O documento explora a filosofia medieval, abordando a formação do pensamento ocidental e a relação entre o cristianismo e a filosofia grega. Destaca a contribuição de Santo Agostinho e os desenvolvimentos da escolástica, incluindo a tensão entre razão e fé. A obra evidencia como a filosofia grega foi incorporada à tradição cristã e a necessidade de uma doutrina comum entre os cristãos.