O documento compara as negociações da Grécia com a troika à Conferência de Munique em 1938, onde os líderes europeus discutiram o destino da Checoslováquia sem a presença dos checos. Também destaca as declarações alemãs sobre Portugal e as dúvidas sobre a capacidade portuguesa de cumprir as metas, podendo o ministro das finanças português enfrentar o mesmo problema que o grego. Conclui que a Alemanha precisa da Europa para manter sua influência, mas não deve dar a ideia