O texto discute o mapeamento do conhecimento, afirmando que ele não pode ser feito de forma abrangente e antecipada, mas sim de forma progressiva através da exploração de diferentes regiões do território do saber. O conhecimento é construído a partir da experiência interna desse território, e não de uma visão externa superior. Os mapas do conhecimento precisam ser continuamente redesenhados à medida que novos caminhos são percorridos.