O documento discute a arquitetura de microserviços, destacando suas características, como manutenibilidade e deploys independentes. Ele enfatiza que a maioria das implementações bem-sucedidas começa a partir de monólitos e apresenta o Go como uma linguagem ideal para sistemas distribuídos. Além disso, menciona melhorias como gRPC, containers e integração contínua como essenciais para a adoção de microserviços.