O documento discute as gambiarras como formas criativas de improvisação e apropriação crítica das tecnologias digitais no sul global, destacando sua relação com a cultura hacker e práticas comunitárias no Brasil. A pesquisa, que se envolve com conceitos como bricolagem e jugaad, analisa como estas práticas oferecem soluções inovadoras em contextos de escassez e resistência. Propõe-se explorar a subversão e a criação de tecnologias mais justas e adaptadas às necessidades locais, em diálogo com questões ecológicas e sociais contemporâneas.