Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

Ademar Freitas
ademarfreitas@vizionbr.com.br
@demafr
Founder e CTO – VIZION Gestão de Negócios Empresariais
Vice Presidente de Sistemas de Informação – SUCESUMS
Conselheiro Diretoria de Eventos StartupMS
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

Curso

CLOUD COMPUTING
DIA 1
Princípios
Evolução da Tecnologia até os dias atuais
Arquiteturas
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

CONCEITO


Termo genérico que envolve a entrega de serviços baseados

exclusivamente na internet;


O termo vem da dinamicidade de uma nuvem, que muda de forma e

local a qualquer momento e sob quaisquer circunstancias;


Entrega de serviços sob demanda e escalável;
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

CONCEITO
"A nuvem é como um grande conjunto de recursos
virtualizados de fácil utilização e acessivel (como
plataformas de hardware, desenvolvimento e/ou serviços).
Esses recursos podem ser dinamicamente reconfigurado
para se ajustar a uma carga variável (escala), permitindo
também uma melhor utilização dos recursos. Este conjunto
de recursos é tipicamente explorado por um modelo payper-use (pagar para usar) em que as garantias são
oferecidas pelo Provedor de Infraestrutura por meios de
SLAs personalizados."
ACM (Association of Computing Machinery)
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

CONCEITO
Visão de Engenheiros de Hardware:


Dimunuir custos;



Aumentar agilidade;



Simplificar operações;



Gerenciar e garantir resiliência;

Visão de Engenheiros de Software


Maior escalabilidade;



Maior confiabilidade;



Diminuição no tempo de entrega;
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

CONCEITO
O que a nuvem não é


Basta ter virtualização;



É sempre pública;



Sempre irá poupar dinheiro;



Quando a gestão de recursos é terceirizada;



Somente Infraestrutura;
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

CONCEITO
Principais caracteristicas


Flexibilidade;



Expansabilidade;



Elasticidade;



Capacidade de recuperação de falhas;
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

CONCEITO
Tipos de nuvem


Públicas ou externas;



Privadas ou internas;



Híbrida ou mista;
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

CONCEITO

2011 = U$ 40 bilhões
2020 = U$ 241 bilhões
Em 2012

74% das Empresas

do mundo utilizam
algum tipo de serviço
de nuvem
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

ONDE SE USA ESSA TAL NUVEM
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

EVOLUÇÃO

SISTEMAS DE
COMUNICAÇÃO

MAINFRAMES

MINI
COMPUTADORES

LOCAL AREA
NETWORK

CLOUD
COMPUTING

VIRTUALIZAÇÃO

MICRO
COMPUTADORES

INTERNET
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

EVOLUÇÃO

SISTEMAS DE
COMUNICAÇÃO

MAINFRAMES

Inicio: década de 50-60;
Inicialmente mono-tarefa;

Com o tempo, adição de periféricos e;

Multi-processamento e primeiras
virtualizações – Compartilhamento de tempo

CLOUD
COMPUTING




MINI
COMPUTADORES

LOCAL AREA
NETWORK

MICRO
COMPUTADORES

VIRTUALIZAÇÃO

INTERNET
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

EVOLUÇÃO

SISTEMAS DE
COMUNICAÇÃO

MAINFRAMES

CLOUD
COMPUTING

Início: 1960
Conectados ao processador do host diretamente
à linha telefonica dedicada, ponto-a-ponto;

Conexão dial-up, via modem;

Dial-up, até 2400 bits por segundo;
VIRTUALIZAÇÃO

Permitiu a criação de terminais burros ou dispositivos
de tela verde;



MINI
COMPUTADORES

LOCAL AREA
NETWORK

MICRO
COMPUTADORES

INTERNET
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

EVOLUÇÃO

SISTEMAS DE
COMUNICAÇÃO

MAINFRAMES

CLOUD
COMPUTING

Início: 1970 - 1980
Possuia capacidade de processamento, porém
reduzida;

Aplicações especializadas – Cálculo, planilhas..;

Iniciou-se a padronização entre fornecedores de
VIRTUALIZAÇÃO
hardware e software;

Conexão entre mini-computadores (LAN);



MINI
COMPUTADORES

LOCAL AREA
NETWORK

MICRO
COMPUTADORES

INTERNET
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

"Não é necessário ter um
computador em cada casa",
Ken Olsen, fundador de Digital
Equipment, em 1977
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EVOLUÇÃO

SISTEMAS DE
COMUNICAÇÃO

MAINFRAMES

CLOUD
COMPUTING

Início: 1980 em diante
Maior velocidade de transferencias –
Ethernet 10Mb até 100 Mb por segundo;

Novamente problemas com padronização...

Primeiros servidores de arquivos;
VIRTUALIZAÇÃO

Desenvolvimento de novos servidores;



MINI
COMPUTADORES

LOCAL AREA
NETWORK

MICRO
COMPUTADORES

INTERNET
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

EVOLUÇÃO

SISTEMAS DE
COMUNICAÇÃO

MAINFRAMES

CLOUD
COMPUTING

Início: 1970
Independência total de processamento do Mainframe;

Personal Computer - PC;

Investimentos em evolução de Hardware e SO's

Evolução – Mais processamento, mais barato –
VIRTUALIZAÇÃO
Lei de Moore;



MINI
COMPUTADORES

LOCAL AREA
NETWORK

MICRO
COMPUTADORES

INTERNET
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

EVOLUÇÃO

SISTEMAS DE
COMUNICAÇÃO

MAINFRAMES

CLOUD
COMPUTING

Início: 1970
ARPANET;

Envio de pacotes criptografados entre o Departamento de
Defesa dos Estados Unidos;

Criação do Protocolo de Internet – Padronização
VIRTUALIZAÇÃO

Criação do HTTP;



MINI
COMPUTADORES

LOCAL AREA
NETWORK

Objetivos iniciais:

Criação de uma comunicação confiável entre dispositivos;

Conectar entre diferentes dispositivos;

MICRO
Posteriormente, ser um esforço
INTERNET
colaborativo, não controlado
COMPUTADORES
por uma única organização;
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ARQUITETURAS DE CLOUD
EVOLUÇÃO
COMPUTING
SISTEMAS DE
COMUNICAÇÃO

MAINFRAMES

CLOUD
COMPUTING

Solução que integra alto processamento com
alta velocidade de internet;

Advém da evolução de múltiplos
processadores ou multiplos núcleos;

Capacidade de utilizar ao máximo o
VIRTUALIZAÇÃO
equipamento;

TI Verde;


MINI
COMPUTADORES

LOCAL AREA
NETWORK

MICRO
COMPUTADORES

INTERNET
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

EVOLUÇÃO

SISTEMAS DE
COMUNICAÇÃO

MAINFRAMES

CLOUD
COMPUTING

Entrega de serviços utilizando a internet e
recursos computacionais compartilhados;

Disponibilidade de armazenamento e
processamento;

Baixo custo;
VIRTUALIZAÇÃO

Alta velocidade;

Agilidade de implementação;


MINI
COMPUTADORES

LOCAL AREA
NETWORK

MICRO
COMPUTADORES

INTERNET
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

ARQUITETURA DE SERVIÇOS DE
CLOUD COMPUTING

SaaS

Software as a Service

PaaS

Plataform as a Service

IaaS

Infraestruture as
a Service

CaaS
Communication
as a Service

Maas
Monitoring as
a Service
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

ARQUITETURA DE SERVIÇOS DE CLOUD COMPUTING
CaaS
Corresponde à entrega de serviços de comunicação através da internet;

Pode ser Privada ou Publica;

Pode atender a toda a demanda da empresa, eliminando PABX ou simplesmente
ser utilizado para conferencias entre equipes remotas;

Tecnologias mais comuns:

VOIP;

Skype;

IM;

Whatsapp;

Hangout;

Mensageiros internos;
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

ARQUITETURA DE SERVIÇOS DE CLOUD COMPUTING
MaaS
Ferramentas que dispõem funcionalidades de Monitoramento de Serviços Cloud, ou seja,
através de permissões específicas no Datacenter, esses serviços fazem varreduras em busca
de falhas e erros.
Caracteristicas:

Não é obrigatório a instalação no datacenter local;

Monitora diversos níveis de serviços e camadas;

Realiza análise de logs;

Alertas e Notificações em tempo real;
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ARQUITETURA DE SERVIÇOS DE
CLOUD COMPUTING

SaaS

Software as a Service

PaaS

Plataform as a Service

IaaS

Infraestruture as
a Service

CaaS
Communication
as a Service

Maas
Monitoring as
a Service
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

ARQUITETURA DE SERVIÇOS DE
CLOUD COMPUTING

Pre-Cloud
Cloud-Hosted
Cloud-Optimized
Cloud-Native
Associação de Usuários de Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul

http://www.ibm.com/developerworks/cloud/

http://www.windowsazure.com/en-us/documentation/

http://awshub.com.br
http://aws.amazon.com/pt/activate/
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OBRIGADO!

Cloud computing-curso-dia1

  • 1.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul
  • 2.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul Ademar Freitas ademarfreitas@vizionbr.com.br @demafr Founder e CTO – VIZION Gestão de Negócios Empresariais Vice Presidente de Sistemas de Informação – SUCESUMS Conselheiro Diretoria de Eventos StartupMS
  • 3.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul Curso CLOUD COMPUTING DIA 1 Princípios Evolução da Tecnologia até os dias atuais Arquiteturas
  • 4.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul
  • 5.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul CONCEITO  Termo genérico que envolve a entrega de serviços baseados exclusivamente na internet;  O termo vem da dinamicidade de uma nuvem, que muda de forma e local a qualquer momento e sob quaisquer circunstancias;  Entrega de serviços sob demanda e escalável;
  • 6.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul CONCEITO "A nuvem é como um grande conjunto de recursos virtualizados de fácil utilização e acessivel (como plataformas de hardware, desenvolvimento e/ou serviços). Esses recursos podem ser dinamicamente reconfigurado para se ajustar a uma carga variável (escala), permitindo também uma melhor utilização dos recursos. Este conjunto de recursos é tipicamente explorado por um modelo payper-use (pagar para usar) em que as garantias são oferecidas pelo Provedor de Infraestrutura por meios de SLAs personalizados." ACM (Association of Computing Machinery)
  • 7.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul CONCEITO Visão de Engenheiros de Hardware:  Dimunuir custos;  Aumentar agilidade;  Simplificar operações;  Gerenciar e garantir resiliência; Visão de Engenheiros de Software  Maior escalabilidade;  Maior confiabilidade;  Diminuição no tempo de entrega;
  • 8.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul CONCEITO O que a nuvem não é  Basta ter virtualização;  É sempre pública;  Sempre irá poupar dinheiro;  Quando a gestão de recursos é terceirizada;  Somente Infraestrutura;
  • 9.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul CONCEITO Principais caracteristicas  Flexibilidade;  Expansabilidade;  Elasticidade;  Capacidade de recuperação de falhas;
  • 10.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul CONCEITO Tipos de nuvem  Públicas ou externas;  Privadas ou internas;  Híbrida ou mista;
  • 11.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul CONCEITO 2011 = U$ 40 bilhões 2020 = U$ 241 bilhões Em 2012 74% das Empresas do mundo utilizam algum tipo de serviço de nuvem
  • 12.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul ONDE SE USA ESSA TAL NUVEM
  • 13.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul EVOLUÇÃO SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MAINFRAMES MINI COMPUTADORES LOCAL AREA NETWORK CLOUD COMPUTING VIRTUALIZAÇÃO MICRO COMPUTADORES INTERNET
  • 14.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul EVOLUÇÃO SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MAINFRAMES Inicio: década de 50-60; Inicialmente mono-tarefa;  Com o tempo, adição de periféricos e;  Multi-processamento e primeiras virtualizações – Compartilhamento de tempo CLOUD COMPUTING   MINI COMPUTADORES LOCAL AREA NETWORK MICRO COMPUTADORES VIRTUALIZAÇÃO INTERNET
  • 15.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul EVOLUÇÃO SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MAINFRAMES CLOUD COMPUTING Início: 1960 Conectados ao processador do host diretamente à linha telefonica dedicada, ponto-a-ponto;  Conexão dial-up, via modem;  Dial-up, até 2400 bits por segundo; VIRTUALIZAÇÃO  Permitiu a criação de terminais burros ou dispositivos de tela verde;   MINI COMPUTADORES LOCAL AREA NETWORK MICRO COMPUTADORES INTERNET
  • 16.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul
  • 17.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul EVOLUÇÃO SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MAINFRAMES CLOUD COMPUTING Início: 1970 - 1980 Possuia capacidade de processamento, porém reduzida;  Aplicações especializadas – Cálculo, planilhas..;  Iniciou-se a padronização entre fornecedores de VIRTUALIZAÇÃO hardware e software;  Conexão entre mini-computadores (LAN);   MINI COMPUTADORES LOCAL AREA NETWORK MICRO COMPUTADORES INTERNET
  • 18.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul "Não é necessário ter um computador em cada casa", Ken Olsen, fundador de Digital Equipment, em 1977
  • 19.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul EVOLUÇÃO SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MAINFRAMES CLOUD COMPUTING Início: 1980 em diante Maior velocidade de transferencias – Ethernet 10Mb até 100 Mb por segundo;  Novamente problemas com padronização...  Primeiros servidores de arquivos; VIRTUALIZAÇÃO  Desenvolvimento de novos servidores;   MINI COMPUTADORES LOCAL AREA NETWORK MICRO COMPUTADORES INTERNET
  • 20.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul EVOLUÇÃO SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MAINFRAMES CLOUD COMPUTING Início: 1970 Independência total de processamento do Mainframe;  Personal Computer - PC;  Investimentos em evolução de Hardware e SO's  Evolução – Mais processamento, mais barato – VIRTUALIZAÇÃO Lei de Moore;   MINI COMPUTADORES LOCAL AREA NETWORK MICRO COMPUTADORES INTERNET
  • 21.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul EVOLUÇÃO SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MAINFRAMES CLOUD COMPUTING Início: 1970 ARPANET;  Envio de pacotes criptografados entre o Departamento de Defesa dos Estados Unidos;  Criação do Protocolo de Internet – Padronização VIRTUALIZAÇÃO  Criação do HTTP;   MINI COMPUTADORES LOCAL AREA NETWORK Objetivos iniciais:  Criação de uma comunicação confiável entre dispositivos;  Conectar entre diferentes dispositivos;  MICRO Posteriormente, ser um esforço INTERNET colaborativo, não controlado COMPUTADORES por uma única organização;
  • 22.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul ARQUITETURAS DE CLOUD EVOLUÇÃO COMPUTING SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MAINFRAMES CLOUD COMPUTING Solução que integra alto processamento com alta velocidade de internet;  Advém da evolução de múltiplos processadores ou multiplos núcleos;  Capacidade de utilizar ao máximo o VIRTUALIZAÇÃO equipamento;  TI Verde;  MINI COMPUTADORES LOCAL AREA NETWORK MICRO COMPUTADORES INTERNET
  • 23.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul EVOLUÇÃO SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO MAINFRAMES CLOUD COMPUTING Entrega de serviços utilizando a internet e recursos computacionais compartilhados;  Disponibilidade de armazenamento e processamento;  Baixo custo; VIRTUALIZAÇÃO  Alta velocidade;  Agilidade de implementação;  MINI COMPUTADORES LOCAL AREA NETWORK MICRO COMPUTADORES INTERNET
  • 24.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul ARQUITETURA DE SERVIÇOS DE CLOUD COMPUTING SaaS Software as a Service PaaS Plataform as a Service IaaS Infraestruture as a Service CaaS Communication as a Service Maas Monitoring as a Service
  • 25.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul ARQUITETURA DE SERVIÇOS DE CLOUD COMPUTING CaaS Corresponde à entrega de serviços de comunicação através da internet;  Pode ser Privada ou Publica;  Pode atender a toda a demanda da empresa, eliminando PABX ou simplesmente ser utilizado para conferencias entre equipes remotas;  Tecnologias mais comuns:  VOIP;  Skype;  IM;  Whatsapp;  Hangout;  Mensageiros internos;
  • 26.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul ARQUITETURA DE SERVIÇOS DE CLOUD COMPUTING MaaS Ferramentas que dispõem funcionalidades de Monitoramento de Serviços Cloud, ou seja, através de permissões específicas no Datacenter, esses serviços fazem varreduras em busca de falhas e erros. Caracteristicas:  Não é obrigatório a instalação no datacenter local;  Monitora diversos níveis de serviços e camadas;  Realiza análise de logs;  Alertas e Notificações em tempo real;
  • 27.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul ARQUITETURA DE SERVIÇOS DE CLOUD COMPUTING SaaS Software as a Service PaaS Plataform as a Service IaaS Infraestruture as a Service CaaS Communication as a Service Maas Monitoring as a Service
  • 28.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul ARQUITETURA DE SERVIÇOS DE CLOUD COMPUTING Pre-Cloud Cloud-Hosted Cloud-Optimized Cloud-Native
  • 29.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul http://www.ibm.com/developerworks/cloud/ http://www.windowsazure.com/en-us/documentation/ http://awshub.com.br http://aws.amazon.com/pt/activate/
  • 30.
    Associação de Usuáriosde Informática e T elecomunicações de Mato Grosso do Sul OBRIGADO!

Notas do Editor

  • #4 Apresentação Falar sobre o que vou explicar – conceitos, ideias, dicas
  • #7 Citar o que é a nuvem, falar um pouco sobre a tecnologia em s e sobre o texto citado. Falar sobre cada item, o que não é.
  • #12 Numeros que exemplificam a dimensão; Valores; Quantidade de empresas que estão usando, usuarios que estao usado; Numero elevado de uso, mas usam mal e muitas nem sabem que usam;
  • #13 Falar sobre o uso diário pessoa / uso corporativo da nuvem; Usuários comuns que usam gmail, editores de textos, armazenamento de arquivos, gestão financeira... Empresas de médio porte que usam para e-mail corporativo, Hospedagem de serviçis, compartilhamento de arquivos; Empresas de grande porte que utilizam para grandes processamento de dados (citar petrobrás, nasa...) , tratamendo de imagens (dados metereológicos, dados geoespaciais, e-commerce...)Dispositivos suportados;
  • #14 Falar sobre a evolução/revolução - crista da onda; Tecnologia desruptiva, não há limites de uso; Acumulo de tecnologias; Abrangencia; Forma de se pensar diferente desde a decisao de adoção;
  • #15 Falar sobre a evolução/revolução - crista da onda; Tecnologia desruptiva, não há limites de uso; Acumulo de tecnologias; Abrangencia; Forma de se pensar diferente desde a decisao de adoção;
  • #16 Falar sobre a evolução/revolução - crista da onda; Tecnologia desruptiva, não há limites de uso; Acumulo de tecnologias; Abrangencia; Forma de se pensar diferente desde a decisao de adoção;
  • #18 Falar sobre a evolução/revolução - crista da onda; Tecnologia desruptiva, não há limites de uso; Acumulo de tecnologias; Abrangencia; Forma de se pensar diferente desde a decisao de adoção;
  • #20 Falar sobre a evolução/revolução - crista da onda; Tecnologia desruptiva, não há limites de uso; Acumulo de tecnologias; Abrangencia; Forma de se pensar diferente desde a decisao de adoção;
  • #21 Falar sobre a evolução/revolução - crista da onda; Tecnologia desruptiva, não há limites de uso; Acumulo de tecnologias; Abrangencia; Forma de se pensar diferente desde a decisao de adoção;
  • #22 Falar sobre a evolução/revolução - crista da onda; Tecnologia desruptiva, não há limites de uso; Acumulo de tecnologias; Abrangencia; Forma de se pensar diferente desde a decisao de adoção;
  • #23 Falar sobre a evolução/revolução - crista da onda; Tecnologia desruptiva, não há limites de uso; Acumulo de tecnologias; Abrangencia; Forma de se pensar diferente desde a decisao de adoção;
  • #24 Falar sobre a evolução/revolução - crista da onda; Tecnologia desruptiva, não há limites de uso; Acumulo de tecnologias; Abrangencia; Forma de se pensar diferente desde a decisao de adoção;
  • #29 Serviços e modelos de infraestrutura; Pré cloud – 10 – 15 anos atras Não há possibilidade de uso em cloud, pode-se fazer VPN, mas não é cloud Exemplo: office, ERP legado Cloud Hosted Usa infraestrutura cloud, esta em datacenter. Mas n usa escalation Exemplo Banking Otimizadas Quase cloud, não tanta interferencia humana Nativo – Pensado em cloud, possui processos inteligentes de escalonamento, elastic Exemplo netflix, instagram, facebook