dados para SIG. Operações fundamentais para análise
T:30 E:30 L:0 S:45 I:30 C:9 P:1 digital de mapas. Métodos e técnicas de análise espacial.
Ementa: Discutir de forma ampla a questão da variabilidade Abordagens espaço-tempo em SIG.
e mudanças climáticas principalmente no tocante a seus
impactos. Avaliar a mudança de perspectiva quanto ao
GG009 Turismo, Sociedade e Território
T:30 E:30 L:15 S:30 I:30 C:9 P:2
tratamento da temática visto que só recentemente foi
Ementa: Aspectos históricos das viagens e do turismo. A
admitido que as atividades humanas estariam afetando o
atividade turística na produção do território: políticas
ambiente global. Avaliar o papel do incremento da
públicas, paisagens, valores culturais e meio ambiente.
população e da expansão das atividades econômicas no
Modalidade de turismo: da indústria do turismo de massa ao
aumento da vulnerabilidade da sociedade face as anomalias
turismo ecológico. Planejamento turístico e estratégias do
climáticas.
mercado.
GG004 Solos das Regiões Intertropicais:
Comportamento nas Paisagens GG010 Estudo do Meio como Exercício de
T:30 E:30 L:45 S:0 I:30 C:9 P:2 Cidadania no Ensino de Geografia
Ementa: O mundo intertropical e suas diversidades. Origem T:30 E:30 L:45 S:15 I:15 C:9 P:1
e desenvolvimento dos solos - fatores e processos Ementa: Esta disciplina visa instrumentalizar os alunos para
pedológicos. Intensidade do intemperismo nas zonas reflexões e para o desenvolvimento de novos conceitos que
tropicais. Atributos dos solos tropicais possibilidades e lhes permitam atuar no meio em que vivem como cidadãos
limitações ao uso e manejo. Capacidade de uso e aptidão conscientes e transformadores da realidade.
agrícola dos solos brasileiros. GG011 Cidade Contemporânea e Tendência de
GG005 Ecossistemas Brasileiros: Caracterização e Estrutura do Espaço Urbano
Conservação T:30 E:30 L:30 S:30 I:15 C:9 P:2
T:30 E:30 L:30 S:30 I:15 C:9 P:1 Ementa: O curso propõe compreender a dinâmica de
Ementa: A disciplina abordará a evolução dos principais desenvolvimento da cidade no transcurso da história,
ecossistemas brasileiros: Floresta Amazônica; Floresta centrando o foco na cidade capitalista contemporânea,
Atlântica; Caatinga; Cerrado e Complexo do Pantanal, enquanto configuração espacial produtiva, isto é, meio de
enfocando tanto os aspectos climáticos e edáficos como os produção material e imaterial, lugar de consumo, nó de
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IG UNICAMP - CATÁLOGO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
comunicação, produzindo formas de sociabilidade que Ementa: Crise econômica e do Estado nacional.
permitem compreender a dimensão espacial da vida em Globalização econômica. Crise do modelo econômico e do
sociedade. Se estudará como a cidade se estrutura como modelo político brasileiro. Descentralização do poder
meio técnico-científico informacional face às exigências de político no Brasil. Modelo federativo brasileiro: impasses e
sua inserção num mundo globalizado, como os diversos perspectivas. Crise no planejamento governamental, com
agentes atuam na configuração do espaço urbano, quando ênfase no planejamento urbano. Gestão municipal no Brasil.
a cidade se transforma no meio de existência da maioria Planejamento estratégico de cidades. Desenvolvimento
das pessoas. Serão destacados as tendências atuais de local.
evolução/involução metropolitana a partir dos problemas GG020 A Geografia Política da Alienação do
que se colocam com a globalização contemporânea e as Território
formas de articulação entre o global e o local, redefinindo a T:30 E:30 L:15 S:30 I:30 C:9 P:3
vida em sociedade. Ementa: O curso aborda a geografia política como uma
GG012 Metodologia da Geografia teoria dos usos alienantes e alienados do território. Procura
T:30 E:30 L:15 S:30 I:30 C:9 P:1 desenvolver a noção de alienação do território à luz do
Ementa: A partir do conhecimento das grandes escolas período atual (técnico-científico e informacional), sendo que
filosóficas e metodológicas, situar o método geográfico. a análise centra-se sobre o território brasileiro e sua
Introduzir técnicas de elaboração de projeto e técnicas de inserção no mundo da globalização. Entendendo que o
pesquisa, sintonizados com os métodos escolhidos. território é uma concreção do espaço geográfico, procura-se
refletir sobre as maneiras pelas quais o território transforma-
GG013 Seminários se em fenômeno pela ação da política e pela própria ação
T:15 E:0 L:0 S:90 I:30 C:9 P:3 do território como agente ativo das transformações sócio-
Ementa: Apresentação e discussão de temas atuais espaciais.
relacionados com a ciência geográfica com ênfase aos
projetos de pesquisa em andamento, inclusive os GG021 Tópicos Especiais: Trabalho de Campo
relacionados aos temas de tese. T:15 E:0 L:75 S:30 I:15 C:9 P:3
Ementa: A disciplina tem como objetivo integrar várias
GG014 Sensoriamento Remoto e Processamento abordagens utilizadas no estudo do meio físico, associando
Digital de Imagens Aplicados ao Estudo do elementos geomorfológicos, pedológicos e biogeográficos, à
Meio Ambiente ação humana e às modificações ambientais dela
T:45 E:0 L:45 S:0 I:45 C:9 P:1 decorrentes. O curso é desenvolvido em diferentes áreas do
Ementa: Princípios físicos do sensoriamento remoto. sul e sudeste brasileiro, sendo conduzido por pesquisadores
Sensores do VIS, NIR, SWIR e microondas, Programas com experiência em estudos de campo. É também objetivo
RADAMBRASIL, LANDSAT, SPOT, JERS, ASTER, do curso, fomentar a integração entre pós-graduandos e
IKONOS, RADARSAT. Processamento digital de imagens docentes da UNICAMP e de universidades situadas
multiespectrais, hiperespectrais e de RADAR. Exemplos de próximas às áreas onde são realizados os trabalhos de
aplicação da tecnologia de sensoriameto remoto e campo.
processamento digital de imagens em análise geográfica e GG022 Meio Ambiente: Relações Homem e
dinâmica ambiental. Natureza
GG015 Problemática Ambiental Urbana T:45 E:0 L:0 S:30 I:60 C:9 P:3
T:45 E:15 L:30 S:30 I:15 C:9 P:1 Ementa: Fundamentos Teóricos: conceitos básicos sobre a
Ementa: O curso tem o objetivo de compreender a temática ambiental. Análise da visão multi/inter e
complexidade de dois temas atuais: as problemáticas transdisciplinar sobre o meio ambiente. Evolução histórica
ambiental e urbana que constituem-se em paradigmas da da relações homem x natureza, a complexidade da
"modernidade" e que no senso comum tem sido sociedade e realidade atual. Impactos ambientais:
fetichizadas. O Urbano é tido como progresso e ao mesmo conseqüências da ocupação e do uso da Terra.
tempo debate-se a crise das e nas cidades, da mesma
forma que o domínio da natureza (e sua apropriação),
GG023 Estudos Dirigidos em Geografia
também um lema da modernidade, passa a ser um temática T:15 E:0 L:0 S:120 I:0 C:9 P:3
relacionada a problemas. Ementa: Estudo predominantemente individual, realizado
sob orientação e responsabilidade de um docente do
GG016 Desequilíbrios Estrutural dos Sistemas programa, com objetivo de otimizar o desenvolvimento da
Pedológicos suas Conseqüências tese de doutoramento ou da dissertação de mestrado.
T:30 E:30 L:30 S:30 I:15 C:9 P:2
Ementa: A disciplina abordará as tipologias e GG024 Estágio Docente I
comportamento das macro e microestruturas dos horizontes T:0 E:0 L:0 S:0 I:180 C:12 P:3
pedológicos integrantes da cobertura pedológica, em Ementa: Esta atividade faz parte do Programa de Estágio
diferente escalas, para fins de diagnosticar os desequilíbrios Docente (PED) e visa aperfeiçoar os estudantes
físicos e/ou físico-químicos potenciais ou induzidos pelos regularmente matriculados em cursos de Doutorado da
manejos dos solos, com ênfase nos impactos como Unicamp, no exercício de atividade de docência plena,
compactação, erosão e perda de fertilidade e suas abrangendo planejamento, desenvolvimento e avaliação de
consequências. disciplinas de graduação.
GG017 Dissertação de Mestrado para Geografia GG025 Estágio Docente II
T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:214 P:3 T:0 E:0 L:0 S:0 I:135 C:9 P:3
GG018 Tese de Doutorado para Geografia Ementa: Esta atividade é parte integrante do Programa de
T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:476 P:3 Estágio Docente (PED) e visa aperfeiçoar os estudantes de
Mestrado e Doutorado da Unicamp, no exercício de
GG019 O Global o Nacional e o Local: atividade de apoio à docência, abragendo a elaboração ou
Desenvolvimento Econômico, correção de listas de exercícios, auxílio ao professor em
Planejamento e Gestão. aulas práticas, aulas teóricas ou de exercícios de reforço,
T:30 E:30 L:15 S:30 I:30 C:9 P:1 plantão de dúvidas ou outras consideradas correlatas que
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27.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
tenham sido explicitadas no Projeto de Participação do Ementa: Introdução a sistemas de elevação.
PED. Parametrização de curvas característica e de eficiência.
Análise nodal. Métodos e projetos de elevação artificial.
PP010 Seminários de Petróleo
Análise comparativa e seleção.
T:0 E:0 L:0 S:15 I:30 C:3 P:3
Ementa: Trabalhos de revisão sobre o estado da arte em PP230 Desenvolvimento de Sistemas de Produção
tópicos específicos de Engenharia de Petróleo. Novas Petrolífera
metodologias e problemas atuais em tecnologia de T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
pesquisa, perfuração e extração de petróleo e gás natural. Ementa: Sistemas de produção marítimos e terrestres.
Pesquisas em andamento, realizadas por professores e Sistemas de produção antecipada, Projetos. Estruturas
alunos vinculados ao Curso ou por profissionais convidados. marítimas para produção, ancoragem. Sistemas submarinos
de produção e conceitos para sua operação. Linhas,
PP101 Métodos Matemáticos I "manifolds", árvores de natal. Completação submarina.
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 Elevação de petróleo e escoamento multifásico. Elevação
Ementa: Espaços vetoriais. Teoria geral das transformadas. pneumática. Bombeio. Noções de oceanografia e
Funções ortogonais e funções peso. Formulação das fundamentos do comportamento das estruturas flutuantes
equações diferenciais parciais mais comuns na Física. de produção. Monobóia. TLP. Operações de engenharia
Solução das equações diferenciais e problemas de contorno básica. Automatização das operações de produção no mar.
através de métodos de separação de variáveis, Sistemas hidráulicos, elétricos e pneumáticos de controle.
transformadas de Laplace e Fourier, mudança de variável.
Análise e convergência de soluções. PP231 Sistemas Inteligentes em Explotação
Petrolífera
PP102 Métodos Matemáticos II T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 Ementa: Introdução à inteligência artificial. Representação e
Ementa: Teoria dos erros. Solução das equações não aquisição do conhecimento: regras de produção, frames,
lineares. Interpolação polinomial. Aproximação de funções. objeto, fonte: especialista, base de dados, etc.
Métodos de derivação e integração numérica. Solução de Processamento de incerteza: fator de confiança, bayes e
sistemas de equações lineares. Solução de equações fuzzy logic. Sistema especialista: introdução, estruturação e
diferenciais ordinárias e parciais, e problemas de valor de aplicações. Ferramentas para sistemas especialista: prolog,
contorno. Estabilidade das soluções. lisp, etc., Objetos e técnicas de raciocínio. Sistemas
PP201 Termofluidodinâmica I especialistas em engenharia de petróleo.
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 PP290 Tópicos em Produção de Petróleo
Ementa: Fundamentos. Balanços de massa, momentum, T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
energia e entropia. Propriedades termo/fluido-dinâmicas e Ementa: Ementa: Em cada período haverá ementa própria.
comportamento de fluidos. Noções de escoamento de PP301 Engenharia de Reservatórios I
fluidos em dutos e meios porosos, viscosidade e T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
permeabilidade. PVT de fluidos simples e misturas, métodos Ementa: Modelos matemáticos para o escoamento de
experimentais, equações de estado. Equilíbrio de fases. fluidos em meios porosos. Aplicação da transformada de
Relações analíticas diferenciais e integrais entre as Laplace. Balanço de materiais. Modelos matemáticos para o
propriedades das fases. Cálculos de flash líquido/vapor. cálculo de influxo de água. Ajustamento de históricos de
Equilíbrio químico. produção/pressão. Introdução à análise de testes.
PP202 Termofluidodinâmica II PP302 Engenharia de Reservatórios II
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
Ementa: Equilíbrio de fases a alta pressão. Equilíbrio Ementa: Caracterização e previsão de comportamento de
líquido/líquido, líquido/líquido/vapor e sólido/líquido/vapor reservatórios de óleo e gás através de métodos baseados
em sistemas binários, ternários e de multicomponentes. nas equações de balanço de materiais. Declínio de
Flash multifásico com equação de estado. Sintonização, produção. Estudo do deslocamento imiscível em meios
vantagens e limitações de equações disponíveis. porosos.
Caracterização de frações de petróleo. Sistemas de CO2-
hidrocarbonetos. Sistemas de water-oil-surfactant. Equilíbrio PP310 Análise de Testes de Poços
no campo gravitacional. Efeitos de curvatura interfacial. T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
Ementa: Introdução à análise de testes. Testes de fluxo e
PP211 Escoamento Multifásico I de crescimento de pressão. Testes de interferência e de
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 pulsação entre poços. Testes de formação. Teste de injeção
Ementa: Introdução e definições. Padrões de fluxo. Mapas em poços. Estudo de comportamento de poços fraturados e
de fluxo. Perda de carga em tubulações: modelos sistemas de dupla porosidade. Análise de testes em poços
homogêneo e de fases separadas, modelos cinemáticos, de gás.
correlações aplicadas a escoamento de óleo e gás.
Transferência de calor e massa. Instrumentação e medidas. PP321 Simulação Numérica de Reservatórios I
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
PP212 Escoamento Multifásico II
Ementa: Introdução à simulação de reservatórios.
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
Escoamento unidimensional monofásico: equações,
Ementa: Formulação diferencial das equações locais
discretização e geração de grade. Equações matriciais,
instantâneas. Formulação diferencial das equações médias:
algoritmos e soluções. Escoamento bidimensional
modelo de duas fases, modelo de difusão/deslizamento e
monofásico: modelos, discretização e não-linearidades.
modelo homogêneo. Equações constitutivas. Distribuição de
Solução de equações matriciais pentadiagonais.
fases. Transientes. Modelagem de padrões de escoamento
Ajustamento de histórico. Escoamento multifásico
e suas transições.
unidimensional.
PP220 Elevação de Petróleo
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 PP322 Simulação Numérica de Reservatórios II
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
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28.
IG UNICAMP - CATÁLOGO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004
Ementa: Escoamento bifásico unidimensional: discretização PP512 Geoestatística II
das equações, equações matriciais. Método implícito. T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
Método de Newton. Uso de malha híbrida. Modelo SEQ. Ementa: Modelagem Estocástica de Fenômenos
Esquema de 9 pontos. Controle automático do avanço no Geológicos. Introdução as modelos estocásticos. Simulação
tempo. Pseudo funções. Inicialização. Histerese em funções não-condicional, e condicional (Turning bands, seqüencial
de saturação. Cálculo de equilíbrio líquido-vapor. Modelos indicador, annealing). Aspectos práticos.
composicionais. Modelos térmicos. Modelos de PP520 Perfilagem
reservatórios fraturados. T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
PP330 Estudo de Campo de Petróleo Ementa: Perfis elétricos, perfis radioativos e perfis
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 acústicos na avaliação dos reservatórios de petróleo.
Ementa: Estudo integrado de campo de petróleo utilizando Interpretação quantitativa da presença de hidrocarbonetos
dados de geologia e engenharia. Desenvolvimento do através de perfis. Aplicações Geológicas dos perfis
campo. elétricos. Introdução. Revisão dos Perfis. Novas ferramentas
e técnicas de processamento. Revisão dos conceitos
PP390 Tópicos em Engenharia de Reservatórios básicos de avaliação. Determinação de porosidade.
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 Indicadores de argilosidade. Efeito da argila e do HC nos
Ementa: Em cada período haverá ementa própria. perfis de porosidade. Determinação da resistividade da
PP401 Reologia e Hidráulica de Perfuração água de formação (Rw). Saturação de água. Reservatórios
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 portadores de água doce. Uso de histogramas, cross plots e
Ementa: Fundamentos da análise de escoamentos. z-plots na interpretação de perfis. Modelos e programas de
Pressões hidrostáticas em coluna de fluidos. Flutuação. interpretação. Métodos para determinação de índices
Condições não estáticas no poço. Modelos de qualitativos de permeabilidade. Estudos de Cut-Off com
comportamento reológico. Medidas reológicas e dados de perfis e de testemunhos. Eletrofácies. Aplicações
interpretação de dados. Queda de pressão no escoamento Estatísticas. Discussão sobre "a" , "m" e "n" . Avaliação
laminar de fluidos não-Newtonianos. Condutos de seção geológica de perfis.
circular e condutos de seção anular. Definições de PP521 Geofísica de Reservatórios I
viscosidade e de números de Reynolds generalizados. T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
Velocidade de transição. Coeficiente de atrito no Ementa: A geofísica na exploração de hidrocarbonetos.
escoamento turbulento. Aplicações a fluidos de perfuração e Séries temporais. O modelo convolucional. Processamento
a pastas de cimentação. Bombas de lama e sistemas de e interpretação de dados sísmicos. Petrogeofísica.
circulação. Surgimento de pressões. Velocidade de Geofísica de reservatórios. Modelos geofísicos e
assentamento de cascalho. geológicos. Imagem tomográfica. Inversão VSP. Sísmica
PP410 Perfuração Avançada multicomponentes. Sísmica 3D. Exemplos do uso da
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 sísmica na delimitação de acumulações de hidrocarbonetos.
Ementa: Flambagem de tubos verticais em meio fluido. PP590 Tópicos em Geoengenharia de
Introdução ao dimensionamento de revestimentos. Reservatórios
Detecção de zonas de pressão anormal em poços. Projeto T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
de poços verticais. Controle de "Kicks". Perfuração em Ementa: Em cada período haverá ementa própria.
águas profundas e posicionamento de sondas. Alguns
aspectos práticos de perfuração direcional. Otimização da
PP610 Economia do Petróleo
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
perfuração com brocas rotativas. Perfuração direcional.
Ementa: Conceitos básicos da economia da energia e da
Poços delgados.
teoria econômica aplicados à regulação do setor energético
PP420 Mecânica das Rochas e do petróleo. História da energia e geopolítica do petróleo.
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 Elementos de economia do petróleo - sistema industrial,
Ementa: Tensões e deformações. Teoria da elasticidade. recursos e reservas, exploração, produção e consumo,
Propriedades mecânicas e comportamento das rochas. comércio internacional, refino; custos; mercados, valor do
Estudo de tensões no subsolo. Mecanismo de fissuras e petróleo bruto, financiamento da indústria, tributação e
fraturas. Tensões nas vizinhanças de poços. teoria da renda. Legislação e regulamentação.
PP490 Tópicos em Engenharia de Poços PP620 Avaliação Econômica e Financeira no Setor
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 Petrolífero
Ementa: Em cada período haverá ementa própria. T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
PP501 Geologia do Petróleo I Ementa: Fluxo de caixa de um projeto de petróleo; Cálculo
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 financeiro aplicados à avaliação econômica de projetos;
Ementa: Introdução à geologia de petróleo. Rochas Métodos de avaliação econômica de projetos, Análise de
geradoras e reservatórios. Trapas estruturais e risco e de tomada de decisão em investimentos na indústria
estratigráficas. Métodos de exploração. Rochas selantes. do petróleo; Técnicas avançadas de avaliação de ativos de
Rochas reservatórios siliciclásticas e carbonáticas. petróleo: option-price, Hotelling e teoria do portfólio.
Estruturas sedimentares. Sistemas deposicionais terrígenos PP690 Tópicos em Economia do Petróleo
e carbonáticos. Bacias sedimentares brasileiras. T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3
PP511 Geoestatística I Ementa: Em cada período haverá ementa própria.
T:45 E:0 L:0 S:0 I:90 C:9 P:3 PP961 Estágio Docente I
Ementa: Variografia. Aplicações à engenharia de T:0 E:0 L:0 S:0 I:180 C:12 P:3
reservatórios de petróleo. Análise variográfica: modelos de Ementa: Esta atividade faz parte do Programa de Estágio
anisotropia, estruturas imbricadas, efeito de pepita e Docente (PED) e visa aperfeiçoar os estudantes
modelagem global de variogramas. Estimativas de recursos regularmente matriculados em cursos de Doutorado da
"in-situ". Krigagem. Krigagem simples, ordinária, com UNICAMP, no exercício de atividade de docência plena,
deriva. Modelo linear multivariado e cokrigagem.
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29.
UNICAMP - CATÁLOGODOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO - 2004 IG
abrangendo planejamento, desenvolvimento e avaliação de PP972 Estudos Especiais II
disciplinas de graduação. T:0 E:0 L:0 S:0 I:135 C:9 P:3
PP962 Estágio Docente II Ementa: Estudos individuais sob orientação de um docente.
T:0 E:0 L:0 S:0 I:135 C:9 P:3 Para cada proposta de estudos haverá ementa própria, sob
Ementa: Esta atividade é parte integrante do Programa de aprovação da coordenação do curso.
Estágio Docente (PED) e visa aperfeiçoar os estudantes de PP973 Estudos Especiais III
Mestrado e Doutorado da UNICAMP, no exercício de T:0 E:0 L:0 S:0 I:135 C:9 P:3
atividade de apoio à docência, abrangendo a elaboração ou Ementa: Estudos individuais sob orientação de um docente.
correção de listas de exercícios, auxílio ao professor em Para cada proposta de estudos haverá ementa própria, sob
aulas práticas, aulas teóricas ou de exercícios de reforço, aprovação da coordenação do curso.
plantão de dúvidas ou outras consideradas correlatas que PP980 Tese de Mestrado
tenham sido explicitadas no Projeto de Participação do
T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:72 P:3
PED.
Ementa: Desenvolvimento da tese de mestrado.
PP971 Estudos Especiais I
PP990 Tese de Doutorado
T:0 E:0 L:0 S:0 I:90 C:6 P:3
T:0 E:0 L:0 S:0 I:0 C:234 P:3
Ementa: Estudos individuais sob orientação de um docente.
Ementa: Desenvolvimento da tese de doutorado.
Para cada proposta de estudos haverá ementa própria, sob
aprovação da coordenação do curso.
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