Eng. Civil Maurides Paulo Dutra Junior
 Aço
 Liga Ferro (Fe) + Carbono (C)
 Histórico:
O Ferro conhecido por civilizações antigas
Egito, Babilônia, Índia 400 d.C.
(exemplo pilar Fe com 98% de
pureza sem corrosão)
 Histórico:
 Aço obtido em 1855 e produzido em
1864 (início da era do aço)
 Primeiras obras metálicas:
 Ponte de Severn FoFo (ferro fundido) 1779
 Escadaria do Louvre (1780)
 Palácio de Cristal Londres
(1851)
 Primeiras obras metálicas: Brasil
 Estações Ferroviárias: Luz São Paulo (1899)
 Belgo Mineira produção arames (1921)
 CSN (1946) chapas, trilhos e perfis em bitola
americana
 Primeiros prédios com FEM
Fábrica de Est. Met.(1953)
Inicia a construção de edifícios.
Obra Estação da Luz
 Vantagens :
 Resistência com leveza
 Homogeneidade – material uniforme,
certificado de origem, ensaios prévios.
 Perfil com bitolas e seções padronizadas
 Permite produção seriada
 Permite montagem e desmontagem e
reaproveitamento.
 Desvantagens:
 Corrosão
 Exigência de Mão de Obra Qualificada
 Logística
 Disponibilidade no mercado de perfis
 Aços de origem e composição
desconhecida (confiança no fornecedor)
 Emprego na construção:
 Todos os ramos da construção
 Residencial ( Stell Framing , mista com alvenaria)
 Edifícios de andares múltiplos
 Galpões (industriais, agrícolas,...)
 Estruturas Especiais
 Tipos de Estruturas:
 Estruturas de Prédios baixos
 Pontes
 Arranha-Céus
 Estrut. Especiais : Hangares, Estaleiros,
Industrias
 Torres : Autoportantes, estaiada, telecom,
energia
 Coberturas: pórticos, treliças, espaciais
 Aços Estruturais:
 Chapas: grossas NBR 6648; finas a frio
NBR 6649; finas a quente NBR 6650.
 Chapas resistentes à corrosão: finas AR
NBR 5920/5921; grossas AR NBR 5008
 Perfis: Laminados NBR 7007; tubulares
NBR 8261; Dobrados a frio NBR 14762 e
6355
 Aços Patináveis: Ligados ao Cobre ou
Inox (Cromo e Níquel)
 Perfis Estruturais:
 “I,H,U” série americana;
 “I,H” abas paralelas;
 “Is,Vs,Hs,” soldados;
 Dobrados a frio “L,U,Ue,S,Se,Z,Ze,I,Ie,Caixa
 Componentes: barras, parafusos, Eletrodos e
arames de solda
 Propriedades do aço:
 Ductilidade: Capacidade de se deformar
 Fragilidade: Incapacidade de deformar
 Resiliência: Capacidade de absorver energia
mecânica sem deformar permanentemente.
 Tenacidade: Capacidade de absorver energia
mecânica se deformando
 Dureza: Resistência a abrasão e ao risco maior
dureza = maior fragilidade
 Fadiga: capacidade de absorver esforços
repetitivos cíclicos ou não
 Propriedades dos aços estruturais:
 Composição básica Fe e C
Baixo carbono C< 0,15%
Moderado 0,15%<C<0,29%
Médio 0,29%<C<0,59%
Alto 0,59<C<1,7%
+RESISTÊNCIA
+Dureza,-Flexibilidade
+MelhorTrabalhabilidade
Ductilidade,tenacidade,
soldabilidade
 Elementos Químicos no Aço
 Alumínio (Al): > tenacidade
 Cobre (Cu): > resistência à corrosão
< soldabilidade
 Nióbio (Ni): > limite de escoamento
 Cromo (Cr): > resistência à corrosão e abrasão
 Manganês (Mn): > resistência, > tolerância a
fadiga , > Tenacidade, > resistência à corrosão
 Enxofre, Fósforo, Hidrogênio, Molibdênio,
Níquel, Nitrogênio, Oxigênio, Silício, Titânio,
Tungstênio, Vanádio. Cada elemento produz
efeitos favoráveis ou desfavoráveis de acordo
com seu %.
Ponte Sobre Rio Paranaíba
Viga I Rebitada (Salitre de Minas)
Acidente Estrutural
 Na mesma Obra:
Aço com procedência duvidosa
O mesmo elemento estrutural com
comportamento diverso
Pilar com Enrijecedores
Fratura da Chapa de apoio Rompimento total da solda
 Referências:
 Estruturas Metálicas K. Mukhanov
 Edifícios industriais em aço Ildony H. bellei
 Manual brasileiro para cálculo de estruturas metálicas
SDI/MD Min. Desen.. Ind. Com.
 http://www.estacoesferroviarias.com.br/l/luz.htm
 Estruturas compostas por perfis formados a frio
Dimensionamento pelo método das larguras efetivas e
aplicação conforme ABNT NBR 14762:2010 e ABNT NBR
6355:2012 Edson lubas Silva, Igor Pierin, Valdir Pignatta
e Silva
 Estruturas de aço – dimensionamento prático Walter Pfeil

Estruturas metálicas prof. Maurides-unipam

  • 1.
    Eng. Civil MauridesPaulo Dutra Junior
  • 2.
     Aço  LigaFerro (Fe) + Carbono (C)  Histórico: O Ferro conhecido por civilizações antigas Egito, Babilônia, Índia 400 d.C. (exemplo pilar Fe com 98% de pureza sem corrosão)
  • 3.
     Histórico:  Açoobtido em 1855 e produzido em 1864 (início da era do aço)  Primeiras obras metálicas:  Ponte de Severn FoFo (ferro fundido) 1779  Escadaria do Louvre (1780)  Palácio de Cristal Londres (1851)
  • 4.
     Primeiras obrasmetálicas: Brasil  Estações Ferroviárias: Luz São Paulo (1899)  Belgo Mineira produção arames (1921)  CSN (1946) chapas, trilhos e perfis em bitola americana  Primeiros prédios com FEM Fábrica de Est. Met.(1953) Inicia a construção de edifícios. Obra Estação da Luz
  • 5.
     Vantagens : Resistência com leveza  Homogeneidade – material uniforme, certificado de origem, ensaios prévios.  Perfil com bitolas e seções padronizadas  Permite produção seriada  Permite montagem e desmontagem e reaproveitamento.
  • 6.
     Desvantagens:  Corrosão Exigência de Mão de Obra Qualificada  Logística  Disponibilidade no mercado de perfis  Aços de origem e composição desconhecida (confiança no fornecedor)
  • 7.
     Emprego naconstrução:  Todos os ramos da construção  Residencial ( Stell Framing , mista com alvenaria)  Edifícios de andares múltiplos  Galpões (industriais, agrícolas,...)  Estruturas Especiais
  • 9.
     Tipos deEstruturas:  Estruturas de Prédios baixos  Pontes  Arranha-Céus  Estrut. Especiais : Hangares, Estaleiros, Industrias  Torres : Autoportantes, estaiada, telecom, energia  Coberturas: pórticos, treliças, espaciais
  • 11.
     Aços Estruturais: Chapas: grossas NBR 6648; finas a frio NBR 6649; finas a quente NBR 6650.  Chapas resistentes à corrosão: finas AR NBR 5920/5921; grossas AR NBR 5008  Perfis: Laminados NBR 7007; tubulares NBR 8261; Dobrados a frio NBR 14762 e 6355  Aços Patináveis: Ligados ao Cobre ou Inox (Cromo e Níquel)
  • 12.
     Perfis Estruturais: “I,H,U” série americana;  “I,H” abas paralelas;  “Is,Vs,Hs,” soldados;  Dobrados a frio “L,U,Ue,S,Se,Z,Ze,I,Ie,Caixa  Componentes: barras, parafusos, Eletrodos e arames de solda
  • 13.
     Propriedades doaço:  Ductilidade: Capacidade de se deformar  Fragilidade: Incapacidade de deformar  Resiliência: Capacidade de absorver energia mecânica sem deformar permanentemente.  Tenacidade: Capacidade de absorver energia mecânica se deformando  Dureza: Resistência a abrasão e ao risco maior dureza = maior fragilidade  Fadiga: capacidade de absorver esforços repetitivos cíclicos ou não
  • 14.
     Propriedades dosaços estruturais:  Composição básica Fe e C Baixo carbono C< 0,15% Moderado 0,15%<C<0,29% Médio 0,29%<C<0,59% Alto 0,59<C<1,7% +RESISTÊNCIA +Dureza,-Flexibilidade +MelhorTrabalhabilidade Ductilidade,tenacidade, soldabilidade
  • 15.
     Elementos Químicosno Aço  Alumínio (Al): > tenacidade  Cobre (Cu): > resistência à corrosão < soldabilidade  Nióbio (Ni): > limite de escoamento  Cromo (Cr): > resistência à corrosão e abrasão  Manganês (Mn): > resistência, > tolerância a fadiga , > Tenacidade, > resistência à corrosão  Enxofre, Fósforo, Hidrogênio, Molibdênio, Níquel, Nitrogênio, Oxigênio, Silício, Titânio, Tungstênio, Vanádio. Cada elemento produz efeitos favoráveis ou desfavoráveis de acordo com seu %.
  • 16.
    Ponte Sobre RioParanaíba Viga I Rebitada (Salitre de Minas)
  • 17.
  • 18.
     Na mesmaObra: Aço com procedência duvidosa O mesmo elemento estrutural com comportamento diverso
  • 19.
    Pilar com Enrijecedores Fraturada Chapa de apoio Rompimento total da solda
  • 20.
     Referências:  EstruturasMetálicas K. Mukhanov  Edifícios industriais em aço Ildony H. bellei  Manual brasileiro para cálculo de estruturas metálicas SDI/MD Min. Desen.. Ind. Com.  http://www.estacoesferroviarias.com.br/l/luz.htm  Estruturas compostas por perfis formados a frio Dimensionamento pelo método das larguras efetivas e aplicação conforme ABNT NBR 14762:2010 e ABNT NBR 6355:2012 Edson lubas Silva, Igor Pierin, Valdir Pignatta e Silva  Estruturas de aço – dimensionamento prático Walter Pfeil