O documento aborda a evolução do financiamento da educação no Brasil desde a chegada dos jesuítas em 1549 até a atualidade, destacando marcos legais e constitucionais que moldaram este financiamento. A partir da Constituição de 1934, houve um progressivo estabelecimentos de percentuais mínimos de investimento em educação, que foram resgatados ou alterados em constituições subsequentes. Apesar das dificuldades históricas e burocráticas, o texto enfatiza a necessidade de continuar a luta por políticas públicas eficazes e recursos adequados para a melhoria da educação no país.