O Fluxus foi um movimento artístico das décadas de 1960-1970 que valorizava a criação coletiva através de performances e happenings envolvendo diferentes artes. Liderado por George Manciunas, o Fluxus era contra a noção tradicional de arte objetual, preferindo ações improvisadas e efêmeras que envolviam a participação do público. Artistas como Joseph Beuys e Wolf Vostell estiveram ligados a este movimento.