Este capítulo enfatiza que a felicidade é um estado de espírito possível de ser alcançado independentemente das condições externas. O leitor é convidado a não se culpar, mas sim a se ver como alguém que ainda está aprendendo como as coisas funcionam na vida. A felicidade depende de como se pensa, sente e percebe a realidade, que pode ser modificada.