O documento discute os desafios do ecumenismo cristão, argumentando que (1) o foco apenas no que une as religiões em vez do que as diferencia leva a uma fraternidade superficial, (2) questões doutrinárias e ensinamentos bíblicos não devem ser excluídos do diálogo ecumênico e (3) a unidade verdadeira se baseia na essência de Cristo revelada nas Escrituras, não em aspectos burocráticos ou humanos.