Apresentação Telefonia
1
Sistema de Telecomunicações
“Telecomunicações é a ciência que estuda os procedimentos para o
estabelecimento de um caminho de comunicação (voz, texto, imagem,
dados,...) entre dois usuários quaisquer, pertencentes a uma rede, e no
menor tempo possível”.
Generalidades
2
Alexander Graham Bell
“Inventor é um homem que olha para o
mundo em torno de si e não fica
satisfeito com as coisas como elas são.
Ele quer melhorar tudo o que vê e
aperfeiçoar o mundo. É perseguido por
uma idéia, possuído pelo espírito da
invenção e não descansa enquanto não
materializa seus projetos.”
Aparelho Telefônico - Funcionamento Básico
3
Microfone
Alto falante (auricular)
O transdutor para sinal mecânico (pressão sonora) voz,
para sinal elétrico era a cápsula de carvão, no qual a
pressão sonora, modula a resistência elétrica:
Obs.: Como se trata de uma resistência é necessário que
exista uma fonte de corrente para que tenhamos sinal.
O transdutor de sinal elétrico para pressão
sonora (voz), no qual o sinal elétrico
modula a pressão sonora.
Funcionamento Básico
4
Microfone
Alto falante
Relé
Telefone
Comunicação entre dois pontos
5
Alto-falante
Microfone
Assinante A Assinante B
RX
TX
4 fios
1876 - Alexander Graham Bell "inventa" o telefone.
Sistema de Telefonia
6
Centrais Telefônicas
7
Comutação – Antes da década de 80 com advento
das centrais CPA
8
Comutação – Após década de 80 com advento
das centrais digitais (CPA)
9
Funções Básicas de uma Central Telefônica (CPA)
10
Subsistema de Comutação
Subsistema de Processador -
Unidade de Controle
Subsistema de Aplicação
Subsistema de O&M
Central Telefônica (CPA)
• Interfaces entre a rede telefônica e os
subsistemas de processador e O&M .
• Placa de Assinante;
• Juntor Analógico;
• Juntor Digital (interface de 2Mbps – E1);
• Link’s de Sinalização N7.
• Enviadores/Receptores (SEND/REC);
• Composto pelos módulos dos Estágios da
Rede de Comutação Temporal/Espacial.
• Interfaces que permitem comunicação
homem-máquina baseada entrada de
comandos e emissão de mensagens que
facilitam a configuração, operação,
manutenção, supervisão e alarmes.
• Processamento de chamadas, controle
dos órgãos dos outros subsistemas e
recursos para comunicação homem
máquina visando O&M da central.
Processamento Sinalização
de Saída
Sinalização
de Entrada
Identificação
Ligação
Recepção
Registro
Sinalização
Externa
ENV/REC
Troncos e
Junções
Análise
Seleção de
ligação interna
Seleção de
junção de saída
CPA – Controle (Central)
de Programas
Armazenados
Esquema Central Telefônica - CPA –
Arquitetura TDM (Time Division Multiplex)
11
Central Telefônica (Comutação)
M
U
X
Multiplexador
Conversor
A/D
01010110
Conversor
A/D
10111101
A
A
B B
Memória
01010110
10111101
Memória
D
M
U
X
Demultiplexador
01010110
10111101 Conversor/
D/A
Conversor
D/A
A
B
Processador
Técnico
O&M
Juntor de
entrada
Juntor de
saída
Placa de Assinante
Temporal - Espacial - Espacial - Temporal (TSST)
CPA – Controle(Central) de Programas Armazenados
Rota de entrada Rota de saída
C
A
B
C
Matriz de Comutação
Interface-
Homem
Máquina
TX RX
Comutação Digital
12
Obs.:
C1 falando com C3 e
C2 falando com C4
• Temporal (*)
• Espacial
11001100 01010101 00111100 11100111
11001100
01010101
00111100
11100111
1100110001010101
0011110011100111
C1
C2
C3
C4
E
C1
C2
C3
C4
2
4
1
3
Controle
de
Leitura
Enlace de
entrada
Escrita cíclica
Memória
de dados
Enlace de
saída
Memória
de controle
C 4
x
C 3
x
C 2
x
C 1
x
Central Telefônica CPA (Arquitetura TDM)
13
M
U
X
Matriz
de
Comutação
D
M
U
X
Híbrida
A/D
D/A
Híbrida
A/D
D/A
2Mbps
2Mbps
Sistema de Controle
(Processador)
LC
LC
Interface
E1
Interface
E1
2Mbps
2Mbps
Central Telefônica
Telefone
Analógico
DG – Distribuidor Geral
Telefone
Analógico
p/ outras
centrais
Técnico
O&M
DID – Distribuidor de
Intermediário Digital
Interface-
Homem
Máquina
Equipamento
de
Transmissão
DO – Distribuidor
Óptico
p/ outras
centrais
FO
ou DIO
(Distribuidor
Interno Óptico)
TX
RX
TX
RX
Troncos
Digitais
SLTU

SLTU

CONCEN-
TRADOR
DE ASSI-
NANTES
(MATRIZ
DE CON-
CENTRA-
ÇÃO)
SINALIZA_
ÇÃO MF
SINALIZAÇÃO
MF
GERADOR
DE TONS
SELE
TOR DE
GRUPO
(MATRIZ)
DE
COMU-
TAÇÃO
SINALIZA_
ÇÃO MF
UNIDADE
DE TER-
MINAÇÃO
ANALÓGICA
CAS
CCS
SISTEMA DE CONTROLE
CONTROLADOR
DE LINHA DE
ASSINANTE
Sinais Analógicos
Sinais Digitais
Sinais de Controle
SLTU-> Unidade de Terminação de Linha de Assinante
CCS -> Sinalização por Canal Comum
CAS -> Sinalização Associada a Canal
Troncos
Analó-
gicos
Unidade de Concentração de Assinantes - SCU Unidade de Seletor de Grupo
GSU
I/O
Diagrama em Blocos de uma Central CPA Genérica
M
U
X
14
Central Plena Digital (Mãe)
15
Central Sigma Central Neax61br
Central Plena Digital (Mãe)
16
Diagrama em blocos de uma CDI/URA (CENTRAL DIGITAL INTEGRADA / UNIDADE REMOTA DE ASSINNATE)
Comutação – URA/CDI
17
M
U
X
D
M
U
X
Híbrida
A/D
D/A
Híbrida
A/D
D/A
Controladora
LC
LC
2Mbps
2Mbps
URA / CDI
Telefone
Analógico
DG
Telefone
Analógico
p/ central-mãe
TRANSMISSÃO
p/ central-mãe
ELO
ELO
URA Fechada
18
URA AXE
URA Aberta
19
URA AXE
Rede de Telefonia
Numeração: Identificação unívoca de cada região ou de cada
assinante;
Encaminhamento: Estabelecimento dos caminhos de interligação
de maneira eficiente;
Tarifação: Estabelecimento de métodos para cobrança dos
serviços;
Sinalização: Troca de Informações para permitir o encaminhamento
das comunicações;
Transmissão: Parâmetros que permitam a inteligibilidade das
comunicações;
Requisitos
20
Classificação das Centrais Telefônicas
• CENTRAL LOCAL: Central local (ou pública) é a central telefônica na qual se ligam linhas de
assinante. A central local tem um terminal para cada assinante em um raio típico de até 6 km e possui
juntores para ligação com outras centrais. Possui prefixo indicativo que também compõe o número do
assinante.
• CENTRAL TANDEM: Vários conceitos podem ser associadas às centrais Tandem. Uma central
Tandem interliga centrais através de juntores e não possui terminais de assinantes, isto é, não liga
linha de assinantes. Os dispositivos comuns são destinados exclusivamente ao encaminhamento de
chamadas.
Uma central Tandem pode ser sinônimo de central trânsito quanto ao aspecto de interligar centrais de
comutação entre si. Entretanto, estes dois termos podem ser aplicados de maneira diferenciada no que
se refere ao encaminhamento das chamadas.
Também é utilizado o termo central Tandem Local se referindo a uma central trânsito que tem por
função de interligar centrais locais. Uma central Tandem IU (interurbana) é a central destinada
essencialmente a distribuir as chamadas IU terminadas em uma área local.
• CENTRAL TRÂNSITO: A central trânsito ou IU (interurbana) comuta chamadas originadas em centrais
locais ou provenientes de centrais Tandem. A trânsito permite a conexão de centrais por meio físico ou
através do espaço livre e também não possui terminais de assinante. Sua principal função é interligar
outras centrais de comutação entre si. A central trânsito interurbana é a central trânsito usada no
encaminhamento de chamadas IU (interurbana).
• CENTRAL PRIVADA OU PABX: A central privada de comutação ou PABX (Private Automatic Branch
Exchange) comuta chamadas entre telefones de um usuário, em geral uma empresa, e é ligada a uma
central local por um número chave. O uso de PABX é particular e normalmente é interligada através de
linhas tronco a uma central de comutação telefônica pública, que permite a seus terminais,
denominados ramais, o acesso à Rede de Telecomunicações interna ou externa, através de comutação
21
Topologia de Rede
22
E1 / VOZ
(Digitronco)
Sinalização R2D
IMS
IP
SIP
ISUP
E1 / VOZ
H248
TUP / ISUP
RTP / VOZ
MGW
SoftSwitch
SCC#7
LOCAL
INAP
INAP
PCS
PAS
PTS PTS
INAP
PAS
LOCAL
TRÂNSITO/
TANDEM
E1 / VOZ
Enlace de
Sinalização
SCC#7
E1 (Rota de
Voz)
TUP / ISUP
ISUP
PABX
Telefone
comum
Telefone
comum
Ramal de uma
determinada
empresa
VOZ
VOZ
Legenda:
PS PS
Satélite
Empresa
23
A arquitetura de sinalização da OI Fixa é composta por uma série de
elementos interligados entre si pelo PTS (7IP).
 ELEMENTOS DA REDE SCC#7 DA OI:
• Centrais Locais – centrais que concentram assinantes residenciais e não
residenciais;
• Centrais Trânsito – centrais responsáveis por fazer a interligação de voz entre
as locais e as Gateways e outras trânsitos regionais;
• Centrais Gateway – centrais responsáveis por interligar as centrais locais e
ou/trânsitos a outras locais e/ou trânsitos da rede. Responsáveis também
pelas interconexões com outras operadoras;
• Centrais PAS (Ponto de Acesso de Serviço) – na maioria dos casos nossas
centrais Trânsitos ou Gateways tem função PAS, mas também existem centrais
com apenas a função PAS. Estas centrais são responsáveis por fazer o trigger
INAP de chamadas de RI (Rede Inteligente) nas centrais PCS;
Arquitetura de Sinalização
24
 ELEMENTOS DA REDE SCC#7 DA OI:
• Centrais PCS (Ponto de Controle de Serviço) – este modelo de central trata
basicamente o trigger de chamadas provenientes das centrais PAS para
chamadas destinadas a números nacionais (0800) e números únicos (4004-
XXXX). O PCS traduz estes códigos para um número de lista existente no
formato (066+CN+N8);
• Centrais Mundiais – centrais responsáveis pelo tráfego de entrada e saída de
chamadas para outros países;
• Centrais IVR – centrais responsáveis por locução de mensagens, seja para fins
de interceptação como o caso de terminais pré-pagos sem crédito ou para o
fornecimento de locução de URA’s de clientes, como o serviço de
atendimento de uma empresa (ex.: URA - Unidade de Resposta Audível da
UNIMED);
• Centrais PTS (7IP) – centrais responsáveis pela troca de sinalização SCC#7
entre toda rede e pela aplicação de serviços de portabilidade numérica, pré-
pago, blacklist, bloqueio por inadimplência e etc.
Arquitetura de Sinalização
25
• Modelo de Arquitetura da Rede Fixa com os
elementos SCC#7 da OI
Arquitetura de Sinalização
GTW
IVR
Mundial
SCC#7
Enlace de
Sinalização
E1 (Voz)
Enlace de
Sinalização
SCC#7
E1 (Rota de
Voz)
PCS
Trânsito
CPA1
(Local)
PAS
PTS
PTS
PABX - Private Automatic Branch Exchange
(Troca Automática de Ramais Privados)
26
Empresa
PABX
Ramal
201
Ramal
202
Ramal
203
Ramal
204
Ramal
205
E1
30 Canais
Modem
HDSL
Modem
HDSL
RTPC
RTPC - Rede de Telefonia Pública
Comutada
Componentes da Telefonia IP
27
Disponível em: https://colaborae.com.br/blog/2017/06/05/6280/
Componentes da Telefonia IP
28
Softswitches - Conhecido como Call Agent, Media Gateway Controller (MGC), ou
Gatekeeper, dependendo da arquitetura de sinalização de VoIP. Representa a inteligência da
rede de Telefonia IP. Implementa todas as sinalizações e controles de chamada.
Media Gateway (MGW) - Provê interoperabilidade entre redes IP e Redes/equipamentos
não IP. Pode ser de dois tipos: de acesso (para conectar telefone ou PABX) ou de
entroncamentos para interconexão com a Rede de Telefonia Pública.
Terminais IP - São telefones digitais, normalmente equipados com protocolo SIP.
Protocolos de sinalização - Para estabelecer as regras de comunicação para a comunicação
de voz no ambiente IP, existem três alternativas:
• H323 - Conjunto de protocolos não proprietários para a transmissão de todo tipo de
tráfego multimídia de uma rede IP (VoIP, dados, vídeo, colaborativos). Estabelece
padrões para a codificação e decodificação de áudio e vídeo garantindo
interoperabilidade entre fabricantes.
• SIP - (Session Initiation Protocol) é um padrão introduzido para o transporte de Voz sobre
IP. Assim como o H.323, têm o mesmo objetivo de convergir voz e aplicativos multimídia.
• MGCP - (Media Gateway Control Protocol) padrão proposto para integração com o
mesmo objetivo do SIP e H323 em redes VoIP.
Disponível em: https://colaborae.com.br/blog/2017/06/05/6280/
PTS
Central
Trânsito
Gateway
PAS
PCS
Softswitch
Esquemático Básico da Rede de Telefonia
Fixa e Banda Larga
29
Rede Telefônica
30
Fibra Óptica
Central-mãe
URA
TAR
FE
Cabo
Secundário
Estação
Telefônica
Assinante
Rede Telefônica com URA
Estação Telefônica
DG
Pressuri-
zação
Rede
Primária
Armário de
Distribuição
Caixa
Subterrânea
Caixa
Aérea
Rede
Aérea
Cabo de
Entrada
Cabos
Subterrâneos
Pressurizados
Central
Assinante
FE
Assinante
31
Distribuidor Geral (DG)
Distribuidor Geral (DG)
32
DG (Distribuidor Geral)
33
HDSL/SDSL
Modem
Data Network
HDSL/SDSL
MDF
HDSL/SDSL
MODEMS
As Opções de DSL
34
IP Network
PAS
PCS
PAS
SS7
SGS
RTPC
PAS
PCS
Arquitetura RI (Rede Inteligente)
35
Exemplos de Serviços RI (Rede Inteligente)
36
• Serviços de translação de número / tradução numérica:
o Discagem abreviada, 0800, 0300, 0500, 0900, número universal,
número pessoal, etc.
• Serviços de tarifação alternativa:
o Telecard, pré-pago, telefonia pública a cartão de crédito, etc.
• Serviços de restrição de acesso:
o Restrição de origem, de destino, CLIV, etc.
• Outros serviços:
o Televoto, VPN, etc.
Voz Sobre IP (VoIP)
37
Redes Convergentes - São redes com capacidade de integração de diferentes mídias (dados, voz e imagem),
protocolos e aplicações em uma única plataforma de comunicação, o TCP/IP, possibilitando deste modo as vantagens
do trabalho colaborativo.
Rede VoIP - Trata do transporte de voz através de uma rede IP.
Permite a gerência
centralizada da rede de
Telefonia otimizando
equipes e recursos
A Telefonia IP permite a
comunicação Ramal-
Ramal entre as diversas
filiais de sua empresa sem
a necessidade de
configuração de rotas
Além de transportar voz
sobre o formato IP, permite o
compartilhamento das
facilidades de Telefonia entre
os sistemas
Benefícios principais:
Melhor Gerência,
redução de custo,
otimização de recursos
e mais facilidades para
os usuários
O usuário ganha em facilidades,
comunicações mais transparentes e
rápidas entre os diversos
departamentos
Estende a rede de
Telefonia para os
usuários remotos
Os sistemas de Telefonia
sobre IP permitem a
implementação de
avançadas aplicações
para aumento de
produtividade
Rede Privada
38
Sistema NGN - Arquitetura
IAD AMG
Access
UMG
PLMN/3G
SG TMG
PSTN
UMG
Gerência de Serviços
Packet Core Network
Controle de Rede
Núcleo de comutação
Acesso de borda
SoftSwitch SoftSwitch
iOSS
Policy
Server
Application
Server
SCP
Location
Server
RADIUS
Server
MRS
Rede Móvel
39
BTS
BTS
BTS
BTS
BTS
HLR
VLR
MSC
EIR
OMC
AuC
BSC
BSC
RTPC
SGSN GGSN
Rede IP
WAP
SMS
Rede Móvel
40
NSS
BSS
BSS
Bruno Capouillez
SDI
MSS/MGW/MSC/VLR
BTS
BTS
BTS
BTS
TRAU
HLR/AuC
SS7
CC&B
IN
IN C EIR
OMC-R
OMC-S
Voice Mail
BSC
BSC
BSS
BTS
BTS
BSC
HANDOVER
NSS
HLR EIR/AUC
PSTN
Elementos e funcionalidade Rede Móvel
41
Eletricidade Básica
42
Eletricidade Básica
43
Grandezas Elétricas
Resistência Elétrica (R): é uma oposição à passagem da corrente elétrica por um condutor.
Unidade: OHM (Ω)
Múltiplos:
• MEGAOHM (MΩ) = [10E6=1.000.000]
• KILOOHM (KΩ) = [10E3=1.000]
Tensão (V ou U): é a força ou pressão que impulsiona os elétrons através dos condutores.
Unidade: VOLT (V)
Múltiplos:
• MEGAVOLT (MV)
• KILOVOLT (KV)
Corrente Elétrica (I): é o movimento dos elétrons livremente através do condutor
Unidade: AMPÈRE (A)
Submúltiplo:
• MILIAMPÈRE (mA) [10E-3=0,001]
Capacitância (C): propriedade que dois condutores separados por um dielétrico (isolante) têm
de armazenar cargas elétricas.
Unidade: FARAD (F)
Submúltiplos:
• MICROFARAD (mF) [10E-6=0,000001]
• NANOFARAD (nF) [10E-9=0,000000001]
Capacitor: dispositivo que armazena cargas elétricas.
Grandezas Elétricas
45
Tipos de
Corrente
Corrente Alternada: é pulsante, ocorrendo variações no fluxo de elétrons.
Corrente Contínua: é o deslocamento de elétrons através de um condutor e/ou circuito num
único sentido.
Sistema PCM
48
• Na multiplexação por divisão do tempo, muitos sinais de 64 kbps são
transmitidos por um único meio físico. Em centrais digitais os seguintes
métodos são disponíveis:
o PDH (plesiochronous digital hierarchy) (the dominant method today, E1 &
T1) (‘50-’60, G.702)
o SONET (synchronous optical network) (‘85)
o SDH (synchronous digital hierarchy) (CCITT ‘88)
Sistemas PCM e Multiplexação por divisão
no Tempo (TDM)
49
European PCM frame
32 time slots x 8 bits x 8000 Hz = 32 x 64 kbit/s = 2048 kbit/s
125 s
PDH E-1 frame
0 1 1516 17 31
frame synchronization slot (Sincronismo)
signaling or traffic (Sinalização)
traffic (tráfego – voz)
Sistemas PCM e Multiplexação por divisão no Tempo
(TDM) – Aplicação - Interface E1 – 2Mbps
50
Sinalização de registro + voz
Sinalização de linha
Central A Central B
Juntor
digital
Juntor
digital
A B
0 1 2 3 16
17
30
31
15
LC LC
Transmissão
51
Transmissão Rádio
Propagação da
Onda
Eletromagnética
Bandas de frequência do espectro de Rádio
T / R
MF HF VHF UHF SHF EHF
300K 3M 30M 300M 3G 30G 300G F(HZ)
52
Transmissão - Satélite
53
36.000 Km
Atenuação
UP
LINK
Atenuação DOW
N
LINK
Estação
Transmissora
Estação
Receptora
Ruído
Ganho da
Antena
Ganho da
Antena
Transmissão - Mux PDH
M
U
X
C
a
n
a
i
s
Banda-Básica
64 Kb x 30 = 2 Mb (30 Canais) – E1 ( 1 x 2Mb)
2 Mb x 16 = 34 Mb (480 Canais) - E3 (16 x 2 Mb)
34 Mb x 4 = 140 Mb (1920 Canais) – E4 (64 x 2Mb)
54
Transmissão - Mux SDH
64 Kb x 30 = 2 Mb (30 Canais)
2 Mb x 63 = 155 Mb (1890 Canais – STM-1 (63 x 2 MB)
155 Mb x 4 = 622 Mb (7560 Canais – STM-4 (252 x 2 MB)
622 Mb x 4 = 2,5 GB (30.240 Canais – STM-16 (1008 x 2MB)
2,5 Gb x 4 = 10 GB (120.960 Canais – STM-64 (4032 x 2MB)
55
Banda Básica
M
U
X
C
a
n
a
i
s
Transmissão - Mux SDH
Topologias SDH
56
Transmissão - Mux SDH
ADM ADM
ADM
Localidade A
Localidade B
Localidade C
SDH linear em caso de falha no meio
57
Transmissão - Mux SDH
ADM ADM
ADM
Localidade A
Localidade B
Localidade C
SDH linear em caso de falha no meio
X
FORA DE SERVIÇO!!!
58
Transmissão - Mux SDH
ADM ADM
ADM
ADM
Localidade A
Localidade B
Localidade C
SDH anel com proteção “ring”
59
Transmissão - Mux SDH Anel
ADM ADM
ADM
ADM
Localidade A
Localidade B
Localidade C
X
SDH anel com proteção “ring”
60
Sinalização
61
Arquitetura da Rede de Canal Comum Nº 7
62
MTP - Nível 3
INAP MAP OMAP
ISUP TUP
TCAP
SCCP
MTP - Nível 2
MTP - Nível 1
Camadas
4 - 6
Camadas
1 - 3
NÍVEL 4
(Parte de
Usuários)
MTP
(Parte de
Transferência
de Mensagens)
Modelo OSI x Modelo ITU-T
Camada
7
Usuários
RI SMC O&M RDSI TELEFONIA
Camadas
SSC#7
7 - Aplicação
1- Física
2 - Transporte
3 - Rede
6 - Apresentação
5 - Sessão
4 - Transporte
4 – USUÁRIOS
Tráfego de mensagens
(IAM, ACM, REL, IAI,
ANC, etc).
1- sincronismo (TX, TX
e 2M, etc).
2 – UNIDADE DE SINAL
(SIO, SIN, SIOS, etc).
3 – ENDEREÇAMENTO
(OPC, DPC, CIC, etc).
Camadas do
Modelo OSI
MTP
Subsistema
de usuário
telefônico
(TUP)
RDSI Telefonia
Rede
Inteligente
1
2
3
4
Subsistema de serviço
intermediário (ISP)
Subsistema de controle de conexões de
sinalização (SCCP)
Subsistema de
usuário para
RDSI (ISUP)
Subsistema de
aplicação de
capacitação de
transações (TCAP)
Telefonia
móvel
1
2
3
4
5
6
7
Outros usuários
da MTP
Capacitação
de transações
(TC)
Níveis
funcionais
SS nº 7
Camadas do
Modelo OSI
Outros
usuários da
TCAP
Arquitetura do Sistema de Sinalização Nº 7
63
Rede
Enlace
Enlace de Dados
 A arquitetura do Sistema de Sinalização por Canal Comum no
7 é dividida
nos subsistemas a seguir elencados:
• MTP (Parte de Transferência de Mensagens (Nível 1,2,3)).
• Funções de Subsistema de Usuário (Nível 4):
o TUP - Parte de Usuário de Telefonia
o ISUP - Parte de Usuário de Serviços Integrados
o SCCP - Parte de Controle de Conexões de Sinalizações
o TCAP - Parte de Aplicação de Controle de Transações
o INAP - Parte Aplicação de Rede Inteligente
o MAP - Parte de Aplicação de Serviços Móveis
o OMAP - Parte de Aplicação de Operação e Manutenção
Arquitetura da Rede de Canal Comum No 7
64
65
Sinalização por Canal Comum N7 - ISUP
• IAM (initial address message) – Mensagem de endereçamento inicial, contém no
B, categoria de
A, no
e outras informações relativas ao encaminhamento de chamadas.
• ACM (address complete message) – Mensagem de endereço completo.
• Mensagem enviada para trás, em resposta a mensagem IAM, indicando que todos os sinais de
endereço do assinante B foram recebidos e o estado do mesmo (fim de seleção – FDS).
• ANM (answer message) – Mensagem para trás indicando que B atendeu.
• REL (release message) – Mensagem de desconexão enviada nas duas direções,
informando o motivo da desconexão (causa).
• RLC (release complete message) – Mensagem de desconexão completada, enviada nas duas
direções, em resposta à mensagem REL.
• SAM (subsequent address message) - Mensagem enviada pela origem para complementar as
informações contidas na IAM (chamada over lap).
• CPG (call progress message) - Mensagem enviada pelo destino informando a situação de
chamada em ‘progresso”.
• SUS (suspend message) - Mensagem de “suspensão”, enviada pela origem ou pelo destino,
suspendendo temporariamente a chamada.
• RES (resume message) - Mensagem de “reassumir” enviada pela origem ou destino, informando
do término da suspensão.
• Setup - mensagem enviada para se iniciar a chamada, com o número de A e de B e outras informações, em
bloco ou over-lap;
• Call proceeding - mensagem enviada para trás indicando que o receptor recebeu todas as informações
necessárias e já está processando a chamada; geralmente após a Call Proc sempre vem um Alerting;
• Setup Ack - mensagem enviada para trás indicado que o Setup foi recebido corretamente mas requer
informações adicionais para prosseguir a chamada; substitui o Call Proc quando faltam estas informações;
• Information - mensagem enviada para frente logo após um Setup Ack para prover informações adicionais
durante o estabelecimento da chamada;
• Status - mensagem enviada em resposta a um "Status Enquiry" ou a qualquer tempo durante a chamada
para indicar certas condições de erro no protocolo; muito comum em interligações de centrais PABX diferentes,
pois reporta que uma central enviou um IE (Elemento de Informação) que não é reconhecido pela outra;
• Alerting - mensagem enviada para trás indicando que o ramal B está sendo chamado; isto significa que o
ramal B está sendo chamado e o ramal A está recebendo sinal de ring-back;
• Connect - mensagem enviada para trás indicando o atendimento pelo ramal B;
• Connetc Ack - mensagem enviada para frente confirmando o recebimento do atendimento;
• Disconnect - mensagem em ambos os sentidos informando que o telefone está no gancho;
• Release - mensagem solicitando liberação do canal de voz, com a causa da desconexão;
• Release Complete - confirmação da liberação do canal de voz.
Mensagens de sinalização (DSS1) para os
acessos 2B+D e 30B+D
66
67
Sinalização NGN H248
• ADD: O comando Add adiciona uma terminação a um contexto. O comando Add na primeira
terminação no contexto é usado para criar o contexto. Enviado pelo MGC;
• MODIFY: O comando Modify modifica as propriedades, eventos e sinais em uma terminação;
• SUBTRACT: O comando Subtract desconecta a terminação do contexto. Quando é usado na
última terminação do contexto, deleta o contexto. Enviado pelo MGC;
• MOVE: O comando Move transporta a terminação de um contexto para o outro. Enviado pelo
MGC;
• AUDITVALUE: O comando AuditValue solicita o valor atual do estado de propriedades, eventos,
sinais e estatísticas de uma terminação específica. Enviado pelo MGC;
• AUDITCAPABILITIES: O comando Auditcapabilities solicita todos os valores possíveis de
propriedades, eventos e sinais nas terminações do MG. Enviado pelo MGC;
• NOTIFY: O comando Notify permite ao MG informar ao MGC os eventos e sinais recebidos que
estão ocorrendo MG. Comando Exclusivo do MG;
• SERVICECHANGE: O comando Servicechange permite ao MG notificar o MGC que uma
terminação ou grupo de terminações está fora de serviço ou entrou em serviço, para se registrar no
MGC. O MGC pode informar que está passando o controle para outro MGC ou informar ao MG que
tire de serviço uma terminação ou um grupo de terminações. Enviado pelo MGC e pelo MG.
68
Sinalização NGN SIP
• INVITE: Indica que o usuário está sendo convidado a participar de uma sessão multimídia. O
corpo da mensagem pode conter uma descrição da sessão, utilizando-se o protocolo de descrição
de sessão SDP (Session Description Protocol).
• ACK: Mensagem recebida como resposta final a um INVITE. A requisição ACK pode conter o
SDP de descrição da sessão negociada entre ambos os clientes. Se não contiver o SDP, o usuário
chamado pode assumir a descrição dada pelo primeiro INVITE, se houver.
• OPTIONS: Faz uma pergunta sobre quais métodos e extensões são suportados pelo servidor e
pelo usuário descrito no campo de cabeçalho <To:>. O servidor pode responder a esta pergunta
com o conjunto de métodos e extensões suportado pelo usuário e por ele mesmo.
• BYE: Usado para liberar os recursos associados a uma ligação e forçar a desconexão da mesma.
• CANCEL: Cancela uma requisição que ainda esteja pendente, ou seja, em andamento. Uma
requisição é considerada pendente, se e somente se, ela não foi atendida com uma resposta final.
• REGISTER: Um cliente usa este método para registrar o "alias" (apelido) do seu endereço em
algum servidor SIP, que, por aceitar registro de usuários, chamamos de serviço REGISTRAR.
69
Distribuição dos CN’s
Classificação das chamadas
70
• Chamada local (dentro da mesma área)
• Chamada local (dentro de área diferente)
• Chamada local (trânsito)
Central local
Chamador Chamado
A B
Central A
Chamador
Central B
Chamado
JS JE
A B
Central A
A
Trânsito local
JS JE
Central B
B
JS JE
Chamador Chamado
Classificação das chamadas
71
• Chamada interurbana - DDD
• Chamada internacional - DDI
Central A
A
Trânsito local
JS JE
Trânsito IU
JS JE
Central B
Trânsito local
JS JE
Trânsito IU
JS JE
MUX
MUX
Cidade A Cidade B
B
JE
JS
MUX
MUX
São Paulo Outro país
(destino)
Trânsito
intern.
Central
local
Rio de Janeiro
Brasil
Satélite
Trânsito
local
Trânsito
IU
JE
JS
Trânsito
intern.
A
Numeração
X N12 N11 N10 N9 N8 N7 N6 N5 N4 N3 N2 N1
Prefixo
Nacional
(0)
Código de
Seleção da
Prestadora
(CSP)
Código
Nacional
(CN)
DDD
Prefixo da
Central
Milhar Centena Dezena Unidade
Número do Assinante
• O número nacional - Constituição do número nacional
• Constituição do número internacional
XX N14 N13 N12 N11 N8 N7 N6 N5 N4 N3 N2 N1
Prefixo
Internacional
(00)
Código de
Seleção da
Prestadora
(CSP)
Código
Internacional
Número Nacional
Número Internacional
• Exemplo de uma chamada internacional -
Observação: Origem Brasil
72
00 31 1 408 7645000
Prefixo
Internacional
Código de seleção
de prestadora
(CSP)
Código
Internacional
Número Internacional
Obs.: O Código internacional(1 a 3) e o Número Nacional podem variar de tamanho sendo que o comprimento de
dígitos da chamada pode chegar até 20.
Zonas mundiais de numeração
(limites aproximados)
73
Exemplos de códigos internacionais
País Cód. internacional
ESTADOS UNIDOS / CANADÁ 1
GRÉCIA 30
HOLANDA 31
BÉLGICA 32
FRANÇA / MÔNACO 33
ESPANHA 34
PORTUGAL 351
IRLANDA 353
FINLÂNDIA 358
ITÁLIA / VATICANO 39
SUÍÇA 41
AUSTRÁLIA 43
DINAMARCA 45
SUÉCIA 46
NORUEGA 47
ALEMANHA OCIDENTAL 49
MÉXICO 52
CUBA 53
País Cód. internacional
ARGENTINA 54
BRASIL 55
CHILE 56
COLÔMBIA 57
VENEZUELA 58
BOLÍVIA 591
GUIANA INGLESA 592
EQUADOR 593
GUIANA FRANCESA 594
PARAGUAI 595
PERU 596
SURINAM 597
URUGUAI 598
SÍRIA 963
TUNÍSIA 216
JAPÃO 81
ÁFRICA DO SUL 27
AUSTRÁLIA 61
FIM
75

Básico Telefonia - Rede de Telecomunicações

  • 1.
  • 2.
    Sistema de Telecomunicações “Telecomunicaçõesé a ciência que estuda os procedimentos para o estabelecimento de um caminho de comunicação (voz, texto, imagem, dados,...) entre dois usuários quaisquer, pertencentes a uma rede, e no menor tempo possível”. Generalidades 2 Alexander Graham Bell “Inventor é um homem que olha para o mundo em torno de si e não fica satisfeito com as coisas como elas são. Ele quer melhorar tudo o que vê e aperfeiçoar o mundo. É perseguido por uma idéia, possuído pelo espírito da invenção e não descansa enquanto não materializa seus projetos.”
  • 3.
    Aparelho Telefônico -Funcionamento Básico 3 Microfone Alto falante (auricular) O transdutor para sinal mecânico (pressão sonora) voz, para sinal elétrico era a cápsula de carvão, no qual a pressão sonora, modula a resistência elétrica: Obs.: Como se trata de uma resistência é necessário que exista uma fonte de corrente para que tenhamos sinal. O transdutor de sinal elétrico para pressão sonora (voz), no qual o sinal elétrico modula a pressão sonora.
  • 4.
  • 5.
    Comunicação entre doispontos 5 Alto-falante Microfone Assinante A Assinante B RX TX 4 fios 1876 - Alexander Graham Bell "inventa" o telefone.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
    Comutação – Antesda década de 80 com advento das centrais CPA 8
  • 9.
    Comutação – Apósdécada de 80 com advento das centrais digitais (CPA) 9
  • 10.
    Funções Básicas deuma Central Telefônica (CPA) 10 Subsistema de Comutação Subsistema de Processador - Unidade de Controle Subsistema de Aplicação Subsistema de O&M Central Telefônica (CPA) • Interfaces entre a rede telefônica e os subsistemas de processador e O&M . • Placa de Assinante; • Juntor Analógico; • Juntor Digital (interface de 2Mbps – E1); • Link’s de Sinalização N7. • Enviadores/Receptores (SEND/REC); • Composto pelos módulos dos Estágios da Rede de Comutação Temporal/Espacial. • Interfaces que permitem comunicação homem-máquina baseada entrada de comandos e emissão de mensagens que facilitam a configuração, operação, manutenção, supervisão e alarmes. • Processamento de chamadas, controle dos órgãos dos outros subsistemas e recursos para comunicação homem máquina visando O&M da central. Processamento Sinalização de Saída Sinalização de Entrada Identificação Ligação Recepção Registro Sinalização Externa ENV/REC Troncos e Junções Análise Seleção de ligação interna Seleção de junção de saída CPA – Controle (Central) de Programas Armazenados
  • 11.
    Esquema Central Telefônica- CPA – Arquitetura TDM (Time Division Multiplex) 11 Central Telefônica (Comutação) M U X Multiplexador Conversor A/D 01010110 Conversor A/D 10111101 A A B B Memória 01010110 10111101 Memória D M U X Demultiplexador 01010110 10111101 Conversor/ D/A Conversor D/A A B Processador Técnico O&M Juntor de entrada Juntor de saída Placa de Assinante Temporal - Espacial - Espacial - Temporal (TSST) CPA – Controle(Central) de Programas Armazenados Rota de entrada Rota de saída C A B C Matriz de Comutação Interface- Homem Máquina TX RX
  • 12.
    Comutação Digital 12 Obs.: C1 falandocom C3 e C2 falando com C4 • Temporal (*) • Espacial 11001100 01010101 00111100 11100111 11001100 01010101 00111100 11100111 1100110001010101 0011110011100111 C1 C2 C3 C4 E C1 C2 C3 C4 2 4 1 3 Controle de Leitura Enlace de entrada Escrita cíclica Memória de dados Enlace de saída Memória de controle C 4 x C 3 x C 2 x C 1 x
  • 13.
    Central Telefônica CPA(Arquitetura TDM) 13 M U X Matriz de Comutação D M U X Híbrida A/D D/A Híbrida A/D D/A 2Mbps 2Mbps Sistema de Controle (Processador) LC LC Interface E1 Interface E1 2Mbps 2Mbps Central Telefônica Telefone Analógico DG – Distribuidor Geral Telefone Analógico p/ outras centrais Técnico O&M DID – Distribuidor de Intermediário Digital Interface- Homem Máquina Equipamento de Transmissão DO – Distribuidor Óptico p/ outras centrais FO ou DIO (Distribuidor Interno Óptico) TX RX TX RX
  • 14.
    Troncos Digitais SLTU  SLTU  CONCEN- TRADOR DE ASSI- NANTES (MATRIZ DE CON- CENTRA- ÇÃO) SINALIZA_ ÇÃOMF SINALIZAÇÃO MF GERADOR DE TONS SELE TOR DE GRUPO (MATRIZ) DE COMU- TAÇÃO SINALIZA_ ÇÃO MF UNIDADE DE TER- MINAÇÃO ANALÓGICA CAS CCS SISTEMA DE CONTROLE CONTROLADOR DE LINHA DE ASSINANTE Sinais Analógicos Sinais Digitais Sinais de Controle SLTU-> Unidade de Terminação de Linha de Assinante CCS -> Sinalização por Canal Comum CAS -> Sinalização Associada a Canal Troncos Analó- gicos Unidade de Concentração de Assinantes - SCU Unidade de Seletor de Grupo GSU I/O Diagrama em Blocos de uma Central CPA Genérica M U X 14
  • 15.
    Central Plena Digital(Mãe) 15 Central Sigma Central Neax61br
  • 16.
  • 17.
    Diagrama em blocosde uma CDI/URA (CENTRAL DIGITAL INTEGRADA / UNIDADE REMOTA DE ASSINNATE) Comutação – URA/CDI 17 M U X D M U X Híbrida A/D D/A Híbrida A/D D/A Controladora LC LC 2Mbps 2Mbps URA / CDI Telefone Analógico DG Telefone Analógico p/ central-mãe TRANSMISSÃO p/ central-mãe ELO ELO
  • 18.
  • 19.
  • 20.
    Rede de Telefonia Numeração:Identificação unívoca de cada região ou de cada assinante; Encaminhamento: Estabelecimento dos caminhos de interligação de maneira eficiente; Tarifação: Estabelecimento de métodos para cobrança dos serviços; Sinalização: Troca de Informações para permitir o encaminhamento das comunicações; Transmissão: Parâmetros que permitam a inteligibilidade das comunicações; Requisitos 20
  • 21.
    Classificação das CentraisTelefônicas • CENTRAL LOCAL: Central local (ou pública) é a central telefônica na qual se ligam linhas de assinante. A central local tem um terminal para cada assinante em um raio típico de até 6 km e possui juntores para ligação com outras centrais. Possui prefixo indicativo que também compõe o número do assinante. • CENTRAL TANDEM: Vários conceitos podem ser associadas às centrais Tandem. Uma central Tandem interliga centrais através de juntores e não possui terminais de assinantes, isto é, não liga linha de assinantes. Os dispositivos comuns são destinados exclusivamente ao encaminhamento de chamadas. Uma central Tandem pode ser sinônimo de central trânsito quanto ao aspecto de interligar centrais de comutação entre si. Entretanto, estes dois termos podem ser aplicados de maneira diferenciada no que se refere ao encaminhamento das chamadas. Também é utilizado o termo central Tandem Local se referindo a uma central trânsito que tem por função de interligar centrais locais. Uma central Tandem IU (interurbana) é a central destinada essencialmente a distribuir as chamadas IU terminadas em uma área local. • CENTRAL TRÂNSITO: A central trânsito ou IU (interurbana) comuta chamadas originadas em centrais locais ou provenientes de centrais Tandem. A trânsito permite a conexão de centrais por meio físico ou através do espaço livre e também não possui terminais de assinante. Sua principal função é interligar outras centrais de comutação entre si. A central trânsito interurbana é a central trânsito usada no encaminhamento de chamadas IU (interurbana). • CENTRAL PRIVADA OU PABX: A central privada de comutação ou PABX (Private Automatic Branch Exchange) comuta chamadas entre telefones de um usuário, em geral uma empresa, e é ligada a uma central local por um número chave. O uso de PABX é particular e normalmente é interligada através de linhas tronco a uma central de comutação telefônica pública, que permite a seus terminais, denominados ramais, o acesso à Rede de Telecomunicações interna ou externa, através de comutação 21
  • 22.
    Topologia de Rede 22 E1/ VOZ (Digitronco) Sinalização R2D IMS IP SIP ISUP E1 / VOZ H248 TUP / ISUP RTP / VOZ MGW SoftSwitch SCC#7 LOCAL INAP INAP PCS PAS PTS PTS INAP PAS LOCAL TRÂNSITO/ TANDEM E1 / VOZ Enlace de Sinalização SCC#7 E1 (Rota de Voz) TUP / ISUP ISUP PABX Telefone comum Telefone comum Ramal de uma determinada empresa VOZ VOZ Legenda: PS PS Satélite Empresa
  • 23.
    23 A arquitetura desinalização da OI Fixa é composta por uma série de elementos interligados entre si pelo PTS (7IP).  ELEMENTOS DA REDE SCC#7 DA OI: • Centrais Locais – centrais que concentram assinantes residenciais e não residenciais; • Centrais Trânsito – centrais responsáveis por fazer a interligação de voz entre as locais e as Gateways e outras trânsitos regionais; • Centrais Gateway – centrais responsáveis por interligar as centrais locais e ou/trânsitos a outras locais e/ou trânsitos da rede. Responsáveis também pelas interconexões com outras operadoras; • Centrais PAS (Ponto de Acesso de Serviço) – na maioria dos casos nossas centrais Trânsitos ou Gateways tem função PAS, mas também existem centrais com apenas a função PAS. Estas centrais são responsáveis por fazer o trigger INAP de chamadas de RI (Rede Inteligente) nas centrais PCS; Arquitetura de Sinalização
  • 24.
    24  ELEMENTOS DAREDE SCC#7 DA OI: • Centrais PCS (Ponto de Controle de Serviço) – este modelo de central trata basicamente o trigger de chamadas provenientes das centrais PAS para chamadas destinadas a números nacionais (0800) e números únicos (4004- XXXX). O PCS traduz estes códigos para um número de lista existente no formato (066+CN+N8); • Centrais Mundiais – centrais responsáveis pelo tráfego de entrada e saída de chamadas para outros países; • Centrais IVR – centrais responsáveis por locução de mensagens, seja para fins de interceptação como o caso de terminais pré-pagos sem crédito ou para o fornecimento de locução de URA’s de clientes, como o serviço de atendimento de uma empresa (ex.: URA - Unidade de Resposta Audível da UNIMED); • Centrais PTS (7IP) – centrais responsáveis pela troca de sinalização SCC#7 entre toda rede e pela aplicação de serviços de portabilidade numérica, pré- pago, blacklist, bloqueio por inadimplência e etc. Arquitetura de Sinalização
  • 25.
    25 • Modelo deArquitetura da Rede Fixa com os elementos SCC#7 da OI Arquitetura de Sinalização GTW IVR Mundial SCC#7 Enlace de Sinalização E1 (Voz) Enlace de Sinalização SCC#7 E1 (Rota de Voz) PCS Trânsito CPA1 (Local) PAS PTS PTS
  • 26.
    PABX - PrivateAutomatic Branch Exchange (Troca Automática de Ramais Privados) 26 Empresa PABX Ramal 201 Ramal 202 Ramal 203 Ramal 204 Ramal 205 E1 30 Canais Modem HDSL Modem HDSL RTPC RTPC - Rede de Telefonia Pública Comutada
  • 27.
    Componentes da TelefoniaIP 27 Disponível em: https://colaborae.com.br/blog/2017/06/05/6280/
  • 28.
    Componentes da TelefoniaIP 28 Softswitches - Conhecido como Call Agent, Media Gateway Controller (MGC), ou Gatekeeper, dependendo da arquitetura de sinalização de VoIP. Representa a inteligência da rede de Telefonia IP. Implementa todas as sinalizações e controles de chamada. Media Gateway (MGW) - Provê interoperabilidade entre redes IP e Redes/equipamentos não IP. Pode ser de dois tipos: de acesso (para conectar telefone ou PABX) ou de entroncamentos para interconexão com a Rede de Telefonia Pública. Terminais IP - São telefones digitais, normalmente equipados com protocolo SIP. Protocolos de sinalização - Para estabelecer as regras de comunicação para a comunicação de voz no ambiente IP, existem três alternativas: • H323 - Conjunto de protocolos não proprietários para a transmissão de todo tipo de tráfego multimídia de uma rede IP (VoIP, dados, vídeo, colaborativos). Estabelece padrões para a codificação e decodificação de áudio e vídeo garantindo interoperabilidade entre fabricantes. • SIP - (Session Initiation Protocol) é um padrão introduzido para o transporte de Voz sobre IP. Assim como o H.323, têm o mesmo objetivo de convergir voz e aplicativos multimídia. • MGCP - (Media Gateway Control Protocol) padrão proposto para integração com o mesmo objetivo do SIP e H323 em redes VoIP. Disponível em: https://colaborae.com.br/blog/2017/06/05/6280/
  • 29.
  • 30.
    Rede Telefônica 30 Fibra Óptica Central-mãe URA TAR FE Cabo Secundário Estação Telefônica Assinante RedeTelefônica com URA Estação Telefônica DG Pressuri- zação Rede Primária Armário de Distribuição Caixa Subterrânea Caixa Aérea Rede Aérea Cabo de Entrada Cabos Subterrâneos Pressurizados Central Assinante FE Assinante
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
    Exemplos de ServiçosRI (Rede Inteligente) 36 • Serviços de translação de número / tradução numérica: o Discagem abreviada, 0800, 0300, 0500, 0900, número universal, número pessoal, etc. • Serviços de tarifação alternativa: o Telecard, pré-pago, telefonia pública a cartão de crédito, etc. • Serviços de restrição de acesso: o Restrição de origem, de destino, CLIV, etc. • Outros serviços: o Televoto, VPN, etc.
  • 37.
    Voz Sobre IP(VoIP) 37 Redes Convergentes - São redes com capacidade de integração de diferentes mídias (dados, voz e imagem), protocolos e aplicações em uma única plataforma de comunicação, o TCP/IP, possibilitando deste modo as vantagens do trabalho colaborativo. Rede VoIP - Trata do transporte de voz através de uma rede IP. Permite a gerência centralizada da rede de Telefonia otimizando equipes e recursos A Telefonia IP permite a comunicação Ramal- Ramal entre as diversas filiais de sua empresa sem a necessidade de configuração de rotas Além de transportar voz sobre o formato IP, permite o compartilhamento das facilidades de Telefonia entre os sistemas Benefícios principais: Melhor Gerência, redução de custo, otimização de recursos e mais facilidades para os usuários O usuário ganha em facilidades, comunicações mais transparentes e rápidas entre os diversos departamentos Estende a rede de Telefonia para os usuários remotos Os sistemas de Telefonia sobre IP permitem a implementação de avançadas aplicações para aumento de produtividade Rede Privada
  • 38.
    38 Sistema NGN -Arquitetura IAD AMG Access UMG PLMN/3G SG TMG PSTN UMG Gerência de Serviços Packet Core Network Controle de Rede Núcleo de comutação Acesso de borda SoftSwitch SoftSwitch iOSS Policy Server Application Server SCP Location Server RADIUS Server MRS
  • 39.
  • 40.
  • 41.
    NSS BSS BSS Bruno Capouillez SDI MSS/MGW/MSC/VLR BTS BTS BTS BTS TRAU HLR/AuC SS7 CC&B IN IN CEIR OMC-R OMC-S Voice Mail BSC BSC BSS BTS BTS BSC HANDOVER NSS HLR EIR/AUC PSTN Elementos e funcionalidade Rede Móvel 41
  • 42.
  • 43.
    Eletricidade Básica 43 Grandezas Elétricas ResistênciaElétrica (R): é uma oposição à passagem da corrente elétrica por um condutor. Unidade: OHM (Ω) Múltiplos: • MEGAOHM (MΩ) = [10E6=1.000.000] • KILOOHM (KΩ) = [10E3=1.000] Tensão (V ou U): é a força ou pressão que impulsiona os elétrons através dos condutores. Unidade: VOLT (V) Múltiplos: • MEGAVOLT (MV) • KILOVOLT (KV) Corrente Elétrica (I): é o movimento dos elétrons livremente através do condutor Unidade: AMPÈRE (A) Submúltiplo: • MILIAMPÈRE (mA) [10E-3=0,001] Capacitância (C): propriedade que dois condutores separados por um dielétrico (isolante) têm de armazenar cargas elétricas. Unidade: FARAD (F) Submúltiplos: • MICROFARAD (mF) [10E-6=0,000001] • NANOFARAD (nF) [10E-9=0,000000001] Capacitor: dispositivo que armazena cargas elétricas.
  • 44.
    Grandezas Elétricas 45 Tipos de Corrente CorrenteAlternada: é pulsante, ocorrendo variações no fluxo de elétrons. Corrente Contínua: é o deslocamento de elétrons através de um condutor e/ou circuito num único sentido.
  • 45.
  • 46.
    • Na multiplexaçãopor divisão do tempo, muitos sinais de 64 kbps são transmitidos por um único meio físico. Em centrais digitais os seguintes métodos são disponíveis: o PDH (plesiochronous digital hierarchy) (the dominant method today, E1 & T1) (‘50-’60, G.702) o SONET (synchronous optical network) (‘85) o SDH (synchronous digital hierarchy) (CCITT ‘88) Sistemas PCM e Multiplexação por divisão no Tempo (TDM) 49 European PCM frame 32 time slots x 8 bits x 8000 Hz = 32 x 64 kbit/s = 2048 kbit/s 125 s PDH E-1 frame 0 1 1516 17 31 frame synchronization slot (Sincronismo) signaling or traffic (Sinalização) traffic (tráfego – voz)
  • 47.
    Sistemas PCM eMultiplexação por divisão no Tempo (TDM) – Aplicação - Interface E1 – 2Mbps 50 Sinalização de registro + voz Sinalização de linha Central A Central B Juntor digital Juntor digital A B 0 1 2 3 16 17 30 31 15 LC LC
  • 48.
  • 49.
    Transmissão Rádio Propagação da Onda Eletromagnética Bandasde frequência do espectro de Rádio T / R MF HF VHF UHF SHF EHF 300K 3M 30M 300M 3G 30G 300G F(HZ) 52
  • 50.
    Transmissão - Satélite 53 36.000Km Atenuação UP LINK Atenuação DOW N LINK Estação Transmissora Estação Receptora Ruído Ganho da Antena Ganho da Antena
  • 51.
    Transmissão - MuxPDH M U X C a n a i s Banda-Básica 64 Kb x 30 = 2 Mb (30 Canais) – E1 ( 1 x 2Mb) 2 Mb x 16 = 34 Mb (480 Canais) - E3 (16 x 2 Mb) 34 Mb x 4 = 140 Mb (1920 Canais) – E4 (64 x 2Mb) 54
  • 52.
    Transmissão - MuxSDH 64 Kb x 30 = 2 Mb (30 Canais) 2 Mb x 63 = 155 Mb (1890 Canais – STM-1 (63 x 2 MB) 155 Mb x 4 = 622 Mb (7560 Canais – STM-4 (252 x 2 MB) 622 Mb x 4 = 2,5 GB (30.240 Canais – STM-16 (1008 x 2MB) 2,5 Gb x 4 = 10 GB (120.960 Canais – STM-64 (4032 x 2MB) 55 Banda Básica M U X C a n a i s
  • 53.
    Transmissão - MuxSDH Topologias SDH 56
  • 54.
    Transmissão - MuxSDH ADM ADM ADM Localidade A Localidade B Localidade C SDH linear em caso de falha no meio 57
  • 55.
    Transmissão - MuxSDH ADM ADM ADM Localidade A Localidade B Localidade C SDH linear em caso de falha no meio X FORA DE SERVIÇO!!! 58
  • 56.
    Transmissão - MuxSDH ADM ADM ADM ADM Localidade A Localidade B Localidade C SDH anel com proteção “ring” 59
  • 57.
    Transmissão - MuxSDH Anel ADM ADM ADM ADM Localidade A Localidade B Localidade C X SDH anel com proteção “ring” 60
  • 58.
  • 59.
    Arquitetura da Redede Canal Comum Nº 7 62 MTP - Nível 3 INAP MAP OMAP ISUP TUP TCAP SCCP MTP - Nível 2 MTP - Nível 1 Camadas 4 - 6 Camadas 1 - 3 NÍVEL 4 (Parte de Usuários) MTP (Parte de Transferência de Mensagens) Modelo OSI x Modelo ITU-T Camada 7 Usuários RI SMC O&M RDSI TELEFONIA Camadas SSC#7 7 - Aplicação 1- Física 2 - Transporte 3 - Rede 6 - Apresentação 5 - Sessão 4 - Transporte 4 – USUÁRIOS Tráfego de mensagens (IAM, ACM, REL, IAI, ANC, etc). 1- sincronismo (TX, TX e 2M, etc). 2 – UNIDADE DE SINAL (SIO, SIN, SIOS, etc). 3 – ENDEREÇAMENTO (OPC, DPC, CIC, etc). Camadas do Modelo OSI
  • 60.
    MTP Subsistema de usuário telefônico (TUP) RDSI Telefonia Rede Inteligente 1 2 3 4 Subsistemade serviço intermediário (ISP) Subsistema de controle de conexões de sinalização (SCCP) Subsistema de usuário para RDSI (ISUP) Subsistema de aplicação de capacitação de transações (TCAP) Telefonia móvel 1 2 3 4 5 6 7 Outros usuários da MTP Capacitação de transações (TC) Níveis funcionais SS nº 7 Camadas do Modelo OSI Outros usuários da TCAP Arquitetura do Sistema de Sinalização Nº 7 63 Rede Enlace Enlace de Dados
  • 61.
     A arquiteturado Sistema de Sinalização por Canal Comum no 7 é dividida nos subsistemas a seguir elencados: • MTP (Parte de Transferência de Mensagens (Nível 1,2,3)). • Funções de Subsistema de Usuário (Nível 4): o TUP - Parte de Usuário de Telefonia o ISUP - Parte de Usuário de Serviços Integrados o SCCP - Parte de Controle de Conexões de Sinalizações o TCAP - Parte de Aplicação de Controle de Transações o INAP - Parte Aplicação de Rede Inteligente o MAP - Parte de Aplicação de Serviços Móveis o OMAP - Parte de Aplicação de Operação e Manutenção Arquitetura da Rede de Canal Comum No 7 64
  • 62.
    65 Sinalização por CanalComum N7 - ISUP • IAM (initial address message) – Mensagem de endereçamento inicial, contém no B, categoria de A, no e outras informações relativas ao encaminhamento de chamadas. • ACM (address complete message) – Mensagem de endereço completo. • Mensagem enviada para trás, em resposta a mensagem IAM, indicando que todos os sinais de endereço do assinante B foram recebidos e o estado do mesmo (fim de seleção – FDS). • ANM (answer message) – Mensagem para trás indicando que B atendeu. • REL (release message) – Mensagem de desconexão enviada nas duas direções, informando o motivo da desconexão (causa). • RLC (release complete message) – Mensagem de desconexão completada, enviada nas duas direções, em resposta à mensagem REL. • SAM (subsequent address message) - Mensagem enviada pela origem para complementar as informações contidas na IAM (chamada over lap). • CPG (call progress message) - Mensagem enviada pelo destino informando a situação de chamada em ‘progresso”. • SUS (suspend message) - Mensagem de “suspensão”, enviada pela origem ou pelo destino, suspendendo temporariamente a chamada. • RES (resume message) - Mensagem de “reassumir” enviada pela origem ou destino, informando do término da suspensão.
  • 63.
    • Setup -mensagem enviada para se iniciar a chamada, com o número de A e de B e outras informações, em bloco ou over-lap; • Call proceeding - mensagem enviada para trás indicando que o receptor recebeu todas as informações necessárias e já está processando a chamada; geralmente após a Call Proc sempre vem um Alerting; • Setup Ack - mensagem enviada para trás indicado que o Setup foi recebido corretamente mas requer informações adicionais para prosseguir a chamada; substitui o Call Proc quando faltam estas informações; • Information - mensagem enviada para frente logo após um Setup Ack para prover informações adicionais durante o estabelecimento da chamada; • Status - mensagem enviada em resposta a um "Status Enquiry" ou a qualquer tempo durante a chamada para indicar certas condições de erro no protocolo; muito comum em interligações de centrais PABX diferentes, pois reporta que uma central enviou um IE (Elemento de Informação) que não é reconhecido pela outra; • Alerting - mensagem enviada para trás indicando que o ramal B está sendo chamado; isto significa que o ramal B está sendo chamado e o ramal A está recebendo sinal de ring-back; • Connect - mensagem enviada para trás indicando o atendimento pelo ramal B; • Connetc Ack - mensagem enviada para frente confirmando o recebimento do atendimento; • Disconnect - mensagem em ambos os sentidos informando que o telefone está no gancho; • Release - mensagem solicitando liberação do canal de voz, com a causa da desconexão; • Release Complete - confirmação da liberação do canal de voz. Mensagens de sinalização (DSS1) para os acessos 2B+D e 30B+D 66
  • 64.
    67 Sinalização NGN H248 •ADD: O comando Add adiciona uma terminação a um contexto. O comando Add na primeira terminação no contexto é usado para criar o contexto. Enviado pelo MGC; • MODIFY: O comando Modify modifica as propriedades, eventos e sinais em uma terminação; • SUBTRACT: O comando Subtract desconecta a terminação do contexto. Quando é usado na última terminação do contexto, deleta o contexto. Enviado pelo MGC; • MOVE: O comando Move transporta a terminação de um contexto para o outro. Enviado pelo MGC; • AUDITVALUE: O comando AuditValue solicita o valor atual do estado de propriedades, eventos, sinais e estatísticas de uma terminação específica. Enviado pelo MGC; • AUDITCAPABILITIES: O comando Auditcapabilities solicita todos os valores possíveis de propriedades, eventos e sinais nas terminações do MG. Enviado pelo MGC; • NOTIFY: O comando Notify permite ao MG informar ao MGC os eventos e sinais recebidos que estão ocorrendo MG. Comando Exclusivo do MG; • SERVICECHANGE: O comando Servicechange permite ao MG notificar o MGC que uma terminação ou grupo de terminações está fora de serviço ou entrou em serviço, para se registrar no MGC. O MGC pode informar que está passando o controle para outro MGC ou informar ao MG que tire de serviço uma terminação ou um grupo de terminações. Enviado pelo MGC e pelo MG.
  • 65.
    68 Sinalização NGN SIP •INVITE: Indica que o usuário está sendo convidado a participar de uma sessão multimídia. O corpo da mensagem pode conter uma descrição da sessão, utilizando-se o protocolo de descrição de sessão SDP (Session Description Protocol). • ACK: Mensagem recebida como resposta final a um INVITE. A requisição ACK pode conter o SDP de descrição da sessão negociada entre ambos os clientes. Se não contiver o SDP, o usuário chamado pode assumir a descrição dada pelo primeiro INVITE, se houver. • OPTIONS: Faz uma pergunta sobre quais métodos e extensões são suportados pelo servidor e pelo usuário descrito no campo de cabeçalho <To:>. O servidor pode responder a esta pergunta com o conjunto de métodos e extensões suportado pelo usuário e por ele mesmo. • BYE: Usado para liberar os recursos associados a uma ligação e forçar a desconexão da mesma. • CANCEL: Cancela uma requisição que ainda esteja pendente, ou seja, em andamento. Uma requisição é considerada pendente, se e somente se, ela não foi atendida com uma resposta final. • REGISTER: Um cliente usa este método para registrar o "alias" (apelido) do seu endereço em algum servidor SIP, que, por aceitar registro de usuários, chamamos de serviço REGISTRAR.
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  • 67.
    Classificação das chamadas 70 •Chamada local (dentro da mesma área) • Chamada local (dentro de área diferente) • Chamada local (trânsito) Central local Chamador Chamado A B Central A Chamador Central B Chamado JS JE A B Central A A Trânsito local JS JE Central B B JS JE Chamador Chamado
  • 68.
    Classificação das chamadas 71 •Chamada interurbana - DDD • Chamada internacional - DDI Central A A Trânsito local JS JE Trânsito IU JS JE Central B Trânsito local JS JE Trânsito IU JS JE MUX MUX Cidade A Cidade B B JE JS MUX MUX São Paulo Outro país (destino) Trânsito intern. Central local Rio de Janeiro Brasil Satélite Trânsito local Trânsito IU JE JS Trânsito intern. A
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    Numeração X N12 N11N10 N9 N8 N7 N6 N5 N4 N3 N2 N1 Prefixo Nacional (0) Código de Seleção da Prestadora (CSP) Código Nacional (CN) DDD Prefixo da Central Milhar Centena Dezena Unidade Número do Assinante • O número nacional - Constituição do número nacional • Constituição do número internacional XX N14 N13 N12 N11 N8 N7 N6 N5 N4 N3 N2 N1 Prefixo Internacional (00) Código de Seleção da Prestadora (CSP) Código Internacional Número Nacional Número Internacional • Exemplo de uma chamada internacional - Observação: Origem Brasil 72 00 31 1 408 7645000 Prefixo Internacional Código de seleção de prestadora (CSP) Código Internacional Número Internacional Obs.: O Código internacional(1 a 3) e o Número Nacional podem variar de tamanho sendo que o comprimento de dígitos da chamada pode chegar até 20.
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    Zonas mundiais denumeração (limites aproximados) 73
  • 71.
    Exemplos de códigosinternacionais País Cód. internacional ESTADOS UNIDOS / CANADÁ 1 GRÉCIA 30 HOLANDA 31 BÉLGICA 32 FRANÇA / MÔNACO 33 ESPANHA 34 PORTUGAL 351 IRLANDA 353 FINLÂNDIA 358 ITÁLIA / VATICANO 39 SUÍÇA 41 AUSTRÁLIA 43 DINAMARCA 45 SUÉCIA 46 NORUEGA 47 ALEMANHA OCIDENTAL 49 MÉXICO 52 CUBA 53 País Cód. internacional ARGENTINA 54 BRASIL 55 CHILE 56 COLÔMBIA 57 VENEZUELA 58 BOLÍVIA 591 GUIANA INGLESA 592 EQUADOR 593 GUIANA FRANCESA 594 PARAGUAI 595 PERU 596 SURINAM 597 URUGUAI 598 SÍRIA 963 TUNÍSIA 216 JAPÃO 81 ÁFRICA DO SUL 27 AUSTRÁLIA 61
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Notas do Editor

  • #1 Capa para apresentação (Oi pra Negócios) Em toda a apresentação, só devemos utilizar a família da fonte Arial. Lembre-se de que, utilizando outra fonte, esta poderá ser modificada ao abrir o documento por não estar instalada no computador. - A fonte da apresentação nunca deve ter o tamanho inferior a 15pts, exceto em gráficos e tabelas muito complexos e extensos, em que a fonte pode assumir o mínimo de 12pts. - Para títulos e subtítulos, não utilize tamanho inferior a 25pts. - O título da apresentação deve respeitar o layout acima: no canto inferior direito, sempre alinhado à esquerda, em caixa-alta e na cor branca. - O subtítulo da apresentação deve respeitar o layout acima: no canto inferior direito, sempre alinhado à esquerda e pelo título, em caixa-alta e na cor branca, com transparência de 70%. - A marca da Oi pode variar entre as três opções utilizadas nesse template, nas três versões de cores para a capa.
  • #14 CENTRAL = COMUTAÇÃO (MESA) + CONTROLE (TELEFONISTA) CENTRAL CPA = CONTROLE DIGITAL CPA-E = COMUTAÇÃO ANALÓGICA (ESPACIAL) CPA-T = COMUTAÇÃO DIGITAL (TEMPORAL) SINALIZAÇÃO MF = APARELHO NO FORMATO TON (NÃO PULSE), VERIFICAR SE ONÚMEO É
  • #39 Abertura de capítulo com espaço para informação adicional (Oi pra Negócios) A faixa na margem esquerda deve ser preservada e jamais ser invadida por nenhum elemento. O título do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda, em caixa-alta e baixa e na cor branca. O subtítulo do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda e pelo título, em caixa-alta e baixa e na cor bege-claro.
  • #42 Abertura de capítulo com espaço para informação adicional (Oi pra Negócios) A faixa na margem esquerda deve ser preservada e jamais ser invadida por nenhum elemento. O título do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda, em caixa-alta e baixa e na cor branca. O subtítulo do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda e pelo título, em caixa-alta e baixa e na cor bege-claro.
  • #44 teste
  • #46 teste
  • #47 teste
  • #48 Abertura de capítulo com espaço para informação adicional (Oi pra Negócios) A faixa na margem esquerda deve ser preservada e jamais ser invadida por nenhum elemento. O título do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda, em caixa-alta e baixa e na cor branca. O subtítulo do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda e pelo título, em caixa-alta e baixa e na cor bege-claro.
  • #51 Abertura de capítulo com espaço para informação adicional (Oi pra Negócios) A faixa na margem esquerda deve ser preservada e jamais ser invadida por nenhum elemento. O título do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda, em caixa-alta e baixa e na cor branca. O subtítulo do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda e pelo título, em caixa-alta e baixa e na cor bege-claro.
  • #61 Abertura de capítulo com espaço para informação adicional (Oi pra Negócios) A faixa na margem esquerda deve ser preservada e jamais ser invadida por nenhum elemento. O título do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda, em caixa-alta e baixa e na cor branca. O subtítulo do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda e pelo título, em caixa-alta e baixa e na cor bege-claro.
  • #75 Abertura de capítulo com espaço para informação adicional (Oi pra Negócios) A faixa na margem esquerda deve ser preservada e jamais ser invadida por nenhum elemento. O título do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda, em caixa-alta e baixa e na cor branca. O subtítulo do capítulo deve estar sempre alinhado à esquerda e pelo título, em caixa-alta e baixa e na cor bege-claro.