JOÃO DE MANCELOS
INFORMAÇÃO BIOBLIOGRÁFICA:

Joaquim João Cunha Braamcamp de Mancelos- conhecido literariamente por João de
Mancelos- nasceu em Coimbra, em 12 de novembro de 1968. É licenciado em Estudos
Portugueses/Ingleses (Universidade de Aveiro, 1992), mestre em Estudos Anglo-Americanos
(Universidade de Coimbra, 1996), doutorado em Literatura Norte-Americana (Universidade
Católica Portuguesa, 2003), e pós-doutorado em Literaturas Comparadas (Universidade de
Aveiro, 2012).
Na Universidade Católica Portuguesa (Viseu), lecionou sobretudo Introdução aos
Estudos Literários, Literatura Norte-Americana (vários níveis) e Escrita Criativa. Na
Universidade de Aveiro, ministrou Escrita Criativa I e II, Guionismo e Português para
Estrangeiros. Atualmente, é professor de Laboratório de Guionismo e de Teoria da Narrativa
Cinematográfica na Universidade da Beira Interior (Covilhã).
Escreveu obras de poesia, conto e ensaio, com destaque para Línguas de fogo, As
fadas não usam batom, O que sentes quando a chuva cai?, O labor das marés, A oeste deste
céu, Veleiros do tempo cósmico, O marulhar de versos antigos: A Intertextualidade em
Eugénio de Andrade, Introdução à Escrita Criativa e Uma canção no vento: A poesia de
Eugénio de Andrade. Publicou mais de uma centena de crónicas, recensões e artigos
científicos sobre literatura e cinema, em Portugal e no estrangeiro.
NOTA CRÍTICA:

O escritor Baptista-Bastos, que já se debruçara sobre a primeira edição de As fadas não
usam batom, saudou a segunda edição com as seguintes palavras: «De novo me encontro
com a ironia cáustica e com a ternura calorosa de histórias onde o humor sobreleva, sempre,
a circunstância fortuita».
A revista Entreletras comenta a propósito da obra de poesia e prosa poética Línguas de
fogo: «São textos de uma grande limpidez e rigor, de um forte poder evocativo, quase
fotográfico [...]».

Autor do mês João Mancelos

  • 1.
  • 2.
    INFORMAÇÃO BIOBLIOGRÁFICA: Joaquim JoãoCunha Braamcamp de Mancelos- conhecido literariamente por João de Mancelos- nasceu em Coimbra, em 12 de novembro de 1968. É licenciado em Estudos Portugueses/Ingleses (Universidade de Aveiro, 1992), mestre em Estudos Anglo-Americanos (Universidade de Coimbra, 1996), doutorado em Literatura Norte-Americana (Universidade Católica Portuguesa, 2003), e pós-doutorado em Literaturas Comparadas (Universidade de Aveiro, 2012). Na Universidade Católica Portuguesa (Viseu), lecionou sobretudo Introdução aos Estudos Literários, Literatura Norte-Americana (vários níveis) e Escrita Criativa. Na Universidade de Aveiro, ministrou Escrita Criativa I e II, Guionismo e Português para Estrangeiros. Atualmente, é professor de Laboratório de Guionismo e de Teoria da Narrativa Cinematográfica na Universidade da Beira Interior (Covilhã). Escreveu obras de poesia, conto e ensaio, com destaque para Línguas de fogo, As fadas não usam batom, O que sentes quando a chuva cai?, O labor das marés, A oeste deste céu, Veleiros do tempo cósmico, O marulhar de versos antigos: A Intertextualidade em Eugénio de Andrade, Introdução à Escrita Criativa e Uma canção no vento: A poesia de Eugénio de Andrade. Publicou mais de uma centena de crónicas, recensões e artigos científicos sobre literatura e cinema, em Portugal e no estrangeiro. NOTA CRÍTICA: O escritor Baptista-Bastos, que já se debruçara sobre a primeira edição de As fadas não usam batom, saudou a segunda edição com as seguintes palavras: «De novo me encontro com a ironia cáustica e com a ternura calorosa de histórias onde o humor sobreleva, sempre, a circunstância fortuita». A revista Entreletras comenta a propósito da obra de poesia e prosa poética Línguas de fogo: «São textos de uma grande limpidez e rigor, de um forte poder evocativo, quase fotográfico [...]».