Sidney Vieira Camargo
Projeto de
Iluminaç„o de Interiores
Cada vez mais o homem vem desenvolvendo
mÈtodos de iluminaç„o, tendo em vista o
conforto visual e o exercÌcio de suas
atividades.
A import‚ncia da Iluminaç„o.
Determinar a iluminaç„o necess·ria a um
ambiente significa estabelecer a intensidade
e distribuiç„o da radiaç„o visÌvel adequadas
aos tipos de atividades e ‡s caracterÌsticas
do local.
Como saber se a iluminaç„o do
ambiente est· adequada?
As conseqüências da iluminaç„o adequada s„o
notadas principalmente:
 Na segurança do trabalhador - diminui a
probabilidade de ocorrência de acidentes.
 Na produtividade - diminui a probabilidade de
falhas e desperdÌcio de material.
 Na qualidade - diminui a probabilidade de n„o
conformidade no produto final.
 No bem-estar do trabalhador - diminui a
probabilidade de fadiga visual e torna o
ambiente mais agrad·vel.
Conseqüências da
iluminaç„o adequada.
Existe uma sÈrie de fatores a serem considerados
para que se tenha um local de trabalho
adequadamente iluminado:
 Tipo de l‚mpada e de lumin·ria.
 Quantidade de lumin·rias.
 Distribuiç„o e localizaç„o das lumin·rias.
 Cores adequadas do ambiente.
 Manutenç„o e limpeza das lumin·rias.
Projeto de Iluminaç„o
Fatores a serem considerados.
O que deve ser pensado em um
projeto de Iluminaç„o de Interiores?
Iluminar um interior significa projetar e executar
uma instalaç„o de maneira que esta possa iluminar
o ambiente artificialmente.
levar
em
extrema
Em um projeto de iluminaç„o deve-se
consideraç„o alguns fatores de
import‚ncia:
 Obter um nÌvel de iluminamento adequado
a
utilizaç„o do ambiente que ser· iluminado (ABNT
- NBR 5413 - Ilumin‚ncia de Interiores).
adequadamente as l‚mpadas e
que ser„o empregadas, levando-se
o fator qualidade da iluminaç„o e
 Escolher
lumin·rias
em
conta
economia.
O que deve ser pensado em um
projeto de Iluminaç„o de Interiores?
 Reproduzir as cores dos objetos e do ambiente
corretamente.
 Obter uma distribuiç„o de luz uniforme
nos planos de trabalho que ser„o
iluminados.
 N„o criar impress„o de mal-estar e desconforto
nas pessoas que ir„o utilizar o ambiente.
 Lembrar que a iluminaç„o deve estar sempre
em harmonia com o projeto global do ambiente.
O que È nÌvel de
Iluminamento mÌnimo
requerido?
A ABNT - Associaç„o Brasileira de Normas
TÈcnicas (atravÈs da NBR - 5413 - Ilumin‚ncia de
Interiores), estabelece os nÌveis de iluminamento
mÌnimo requeridos, de acordo com o tipo de
atividade.
As l‚mpadas fluorescentes s„o as mais
recomendadas pela baixa irradiaç„o de calor. A
tonalidade amarela deixa o espaço mais agrad·vel
para a vis„o, pois n„o basta estar claro, È
necess·rio haver conforto visual.
Escolher uma boa lumin·ria È outro fator que ajuda
o projeto.
Espectro da luz policrom·tica
O que È
temperatura de cor?
Quando falamos em luz quente ou luz fria
estamos nos referindo ao tom de cor que a
l‚mpada d· ao ambiente.
Nas l‚ mpadas, a temperatura de cor È
medida em Kelvin (k) e quanto maior for o
n˙ mero, mais fria È a cor da l‚ mpada.
Ex: uma l‚mpada de temperatura de cor de 2.700 K
tem tonalidade quente e uma de 7.000 K tem
tonalidade muito fria.
O ideal para residências e escritórios È de 2700
a 5000 K.
Temperatura de cor
Luz quente Luz fria
2.400 K 4.000 K 6.000 K
O que È Ìndice de
reproduç„o de cores?
A reproduç„o de cores de uma l‚mpada È
medida
por uma escala chamada IRC (Índice de
Reproduç„o de Cores).
Quanto mais próximo este Ìndice for de 100 (a luz
solar tem IRC 100), mais fielmente as cores ser„o
reproduzidas. Isto ocorre porque, na verdade, o
que enxergamos È a reflex„o da luz que ilumina
os objetos.
Um exemplo claro disto È quando compramos
uma roupa em uma loja e depois ao sairmos
vestidos durante o dia, percebemos que a cor
n„o era exatamente aquela.
Os objetos j· possuem
cores definidas ou n„o?
H· uma tendência em pensarmos que os objetos j·
possuem cores definidas.
Na verdade, a aparência de um objeto È
resultado da iluminaç„o incidente sobre o
mesmo. Sob uma luz branca, a maç„ aparenta ser
de cor vermelha, pois ela tende a refletir a porç„o
do vermelho do espectro de radiaç„o absorvendo
a luz nos outros comprimentos de onda.
Se utiliz·ssemos um filtro para remover a porç„o
do vermelho da fonte de luz, a maç„ refletiria muito
pouca luz vermelha, parecendo totalmente negra.
Luz & Cor
Composiç„o das cores
Podemos ver que a luz È composta por três
cores prim·rias. A combinaç„o das cores
vermelho, verde e azul permite obtermos o branco.
A combinaç„o de duas cores prim·rias produz as
cores secund·rias - magenta, amarela e cyan.
As três cores prim·rias dosadas em diferentes
quantidades permite obtermos outras cores de luz.
Luz & Cor
Composiç„o das cores
Luz & Cor
Composiç„o das cores
Da mesma forma que surgem diferenças na
visualizaç„o das cores ao longo do dia (diferenças
da luz do sol ao meio-dia e no crep˙sculo), as
fontes de luz artificiais tambÈm apresentam
diferentes resultados.
As l‚mpadas incandescentes, por exemplo,
tendem a reproduzir com maior fidelidade as cores
vermelha e amarela do que as cores verde e azul,
aparentando ter uma luz mais ìquenteî.
Índice de reproduç„o de cores
L‚mpada
fluorescente tubular
Apresenta um
IRC de 85%.
L‚mpada
incandescente
Apresenta um
IRC de 100%.
Fluxo Luminoso
Unidade: l˙men (lm)
Fluxo Luminoso È a radiaç„o total da
fonte luminosa, medida em l˙mens, na tens„o
nominal de funcionamento.
Intensidade Luminosa
Unidade: candela (cd)
Se a fonte luminosa irradiasse a luz uniformemente
em todas as direções, o Fluxo Luminoso se
distribuiria na forma de uma esfera. Tal fato,
porÈm, È quase impossÌvel de acontecer.
Iluminamento ou Ilumin‚ ncia.
SÌmbolo: E
Unidade: lux (lx)
A luz que uma l‚mpada irradia, relacionada ‡
superfÌcie a qual incide, define uma nova grandeza
em luminotÈcnica, denominada de Iluminamento
ou Ilumin‚ ncia.
Expressa em lux (lx), indica o fluxo luminoso de
uma fonte de luz que incide sobre uma superfÌcie
situada ‡ uma certa dist‚ncia desta fonte.
Na pr·tica, È a quantidade de luz dentro de um
ambiente e pode ser medida com o auxÌlio de um
luxÌmetro.
Como o fluxo luminoso n„o È
distribuÌdo uniformemente, a ilumin‚ncia n„o ser· a
mesma em todos os pontos da ·rea em quest„o.
1. Escolha do nÌvel de iluminamento
 Deve-se escolher o nÌvel mÈdio de iluminamento
em funç„o do tipo de atividade visual que ser·
desenvolvida no local.
 Para isto s„o utilizadas as tabelas constantes da
Norma da ABNT (NBR - 5413 - Ilumin‚ncia de
Interiores), que fornece valores admissÌveis para
cada tipo de atividade.
Roteiro para elaboraç„o de projeto de
iluminaç„o de interiores.
2. Determinaç„o do fator do local
Onde:
C= comprimento do local
L= largura do local
A= altura da lumin·ria ao
plano de trabalho
C.L
K 
C  L.A
Neste item devem ser levados em conta fatores como
a adequada iluminaç„o do plano de trabalho, custo,
manutenç„o, estÈtica, reproduç„o de cores,
aparência visual e funcionalidade.
3. Escolha das l‚ mpadas e das lumin·rias
incide
4. Determinaç„o do fator de utilizaç„o
Que È definido como o fluxo ˙til que
efetivamente sobre o plano de trabalho.
Para se obter este valor deve-se consultar a tabela de
lumin·rias do respectivo fabricante.
6. C·lculo do n˙mero de lumin·rias
N = N˙mero de lumin·rias
= fluxo luminoso total requerido
7. Distribuiç„o das lumin·rias
O espaçamento entre as lumin·rias depende de sua
altura ao plano de trabalho e da sua distribuiç„o de
luz. Este valor situa-se geralmente, entre 1 a 1,5
vezes o valor da ·rea ˙til em ambas direções.
L = fluxo luminoso de uma
lumin·ria
N 
T

L

T
Como devem ser distribuÌdas as
lumin·rias no ambiente?
O
O
O
O
O
O
O
O
O
O
O
O
O
Comprimento
Largura
b/2
a/2
O
a
b
O
lumin·rias
ExercÌcios sobre
Iluminaç„o de Interiores
ExercÌcio 1
1. Deseja-se iluminar uma sala de 4 metros de
largura, com 8 metros de comprimento, e pÈ direito
de 3 metros, com l‚mpadas fluorescentes.
Dados:
 nÌvel de iluminamento desejado: 500 lux.
 lumin·rias Philips, modelo TCW 502, com
duas l‚mpadas fluorescentes de 40W cada
uma.
 ambiente limpo com perÌodo de manutenç„o de
5.000 h.
Cores:
 do teto: claro
 das paredes: claras
 do piso: escuro
Nota sobre a instalaç„o das lumin·rias e
plano de trabalho:
A base da lumin·ria estar· no mesmo plano do
teto.
O plano de trabalho estar· a 0,80 m do piso.
Determinar:
a) O fator de local.
b) O fator de utilizaç„o.
c) O fluxo luminoso total.
d) O n˙mero de lumin·rias necess·rias.
e) A distribuiç„o das lumin·rias (esquema com as
dimensões).
ExercÌcio 2
2. Deseja-se iluminar um galp„o industrial de 12m
por 20m e pÈ direito de 6m, com l‚mpadas a vapor
de merc˙rio.
Dados:
 nÌvel de iluminamento desejado:600 lux.
 lumin·rias HDK 475 com ZDK 475
 l‚mpadas de vapor de merc˙rio HPL-N-400 W
 Ambiente sujo com perÌodo de manutenç„o
de
7.500 h.
Cores
 do teto: claro
 das paredes: claras
 do piso: escuro
Nota sobre a instalaç„o das lumin·rias e
plano de trabalho:
A base da lumin·ria estar· a 0,40 m do teto.
O plano de trabalho estar· a 0,80 m do piso.
Determinar:
a) O fator de local.
b) O fator de utilizaç„o.
c) O fluxo luminoso total.
d) O n˙mero de lumin·rias necess·rias.
e)A distribuiç„o das lumin·rias (esquema com as
dimensões).
ExercÌcio 3
3. Reavaliar o projeto de iluminaç„o de sua sala
de aula.
Dados:
 nÌvel de iluminamento desejado:500 lux.
 Ambiente limpo com perÌodo de
manutenç„o de 5.000 h.
Identificar:
 Tipos de lumin·rias utilizadas.
 Tipos de l‚mpadas utilizadas.
 Cores
 do teto
 das paredes
 do piso
Determinar:
a) O fator de local.
b) O fator de utilizaç„o.
c) O fluxo luminoso total.
d) O n˙mero de lumin·rias necess·rias.
e)A distribuiç„o das lumin·rias (esquema com as
dimensões).
Fontes de Consulta
A Philips fornece em seu site www.philips.com.br
um cat·logo com tipos de l‚mpadas e suas
utilizações.
A Osram fornece em seu site um manual pr·tico de
luminotÈcnica: www.osram.com.br

auladeprojetodeiluminacaodeinteriores.pptx

  • 1.
    Sidney Vieira Camargo Projetode Iluminaç„o de Interiores
  • 2.
    Cada vez maiso homem vem desenvolvendo mÈtodos de iluminaç„o, tendo em vista o conforto visual e o exercÌcio de suas atividades. A import‚ncia da Iluminaç„o.
  • 3.
    Determinar a iluminaç„onecess·ria a um ambiente significa estabelecer a intensidade e distribuiç„o da radiaç„o visÌvel adequadas aos tipos de atividades e ‡s caracterÌsticas do local. Como saber se a iluminaç„o do ambiente est· adequada?
  • 4.
    As conseqüências dailuminaç„o adequada s„o notadas principalmente:  Na segurança do trabalhador - diminui a probabilidade de ocorrência de acidentes.  Na produtividade - diminui a probabilidade de falhas e desperdÌcio de material.  Na qualidade - diminui a probabilidade de n„o conformidade no produto final.  No bem-estar do trabalhador - diminui a probabilidade de fadiga visual e torna o ambiente mais agrad·vel. Conseqüências da iluminaç„o adequada.
  • 5.
    Existe uma sÈriede fatores a serem considerados para que se tenha um local de trabalho adequadamente iluminado:  Tipo de l‚mpada e de lumin·ria.  Quantidade de lumin·rias.  Distribuiç„o e localizaç„o das lumin·rias.  Cores adequadas do ambiente.  Manutenç„o e limpeza das lumin·rias. Projeto de Iluminaç„o Fatores a serem considerados.
  • 6.
    O que deveser pensado em um projeto de Iluminaç„o de Interiores?
  • 7.
    Iluminar um interiorsignifica projetar e executar uma instalaç„o de maneira que esta possa iluminar o ambiente artificialmente. levar em extrema Em um projeto de iluminaç„o deve-se consideraç„o alguns fatores de import‚ncia:  Obter um nÌvel de iluminamento adequado a utilizaç„o do ambiente que ser· iluminado (ABNT - NBR 5413 - Ilumin‚ncia de Interiores). adequadamente as l‚mpadas e que ser„o empregadas, levando-se o fator qualidade da iluminaç„o e  Escolher lumin·rias em conta economia. O que deve ser pensado em um projeto de Iluminaç„o de Interiores?
  • 8.
     Reproduzir ascores dos objetos e do ambiente corretamente.  Obter uma distribuiç„o de luz uniforme nos planos de trabalho que ser„o iluminados.  N„o criar impress„o de mal-estar e desconforto nas pessoas que ir„o utilizar o ambiente.  Lembrar que a iluminaç„o deve estar sempre em harmonia com o projeto global do ambiente.
  • 9.
    O que ÈnÌvel de Iluminamento mÌnimo requerido?
  • 10.
    A ABNT -Associaç„o Brasileira de Normas TÈcnicas (atravÈs da NBR - 5413 - Ilumin‚ncia de Interiores), estabelece os nÌveis de iluminamento mÌnimo requeridos, de acordo com o tipo de atividade. As l‚mpadas fluorescentes s„o as mais recomendadas pela baixa irradiaç„o de calor. A tonalidade amarela deixa o espaço mais agrad·vel para a vis„o, pois n„o basta estar claro, È necess·rio haver conforto visual. Escolher uma boa lumin·ria È outro fator que ajuda o projeto.
  • 11.
    Espectro da luzpolicrom·tica
  • 12.
  • 13.
    Quando falamos emluz quente ou luz fria estamos nos referindo ao tom de cor que a l‚mpada d· ao ambiente. Nas l‚ mpadas, a temperatura de cor È medida em Kelvin (k) e quanto maior for o n˙ mero, mais fria È a cor da l‚ mpada. Ex: uma l‚mpada de temperatura de cor de 2.700 K tem tonalidade quente e uma de 7.000 K tem tonalidade muito fria. O ideal para residências e escritórios È de 2700 a 5000 K.
  • 14.
    Temperatura de cor Luzquente Luz fria 2.400 K 4.000 K 6.000 K
  • 15.
    O que ÈÌndice de reproduç„o de cores?
  • 16.
    A reproduç„o decores de uma l‚mpada È medida por uma escala chamada IRC (Índice de Reproduç„o de Cores). Quanto mais próximo este Ìndice for de 100 (a luz solar tem IRC 100), mais fielmente as cores ser„o reproduzidas. Isto ocorre porque, na verdade, o que enxergamos È a reflex„o da luz que ilumina os objetos. Um exemplo claro disto È quando compramos uma roupa em uma loja e depois ao sairmos vestidos durante o dia, percebemos que a cor n„o era exatamente aquela.
  • 17.
    Os objetos j·possuem cores definidas ou n„o? H· uma tendência em pensarmos que os objetos j· possuem cores definidas. Na verdade, a aparência de um objeto È resultado da iluminaç„o incidente sobre o mesmo. Sob uma luz branca, a maç„ aparenta ser de cor vermelha, pois ela tende a refletir a porç„o do vermelho do espectro de radiaç„o absorvendo a luz nos outros comprimentos de onda. Se utiliz·ssemos um filtro para remover a porç„o do vermelho da fonte de luz, a maç„ refletiria muito pouca luz vermelha, parecendo totalmente negra.
  • 18.
    Luz & Cor Composiç„odas cores Podemos ver que a luz È composta por três cores prim·rias. A combinaç„o das cores vermelho, verde e azul permite obtermos o branco. A combinaç„o de duas cores prim·rias produz as cores secund·rias - magenta, amarela e cyan. As três cores prim·rias dosadas em diferentes quantidades permite obtermos outras cores de luz.
  • 19.
  • 20.
    Luz & Cor Composiç„odas cores Da mesma forma que surgem diferenças na visualizaç„o das cores ao longo do dia (diferenças da luz do sol ao meio-dia e no crep˙sculo), as fontes de luz artificiais tambÈm apresentam diferentes resultados. As l‚mpadas incandescentes, por exemplo, tendem a reproduzir com maior fidelidade as cores vermelha e amarela do que as cores verde e azul, aparentando ter uma luz mais ìquenteî.
  • 21.
    Índice de reproduç„ode cores L‚mpada fluorescente tubular Apresenta um IRC de 85%. L‚mpada incandescente Apresenta um IRC de 100%.
  • 30.
    Fluxo Luminoso Unidade: l˙men(lm) Fluxo Luminoso È a radiaç„o total da fonte luminosa, medida em l˙mens, na tens„o nominal de funcionamento.
  • 31.
    Intensidade Luminosa Unidade: candela(cd) Se a fonte luminosa irradiasse a luz uniformemente em todas as direções, o Fluxo Luminoso se distribuiria na forma de uma esfera. Tal fato, porÈm, È quase impossÌvel de acontecer.
  • 32.
    Iluminamento ou Ilumin‚ncia. SÌmbolo: E Unidade: lux (lx) A luz que uma l‚mpada irradia, relacionada ‡ superfÌcie a qual incide, define uma nova grandeza em luminotÈcnica, denominada de Iluminamento ou Ilumin‚ ncia. Expressa em lux (lx), indica o fluxo luminoso de uma fonte de luz que incide sobre uma superfÌcie situada ‡ uma certa dist‚ncia desta fonte.
  • 33.
    Na pr·tica, Èa quantidade de luz dentro de um ambiente e pode ser medida com o auxÌlio de um luxÌmetro. Como o fluxo luminoso n„o È distribuÌdo uniformemente, a ilumin‚ncia n„o ser· a mesma em todos os pontos da ·rea em quest„o.
  • 34.
    1. Escolha donÌvel de iluminamento  Deve-se escolher o nÌvel mÈdio de iluminamento em funç„o do tipo de atividade visual que ser· desenvolvida no local.  Para isto s„o utilizadas as tabelas constantes da Norma da ABNT (NBR - 5413 - Ilumin‚ncia de Interiores), que fornece valores admissÌveis para cada tipo de atividade. Roteiro para elaboraç„o de projeto de iluminaç„o de interiores.
  • 35.
    2. Determinaç„o dofator do local Onde: C= comprimento do local L= largura do local A= altura da lumin·ria ao plano de trabalho C.L K  C  L.A
  • 36.
    Neste item devemser levados em conta fatores como a adequada iluminaç„o do plano de trabalho, custo, manutenç„o, estÈtica, reproduç„o de cores, aparência visual e funcionalidade. 3. Escolha das l‚ mpadas e das lumin·rias incide 4. Determinaç„o do fator de utilizaç„o Que È definido como o fluxo ˙til que efetivamente sobre o plano de trabalho. Para se obter este valor deve-se consultar a tabela de lumin·rias do respectivo fabricante.
  • 37.
    6. C·lculo don˙mero de lumin·rias N = N˙mero de lumin·rias = fluxo luminoso total requerido 7. Distribuiç„o das lumin·rias O espaçamento entre as lumin·rias depende de sua altura ao plano de trabalho e da sua distribuiç„o de luz. Este valor situa-se geralmente, entre 1 a 1,5 vezes o valor da ·rea ˙til em ambas direções. L = fluxo luminoso de uma lumin·ria N  T  L  T
  • 38.
    Como devem serdistribuÌdas as lumin·rias no ambiente?
  • 39.
  • 40.
  • 41.
    ExercÌcio 1 1. Deseja-seiluminar uma sala de 4 metros de largura, com 8 metros de comprimento, e pÈ direito de 3 metros, com l‚mpadas fluorescentes. Dados:  nÌvel de iluminamento desejado: 500 lux.  lumin·rias Philips, modelo TCW 502, com duas l‚mpadas fluorescentes de 40W cada uma.  ambiente limpo com perÌodo de manutenç„o de 5.000 h. Cores:  do teto: claro  das paredes: claras  do piso: escuro
  • 42.
    Nota sobre ainstalaç„o das lumin·rias e plano de trabalho: A base da lumin·ria estar· no mesmo plano do teto. O plano de trabalho estar· a 0,80 m do piso. Determinar: a) O fator de local. b) O fator de utilizaç„o. c) O fluxo luminoso total. d) O n˙mero de lumin·rias necess·rias. e) A distribuiç„o das lumin·rias (esquema com as dimensões).
  • 43.
    ExercÌcio 2 2. Deseja-seiluminar um galp„o industrial de 12m por 20m e pÈ direito de 6m, com l‚mpadas a vapor de merc˙rio. Dados:  nÌvel de iluminamento desejado:600 lux.  lumin·rias HDK 475 com ZDK 475  l‚mpadas de vapor de merc˙rio HPL-N-400 W  Ambiente sujo com perÌodo de manutenç„o de 7.500 h. Cores  do teto: claro  das paredes: claras  do piso: escuro
  • 44.
    Nota sobre ainstalaç„o das lumin·rias e plano de trabalho: A base da lumin·ria estar· a 0,40 m do teto. O plano de trabalho estar· a 0,80 m do piso. Determinar: a) O fator de local. b) O fator de utilizaç„o. c) O fluxo luminoso total. d) O n˙mero de lumin·rias necess·rias. e)A distribuiç„o das lumin·rias (esquema com as dimensões).
  • 45.
    ExercÌcio 3 3. Reavaliaro projeto de iluminaç„o de sua sala de aula. Dados:  nÌvel de iluminamento desejado:500 lux.  Ambiente limpo com perÌodo de manutenç„o de 5.000 h. Identificar:  Tipos de lumin·rias utilizadas.  Tipos de l‚mpadas utilizadas.  Cores  do teto  das paredes  do piso
  • 46.
    Determinar: a) O fatorde local. b) O fator de utilizaç„o. c) O fluxo luminoso total. d) O n˙mero de lumin·rias necess·rias. e)A distribuiç„o das lumin·rias (esquema com as dimensões).
  • 47.
    Fontes de Consulta APhilips fornece em seu site www.philips.com.br um cat·logo com tipos de l‚mpadas e suas utilizações. A Osram fornece em seu site um manual pr·tico de luminotÈcnica: www.osram.com.br