Bruno Luiz da Costa
Estava   andando     pela
estrada, pensando na vida, em
como ela é:
   - em alguns momentos, doce;
   - em outros, amarga como fel.
Foi, então, que me deu
uma    vontade   imensa   de
degustar uma laranja.
Comecei a procurar por
laranjas.
       Andei pelas casas dos
vizinhos e nada de encontrá-
las.
Pedi ajuda aos funcionários
de meu supermercado.
   Eles    procuraram,    mas
também não encontraram.
Procurei     em    cidades
circunvizinhas e... Nada!
Aí, pensei comigo mesmo:
   “Será que apenas eu
desejo encontrar laranjas?!”
Percebi que não.

   Logo, apareceram pessoas
e mais pessoas procurando
laranjas em meu comércio.
Concluí:

    Meu supermercado era
inútil,   repleto   de   coisas
inúteis; pois, nele não havia
laranjas.
Fui para casa; já movido,
mais intensamente, pelo desejo
de obter, pelo menos, uma
laranja.
Vasculhei na Internet, as
prateleiras de todas as redes de
supermercados.

   Nada. ..
Não    havia      uma   única
mísera    laranja,   em    parte
alguma.
E agora?...
Fazer o quê?!
Não tem outro jeito...
Sem laranjas, termino
minha crônica.
CRÉDITOS:

Texto de Bruno Luiz da Costa– aluno da Escola
Estadual “Celestino Nunes” – Paineiras/MG, 2º
Ano do Ensino Médio, turno noturno. Paródia do
texto “Crônica sem Jabuticabas”, de Antonio
Prata.

Imagem: www.google.com.br

Revisão e organização: Prof.ª Arlete C. de Jesus

Música: “Livro da Vida” (Domínio Público) – MP3
Instrumental.

Crônica sem Laranjas... (Bruno Luiz)

  • 1.
  • 2.
    Estava andando pela estrada, pensando na vida, em como ela é: - em alguns momentos, doce; - em outros, amarga como fel.
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    Foi, então, queme deu uma vontade imensa de degustar uma laranja.
  • 4.
    Comecei a procurarpor laranjas. Andei pelas casas dos vizinhos e nada de encontrá- las.
  • 5.
    Pedi ajuda aosfuncionários de meu supermercado. Eles procuraram, mas também não encontraram.
  • 6.
    Procurei em cidades circunvizinhas e... Nada!
  • 7.
    Aí, pensei comigomesmo: “Será que apenas eu desejo encontrar laranjas?!”
  • 8.
    Percebi que não. Logo, apareceram pessoas e mais pessoas procurando laranjas em meu comércio.
  • 9.
    Concluí: Meu supermercado era inútil, repleto de coisas inúteis; pois, nele não havia laranjas.
  • 10.
    Fui para casa;já movido, mais intensamente, pelo desejo de obter, pelo menos, uma laranja.
  • 11.
    Vasculhei na Internet,as prateleiras de todas as redes de supermercados. Nada. ..
  • 12.
    Não havia uma única mísera laranja, em parte alguma.
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    CRÉDITOS: Texto de BrunoLuiz da Costa– aluno da Escola Estadual “Celestino Nunes” – Paineiras/MG, 2º Ano do Ensino Médio, turno noturno. Paródia do texto “Crônica sem Jabuticabas”, de Antonio Prata. Imagem: www.google.com.br Revisão e organização: Prof.ª Arlete C. de Jesus Música: “Livro da Vida” (Domínio Público) – MP3 Instrumental.