EDUCAÇAO PARA O CONSUMO




Trabalho realizado por:

André nº16 8ºE

Nuno nº15 8ºE
Escola eb 2, 3 Egas Moniz


Educação para o Consumo



Fast Food

Fast-food ("comida rápida" em inglês), (Em
Portugal, se diz comida pronta) é o nome genérico
dado ao consumo de refeições que podem ser
preparadas e servidas em um intervalo pequeno
de tempo. São comercializados desta maneira os
sanduíches, pizzas e pastéis (no Brasil), entre
outros. Aplica-se comummente à comida vendida
em lojas pertencentes às grandes redes de
alimentação. O mesmo alimento, que por vezes é
vendido como refeição rápida, pode também ser consumido em restaurantes. O fast-
food virou sinónimo de um estilo de vida stressante que vem sendo criticado desde o
final do século XX. O principal movimento organizado de contraposição é chamado de
slow food ("comida lenta"), e teve sua origem na Itália, no ano de 1986. Alimentos
servidos nas ruas, por vendedores ambulantes, conhecida também como street food
("comida de rua") é uma prática que remonta à Antiguidade e tem presença em
praticamente todas as regiões do mundo moderno e que pode ser considerada uma
forma de fast-food.




Fast Food – História
Os restaurantes estiveram presentes, de algum modo, na maior parte da história da
civilização humana, mas normalmente atendiam os viajantes. Desde a Grécia antiga e
Roma, hospedarias e tavernas geralmente serviam comida às pessoas que tinham uma
razão para estar longe de casa. Esta tendência continuou até recentemente. Embora as
tavernas e cafés tenham sido locais populares para se reunir e beber no século 17, a
ideia de comer fora por diversão era desconhecida na sociedade ocidental até finais do
Escola eb 2, 3 Egas Moniz


século 18. Embora o McDonald's tenha sido o primeiro restaurante a usar o sistema de
linha de montagem, algumas pessoas pensam que o White Castle foi a primeira cadeia
de fast food. White Castle foi criado em 1921, em Wichita, Kansas. Naquele tempo, a
maioria das pessoas achavam que os hambúrgueres vendidos em feiras, circos, e por
vendedores ambulantes eram de baixa qualidade. Muitas pessoas pensavam que o
hambúrguer vinha de sobras de matadouros e carne deteriorada.




Fast Food – Restaurantes
A alimentação de baixo custo está a ganhar”terreno” no mercado. As vendas de
marcas como Burger King, Pans, KFC e Companhia das Sandes estão em crescimento,
ao passo que os restaurantes convencionais registam quebras.


Em Portugal há mais de 10 restaurantes de fast-food por distrito e isso faz com que
esses restaurantes tenham mais lucros e mais clientes fazendo com que os
restaurantes tradicionais de comida saudável fiquem com mais prejuízos, menos
clientes, e isso faz com que alguns deles cheguem mesmo a fechar por falta de
clientes.


A população vai mais vezes aos restaurantes de fast-food porque é a comida de lá,
apesar de não ser saudável é saborosa e é mais barata.




                                 Fast Food – Perigos
Escola eb 2, 3 Egas Moniz


Num mundo acelerado como o nosso, qualquer coisa que nos ofereça comodidade e
conveniência a baixo custo, tem futuro garantido.
É por ir ao encontro destas nossas «necessidades», que a indústria “fast food” se tem
conseguido enraizar nas nossas vidas.


Dada a situação de termos estas necessidades
de não perder tempo e de comodidade, e de
existir alguém que as satisfaça, levar-nos-ia a
crer que não temos nada a perder, certo?


À primeira vista sim. Infelizmente apenas parte está correcto.
Peritos em Saúde Pública denunciaram há já algum tempo, a existência de problemas
associados à chamada “comida de conveniência”, devido à sua composição à base de
ingredientes pouco saudáveis.


No documentário "Super Size Me", Morgan Spurlock, o realizador, vai numa cruzada
para apurar a veracidade destes argumentos. A viagem levou-o a atravessar os EUA, à
procura dos factos, colocando também o seu próprio corpo à prova, alimentando-se
apenas no McDonald's, durante um mês, com apenas três regras:


            1- Sem opções: tinha que comer o que estava disponível,
            2- Não podia comer o menu grande, excepto se oferecido,
            3- Tinha que comer todos os itens do menu pelo menos uma vez.


Antes de iniciar a viagem, fez inúmeros exames médicos, que o declararam em perfeita
saúde.
No entanto, durante a sua cruzada, o seu estado de saúde foi-se alterando,
drasticamente, e Spurlock começou a sentir dores no peito e dificuldades em respirar.
Começou também a entrar em depressão, sofrer de insónias e com tremores. O seu
fígado deixou de funcionar e o médico implorou-lhe que parasse. Estava no dia 20.
Mas ele persistiu e acabou com 12 quilos a mais e bem mais pobre.
Escola eb 2, 3 Egas Moniz


O que se passou com a comida para provocar este efeito?
A fast food é chamada de conveniente, porque, para nós, é exactamente isso:
conveniente para nós. Mas também o é para o fabricante, e esta conveniência provém
da produção em massa e barata dos ingredientes.


O valor nutricional do produto é sacrificado em detrimento desta conveniência. Para
devolver todos os sabores perdidos durante o processamento dos ingredientes, são
adicionadas grandes quantidades de açúcares, gorduras e sal, para que nos
proporcionem as sensações adequadas.
Contudo, sabe-se que, quando em excesso,
estes ingredientes provocam consequências,
como:


As gorduras usadas neste tipo de produtos, as
chamadas gorduras saturadas, aumentam os
níveis de colesterol, provocando coágulos nas artérias e aumentando o risco de
doenças coronárias.


O excesso de açúcares na “comida de plástico” é motivo de grande preocupação. Não
só pelo reconhecido impacto na saúde dentária, mas também pela sua ligação directa
à obesidade, às doenças cardíacas e até ao cancro.


O sal em excesso é responsável em grande parte pelo aumento da pressão arterial e
aumenta o risco de ataques cardíacos.


A experiência de Morgan Spurlock levou-o a uma exposição constante a grandes
quantidades destas comidas de alto risco.
E o facto das consequências potencialmente perigosas, num período tão curto de
tempo, serem tão graves e óbvias, é um problema, ao qual devemos estar alerta.
Escola eb 2, 3 Egas Moniz


Não é que não haja espaço nas nossas vidas para esta conveniência. Temos é de
diminuir ao máximo a nossa dependência dela e passar a ver este tipo de comidas
como uma alternativa a uma dieta normal e saudável.




Fast Food – A nossa opinião
Nos achamos que a comida fast food, apesar de ser muito boa, faz muito mal se
comer-mos em excesso.
A comida fast food é uma comida preparada e servida rapidamente a baixo custo que
faz as pessoas a frequentarem estes estabelecimentos.
A comida fast food é servida nos estabelecimentos mas, recentemente, os
estabelecimentos de comida fast food têm promovido outros tipos de serviços de
comida como o drive-in, take-away e take-out.

Educação para o consumo

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    EDUCAÇAO PARA OCONSUMO Trabalho realizado por: André nº16 8ºE Nuno nº15 8ºE
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    Escola eb 2,3 Egas Moniz Educação para o Consumo Fast Food Fast-food ("comida rápida" em inglês), (Em Portugal, se diz comida pronta) é o nome genérico dado ao consumo de refeições que podem ser preparadas e servidas em um intervalo pequeno de tempo. São comercializados desta maneira os sanduíches, pizzas e pastéis (no Brasil), entre outros. Aplica-se comummente à comida vendida em lojas pertencentes às grandes redes de alimentação. O mesmo alimento, que por vezes é vendido como refeição rápida, pode também ser consumido em restaurantes. O fast- food virou sinónimo de um estilo de vida stressante que vem sendo criticado desde o final do século XX. O principal movimento organizado de contraposição é chamado de slow food ("comida lenta"), e teve sua origem na Itália, no ano de 1986. Alimentos servidos nas ruas, por vendedores ambulantes, conhecida também como street food ("comida de rua") é uma prática que remonta à Antiguidade e tem presença em praticamente todas as regiões do mundo moderno e que pode ser considerada uma forma de fast-food. Fast Food – História Os restaurantes estiveram presentes, de algum modo, na maior parte da história da civilização humana, mas normalmente atendiam os viajantes. Desde a Grécia antiga e Roma, hospedarias e tavernas geralmente serviam comida às pessoas que tinham uma razão para estar longe de casa. Esta tendência continuou até recentemente. Embora as tavernas e cafés tenham sido locais populares para se reunir e beber no século 17, a ideia de comer fora por diversão era desconhecida na sociedade ocidental até finais do
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    Escola eb 2,3 Egas Moniz século 18. Embora o McDonald's tenha sido o primeiro restaurante a usar o sistema de linha de montagem, algumas pessoas pensam que o White Castle foi a primeira cadeia de fast food. White Castle foi criado em 1921, em Wichita, Kansas. Naquele tempo, a maioria das pessoas achavam que os hambúrgueres vendidos em feiras, circos, e por vendedores ambulantes eram de baixa qualidade. Muitas pessoas pensavam que o hambúrguer vinha de sobras de matadouros e carne deteriorada. Fast Food – Restaurantes A alimentação de baixo custo está a ganhar”terreno” no mercado. As vendas de marcas como Burger King, Pans, KFC e Companhia das Sandes estão em crescimento, ao passo que os restaurantes convencionais registam quebras. Em Portugal há mais de 10 restaurantes de fast-food por distrito e isso faz com que esses restaurantes tenham mais lucros e mais clientes fazendo com que os restaurantes tradicionais de comida saudável fiquem com mais prejuízos, menos clientes, e isso faz com que alguns deles cheguem mesmo a fechar por falta de clientes. A população vai mais vezes aos restaurantes de fast-food porque é a comida de lá, apesar de não ser saudável é saborosa e é mais barata. Fast Food – Perigos
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    Escola eb 2,3 Egas Moniz Num mundo acelerado como o nosso, qualquer coisa que nos ofereça comodidade e conveniência a baixo custo, tem futuro garantido. É por ir ao encontro destas nossas «necessidades», que a indústria “fast food” se tem conseguido enraizar nas nossas vidas. Dada a situação de termos estas necessidades de não perder tempo e de comodidade, e de existir alguém que as satisfaça, levar-nos-ia a crer que não temos nada a perder, certo? À primeira vista sim. Infelizmente apenas parte está correcto. Peritos em Saúde Pública denunciaram há já algum tempo, a existência de problemas associados à chamada “comida de conveniência”, devido à sua composição à base de ingredientes pouco saudáveis. No documentário "Super Size Me", Morgan Spurlock, o realizador, vai numa cruzada para apurar a veracidade destes argumentos. A viagem levou-o a atravessar os EUA, à procura dos factos, colocando também o seu próprio corpo à prova, alimentando-se apenas no McDonald's, durante um mês, com apenas três regras:  1- Sem opções: tinha que comer o que estava disponível,  2- Não podia comer o menu grande, excepto se oferecido,  3- Tinha que comer todos os itens do menu pelo menos uma vez. Antes de iniciar a viagem, fez inúmeros exames médicos, que o declararam em perfeita saúde. No entanto, durante a sua cruzada, o seu estado de saúde foi-se alterando, drasticamente, e Spurlock começou a sentir dores no peito e dificuldades em respirar. Começou também a entrar em depressão, sofrer de insónias e com tremores. O seu fígado deixou de funcionar e o médico implorou-lhe que parasse. Estava no dia 20. Mas ele persistiu e acabou com 12 quilos a mais e bem mais pobre.
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    Escola eb 2,3 Egas Moniz O que se passou com a comida para provocar este efeito? A fast food é chamada de conveniente, porque, para nós, é exactamente isso: conveniente para nós. Mas também o é para o fabricante, e esta conveniência provém da produção em massa e barata dos ingredientes. O valor nutricional do produto é sacrificado em detrimento desta conveniência. Para devolver todos os sabores perdidos durante o processamento dos ingredientes, são adicionadas grandes quantidades de açúcares, gorduras e sal, para que nos proporcionem as sensações adequadas. Contudo, sabe-se que, quando em excesso, estes ingredientes provocam consequências, como: As gorduras usadas neste tipo de produtos, as chamadas gorduras saturadas, aumentam os níveis de colesterol, provocando coágulos nas artérias e aumentando o risco de doenças coronárias. O excesso de açúcares na “comida de plástico” é motivo de grande preocupação. Não só pelo reconhecido impacto na saúde dentária, mas também pela sua ligação directa à obesidade, às doenças cardíacas e até ao cancro. O sal em excesso é responsável em grande parte pelo aumento da pressão arterial e aumenta o risco de ataques cardíacos. A experiência de Morgan Spurlock levou-o a uma exposição constante a grandes quantidades destas comidas de alto risco. E o facto das consequências potencialmente perigosas, num período tão curto de tempo, serem tão graves e óbvias, é um problema, ao qual devemos estar alerta.
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    Escola eb 2,3 Egas Moniz Não é que não haja espaço nas nossas vidas para esta conveniência. Temos é de diminuir ao máximo a nossa dependência dela e passar a ver este tipo de comidas como uma alternativa a uma dieta normal e saudável. Fast Food – A nossa opinião Nos achamos que a comida fast food, apesar de ser muito boa, faz muito mal se comer-mos em excesso. A comida fast food é uma comida preparada e servida rapidamente a baixo custo que faz as pessoas a frequentarem estes estabelecimentos. A comida fast food é servida nos estabelecimentos mas, recentemente, os estabelecimentos de comida fast food têm promovido outros tipos de serviços de comida como o drive-in, take-away e take-out.