O documento explora o conceito de coronelismo eleitoral no Brasil, dividindo-o em três categorias: o coronelismo tradicional, o coronelismo eletrônico a partir da segunda metade do século XX e um novo coronelismo eletrônico, vinculado às mudanças na Constituição de 1988. Destaca como o controle da mídia se transformou em uma nova forma de dominação política, onde os 'coronéis eletrônicos' obtêm poder por meio da concessão e controle das radiodifusões. O texto conclui que, apesar das tentativas de descentralização, a posse das concessões de radiodifusão continua a ser uma moeda de troca essencial nas relações políticas locais e nacionais.