O poema descreve as compras de Natal como um momento de ilusão e extravagância, onde as lojas e as pessoas se enfeitam com símbolos que não representam a realidade do ano todo. As pessoas gastam seu dinheiro em presentes caros e inúteis para agradar os outros, em vez de doações para os necessitados. A autora critica esta tradição de presentear objetos que não servem para nada além de entretenimento momentâneo.