O documento descreve o movimento artístico Fluxus e o artista alemão Wolf Vostell, um dos pioneiros da instalação, videoarte e happening. Vostell usou técnicas como a décollage para criticar a violência pós-guerra e o consumismo na Alemanha. Ele foi um dos primeiros a usar a tecnologia de vídeo em suas obras e ajudou a organizar festivais do movimento Fluxus.