Fazendo seu próprio servidor pirata com OpenVZ
O que é o OpenVZ? Virtualizador de ambientes Um kernel Linux com funcionalidades extras A parte livre do Virtuozzo
O que não é o nosso servidor pirata? Não estamos falando em torrents Nem de outras redes p2p Ou de Partidos Piratas (embora eu goste deles)
Mas então, por que “pirata”?
Por que “pirata”? Sem suporte corporativo Sem back-ups (a menos que você os faça) Hardware dificilmente vai ser “server-grade” Você está por conta própria E, enquanto isso, você ainda tem que trabalhar naquilo para o que pagam você
Pra que? Autonomia Poder fazer experiências sem sofrer interferência externa
Como Funciona? Um só ambiente “de verdade” Vários ambientes virtuais Kernel compartilhado Virtualização “leve” Só “metade” é virtualizada
Mas... O kernel é o mesmo Distros diferentes (desde que de Linux)
Não parece com... KVM Qemu VMWare VirtualBox
Parece com... Jails Containers do OpenSolaris LXC
htop na máquina de verdade
htop no ambiente virtual
Uso de CPU (real e virtual)
Podíamos usar outra coisa? Sim LXC é a recomendação
Porque eu estou aqui falando de OpenVZ? O conceito é igual Usamos há uns 2 anos, mais ou menos Eu usava antes, por mais uns 2 anos Experiência útil Estabelecemos a mínima funcionalidade desejável
Diferenças Não é uma máquina virtual “de verdade” Outros ambientes estão apenas escondidos, pelo kernel Filesystems dos ambientes estão acessíveis diretamente da máquina original Backups extremamente simples – o servidor virtual nem mesmo precisa saber o que você está fazendo É simples limitar os recursos ocupados pelos ambientes
Como nós usamos Começamos por necessidade O “servidor” é um desktop descartado (com 3 HDs e RAID) rodando Debian Plataforma BliG (WPMU) é testada nele Testes para desenvolvimento Replicação de cenários para testes Um servidor rápido, só pra fazer uma coisa, pra ontem
Como servidor de desenvolvimento e testes Boa performance Combinado às ferramentas de monitoramento certas dá insights valiosos Permite facilmente limitar vários recursos para avaliar performance em situações ruins (CPU, disco, rede, memória) Bons indicadores /proc/user_beancounters
/proc/user_beancounters
Algumas dicas Para executar programas dentro de um servidor virtual vzctl exec id comando Você pode brincar um pouco mais for veid in `vzlist -H -oveid` ; do banner $veid ; vzctl exec $veid yum -y update ; done Use “ sudo screen -x ” quando puder. History é apagado no logoff do VE Se ficar aberto, não é
O futuro OpenVZ é um kernel com muitos patches LXC é o caminho “oficial” - disponível no mainline desde a versão 2.6.26 Vamos explorá-lo eventualmente
Dúvidas?

Faça seu próprio servidor pirata com OpenVZ

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    Fazendo seu próprioservidor pirata com OpenVZ
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    O que éo OpenVZ? Virtualizador de ambientes Um kernel Linux com funcionalidades extras A parte livre do Virtuozzo
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    O que nãoé o nosso servidor pirata? Não estamos falando em torrents Nem de outras redes p2p Ou de Partidos Piratas (embora eu goste deles)
  • 4.
    Mas então, porque “pirata”?
  • 5.
    Por que “pirata”?Sem suporte corporativo Sem back-ups (a menos que você os faça) Hardware dificilmente vai ser “server-grade” Você está por conta própria E, enquanto isso, você ainda tem que trabalhar naquilo para o que pagam você
  • 6.
    Pra que? AutonomiaPoder fazer experiências sem sofrer interferência externa
  • 7.
    Como Funciona? Umsó ambiente “de verdade” Vários ambientes virtuais Kernel compartilhado Virtualização “leve” Só “metade” é virtualizada
  • 8.
    Mas... O kernelé o mesmo Distros diferentes (desde que de Linux)
  • 9.
    Não parece com...KVM Qemu VMWare VirtualBox
  • 10.
    Parece com... JailsContainers do OpenSolaris LXC
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    htop na máquinade verdade
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    Uso de CPU(real e virtual)
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    Podíamos usar outracoisa? Sim LXC é a recomendação
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    Porque eu estouaqui falando de OpenVZ? O conceito é igual Usamos há uns 2 anos, mais ou menos Eu usava antes, por mais uns 2 anos Experiência útil Estabelecemos a mínima funcionalidade desejável
  • 16.
    Diferenças Não éuma máquina virtual “de verdade” Outros ambientes estão apenas escondidos, pelo kernel Filesystems dos ambientes estão acessíveis diretamente da máquina original Backups extremamente simples – o servidor virtual nem mesmo precisa saber o que você está fazendo É simples limitar os recursos ocupados pelos ambientes
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    Como nós usamosComeçamos por necessidade O “servidor” é um desktop descartado (com 3 HDs e RAID) rodando Debian Plataforma BliG (WPMU) é testada nele Testes para desenvolvimento Replicação de cenários para testes Um servidor rápido, só pra fazer uma coisa, pra ontem
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    Como servidor dedesenvolvimento e testes Boa performance Combinado às ferramentas de monitoramento certas dá insights valiosos Permite facilmente limitar vários recursos para avaliar performance em situações ruins (CPU, disco, rede, memória) Bons indicadores /proc/user_beancounters
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    Algumas dicas Paraexecutar programas dentro de um servidor virtual vzctl exec id comando Você pode brincar um pouco mais for veid in `vzlist -H -oveid` ; do banner $veid ; vzctl exec $veid yum -y update ; done Use “ sudo screen -x ” quando puder. History é apagado no logoff do VE Se ficar aberto, não é
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    O futuro OpenVZé um kernel com muitos patches LXC é o caminho “oficial” - disponível no mainline desde a versão 2.6.26 Vamos explorá-lo eventualmente
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Notas do Editor

  • #3 Autonomia – não depender de infra corporativa Experiências – fazer coisas que a infra corporativa não aprovaria em um servidor deles