Semana de TI 2013

BACKUP NA NUVEM

Prof. MSc. Kleber Silva
12/11/2013
Contatos:

kleber.silva@sumare.edu.br
prof.kleber.silva@gmail.com
kleber.silva@brict.com.br
Apresentação
Prof. MSc. Kleber Silva
Formação Acadêmica
Graduação: Sistemas de Informação, UNIFIEO
Mestrado: Engenharia da Computação, IPT
Atuação Acadêmica
Professor Graduação, Fac. Sumaré e Fac. FNC
Disciplinas: Tecnologia e Recuperação de Banco de Dados,
Fundamentos de Redes, Segurança da Informação,
Negócios e Comércio Eletrônico, Segurança de Redes.

Atuação Profissional
Arquiteto de Soluções - Storage, Backup, Virtualização,
Nuvem, Desempenho de Aplicações e Redes, Otimização de
WAN. Empresa Brasil ICT. Certificações: NCIE, VCP5, RTSS
Agenda
1.
2.
3.
4.

Introdução
Conceitos iniciais e motivação
Backup corporativo
Técnicas de otimização do backup na
nuvem
5. Arquitetura sugerida
6. Conclusão

Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com
1- Introdução
Assunto: Arquitetura de Backup na Nuvem
Objetivo: Entender a evolução e prérequisitos dos Backups corporativos.
Avaliar as diferenças das arquiteturas de
Backup na Nuvem que estão sendo
ofertadas pelas empresas de Hosting e Data
Center, para definir melhores práticas para
a implementação de uma solução de
Backup com armazenamento na Nuvem
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2 – Conceitos iniciais
Computação
na Nuvem

+

= Backup na
Nuvem

Backup

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2.1 - Backup
• Um backup é uma cópia ou
uma versão dos arquivos que
deve ser criada para garantir a
restauração em caso de falha.
• Uma falha pode ser desde
uma corrupção de arquivos,
falha de hardware, sinistros
(incêndio, enchentes,
meteoro, etc) até erro de
usuário (deleção acidentais,
exclusão de arquivos, má
aplicação de atualizações)
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2.2 -Evolução do Backup pessoal

Ex.:

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2.3 - Evolução do Backup Corporativo

Tape Library

Virtual Tape Library
Ex.:

Storage (Disco)
local / on-premises

Storage (Disco)
externo / nuvem

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2.4 - Motivação do Backup na Nuvem
• A fita é uma tecnologia antiga que tende a se
aposentar:

• Eliminação do gerenciamento e manutenção de
Fitas, inclusive com transporte para empresas de
hosting de fitas (Ex.: Iron Mounting).
• Aproveitamento do software de Backup existente;
• Pode ser usado como ambiente de contingência;
• Redução de Custo de 30 a 50% em comparação a
aquisição de fitas ou disco para backup local.
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3 – Backup de servidores
- Banco de Dados:

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3 – Backup corporativo
- Máquinas Virtuais:

- Email, ERP, ECM e demais aplicações:

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3.1 – Integridade do Backup
• Backups não íntegros: Feitos com a base de dados ou
máquina virtual aberta e gerando transações nos arquivos de
dados. Neste caso não há garantia de recuperação dos dados,
ou seja, não devem ser considerados.
• Backups íntegros: Feitos com a base de dados ou máquina
virtual “desligada” (backup consistente ou backup cold) ou em
modo backup online (backup inconsistente).
• Deve-se fazer um backup sem que a base esteja com
transações ativas (backup cold) ou com os arquivos de dados
intactos (backup online), garantindo assim que todas as
transações previamente realizadas estejam consistentes.
• Um pré-requisito para executar o backup online é que a
aplicação suporte esse modo. OBS.: O Oracle é um SGBD que
suporta esse modo com a habilitação dos archivelogs.
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3.2 – Janela de Backup
Janela de Backup: define o tempo que o processo (job) de
backup gastou para ser concluído. Esse tempo é proporcional
ao tamanho da base de dados ou da máquina virtual e a
velocidade de cópia dos dados.
- Quanto maior for a
base de dados e mais
lento o dispositivo de
armazenamento do
backup, maior será a
janela de backup, o que
pode implicar em
percepção de lentidão
para o usuário final.
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3.3 – Snapshots
• Backups Snapshots: uma alternativa para reduzir janelas de
backups, alguns sistemas operacionais e storages suportam a
tecnologia de Snapshots para serem usados como backup
(versões) no próprio armazenamento principal.
- Não é gasto tempo de
cópia para um outro
dispositivo no
momento do backup
(pode ser feito
posteriormente,
independente do
estado do banco ou
máquina virtual).
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4 – Técnicas de Otimização
do Backup na Nuvem
4.1 – Como funciona a desduplicação de dados

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4.1.1 - Desduplicação de Dados exemplo com blocos de 4KBytes
Larry’s presentation.ppt

Moe’s presentation.ppt

20 x 4K blocos
= Blocos Idênticos

Arquivo idêntico: 20 x 4K blocos

Dado escrito no Disco:
Com desduplicação: 38 blocos
Sem desduplicação: 75 blocos

Curly’s presentation.ppt

Arquivo editado: 25 x 4K blocos

Shemp’s resume.doc

Arquivo diferente: 10 x 4K blocks

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4.2 – Otimização de WAN

Fabricantes:
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4.3 – Segurança na nuvem

- Criptografia no armazenamento. Ex.: Google
Cloud Service (serviço pago): AES-128;
- Atendimento a requisitos regulatórios
(compliance), mas sem perda significativa de
desempenho;
- Antivirus na nuvem: Ex.: Trend, F-Secure, etc
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5 – Arquitetura sugerida
Appliance para
interface com o
Backup na Nuvem

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6 – Conclusão
- Entender a diferença entre Backup pessoal e
corporativo;
- Preocupação com integridade e janela do
Backup. Sugestão: Snapshots;
- Utilização e custo do link WAN e cobrança do
armazenamento para dados alterados.
Sugestão: desduplicação de dados com
granularidade baixa, snapshots incrementais;
- Criptografia dos dados na nuvem;
- Homologação do procedimento de Restore;
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Backup na Nuvem - Palestra Faculdade Sumaré - 2013.2

  • 1.
    Semana de TI2013 BACKUP NA NUVEM Prof. MSc. Kleber Silva 12/11/2013 Contatos: kleber.silva@sumare.edu.br prof.kleber.silva@gmail.com kleber.silva@brict.com.br
  • 2.
    Apresentação Prof. MSc. KleberSilva Formação Acadêmica Graduação: Sistemas de Informação, UNIFIEO Mestrado: Engenharia da Computação, IPT Atuação Acadêmica Professor Graduação, Fac. Sumaré e Fac. FNC Disciplinas: Tecnologia e Recuperação de Banco de Dados, Fundamentos de Redes, Segurança da Informação, Negócios e Comércio Eletrônico, Segurança de Redes. Atuação Profissional Arquiteto de Soluções - Storage, Backup, Virtualização, Nuvem, Desempenho de Aplicações e Redes, Otimização de WAN. Empresa Brasil ICT. Certificações: NCIE, VCP5, RTSS
  • 3.
    Agenda 1. 2. 3. 4. Introdução Conceitos iniciais emotivação Backup corporativo Técnicas de otimização do backup na nuvem 5. Arquitetura sugerida 6. Conclusão Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com
  • 4.
    1- Introdução Assunto: Arquiteturade Backup na Nuvem Objetivo: Entender a evolução e prérequisitos dos Backups corporativos. Avaliar as diferenças das arquiteturas de Backup na Nuvem que estão sendo ofertadas pelas empresas de Hosting e Data Center, para definir melhores práticas para a implementação de uma solução de Backup com armazenamento na Nuvem Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 4
  • 5.
    2 – Conceitosiniciais Computação na Nuvem + = Backup na Nuvem Backup Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 5
  • 6.
    2.1 - Backup •Um backup é uma cópia ou uma versão dos arquivos que deve ser criada para garantir a restauração em caso de falha. • Uma falha pode ser desde uma corrupção de arquivos, falha de hardware, sinistros (incêndio, enchentes, meteoro, etc) até erro de usuário (deleção acidentais, exclusão de arquivos, má aplicação de atualizações) Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 6
  • 7.
    2.2 -Evolução doBackup pessoal Ex.: Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 7
  • 8.
    2.3 - Evoluçãodo Backup Corporativo Tape Library Virtual Tape Library Ex.: Storage (Disco) local / on-premises Storage (Disco) externo / nuvem Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 8
  • 9.
    2.4 - Motivaçãodo Backup na Nuvem • A fita é uma tecnologia antiga que tende a se aposentar: • Eliminação do gerenciamento e manutenção de Fitas, inclusive com transporte para empresas de hosting de fitas (Ex.: Iron Mounting). • Aproveitamento do software de Backup existente; • Pode ser usado como ambiente de contingência; • Redução de Custo de 30 a 50% em comparação a aquisição de fitas ou disco para backup local. Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 9
  • 10.
    3 – Backupde servidores - Banco de Dados: Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 10
  • 11.
    3 – Backupcorporativo - Máquinas Virtuais: - Email, ERP, ECM e demais aplicações: Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 11
  • 12.
    3.1 – Integridadedo Backup • Backups não íntegros: Feitos com a base de dados ou máquina virtual aberta e gerando transações nos arquivos de dados. Neste caso não há garantia de recuperação dos dados, ou seja, não devem ser considerados. • Backups íntegros: Feitos com a base de dados ou máquina virtual “desligada” (backup consistente ou backup cold) ou em modo backup online (backup inconsistente). • Deve-se fazer um backup sem que a base esteja com transações ativas (backup cold) ou com os arquivos de dados intactos (backup online), garantindo assim que todas as transações previamente realizadas estejam consistentes. • Um pré-requisito para executar o backup online é que a aplicação suporte esse modo. OBS.: O Oracle é um SGBD que suporta esse modo com a habilitação dos archivelogs. Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 12
  • 13.
    3.2 – Janelade Backup Janela de Backup: define o tempo que o processo (job) de backup gastou para ser concluído. Esse tempo é proporcional ao tamanho da base de dados ou da máquina virtual e a velocidade de cópia dos dados. - Quanto maior for a base de dados e mais lento o dispositivo de armazenamento do backup, maior será a janela de backup, o que pode implicar em percepção de lentidão para o usuário final. Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 13
  • 14.
    3.3 – Snapshots •Backups Snapshots: uma alternativa para reduzir janelas de backups, alguns sistemas operacionais e storages suportam a tecnologia de Snapshots para serem usados como backup (versões) no próprio armazenamento principal. - Não é gasto tempo de cópia para um outro dispositivo no momento do backup (pode ser feito posteriormente, independente do estado do banco ou máquina virtual). Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 14
  • 15.
    4 – Técnicasde Otimização do Backup na Nuvem 4.1 – Como funciona a desduplicação de dados Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 15
  • 16.
    4.1.1 - Desduplicaçãode Dados exemplo com blocos de 4KBytes Larry’s presentation.ppt Moe’s presentation.ppt 20 x 4K blocos = Blocos Idênticos Arquivo idêntico: 20 x 4K blocos Dado escrito no Disco: Com desduplicação: 38 blocos Sem desduplicação: 75 blocos Curly’s presentation.ppt Arquivo editado: 25 x 4K blocos Shemp’s resume.doc Arquivo diferente: 10 x 4K blocks Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 16
  • 17.
    4.2 – Otimizaçãode WAN Fabricantes: Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 17
  • 18.
    4.3 – Segurançana nuvem - Criptografia no armazenamento. Ex.: Google Cloud Service (serviço pago): AES-128; - Atendimento a requisitos regulatórios (compliance), mas sem perda significativa de desempenho; - Antivirus na nuvem: Ex.: Trend, F-Secure, etc Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 18
  • 19.
    5 – Arquiteturasugerida Appliance para interface com o Backup na Nuvem Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 19
  • 20.
    6 – Conclusão -Entender a diferença entre Backup pessoal e corporativo; - Preocupação com integridade e janela do Backup. Sugestão: Snapshots; - Utilização e custo do link WAN e cobrança do armazenamento para dados alterados. Sugestão: desduplicação de dados com granularidade baixa, snapshots incrementais; - Criptografia dos dados na nuvem; - Homologação do procedimento de Restore; Prof. Kleber Silva – kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 20
  • 21.
    Prof. Kleber Silva– kleber.silva@sumare.edu.br / prof.kleber.silva@gmail.com 21