O documento discute a importância da convicção divina na vida ministerial e a responsabilidade de cuidar das almas perdidas. Ele diferencia entre tipos de chamada (divina, humana e própria) e enfatiza que verdadeira vocação vem de Deus. O texto também menciona atributos essenciais para obreiros e as consequências de agir sem um chamado divino genuíno.