Santa Rosa do Sul
História de Santa Rosa do Sul
No sul do Brasil não haviam grandes tribos
indígenas que defendessem seu território,
eram somente pequenas aldeias que
migravam constantemente, por esta razão
não constam na história grandes batalhas.
Entres as aldeias que passaram por aqui
estavam os Umbus, Humaitá, Taquaras,
Itararés, Sambaquis e Tupis-guaranis
(conhecidos como carijós).
A área de Sombrio e Santa Rosa do Sul era uma
das mais habitadas pelos carijós, provavelmente
os primeiros moradores do local. Os primeiros
europeus a fazer contato com os índios nesta
região, foram os espanhóis.
A partir do século XVIII, com o surgimento de
empreendimentos agrícolas no país, houve uma
distribuição de terras. Nesta época foram
adquiridas por Manoel Rodrigues da Silva e
Luciano Rodrigues da Silva as sesmaria, que
abrangiam uma área desde Araranguá até as
margens do Rio Mampituba, junto ao Governo da
Província de Santa Catarina.
Os Imigrantes foram chegando em meados de
1860, eles eram italianos, alemães, africanos,
espanhóis e portugueses vindos do Rio Grande
do Sul, geralmente das cidades de Torres e Dom
Pedro ou Alcântara e de Santa Catarina das
cidades de Içara e Criciúma em sua maioria.
Um fato ocorrido chamou a atenção dos
moradores, aconteceu mais ou menos assim: Dois
senhores perseguidos pelo polícia refugiaram-se
em um morro, mas foram encontrados pelos
soldados, um estava ás margens da Lagoa de
Sombrio, que sob pena de morte foi obrigado a
contar o paradeiro do outro, então os dois foram
executados no morro.
Esta história ficou tão popular, que acabou originando
o nome do local Morro das Mortes. Assassinatos
assim, de cunho político, ocorriam nesta época, ou
seja, durante a Revolução Federalista em 1894.
Mais tarde, com a chegada de três famílias, cujos
patriarcas chamavam-se Alfredo, fez com que o lugar
passasse a ser conhecido como Três Alfredos.
Os Alfredos eram: Alfredo José dos Santos (dono do
porto da Lagoa de Sombrio), Alfredo Calazans Emerim
(farmacêutico) e Alfredo Teixeira da Rosa( comerciante).
A construção da Igreja começou em 10 de
outubro de 1928.
O Vigário da Paróquia Padre Antônio Luiz Dias
de Araranguá percebeu que haviam muitos
sobrenomes Rosa, então verificou-se junto a
Comunidade a escolha da Padroeira, decidindo-
se por Santa Rosa de Lima.
Veio de Porto Alegre/RS a imagem da Santa,
doada por Alfredo Calazans Emerim.
O sino veio de Torres/RS, doado por Alfredo
Teixeira da Rosa e Jacó Magnus.
História de Santa Rosa do Sul
Em 1932 Três Alfredos passou a ser chamada
Santa Rosa, em homenagem a santa padroeira.
Por Resolução da Câmara de Sombrio e
homologado pela Lei n.º 1.109 de 4 de janeiro
de 1988, Santa Rosa é emancipada, desligando-
se de Sombrio e recebendo a palavra do Sul
devido a outro município no Brasil com o nome
de Santa Rosa. Passou então a chamar-se Santa
Rosa do Sul.
Algumas imagens de Santa Rosa do Sul
EEF. Cônego João Reitz
Vila São Cristovão – SR
Santa Rosa do Sul - SC
Profª: Adriana Lentz Della Vecchia Magnus
Setembro/2017

História de santa rosa do sul

  • 1.
  • 3.
    História de SantaRosa do Sul No sul do Brasil não haviam grandes tribos indígenas que defendessem seu território, eram somente pequenas aldeias que migravam constantemente, por esta razão não constam na história grandes batalhas. Entres as aldeias que passaram por aqui estavam os Umbus, Humaitá, Taquaras, Itararés, Sambaquis e Tupis-guaranis (conhecidos como carijós).
  • 4.
    A área deSombrio e Santa Rosa do Sul era uma das mais habitadas pelos carijós, provavelmente os primeiros moradores do local. Os primeiros europeus a fazer contato com os índios nesta região, foram os espanhóis. A partir do século XVIII, com o surgimento de empreendimentos agrícolas no país, houve uma distribuição de terras. Nesta época foram adquiridas por Manoel Rodrigues da Silva e Luciano Rodrigues da Silva as sesmaria, que abrangiam uma área desde Araranguá até as margens do Rio Mampituba, junto ao Governo da Província de Santa Catarina.
  • 5.
    Os Imigrantes foramchegando em meados de 1860, eles eram italianos, alemães, africanos, espanhóis e portugueses vindos do Rio Grande do Sul, geralmente das cidades de Torres e Dom Pedro ou Alcântara e de Santa Catarina das cidades de Içara e Criciúma em sua maioria.
  • 6.
    Um fato ocorridochamou a atenção dos moradores, aconteceu mais ou menos assim: Dois senhores perseguidos pelo polícia refugiaram-se em um morro, mas foram encontrados pelos soldados, um estava ás margens da Lagoa de Sombrio, que sob pena de morte foi obrigado a contar o paradeiro do outro, então os dois foram executados no morro.
  • 7.
    Esta história ficoutão popular, que acabou originando o nome do local Morro das Mortes. Assassinatos assim, de cunho político, ocorriam nesta época, ou seja, durante a Revolução Federalista em 1894. Mais tarde, com a chegada de três famílias, cujos patriarcas chamavam-se Alfredo, fez com que o lugar passasse a ser conhecido como Três Alfredos. Os Alfredos eram: Alfredo José dos Santos (dono do porto da Lagoa de Sombrio), Alfredo Calazans Emerim (farmacêutico) e Alfredo Teixeira da Rosa( comerciante).
  • 8.
    A construção daIgreja começou em 10 de outubro de 1928. O Vigário da Paróquia Padre Antônio Luiz Dias de Araranguá percebeu que haviam muitos sobrenomes Rosa, então verificou-se junto a Comunidade a escolha da Padroeira, decidindo- se por Santa Rosa de Lima. Veio de Porto Alegre/RS a imagem da Santa, doada por Alfredo Calazans Emerim. O sino veio de Torres/RS, doado por Alfredo Teixeira da Rosa e Jacó Magnus.
  • 12.
    História de SantaRosa do Sul Em 1932 Três Alfredos passou a ser chamada Santa Rosa, em homenagem a santa padroeira. Por Resolução da Câmara de Sombrio e homologado pela Lei n.º 1.109 de 4 de janeiro de 1988, Santa Rosa é emancipada, desligando- se de Sombrio e recebendo a palavra do Sul devido a outro município no Brasil com o nome de Santa Rosa. Passou então a chamar-se Santa Rosa do Sul.
  • 13.
    Algumas imagens deSanta Rosa do Sul
  • 19.
    EEF. Cônego JoãoReitz Vila São Cristovão – SR Santa Rosa do Sul - SC Profª: Adriana Lentz Della Vecchia Magnus Setembro/2017