1) O texto discute a responsabilidade dos cristãos em promover o reavivamento espiritual através da conversão de pecadores.
2) Argumenta que a espiritualidade de uma igreja não é autêntica se não resultar em salvação de almas, e que o trabalho só entre cristãos não é suficiente.
3) Defende que nada, além de um genuíno reavivamento que resulte em conversão dos perdidos, poderá satisfazer o coração de Deus.