Elisabeth
D’Esperance
Grupo Espírita
Bezerra de
Menezes (GEBEM)
PBDE II – 2015.
Objetivo
Falar um pouco sobre a vida de Elisabeth D’Esperance.
Uma das maiores e mais importantes médiuns do movimento
espírita europeu e da história do Espiritismo em geral.
O Consolador Prometido...
Jesus poucas horas antes de ser entregue aos judeus partilhava
com seus apóstolos da última ceia,e, tendo com eles um diálogo
memorável, proferiu as seguintes palavras:
“Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao
Pai, e Ele vos dará outro consolador, para que
fique eternamente convosco, o Espírito da Verdade……”, (João XIV:
15 a 17; 26).
Corria o ano 33 da era Cristã, e podemos deduzir que desde esse
período até meados de 1800, foram anos de preparação da
equipe de Espíritos que viriam ao Planeta Terra fazer cumprir a
promessa de Jesus. Era a Equipe do Espírito da Verdade
composta por desencarnados e encarnados que viabilizariam a
chegada do Consolador Prometido.
Elisabeth D’Esperance
Fazendo parte dessa equipe vamos
encontrar Elisabeth D’Espérance,
nascida aos 13 de maio de 1849, em
Edimburgo, Escócia – Grã Bretanha,
com o nome de Elizabeth Hope,
passando a ser conhecida como Mme.
D’Esperance.
Conhecendo um Pouco Mais...
Teve uma infância de classe média,
porém, conturbada por visões de diversos
Espíritos. Como ninguém via esses
Espíritos, D’Espérance sofreu muito, era
desacreditada, tornou-se uma criança
solitária. Sua mãe chegou a ter atitudes
violentas para com ela e seu pai precisou
afastá-la por um período para que a
relação entre as duas melhorasse.
Seu pai era um comandante de navio e
passava a maior parte do tempo em
viagens.
Aos 19 anos, saiu da casa de seus pais,
pois se casou com o Sr. Reed, em 1874.
Faleceu em 20 de Julho de 1918, na
Alemanha.
As Primeiras Manifestações...
Na sua primeira infância, D’Esperance via
os espíritos circularem no casarão onde
morava. E era taxada como louca todas
as vezes que revelava suas visões a
alguém.
Aos 13 e 14 anos o convívio com a mãe
se tornou intolerável, pois a mãe não a
compreendia .
Sua saúde se abalara, a cada dia se
tornava mais precária e os conflitos
com a mãe, aumentava.
Foi quando seu pai resolveu a levá-la
para uma de suas viagens de trabalho,
pelo mar Mediterrâneo.
Um Navio Fantasma...
Durante a viagem com o pai, a pesar de
se sentir bem com a tripulação do navio e
com os dias agradáveis em alto mar,
D’Esperance, também sofreu com as
visões.
Ela viu um navio atravessar o navio que
estava como se fosse uma nuvem.
Mas antes de ver o navio fantasma
atravessar o que estava, se assustou
muito, pois achou que o navio que se
aproximava era de verdade e que os
navios se chocariam.
A tripulação do navio não acreditou no
relato, e a mesma sofreu muito com o
ocorrido.
A Redação Escolar...
Certa vez, ainda nos tempos de escola,
houve um concurso de redação, onde o
tema era “A Natureza”. A jovem
D’Esperance, estava sem inspiração
nenhuma e não fez a redação. No dia de
entregar, em seu caderno estava a
redação feita e com a sua letra.
Sua redação ficou fora do concurso, pois
estava tão bem escrita que não poderia
concorrer com os demais alunos, estava
muito acima da média.
O Interesse pela Doutrina Espírita
O final de sua adolescência, foi de uma
jovem normal, voltou a se relacionar com
os amigos da escola, recuperou por
completo a sua saúde, e não teve visões
e sonhos.
E após o seu casamento, os “fantasmas”,
voltaram a aparecer.
Foi através de um casal de amigos, que
conheceu as mesas girantes. Ao tempo,
foi se acostumando e a frequentar as
sessões, tão em moda naquela época.
Um acontecimento, fez D’Esperance
buscar ajuda nas sessões. Sua mãe ficou
doente e elas não sabiam ao certo, aonde
o pai estava.
A mesa informou com detalhes onde o pai
de D’Esperance estava, inclusive o nome
do navio. Possibilitando a comunicação e
volta dele para casa.
As Experimentações...
D’Esperance foi uma poderosa médium
de efeitos físicos: psicografia,
clarividência, telefotografia, pinturas
mediúnicas.
Mas foi em uma das sessões das mesas
girantes, quando os participantes
estavam descobrindo outros fenômenos,
que D’Esperance começou as
experimentações mediúnicas.
Clarividência:
As experimentações com diversos
participantes do grupo, os resultados
foram medíocres. Quando chegou a vez
de D’Esperance, ela descreveu
minuciosamente um fato ocorrido há 12
anos atrás com um dos participantes do
grupo.
Mais Experimentações...
Psicografia:
D’Esperance começou a psicografar
diversas cartas, as primeiras foi de um
jovem soldado, um filósofo e uma
garotinha de sete anos.
Telefotografia:
Enquanto psicografava, ela
também desenhava rostos de
desencarnados, esses
desenhos eram de alta
qualidade, como se fossem
fotografias. Grande era a
procura nas sessões de
fotografias de entes já
desencarnados.
Um dos retratos desenhados
na obscuridade, onde foram
gastos 30 segundos
Materialização:
D’Esperance materializava objetos
também. Certa vez, materializou em
uma única sessão, 27 rosas e mais
algumas plantas, uma dessas
plantas foi mantida numa estufa por
três meses, depois acabou secando.
Também foi materializado
um lírio dourado de cerca
de 2,27 m de altura,
quando ereta, o mesmo se
conservou durante uma
semana e depois
dissolveu-se e
desapareceu
Ectoplasma:
Através do
ectoplasma,
espíritos eram
materializados
através de
D’Esperance
A médium e o Espírito
materializado
fotografados juntos. A
primeira protege os
olhos da claridades,
segundo uma foto em
junho, 1890.
Respostas aos Pesquisadores
Pesquisadores renomados da época
fizeram diversos estudos com a médium.
Alexander Aksakof e Barkas, foram
alguns deles.
Em inúmeras questões realizadas,
D’Esperance respondia em diversos
idiomas quando em transe, em alemão,
inglês, latim.
Conclusão
Apesar do modismo da época, fins do
século XIX, D’Esperance sofreu muito.
Mas graças a essa variedade de
mediunidades, sua missão contribuiu para
demonstrar aos encarnados a existência
do mundo espiritual e consequentemente
a continuidade da vida, após a vida.
“Os que vierem depois de mim talvez
venham a sofrer quanto eu tenho sofrido
pela ignorância das leis de Deus. Quando
o mundo for mais sábio que no passado,
é possível que os que tomarem as tarefas
na nova geração, não tenham que lutar,
como lutei, contra o fanatismo estreito e o
julgamento dos adversários.”
Elisabeth D’ Esperance
Obrigada!

Elisabeth D’Esperance

  • 1.
  • 2.
    Objetivo Falar um poucosobre a vida de Elisabeth D’Esperance. Uma das maiores e mais importantes médiuns do movimento espírita europeu e da história do Espiritismo em geral.
  • 3.
    O Consolador Prometido... Jesuspoucas horas antes de ser entregue aos judeus partilhava com seus apóstolos da última ceia,e, tendo com eles um diálogo memorável, proferiu as seguintes palavras: “Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro consolador, para que fique eternamente convosco, o Espírito da Verdade……”, (João XIV: 15 a 17; 26). Corria o ano 33 da era Cristã, e podemos deduzir que desde esse período até meados de 1800, foram anos de preparação da equipe de Espíritos que viriam ao Planeta Terra fazer cumprir a promessa de Jesus. Era a Equipe do Espírito da Verdade composta por desencarnados e encarnados que viabilizariam a chegada do Consolador Prometido.
  • 4.
    Elisabeth D’Esperance Fazendo partedessa equipe vamos encontrar Elisabeth D’Espérance, nascida aos 13 de maio de 1849, em Edimburgo, Escócia – Grã Bretanha, com o nome de Elizabeth Hope, passando a ser conhecida como Mme. D’Esperance.
  • 5.
    Conhecendo um PoucoMais... Teve uma infância de classe média, porém, conturbada por visões de diversos Espíritos. Como ninguém via esses Espíritos, D’Espérance sofreu muito, era desacreditada, tornou-se uma criança solitária. Sua mãe chegou a ter atitudes violentas para com ela e seu pai precisou afastá-la por um período para que a relação entre as duas melhorasse.
  • 6.
    Seu pai eraum comandante de navio e passava a maior parte do tempo em viagens. Aos 19 anos, saiu da casa de seus pais, pois se casou com o Sr. Reed, em 1874. Faleceu em 20 de Julho de 1918, na Alemanha.
  • 7.
    As Primeiras Manifestações... Nasua primeira infância, D’Esperance via os espíritos circularem no casarão onde morava. E era taxada como louca todas as vezes que revelava suas visões a alguém. Aos 13 e 14 anos o convívio com a mãe se tornou intolerável, pois a mãe não a compreendia .
  • 8.
    Sua saúde seabalara, a cada dia se tornava mais precária e os conflitos com a mãe, aumentava. Foi quando seu pai resolveu a levá-la para uma de suas viagens de trabalho, pelo mar Mediterrâneo.
  • 9.
    Um Navio Fantasma... Durantea viagem com o pai, a pesar de se sentir bem com a tripulação do navio e com os dias agradáveis em alto mar, D’Esperance, também sofreu com as visões. Ela viu um navio atravessar o navio que estava como se fosse uma nuvem.
  • 10.
    Mas antes dever o navio fantasma atravessar o que estava, se assustou muito, pois achou que o navio que se aproximava era de verdade e que os navios se chocariam. A tripulação do navio não acreditou no relato, e a mesma sofreu muito com o ocorrido.
  • 11.
    A Redação Escolar... Certavez, ainda nos tempos de escola, houve um concurso de redação, onde o tema era “A Natureza”. A jovem D’Esperance, estava sem inspiração nenhuma e não fez a redação. No dia de entregar, em seu caderno estava a redação feita e com a sua letra.
  • 12.
    Sua redação ficoufora do concurso, pois estava tão bem escrita que não poderia concorrer com os demais alunos, estava muito acima da média.
  • 13.
    O Interesse pelaDoutrina Espírita O final de sua adolescência, foi de uma jovem normal, voltou a se relacionar com os amigos da escola, recuperou por completo a sua saúde, e não teve visões e sonhos. E após o seu casamento, os “fantasmas”, voltaram a aparecer.
  • 14.
    Foi através deum casal de amigos, que conheceu as mesas girantes. Ao tempo, foi se acostumando e a frequentar as sessões, tão em moda naquela época. Um acontecimento, fez D’Esperance buscar ajuda nas sessões. Sua mãe ficou doente e elas não sabiam ao certo, aonde o pai estava.
  • 15.
    A mesa informoucom detalhes onde o pai de D’Esperance estava, inclusive o nome do navio. Possibilitando a comunicação e volta dele para casa.
  • 16.
    As Experimentações... D’Esperance foiuma poderosa médium de efeitos físicos: psicografia, clarividência, telefotografia, pinturas mediúnicas. Mas foi em uma das sessões das mesas girantes, quando os participantes estavam descobrindo outros fenômenos, que D’Esperance começou as experimentações mediúnicas.
  • 17.
    Clarividência: As experimentações comdiversos participantes do grupo, os resultados foram medíocres. Quando chegou a vez de D’Esperance, ela descreveu minuciosamente um fato ocorrido há 12 anos atrás com um dos participantes do grupo.
  • 18.
    Mais Experimentações... Psicografia: D’Esperance começoua psicografar diversas cartas, as primeiras foi de um jovem soldado, um filósofo e uma garotinha de sete anos.
  • 19.
    Telefotografia: Enquanto psicografava, ela tambémdesenhava rostos de desencarnados, esses desenhos eram de alta qualidade, como se fossem fotografias. Grande era a procura nas sessões de fotografias de entes já desencarnados. Um dos retratos desenhados na obscuridade, onde foram gastos 30 segundos
  • 20.
    Materialização: D’Esperance materializava objetos também.Certa vez, materializou em uma única sessão, 27 rosas e mais algumas plantas, uma dessas plantas foi mantida numa estufa por três meses, depois acabou secando.
  • 22.
    Também foi materializado umlírio dourado de cerca de 2,27 m de altura, quando ereta, o mesmo se conservou durante uma semana e depois dissolveu-se e desapareceu
  • 23.
    Ectoplasma: Através do ectoplasma, espíritos eram materializados atravésde D’Esperance A médium e o Espírito materializado fotografados juntos. A primeira protege os olhos da claridades, segundo uma foto em junho, 1890.
  • 24.
    Respostas aos Pesquisadores Pesquisadoresrenomados da época fizeram diversos estudos com a médium. Alexander Aksakof e Barkas, foram alguns deles. Em inúmeras questões realizadas, D’Esperance respondia em diversos idiomas quando em transe, em alemão, inglês, latim.
  • 25.
    Conclusão Apesar do modismoda época, fins do século XIX, D’Esperance sofreu muito. Mas graças a essa variedade de mediunidades, sua missão contribuiu para demonstrar aos encarnados a existência do mundo espiritual e consequentemente a continuidade da vida, após a vida.
  • 26.
    “Os que vieremdepois de mim talvez venham a sofrer quanto eu tenho sofrido pela ignorância das leis de Deus. Quando o mundo for mais sábio que no passado, é possível que os que tomarem as tarefas na nova geração, não tenham que lutar, como lutei, contra o fanatismo estreito e o julgamento dos adversários.” Elisabeth D’ Esperance
  • 27.