O documento descreve a jornada de aceitação de uma pessoa sobre a mortalidade, impermanência e fragilidade da vida. Ela teve que aceitar que o corpo envelhece e morre, que os pais e filhos seguirão seus caminhos, e que nada na vida é permanente, incluindo posses e apego material. Foi um processo difícil, mas necessário para alcançar a paz interior.