O documento discute o uso do grafite e vestuário como formas de mídia radical e alternativa. Aborda como o grafite surgiu como uma forma de arte de protesto e como as roupas podem transmitir mensagens políticas e culturais. Também analisa como esses meios de expressão são usados atualmente e discute a violência sexual contra a mulher, defendendo que a agressão sexual diz respeito ao agressor e não à vítima.