MUNDO > GEOGRAFIA – ECOLOGIA
CAPITAL > ECONOMIA
Economia: Do Latim Oeconomia, do Gergo OIKONOMIA, “administração de uma casa”, de OIKOS, “casa”,
mais NOMEIN, “gerenciar, colocar em ordem”, de NOMOS, “lei”.
Ecologia: Do grego. oîkos,on 'casa' + gr. lógos,ou 'linguagem'; Conhecer a sua “morada”.
Homem Sedentário – Revolução Agrícola
Ambiente de trocas –
Escambo, permuta,
troca direta ou,
simplesmente, troca
DINHEIRO >
Moeda Mercadoria (da antiguidade até
recentemente)
Metais / Moedas cunhadas (sec. VII ac)
Papel Moeda (recibos de valores na
Idade média)
Papel moeda lastreado – banco central
(a reserva em ouro que um país possui,
servindo de garantia de valor da sua
moeda, hoje também feita em dólares).
ERA INDUSTRIAL – CAPITALISMO
LUCRO (DINHEIRO)
PRODUÇÃO DE MAIS VALIA
CICLO DE REALIZAÇÃO DO CAPITAL
CUSTO DE PRODUÇÃO (MATERIA PRIMA,
TRABALHO, ENERGIA)-PREÇO-VENDA-LUCRO
CAPITAL PRODUTIVO – TRABALHO COMO BASE
DA REPRODUÇÃO DO CAPITAL
Do ponto de vista macroeconômico, é todo capital empregado nos mercados
de títulos (Bolsas de Valores, Bolsas de Mercadorias) e todo aquele
movimentado pelos bancos e instituições financeiras em geral.
O capital financeiro pode também ser entendido como o capital representado
por títulos, obrigações, certificados e outros papéis negociáveis e que podem
ser convertidos em dinheiro com rapidez. Do ponto de vista histórico, é o
capital que se forma pela fusão do capital dos monopólios bancários e
industriais nos países imperialistas. A existência do capital financeiro e a
consequente aparição de uma oligarquia financeira constitui uma das
características fundamentais do imperialismo. A formação do capital
financeiro resultou da elevada concentração e centralização do capital nos
setores industrial e bancário desenvolvidas especialmente na Europa durante
o período anterior. De acordo com Lênin, em sua obra O Imperialismo, Fase
Superior do Capitalismo, “a concentração da produção, os monopólios que
surgem dessa concentração, a fusão ou união dos bancos com a indústria, tal
é a história do nascimento do capital financeiro e o conteúdo desse conceito”.
Utilizando recursos monetários livres, os bancos não apenas concedem às
empresas industriais empréstimos a curto prazo, mas também créditos a
médio e longo prazos. Com isso obtêm a possibilidade de participar no
desenvolvimento e na administração das empresas, como também de influir
em seu próprio destino.
CAPITAL FINANCEIRO E MONOPOLISTA
Mercado de capitais é um sistema de distribuição de valores mobiliários que proporciona liquidez aos títulos de emissão
de empresas e viabiliza o processo de capitalização. É constituído pelas bolsas de valores, sociedades corretoras e
outras instituições financeiras autorizadas.
Os principais títulos negociados (título mobiliário) representam o capital social das empresas, creditado em suas ações ou
ainda empréstimos tomados pelas empresas, no mercado, representado por contratos que são conversíveis em ações.
No mercado de capitais ainda podem ser negociados os commoditties (literalmente mercadoria, é utilizado para
designar bens e as vezes serviços para os quais existe procura e seu preço é determinado por essa flutuação entre oferta e
procura).
Seu objetivo é canalizar as poupanças (recursos financeiros) da sociedade para o comércio, a indústria e outras atividades
econômicas. Distingue-se do mercado monetário que movimenta recursos a curto prazo, embora tenham muitas
instituições em comum.
AÇÕES DE UMA CORPORAÇÃO
Ao mesmo tempo se dá a concentração e a centralização
do próprio capital financeiro com a formação de grandes
conglomerados que passam a influir não apenas na
direção de um setor, mas de toda a economia nacional,
projetando-se no plano internacional. A dominação que os
países imperialistas exercem sobre os países subordinados
ocorre em grande medida por meio do capital financeiro.
A grandiosa acumulação de capital da indústria moderna era
organizada de acordo com os trustes (fusão de diversas
empresas do mesmo ramo – oligopólios horizontais -
setores semelhantes OU verticais –
complementares/cadeia produtiva ), os cartéis (grupo de
grandes empresas independentes que estabelecem entre si
um acordo com o objetivo de controlar os preços ou o mercado
de um determinado setor) e as holdings (empresa que domina
o controle de ações sobre outras empresas, como possuidora
da maior parte de suas ações). A Holding não se intromete na
produção, mas recebe seus lucros pagos pelas unidades
produtoras.
A bolsa de valores é o mercado organizado onde se negociam ações
de capital aberto (públicas ou privadas) e outros instrumentos financeiros.
Pode ser na forma de uma associação civil sem fins lucrativos, que mantém
o local ou o sistema de negociação eletrônico adequado à realização de
transações de compra e venda de títulos e valores mobiliários, mas, o mais
usual hoje em dia e que as Bolsas de Valores atuem como S/A`s visando
lucro através de seus serviços. Seu patrimônio, no caso das associações civis,
é representado por títulos pertencentes às sociedades corretoras que a
compõem; no caso das S/A's este patrimônio é composto por ações. A bolsa
deve preservar elevados padrões éticos de negociação, divulgando - com
rapidez, amplitude e detalhes - as operações executadas.
Embora existam entidades ( Ex. fundo de pensão ) que só operam
com pregão eletrônico, um mercado de ações automatizada como a norte-
americana Nasdaq ou a utilização de Algoritmos de comércio, tudo para
atender a necessidade da vida moderna dos acionistas de hoje, onde
realizam compras e vendas de títulos e nas várias bolsas de valores pelo
mundo controlando horários, custos e quantidades transacionadas que por
vezes ocorre sem intervenção humana.
Em 2006 um terço da EU e EUA do comércio realizado de títulos foi feito por
programas autônomes, ou algoritmos. Em 2009, já era efetuado em 73% de
todo o volume de capitais dos EUA transacionadas.
O termo crise financeira é aplicado a uma variedade de
situações nas quais instituições ou ativos financeiros se
desvalorizam repentinamente.
No século XIX e no início do século XX, muitas crises
financeiras estiveram associadas a corridas aos bancos,
durante períodos de recessão. Outras se caracterizaram
pelo estouro de uma bolha financeira e
pela quebra do mercado de ações ou por ataques
especulativos à moeda de um país ou quando um país
suspende o pagamento de sua dívida.
Há várias teorias acerca do desenvolvimento das crises
financeiras e como evitá-las. Entretanto, não há consenso
entre os economistas. As crises continuam a ocorrer por
todo o mundo e parecem se produzir com certa
regularidade, podendo ser inerentes ao funcionamento
da economia capitalista.
HÁ LIMITES PARA O CRESCIMENTO ECONÔMICO?
SE A VIA DA RAZÃO FINANCEIRA NOS PARECE CEGA AOS
REAIS PRINCÍPIOS DA ECONOMIA DO HOMEM
SEDENTÁRIO.....
Velocidade de
produção e consumo
Disponibilidade de
recursos
Velocidade de
reciclagem da
natureza
Sec XXI
OBSOLESCÊNCIA PLANEJADA OU
VÍSIVEL
ECONOMIA ORIENTADA A
NECESSIDADE. DE QUEM?
EXISTE UM CÓDIGO DE ÉTICA?
TECNOLOGIAS LEVES OU SUÍCIDIO
PROGRAMADO
ABUNDÂNCIA E VALOR DE USO

Capital monopolista-financeiro

  • 2.
    MUNDO > GEOGRAFIA– ECOLOGIA CAPITAL > ECONOMIA Economia: Do Latim Oeconomia, do Gergo OIKONOMIA, “administração de uma casa”, de OIKOS, “casa”, mais NOMEIN, “gerenciar, colocar em ordem”, de NOMOS, “lei”. Ecologia: Do grego. oîkos,on 'casa' + gr. lógos,ou 'linguagem'; Conhecer a sua “morada”.
  • 4.
    Homem Sedentário –Revolução Agrícola Ambiente de trocas – Escambo, permuta, troca direta ou, simplesmente, troca
  • 5.
    DINHEIRO > Moeda Mercadoria(da antiguidade até recentemente) Metais / Moedas cunhadas (sec. VII ac) Papel Moeda (recibos de valores na Idade média) Papel moeda lastreado – banco central (a reserva em ouro que um país possui, servindo de garantia de valor da sua moeda, hoje também feita em dólares).
  • 6.
    ERA INDUSTRIAL –CAPITALISMO LUCRO (DINHEIRO) PRODUÇÃO DE MAIS VALIA CICLO DE REALIZAÇÃO DO CAPITAL CUSTO DE PRODUÇÃO (MATERIA PRIMA, TRABALHO, ENERGIA)-PREÇO-VENDA-LUCRO CAPITAL PRODUTIVO – TRABALHO COMO BASE DA REPRODUÇÃO DO CAPITAL
  • 8.
    Do ponto devista macroeconômico, é todo capital empregado nos mercados de títulos (Bolsas de Valores, Bolsas de Mercadorias) e todo aquele movimentado pelos bancos e instituições financeiras em geral. O capital financeiro pode também ser entendido como o capital representado por títulos, obrigações, certificados e outros papéis negociáveis e que podem ser convertidos em dinheiro com rapidez. Do ponto de vista histórico, é o capital que se forma pela fusão do capital dos monopólios bancários e industriais nos países imperialistas. A existência do capital financeiro e a consequente aparição de uma oligarquia financeira constitui uma das características fundamentais do imperialismo. A formação do capital financeiro resultou da elevada concentração e centralização do capital nos setores industrial e bancário desenvolvidas especialmente na Europa durante o período anterior. De acordo com Lênin, em sua obra O Imperialismo, Fase Superior do Capitalismo, “a concentração da produção, os monopólios que surgem dessa concentração, a fusão ou união dos bancos com a indústria, tal é a história do nascimento do capital financeiro e o conteúdo desse conceito”. Utilizando recursos monetários livres, os bancos não apenas concedem às empresas industriais empréstimos a curto prazo, mas também créditos a médio e longo prazos. Com isso obtêm a possibilidade de participar no desenvolvimento e na administração das empresas, como também de influir em seu próprio destino. CAPITAL FINANCEIRO E MONOPOLISTA
  • 9.
    Mercado de capitaisé um sistema de distribuição de valores mobiliários que proporciona liquidez aos títulos de emissão de empresas e viabiliza o processo de capitalização. É constituído pelas bolsas de valores, sociedades corretoras e outras instituições financeiras autorizadas. Os principais títulos negociados (título mobiliário) representam o capital social das empresas, creditado em suas ações ou ainda empréstimos tomados pelas empresas, no mercado, representado por contratos que são conversíveis em ações. No mercado de capitais ainda podem ser negociados os commoditties (literalmente mercadoria, é utilizado para designar bens e as vezes serviços para os quais existe procura e seu preço é determinado por essa flutuação entre oferta e procura). Seu objetivo é canalizar as poupanças (recursos financeiros) da sociedade para o comércio, a indústria e outras atividades econômicas. Distingue-se do mercado monetário que movimenta recursos a curto prazo, embora tenham muitas instituições em comum.
  • 10.
    AÇÕES DE UMACORPORAÇÃO
  • 11.
    Ao mesmo tempose dá a concentração e a centralização do próprio capital financeiro com a formação de grandes conglomerados que passam a influir não apenas na direção de um setor, mas de toda a economia nacional, projetando-se no plano internacional. A dominação que os países imperialistas exercem sobre os países subordinados ocorre em grande medida por meio do capital financeiro. A grandiosa acumulação de capital da indústria moderna era organizada de acordo com os trustes (fusão de diversas empresas do mesmo ramo – oligopólios horizontais - setores semelhantes OU verticais – complementares/cadeia produtiva ), os cartéis (grupo de grandes empresas independentes que estabelecem entre si um acordo com o objetivo de controlar os preços ou o mercado de um determinado setor) e as holdings (empresa que domina o controle de ações sobre outras empresas, como possuidora da maior parte de suas ações). A Holding não se intromete na produção, mas recebe seus lucros pagos pelas unidades produtoras.
  • 16.
    A bolsa devalores é o mercado organizado onde se negociam ações de capital aberto (públicas ou privadas) e outros instrumentos financeiros. Pode ser na forma de uma associação civil sem fins lucrativos, que mantém o local ou o sistema de negociação eletrônico adequado à realização de transações de compra e venda de títulos e valores mobiliários, mas, o mais usual hoje em dia e que as Bolsas de Valores atuem como S/A`s visando lucro através de seus serviços. Seu patrimônio, no caso das associações civis, é representado por títulos pertencentes às sociedades corretoras que a compõem; no caso das S/A's este patrimônio é composto por ações. A bolsa deve preservar elevados padrões éticos de negociação, divulgando - com rapidez, amplitude e detalhes - as operações executadas. Embora existam entidades ( Ex. fundo de pensão ) que só operam com pregão eletrônico, um mercado de ações automatizada como a norte- americana Nasdaq ou a utilização de Algoritmos de comércio, tudo para atender a necessidade da vida moderna dos acionistas de hoje, onde realizam compras e vendas de títulos e nas várias bolsas de valores pelo mundo controlando horários, custos e quantidades transacionadas que por vezes ocorre sem intervenção humana. Em 2006 um terço da EU e EUA do comércio realizado de títulos foi feito por programas autônomes, ou algoritmos. Em 2009, já era efetuado em 73% de todo o volume de capitais dos EUA transacionadas.
  • 18.
    O termo crisefinanceira é aplicado a uma variedade de situações nas quais instituições ou ativos financeiros se desvalorizam repentinamente. No século XIX e no início do século XX, muitas crises financeiras estiveram associadas a corridas aos bancos, durante períodos de recessão. Outras se caracterizaram pelo estouro de uma bolha financeira e pela quebra do mercado de ações ou por ataques especulativos à moeda de um país ou quando um país suspende o pagamento de sua dívida. Há várias teorias acerca do desenvolvimento das crises financeiras e como evitá-las. Entretanto, não há consenso entre os economistas. As crises continuam a ocorrer por todo o mundo e parecem se produzir com certa regularidade, podendo ser inerentes ao funcionamento da economia capitalista.
  • 20.
    HÁ LIMITES PARAO CRESCIMENTO ECONÔMICO? SE A VIA DA RAZÃO FINANCEIRA NOS PARECE CEGA AOS REAIS PRINCÍPIOS DA ECONOMIA DO HOMEM SEDENTÁRIO.....
  • 21.
    Velocidade de produção econsumo Disponibilidade de recursos Velocidade de reciclagem da natureza Sec XXI
  • 22.
    OBSOLESCÊNCIA PLANEJADA OU VÍSIVEL ECONOMIAORIENTADA A NECESSIDADE. DE QUEM? EXISTE UM CÓDIGO DE ÉTICA? TECNOLOGIAS LEVES OU SUÍCIDIO PROGRAMADO ABUNDÂNCIA E VALOR DE USO