ADVENTO E NATAL
TEMPO LITÚRGICO
Centrado na celebração do mistério pascal o culto religioso cristão se desenvolve cotidiana, semanal e anualmente, dando origem ao Ano Litúrgico.
Durante o Ano Litúrgico os fiéis são motivados a aperfeiçoar sua formação cristã e aprofundar sua fé por meio de exercícios espirituais e corporais, pela instrução e oração, pelas obras de penitência e misericórdia. O Ano
litúrgico inicia-se no primeiro domingo do Advento e termina com a solenidade de Cristo Rei.
CICLO ANUAL
O ciclo anual divide-se em Páscoa, Natal e Tempo comum.
O CICLO DO NATAL E O ADVENTO
Se a Páscoa evidencia a ressurreição do Senhor, o Natal evidencia sua manifestação na natureza humana.
É tempo de preparação para
as solenidades do Natal.
Nesse tempo, se comemora a
primeira vinda do Filho de
Deus entre os homens. É
também o tempo em que,
por meio dessa lembrança,
voltam-se os corações para a
expectativa da segunda vinda
de Cristo, no fim dos tempos.
É caracterizado pela
simplicidade dos elementos
de externos que tornam a
celebração mais sóbria, e ao
mesmo tempo, pela
profunda espiritualidade
que brota das orações e dos
textos da sagrada escritura.
O espaço litúrgico é
ornamentado com
moderação de modo não
antecipar a plena alegria do
Natal do Senhor.
COROA DO ADVENTO
Manifesta que ao longo de cada
domingo iremos acender as velas
que nos lembra que a luz do Salvador
brilhará sobre nós.
O progressivo acender das suas
quatro velas, domingo a domingo,
até a solenidade do Natal, é a
memória das várias etapas da
história da salvação antes de Cristo e
símbolo da luz profética que vai
iluminar a noite da expectativa, até o
surgimento do Sol da justiça.
O PRESÉPIO
Concretiza, a nossos olhos, o
filho de Deus feito homem, ali
na pobreza e na simplicidade
de uma gruta, acolhido pelos
mansos e humildes de
coração. Sinal profundo da
devoção do povo cristão.
O ideal é que seja preparado
a partir da segunda parte do
Tempo do Advento, quando a
Liturgia passa a enfatizar mais
diretamente a espera pela
vinda do Salvador na carne.
O período que vai até o dia 17 de
dezembro tem conotação
escatológica, alertando a Igreja para a
segunda vinda de Cristo na glória.
Esse enfoque é importante para
evitar o conceito errôneo a respeito
do Natal para não o reduzir a uma
espécie de aniversário de Jesus,
incompatível com o senso pascal da
festa da encarnação. É preciso um
pouco mais de esforço e de
evangelização para se evitar essa
terrível redução.
LITURGIA DA PALAVRA
1º DOMINGO – O Evangelho nos fala
da segunda vinda do Senhor nos
exortando a vigilância e fidelidade (Mt
24,37-44; Mc 13,33-37; Lc 21,25-28.34-
46)
2º DOMINGO – O Evangelho nos
orienta para a penitência e conversão,
abandonar as obras injustas e viver sob
a justiça. “Convertei-vos, porque o
Reino de Deus está próximo” (Mt 3, 1-
12); “fazei-vos batizar, para receberdes
a remissão dos pecados” (Mc 1, 1-18;
Lc 3, 1-6).
3º DOMINGO - conhecido por muitos como o
domingo “Gaudete”, nos convida a tomarmos
parte na alegria do Advento:
“Alegrai-vos sempre no Senhor. Orienta-nos ao
descobrimento da pessoa de Jesus nos
acontecimentos da vida pessoal e
comunitária. (Mt 11, 1-11).
4º DOMINGO - nos coloca no mais próximo da
preparação para a festa do nascimento do
Senhor. Por isso, os textos próprios da missa
são determinados por aqueles acontecimentos
imediatamente anteriores ao nascimento do
Senhor, ou também por textos escriturísticos
que aludem a ele.
A fala do conflito interior de José e da
mensagem do anjo (Mt 1,18-24), ano B leem-
se a anunciação do Senhor (Lc 1,26-38) e no
ano C a visita de Maria à sua parenta Isabel.
As leituras do antigo testamento
dos três ciclos tiradas de Isaias:
elas descrevem o Reino pacífico do
Messias que reinará nele todas as
nações (A); clamam por sua vida
(B) e prometem um rebanho da
casa de Davi (C). As leituras do
novo testamento são tiradas das
diversas cartas de Paulo e exortam-
nos a despertamos do sono e a
abandonarmos as obras das trevas.
As músicas devem manifestar o que
cada momento nos convida a
experimentar, as duas primeiras
semanas a segunda vinda do
Senhor, e as outras duas semanas a
recordação da primeira vinda do
Senhor.
Não se entoa o Hino de Louvor,
durante o período do Advento,
apenas nas ocasiões que são
previstas como na Solenidade da
Imaculada Conceição ou em alguma
festa de santo padroeiro que caia
neste tempo, como é o caso de
Nossa Senhora de Guadalupe e
Santa Luzia.
NATAL
O Tempo do Natal se estende desde
as I Vésperas do Natal do Senhor
até o Domingo após o dia 6 de
janeiro. Após o mistério da Páscoa,
a Igreja considera venerável a
celebração do Natal do Senhor.
É a comemoração do nascimento
do Senhor, em que celebramos a
‘troca de dons entre o céu e a
terra’, pedindo que possamos
‘participar da divindade daquele
que uniu ao Pai a nossa
humanidade’ (Oração sobre as
oferendas, Missa da noite de Natal)
O Natal do Senhor tem a sua a oitava:
No domingo dentro da oitava, ou, em falta
dele, no dia 30 de dezembro, celebra-se a
festa da Sagrada Família;
- 26 de dezembro: Santo Estêvão,
protomártir da Igreja;
- 27 de dezembro: são João, apóstolo e
evangelista;
- 28 de dezembro: os santos Inocentes;
29, 30 e 31 de dezembro: dias dentro da
oitava;
- 1º de janeiro: oitava do Natal, celebramos a
solenidade da Santa Mãe de Deus, na qual
também se comemora a imposição do
santíssimo nome de Jesus. O Natal celebra a
Páscoa de Cristo pelo viés da encarnação.
O domingo que ocorre entre os dias 2 e 6 de
janeiro é o 2º domingo depois do Natal.
A EPIFANIA DO SENHOR
É celebrada no dia 6 de janeiro, a não ser
que seja transferida para o domingo entre
os dias 2 e 8 de janeiro, nos lugares onde
não for considerada dia santo de guarda
Natal e Epifania são duas festas que
celebram o mesmo mistério. No Natal
lembramos a manifestação do Senhor aos
seus concidadãos, representados pelos
pastores, e na Epifania voltamos o nosso
olhar para os outros povos e nações,
representados pelos magos. “… luz para
iluminar todos os povos no caminho da
salvação” (Prefácio da Epifania).
LITURGIA DA PALAVRA
Na missa da noite de Natal se lê a
narrativa do nascimento de Cristo em
Belém (Lc 2,1-14), a leitura do Antigo
Testamento proclama a esperança
messiânica que se cumpre neste dia
festivo (Is 9,1-3.5-6), a Segunda Leitura
(Tt 2,11-14) percorre toda a história da
salvação.
Na missa do dia do Natal, se proclama o
prologo de João (1,1-18), o mistério da
Encarnação, que nessa encarnação se
cumpre a plenitude a palavra profética de
Isaias (Is 52,7-10), que é Filho que
purifica os pecados e que está a direita
da majestade (Hb 1,1-6).
A temática dominante na
Solenidade da Epifania do
Senhor, mostra os Magos que
veem do Oriente conduzidos
pela estrela á procura do “rei
dos judeus recémnascido”, para
adorá-lo (Mt 2, 1-12). A
universalidade da salvação
divina é expressa na Segunda
Leitura (Ef 3,2-3a.5-6).
Na Festa do Batismo do Senhor,
o Evangelho constitui o centro
próprio da festa, com os três
relatos com as respectivas
leituras.
ORNAMENTAÇÃO:
Espaço celebrativo deve ser preparado com
especial dignidade da alegria, e com a
solenidade necessária próprio desse tempo,
na Oitava do Natal e Epifania.
A presença do presépio é um dos grandes
símbolos do mistério que se está sendo
celebrado. A manjedoura tem especial
significado desse período, principalmente na
noite do Natal e na celebração da
Solenidade da Epifania do Senhor.
Ter especial atenção para que o excesso de
enfeites e adornos ofusque a centralidade
do mistério que se está celebrando
Na Festa do Batismo do Senhor, valorizar o
que marcar a celebração do Batismo no
espaço sagrado, ou seja a pia batismal.
ELEMENTOS IMPORTANTES:
Oitava de Natal: valorizada com o mesmo empenho e em um mesmo clima
festivo da noite do Natal, oito dias do prolongamento da grande noticia do
Nascimento do Senhor.
Proclamação do Anuncio do Natal: feito na Missa da Noite do Natal (24/12)
manifesta a história da salvação que tem pleno cumprimento em Cristo Jesus.
Feito da Mesa da Palavra, idealmente proclamada pelo diácono, tem especial
beleza na noite que a luz vem ao mundo. (Missal Romano pág. 1216)
Proclamação das Festas moveis: feito nas celebrações da Epifania do Senhor,
manifesta as datas principais, dos mistérios centrais da nossa fé. (Missal
Romano pág. 1219)
Batismo do Senhor: valorizar os elementos batismais, pois todos nós fomos
batizados em Cristo, e devemos sempre nos lembrar de nosso compromisso
assumido nesse dia feliz,

FORMAÇÃO LITÚRGICA DO ADVENTO E NATAL.pptx

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    TEMPO LITÚRGICO Centrado nacelebração do mistério pascal o culto religioso cristão se desenvolve cotidiana, semanal e anualmente, dando origem ao Ano Litúrgico. Durante o Ano Litúrgico os fiéis são motivados a aperfeiçoar sua formação cristã e aprofundar sua fé por meio de exercícios espirituais e corporais, pela instrução e oração, pelas obras de penitência e misericórdia. O Ano litúrgico inicia-se no primeiro domingo do Advento e termina com a solenidade de Cristo Rei.
  • 3.
    CICLO ANUAL O cicloanual divide-se em Páscoa, Natal e Tempo comum.
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    O CICLO DONATAL E O ADVENTO Se a Páscoa evidencia a ressurreição do Senhor, o Natal evidencia sua manifestação na natureza humana.
  • 5.
    É tempo depreparação para as solenidades do Natal. Nesse tempo, se comemora a primeira vinda do Filho de Deus entre os homens. É também o tempo em que, por meio dessa lembrança, voltam-se os corações para a expectativa da segunda vinda de Cristo, no fim dos tempos.
  • 6.
    É caracterizado pela simplicidadedos elementos de externos que tornam a celebração mais sóbria, e ao mesmo tempo, pela profunda espiritualidade que brota das orações e dos textos da sagrada escritura. O espaço litúrgico é ornamentado com moderação de modo não antecipar a plena alegria do Natal do Senhor.
  • 7.
    COROA DO ADVENTO Manifestaque ao longo de cada domingo iremos acender as velas que nos lembra que a luz do Salvador brilhará sobre nós. O progressivo acender das suas quatro velas, domingo a domingo, até a solenidade do Natal, é a memória das várias etapas da história da salvação antes de Cristo e símbolo da luz profética que vai iluminar a noite da expectativa, até o surgimento do Sol da justiça.
  • 9.
    O PRESÉPIO Concretiza, anossos olhos, o filho de Deus feito homem, ali na pobreza e na simplicidade de uma gruta, acolhido pelos mansos e humildes de coração. Sinal profundo da devoção do povo cristão. O ideal é que seja preparado a partir da segunda parte do Tempo do Advento, quando a Liturgia passa a enfatizar mais diretamente a espera pela vinda do Salvador na carne.
  • 10.
    O período quevai até o dia 17 de dezembro tem conotação escatológica, alertando a Igreja para a segunda vinda de Cristo na glória. Esse enfoque é importante para evitar o conceito errôneo a respeito do Natal para não o reduzir a uma espécie de aniversário de Jesus, incompatível com o senso pascal da festa da encarnação. É preciso um pouco mais de esforço e de evangelização para se evitar essa terrível redução.
  • 11.
    LITURGIA DA PALAVRA 1ºDOMINGO – O Evangelho nos fala da segunda vinda do Senhor nos exortando a vigilância e fidelidade (Mt 24,37-44; Mc 13,33-37; Lc 21,25-28.34- 46) 2º DOMINGO – O Evangelho nos orienta para a penitência e conversão, abandonar as obras injustas e viver sob a justiça. “Convertei-vos, porque o Reino de Deus está próximo” (Mt 3, 1- 12); “fazei-vos batizar, para receberdes a remissão dos pecados” (Mc 1, 1-18; Lc 3, 1-6).
  • 12.
    3º DOMINGO -conhecido por muitos como o domingo “Gaudete”, nos convida a tomarmos parte na alegria do Advento: “Alegrai-vos sempre no Senhor. Orienta-nos ao descobrimento da pessoa de Jesus nos acontecimentos da vida pessoal e comunitária. (Mt 11, 1-11). 4º DOMINGO - nos coloca no mais próximo da preparação para a festa do nascimento do Senhor. Por isso, os textos próprios da missa são determinados por aqueles acontecimentos imediatamente anteriores ao nascimento do Senhor, ou também por textos escriturísticos que aludem a ele. A fala do conflito interior de José e da mensagem do anjo (Mt 1,18-24), ano B leem- se a anunciação do Senhor (Lc 1,26-38) e no ano C a visita de Maria à sua parenta Isabel.
  • 13.
    As leituras doantigo testamento dos três ciclos tiradas de Isaias: elas descrevem o Reino pacífico do Messias que reinará nele todas as nações (A); clamam por sua vida (B) e prometem um rebanho da casa de Davi (C). As leituras do novo testamento são tiradas das diversas cartas de Paulo e exortam- nos a despertamos do sono e a abandonarmos as obras das trevas.
  • 14.
    As músicas devemmanifestar o que cada momento nos convida a experimentar, as duas primeiras semanas a segunda vinda do Senhor, e as outras duas semanas a recordação da primeira vinda do Senhor. Não se entoa o Hino de Louvor, durante o período do Advento, apenas nas ocasiões que são previstas como na Solenidade da Imaculada Conceição ou em alguma festa de santo padroeiro que caia neste tempo, como é o caso de Nossa Senhora de Guadalupe e Santa Luzia.
  • 15.
    NATAL O Tempo doNatal se estende desde as I Vésperas do Natal do Senhor até o Domingo após o dia 6 de janeiro. Após o mistério da Páscoa, a Igreja considera venerável a celebração do Natal do Senhor. É a comemoração do nascimento do Senhor, em que celebramos a ‘troca de dons entre o céu e a terra’, pedindo que possamos ‘participar da divindade daquele que uniu ao Pai a nossa humanidade’ (Oração sobre as oferendas, Missa da noite de Natal)
  • 16.
    O Natal doSenhor tem a sua a oitava: No domingo dentro da oitava, ou, em falta dele, no dia 30 de dezembro, celebra-se a festa da Sagrada Família; - 26 de dezembro: Santo Estêvão, protomártir da Igreja; - 27 de dezembro: são João, apóstolo e evangelista; - 28 de dezembro: os santos Inocentes; 29, 30 e 31 de dezembro: dias dentro da oitava; - 1º de janeiro: oitava do Natal, celebramos a solenidade da Santa Mãe de Deus, na qual também se comemora a imposição do santíssimo nome de Jesus. O Natal celebra a Páscoa de Cristo pelo viés da encarnação. O domingo que ocorre entre os dias 2 e 6 de janeiro é o 2º domingo depois do Natal.
  • 17.
    A EPIFANIA DOSENHOR É celebrada no dia 6 de janeiro, a não ser que seja transferida para o domingo entre os dias 2 e 8 de janeiro, nos lugares onde não for considerada dia santo de guarda Natal e Epifania são duas festas que celebram o mesmo mistério. No Natal lembramos a manifestação do Senhor aos seus concidadãos, representados pelos pastores, e na Epifania voltamos o nosso olhar para os outros povos e nações, representados pelos magos. “… luz para iluminar todos os povos no caminho da salvação” (Prefácio da Epifania).
  • 18.
    LITURGIA DA PALAVRA Namissa da noite de Natal se lê a narrativa do nascimento de Cristo em Belém (Lc 2,1-14), a leitura do Antigo Testamento proclama a esperança messiânica que se cumpre neste dia festivo (Is 9,1-3.5-6), a Segunda Leitura (Tt 2,11-14) percorre toda a história da salvação. Na missa do dia do Natal, se proclama o prologo de João (1,1-18), o mistério da Encarnação, que nessa encarnação se cumpre a plenitude a palavra profética de Isaias (Is 52,7-10), que é Filho que purifica os pecados e que está a direita da majestade (Hb 1,1-6).
  • 19.
    A temática dominantena Solenidade da Epifania do Senhor, mostra os Magos que veem do Oriente conduzidos pela estrela á procura do “rei dos judeus recémnascido”, para adorá-lo (Mt 2, 1-12). A universalidade da salvação divina é expressa na Segunda Leitura (Ef 3,2-3a.5-6). Na Festa do Batismo do Senhor, o Evangelho constitui o centro próprio da festa, com os três relatos com as respectivas leituras.
  • 20.
    ORNAMENTAÇÃO: Espaço celebrativo deveser preparado com especial dignidade da alegria, e com a solenidade necessária próprio desse tempo, na Oitava do Natal e Epifania. A presença do presépio é um dos grandes símbolos do mistério que se está sendo celebrado. A manjedoura tem especial significado desse período, principalmente na noite do Natal e na celebração da Solenidade da Epifania do Senhor. Ter especial atenção para que o excesso de enfeites e adornos ofusque a centralidade do mistério que se está celebrando Na Festa do Batismo do Senhor, valorizar o que marcar a celebração do Batismo no espaço sagrado, ou seja a pia batismal.
  • 21.
    ELEMENTOS IMPORTANTES: Oitava deNatal: valorizada com o mesmo empenho e em um mesmo clima festivo da noite do Natal, oito dias do prolongamento da grande noticia do Nascimento do Senhor. Proclamação do Anuncio do Natal: feito na Missa da Noite do Natal (24/12) manifesta a história da salvação que tem pleno cumprimento em Cristo Jesus. Feito da Mesa da Palavra, idealmente proclamada pelo diácono, tem especial beleza na noite que a luz vem ao mundo. (Missal Romano pág. 1216) Proclamação das Festas moveis: feito nas celebrações da Epifania do Senhor, manifesta as datas principais, dos mistérios centrais da nossa fé. (Missal Romano pág. 1219) Batismo do Senhor: valorizar os elementos batismais, pois todos nós fomos batizados em Cristo, e devemos sempre nos lembrar de nosso compromisso assumido nesse dia feliz,