Geração de energia elétrica renovável
Eólica
Moinhos de Vento Europeus
Moinhos de vento adaptados para bombeamento de água na construção de diques.
Moinhos de vento Holandeses
(século XV)
Fonte: Erich Hau, “Windkraftanlagen“ (título em alemão), Springer, Berlin, 4 ed., 2008.
Primeiras Turbinas Eólicas
Brush Windmills: Cleveland, Ohio (1887-1888 );
Diâmetro do rotor 17 m;
144 pás;
Potência nominal 12 kW;
Gerador de corrente contínua.
Brush Windmill
Sala do gerador elétrico
Vista lateral em corte
Fonte: Danish Wind Industry Association (windpower.org)
Evolução das Turbinas Eólicas
Durante os quase 120 anos após a invenção da primeira turbina eólica para geração de
energia elétrica, muitos modelos diferentes foram construídos.
50 kW (Dinamarca, 1942) 70 kW (Dinamarca, 1942/3)
100 kW (Rússia, 1931) 1250 kW (USA, 1941) 100 kW (Inglaterra, 1956)
800 kW (França, 1962) 2000 kW (USA, 1979) 630 kW (Dinamarca, 1979) 3000 kW (Alemanha, 1982) 1200 kW (Espanha, 1989)
Fonte: Erich Hau, “Windkraftanlagen“ (título em alemão), Springer, Berlin, 4 ed., 2008.
Evolução das Turbinas Eólicas
Projeto Alemão MAN-Kleinhenz de 1942 (diâmetro do rotor 130 m, 10.000 kW)
Fonte: Erich Hau, “Windkraftanlagen“ (título em alemão), Springer, Berlin, 4 ed., 2008.
O projeto foi terminado e a construção do protótipo não aconteceu por causa da segunda guerra mundial
Classificação (Horizontal/Vertical – eixo da turbina)
Vantagens:
• Maior eficiência energética (velocidade
do vento é maior longe do solo)
• Tem torque de partida
Desvantagens:
• Precisa de mecanismo de alinhamento
com o vento (yaw control)
• Maior dificuldade para reparos elétricos.
Horizontal
Classificação (Horizontal/Vertical – eixo da turbina)
Vantagens:
• Instalação do gerador, caixa de
engrenagens no solo.
• não preciso de mecanismo de
alinhamento com o vento (yaw control)
Desvantagens:
• velocidade do vento é baixa rente ao
solo, assim, a eficiência de máquinas de
eixo vertical é baixa
• Não tem torque de partida
• São necessários cabos tirantes (mais
espaço)
Vertical
Turbina Darrieus 3.800 kW (Canadá, 1984)
Turbinas Eólicas Modernas
• Turbinas eólicas de eixo vertical:
não precisam se orientar conforme a direção do vento
Turbina Darrieus 3.800 kW (Canadá, 1984) Turbina idealizada Darrieus
subtipo H-rotor de 3.000 a 10.000 kW
(VertAx Wind Ltd. - Inglaterra, 2009)
Turbina Savonius 5 kW
(Helix Wind - USA, 2009)
Fonte: Pesquisa em sites da internet sobre fabricantes de turbinas eólicas
Turbinas Eólicas Modernas
• Turbinas eólicas de eixo vertical:
não precisam se orientar conforme a direção do vento
Fonte: Pesquisa em sites da internet sobre fabricantes de turbinas eólicas
Turbinas Eólicas Modernas
• Turbinas de eixo horizontal:
são muito mais usadas, pois são mais simples de serem construídas, além da tecnologia
apresentar um grau maior de maturidade.
Fazenda eólica com turbinas de
3.000 kW da Vestas
Turbina eólica de
2.300 kW da Enercon
Fonte: Catálogos de fabricantes de turbinas eólicas
Turbinas de 6.000 kW da REpower
(fronteira Alemanha-Dinamarca
março/2009)
Dimensões de Turbinas Eólicas
Altura das maiores Turbinas Eólicas disponíveis no mercado.
3 MW da Vestas
catálogo
2,3 MW
Enercon
H = 139,6 m
d = 109,2 m
T = 85 m
H = 99,5 m
d = 71 m
T = 64 m
6 MW da REpower
protótipo instalado
H = 163 m
d = 126 m
T = 100 m
d = diâmetro do rotor da turbina
T = altura da torre de sustentação
H = altura total Fonte: Catálogos de fabricantes de turbinas eólicas
93 m
Estátua da
Liberdade
146,6 m
Pirâmide de Quéops
170 m
51 andares
Edifício
Mirante do Vale
170 m
Desenvolvimento da Energia Eólica
Principais marcos do desenvolvimento da Energia Eólica no Século XX
Fonte: CRESESB – Tutorial Energia Eólica
Desenvolvimento da Energia Eólica
Potência mecânica contida no vento
sendo
P = potência mecânica (Nm/s ou Watt)
m = massa de ar por segundo (kg/s)
V = velocidade do vento (m/s)
ρ = densidade do ar (kg/m³)
A = área de superfície do rotor (m²)
Fonte: Ton van de Wekken - Wind Power (www.leonardo-energy.org)
3
2
1
Av
P 
 watts 2
4
D
A


Potência total instalada em 2009 = 158,5GW
Lei de Betz:
Incidência do vento em turbinas eólicas:
Qual o efeito?
http://wiki.windpower.org
100% Wind Efficiency?
http://wiki.windpower.org
Potência total instalada em 2009 = 158,5GW
Lei de Betz:
Incidência do vento em turbinas eólicas:
Formato de garrafa.
http://wiki.windpower.org
Curva de potência de uma turbina eólica
3
1
. . .
2
P Av


A potência disponível no vento é:
Massa específica do ar (kg/m³)
Velocidade do vento não perturbado (m/s)
Potência mecânica disponível no vento (W)
Na qual:

P



A Área varrida pelas pás (m²)

v
Curvas de potência
3
1
. . .
2
P Av


Massa específica do ar (kg/m³)
Velocidade do vento não perturbado (m/s)
Potência mecânica disponível no vento (W)
Na qual:

P



A Área varrida pelas pás (m²)

v
ghq
P 

P = Potência (Watts)
η = eficiência da turbina
ρ = densidade da água (kg/m³)
g = aceleração da gravidade (9.81 m/s²)
h = altura líquida – queda (m).
q = fluxo (m³/s)
Potência disponível Eó|lica Potência disponível Hidráulica
Lei de Betz:
http://wiki.windpower.org
Existe um valor no qual a captura de
energia é máxima para uma dada
diminuição na velocidade do vento.
Utilizando leis da física para a
aerodinâmica de turbinas eólicas, o físico
alemão Albert Betz formulou uma lei que
diz que uma turbina eólica ideal reduziria
a velocidade do vento em 2/3 da
velocidade original.
Portanto, apenas é convertido no
máximo 16/27 (ou 59%) da energia
mecânica usando uma turbina eólica.
Publicado em 1926.
Lei de Betz:
http://wiki.windpower.org
O máximo valor de potência acontece para v 2 /v 1 = 1/3.
O valor máximo é de 0,59 ou 16/27 da potência total no vento.
Curva de potência de uma turbina
Fonte: Dewi
Curva de potência de uma turbina eólica
3
1
. . .
2
P Av


A potência disponível no vento é:
A potência mecânica utilizável contida no vento é:
3
1
. . . .
2
m p
P Av C


Cp = coeficiente de performance ou de potência
Curva de potência de uma turbina eólica
Na prática, a potência elétrica “Pe” fornecida por uma turbina
eólica em função da velocidade do vento é determinada pela
curva de potência da turbina.
3
1
. . . . .
2
e p
P Av C
 

η = eficiência global da turbina eólica
(incluindo a eficiência elétrica e mecânica)
Coeficiente de performance ou de
potência (Cp)
Máximo coeficiente de potência alcançável para vários
modelos de turbinas

 RV

1
V
R

Velocidade tangencial de ponta de pá
Velocidade do vento não perturbado
Cp não é constante e é função da:
Razão de velocidade de ponta de pá
Onde:



R


 Velocidade angular

R Raio da pá

1
V
Máximo coeficiente de potência alcançável para vários modelos de turbinas
As pás são projetadas para ter uma operação ótima à uma determinada velocidade específica
1
V
R

 
Coeficiente de Potência ou de Performance
(variação do ângulo de inclinação)
0 5 10 15
0
0,1
0,2
0,3
0,4
0,45
relação de velocidade ()
Cp
20º
15º
5º
0º
10º
Figura - Curvas Cp sugeridas por Heier, para diferentes valores de ângulo de passo.
0 5 10 15
0
0,1
0,2
0,3
0,4
0,45
relação de velocidade ()
Cp
20º
15º
10º
5º
0º
Curvas Cp sugeridas por Slootweg, para diferentes valores de ângulo de passo.
Coeficiente de Potência ou de Performance
(variação do ângulo de inclinação)
Curvas de potência
Curva de potência de uma turbina eólica
Pode ser dividida em 3 partes
Coeficiente de Potência ou de Performance
Coeficiente de Potência ou de Performance
Curva de potência genérica de turbinas eólicas de velocidade variável
0 5 10 15 20 25
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1
1.2
velocidade do vento (m/s)
potência
elétrica
(pu)
operação com
velocidade
variável do rotor
velocidade
nominal do vento
controle do ângulo
das pás ativado
operação com
velocidade fixa do rotor
entrada em
operação
Operação com
velocidade
variável do rotor
Operação com velocidade
fixa do rotor
Velocidade nominal
do vento
Controle do ângulo
das pás
Entrada em
operação
Operação com Velocidade Variável
Comparação entre a potência mecânica para operação com velocidade fixa e variável.
5 10 15 20 25 30
0
0.5
1
1.5
2
velocidade do rotor (rpm)
potência
mecânica
(MW)
6 m/s
7 m/s
9 m/s
8 m/s
10 m/s
11,8 m/s
11 m/s
vel. variável
vel. fixa
A curva de potência para diferentes tipos de turbina
Curva de potência de uma turbina eólica
Tipos de turbinas
Classificação (velocidade fixa/variável)
Tipos de turbinas eólicas de médio/grande porte.
Turbinas Eólicas
Velocidade fixa
GI
de gaiola
GI
bobinado
Caixa multiplicadora
Sem conversor
Controle da
resistência
do rotor
Classificação (velocidade fixa/variável)
Tipos de turbinas eólicas de médio/grande porte.
Turbinas Eólicas
Velocidade fixa
GI
de gaiola
GI
bobinado
Caixa multiplicadora
Sem conversor
Controle da
resistência
do rotor
Velocidade
variável
Classificação (velocidade fixa/variável)
Tipos de turbinas eólicas de médio/grande porte.
Turbinas Eólicas
Velocidade fixa
Caixa multiplicadora Sem caixa multiplicadora
GI
de gaiola
GI
bobinado
Caixa multiplicadora
Sem conversor
Controle da
resistência
do rotor
Velocidade
variável
Classificação (velocidade fixa/variável)
Tipos de turbinas eólicas de médio/grande porte.
Turbinas Eólicas
Velocidade fixa
Caixa multiplicadora Sem caixa multiplicadora
GI
de gaiola
GI
bobinado
Caixa multiplicadora
Conversor
Potência parcial
Conversor
Potência nominal
Sem conversor Conversor
Potência nominal
Controle da
resistência
do rotor
Velocidade
variável
Classificação (velocidade fixa/variável)
Tipos de turbinas eólicas de médio/grande porte.
Turbinas Eólicas
Velocidade fixa
Caixa multiplicadora Sem caixa multiplicadora
GI
de gaiola
GI
bobinado
GI
bobinado
Caixa multiplicadora
GS
excitação elétrica
Conversor
Potência parcial
Conversor
Potência nominal
Sem conversor Conversor
Potência nominal
GS
Excitação Ímãs
GI
de gaiola
Controle da
resistência
do rotor
Velocidade
variável
Classificação (velocidade fixa/variável)
Tipos de turbinas eólicas de médio/grande porte.
Turbinas Eólicas
Velocidade fixa
Caixa multiplicadora Sem caixa multiplicadora
GI
de gaiola
GI
bobinado
GI
bobinado
Caixa multiplicadora
GS
excitação elétrica
Conversor
Potência parcial
Conversor
Potência nominal
Sem conversor Conversor
Potência nominal
GS
Excitação Ímãs
GI
de gaiola
Fluxo axial Fluxo radial Fluxo
transversal
Controle da
resistência
do rotor
Velocidade
variável
Classificação (velocidade fixa e variável)
Tipos de turbinas eólicas de médio/grande porte.
As turbinas mais modernas são de velocidade variável, pois são mais eficientes.
Turbinas Eólicas
Velocidade fixa Velocidade variável
controle stol
(ângulo das
hélices fixo)
Controle de
ângulo das
hélices
Com caixa de
engrenagem
Sem caixa de
engrenagem
Controle de
ângulo de passo
das hélices
Tipos de Turbinas de Eixo Horizontal (simplificação)
0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1
1.2
1.4
1.6
1 pu
Max. power at base wind speed (9 m/s) and beta = 0 deg
4 m/s
5 m/s
6 m/s
7 m/s
8 m/s
9 m/s
10 m/s
Turbine speed (pu of nominal generator speed)
Turbine
output
power
(pu
of
nominal
mechanical
power)
Turbine Power Characteristics (Pitch angle beta = 0 deg)
Características de turbina com velocidade fixa
Fonte: Wind Turbine Model – Matlab/Simulink toolbox SimPowerSystem
Características de turbina com velocidade variável
Fonte: Wind Turbine Model – Matlab/Simulink toolbox SimPowerSystem
0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1
1.2
1.4
1.6
5 m/s
A
B
C
12 m/s
D
16.2 m/s
Turbine speed (pu of generator synchronous speed)
Turbine
output
power
(pu
of
nominal
mechanical
power)
Turbine Power Characteristics (Pitch angle beta = 0 deg)
Controle de potência
0 5 10 15 20 25 30 35 40
0
0.5
1
1.5
2
velocidade do rotor (rpm)
potência
mecânica
(MW
)
V = 11,8 m/s
Potência mecânica para diferentes velocidades de operação do rotor.
Controle de Potência
Controle de Potência
Tipos de controle de potência utilizados em turbinas eólicas:
• Controle Estol (Stall Control): as hélices são fixas ao cubo do rotor da turbina, porém
são projetadas aerodinamicamente de forma a limitar a potência extraída para ventos
com velocidades acima da nominal
Velocidade do vento abaixo da nominal Velocidade do vento acima da nominal
Fonte: Danish Wind Industry Association (windpower.org)
Controle de Potência
Tipos de controle de potência utilizados em turbinas eólicas:
• Controle de Passo (Pitch Control): ângulo de passo é variado de forma a diminuir o ângulo de
ataque e reduzir a potência extraída do vento
Fonte: Danish Wind Industry Association (windpower.org) e
Erich Hau, “Windkraftanlagen“ (título em alemão), Springer, Berlin, 4 ed., 2008.
Controle de Potência
Tipos de controle de potência utilizados em turbinas eólicas:
• Controle Estol Ativo (Active Stall Control): ângulo de passo é variado de forma a provocar a ocorrência do
fenômeno estol, ou seja, embora o ângulo de ataque aumente, a potência extraída do vento diminui devido ao
projeto aerodinâmico
Variação do ângulo
Fonte: Danish Wind Industry Association (windpower.org) e
Erich Hau, “Windkraftanlagen“ (título em alemão), Springer, Berlin, 4 ed., 2008.
Controle de Potência
Tipos de controle de potência utilizados em turbinas eólicas:
• Controle de Guinada (Yaw Control): este controle gira a turbina eólica na direção do vento
Controle de guinada
Fonte: Danish Wind Industry Association (windpower.org)
Ajuste de posicionamento da turbina (Yaw ajustment)
Curva de potência de uma turbina eólica
Controle de Potência
Controle de Guinada (Yaw Control):
http://en.wikipedia.org
Ajuste de ângulo das pás (pitch ajustment)
Curva de potência de uma turbina eólica
Configurações
Multiplicador de Velocidade
Comparação entre turbinas com e sem multiplicador de velocidade.
Fonte: CRESESB – Tutorial Energia Eólica
Multiplicador de Velocidade
Turbina eólica com multiplicador de velocidade.
2. Controle pitch
6. Caixa multiplicadora
9. Controladores e Inversores
10. Sensores de direção e velocidade
do vento
11. Transformador de alta tensão
12. Pás
15. Sistema hidráulico
16. Plataforma da nacele
17. Motores de posicionamento
19. Gerador de indução (assíncrono)
Fonte: CRESESB – Tutorial Energia Eólica
2
6
9
10
11
12
15
16
17
19
Vista do interior da nacele de uma turbina eólica (Fonte: Vestas, 2006)
19
Multiplicador de Velocidade
Turbina eólica sem multiplicador de velocidade.
1. Apoio principal da nacele
2. Motores de orientação da nacele
3. Gerador síncrono em anel (multipolos)
4. Fixador das pás ao eixo
5. Cubo do rotor
6. Pás
7. Sensores de direção e velocidade do vento
Fonte: CRESESB – Tutorial Energia Eólica
Vista do interior da nacele de uma turbina eólica
(Fonte: Enercon, 2006)
3. Gerador síncrono
Conjunto Turbina-Gerador
EESG ou PMSG
(Gerador Síncrono)
Turbina Eólica
Eixo comum
turbina-gerador
Figura 1 - Desenho esquemático para geradores síncronos.
DFIG ou VRRIG
(Gerador de indução)
Multiplicador
de velocidade
Turbina Eólica
rotor
estator
Eixo
gerador
Eixo
turbina
Figura 2 – Desenho esquemático para geradores de indução.
Wobben - Impsa
Vestas - Suzlon – Siemens – GE - Fuhrländer
Controle de ângulo das pás e
estabilidade:
Turbinas de velocidade fixa
Controle genérico de ângulo de passo
Xref e X podem ser:
- potência elétrica (Pe),
- velocidade do rotor (ωr),
- uma combinação entre potência elétrica e tensão terminal (Pe/Vt²).
Controle genérico de ângulo de passo
1 2 4
5
6
1500 MVA
132/33 KV
Δ/Yg
58 MW
12 MVAr
6 MW
2 MVAr
24 MW
5 MVAr
12 MW
3 MVAr
Sub
132 KV
33/0.69 KV
Δ/Yg
1 MW
0.667 MVAr
Generator 1
33/0.69 KV
Δ/Yg
1 MW
0.667 MVAr
Generator 30
3
Fig. 6 Single-line diagram of the distribution network.
Controle genérico de ângulo de passo
0 1 2 3 4 5
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1
1.2
time (s)
no control

P
e
P
e
/ V
T
2
Terminal
voltage
(pu)
Fig. 17 Terminal voltage of SCIG for 135 ms fault.
0 1 2 3 4 5
1
1.01
1.02
1.03
1.04
1.05
1.06
1.07
Rotor
velocity
(pu)
no control

P
e
P
e
/ V
T
2
time (s)
Fig. 19 Rotor velocity of SCIG for 135 ms fault.
Controle genérico de ângulo de passo
0 1 2 3 4 5
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
Pitch
angle

(degrees)

P
e
P
e
/ V
T
2
time (s)
Fig. 20 Pitch angle of SCIG for 135 ms fault.
0 1 2 3 4 5
-15
-10
-5
0
5
10
15
20
25
30
time (s)
Reactive
power
consumption
(MVAr)
no control

P
e
P
e
/ V
T
2
Fig. 21 Reactive power consumption of bar 6.
Diagrama elétrico:
Turbinas de velocidade variável
rede
CA
CC CA
CC
Conversores Back-to-Back
GSC
GenSC
Transformador
Gerador
Turbina Eólica
Frequência e
tensão variáveis
Link CC Frequência e
tensão fixas
Chopper
Figura 3 - Diagrama esquemático com conversor na potência nominal .
Wobben – Impsa – Siemens
Conversor na potência nominal
Tipos de Conversores Eletrônicos de Potência
Tipos de Conversores Eletrônicos de Potência
Diagrama esquemático com conversor na potência parcial .
Vestas, Gamesa, Suslon, Fürlander
Conversor na potência
parcial
rede
CA
CC CA
CC
Conversores Back-to-Back
GSC
RSC
Transformador
DFIG
Multiplicador
de velocidade
Turbina Eólica
Frequência e
tensão variáveis
Link CC Frequência e
tensão fixas
Crowbar
Chopper
CB

AULA_01_Salles_livroooooo_errrs_2017.pdf

  • 1.
    Geração de energiaelétrica renovável Eólica
  • 2.
    Moinhos de VentoEuropeus Moinhos de vento adaptados para bombeamento de água na construção de diques. Moinhos de vento Holandeses (século XV) Fonte: Erich Hau, “Windkraftanlagen“ (título em alemão), Springer, Berlin, 4 ed., 2008.
  • 3.
    Primeiras Turbinas Eólicas BrushWindmills: Cleveland, Ohio (1887-1888 ); Diâmetro do rotor 17 m; 144 pás; Potência nominal 12 kW; Gerador de corrente contínua. Brush Windmill Sala do gerador elétrico Vista lateral em corte Fonte: Danish Wind Industry Association (windpower.org)
  • 4.
    Evolução das TurbinasEólicas Durante os quase 120 anos após a invenção da primeira turbina eólica para geração de energia elétrica, muitos modelos diferentes foram construídos. 50 kW (Dinamarca, 1942) 70 kW (Dinamarca, 1942/3) 100 kW (Rússia, 1931) 1250 kW (USA, 1941) 100 kW (Inglaterra, 1956) 800 kW (França, 1962) 2000 kW (USA, 1979) 630 kW (Dinamarca, 1979) 3000 kW (Alemanha, 1982) 1200 kW (Espanha, 1989) Fonte: Erich Hau, “Windkraftanlagen“ (título em alemão), Springer, Berlin, 4 ed., 2008.
  • 5.
    Evolução das TurbinasEólicas Projeto Alemão MAN-Kleinhenz de 1942 (diâmetro do rotor 130 m, 10.000 kW) Fonte: Erich Hau, “Windkraftanlagen“ (título em alemão), Springer, Berlin, 4 ed., 2008. O projeto foi terminado e a construção do protótipo não aconteceu por causa da segunda guerra mundial
  • 6.
    Classificação (Horizontal/Vertical –eixo da turbina) Vantagens: • Maior eficiência energética (velocidade do vento é maior longe do solo) • Tem torque de partida Desvantagens: • Precisa de mecanismo de alinhamento com o vento (yaw control) • Maior dificuldade para reparos elétricos. Horizontal
  • 7.
    Classificação (Horizontal/Vertical –eixo da turbina) Vantagens: • Instalação do gerador, caixa de engrenagens no solo. • não preciso de mecanismo de alinhamento com o vento (yaw control) Desvantagens: • velocidade do vento é baixa rente ao solo, assim, a eficiência de máquinas de eixo vertical é baixa • Não tem torque de partida • São necessários cabos tirantes (mais espaço) Vertical Turbina Darrieus 3.800 kW (Canadá, 1984)
  • 8.
    Turbinas Eólicas Modernas •Turbinas eólicas de eixo vertical: não precisam se orientar conforme a direção do vento Turbina Darrieus 3.800 kW (Canadá, 1984) Turbina idealizada Darrieus subtipo H-rotor de 3.000 a 10.000 kW (VertAx Wind Ltd. - Inglaterra, 2009) Turbina Savonius 5 kW (Helix Wind - USA, 2009) Fonte: Pesquisa em sites da internet sobre fabricantes de turbinas eólicas
  • 9.
    Turbinas Eólicas Modernas •Turbinas eólicas de eixo vertical: não precisam se orientar conforme a direção do vento Fonte: Pesquisa em sites da internet sobre fabricantes de turbinas eólicas
  • 10.
    Turbinas Eólicas Modernas •Turbinas de eixo horizontal: são muito mais usadas, pois são mais simples de serem construídas, além da tecnologia apresentar um grau maior de maturidade. Fazenda eólica com turbinas de 3.000 kW da Vestas Turbina eólica de 2.300 kW da Enercon Fonte: Catálogos de fabricantes de turbinas eólicas Turbinas de 6.000 kW da REpower (fronteira Alemanha-Dinamarca março/2009)
  • 11.
    Dimensões de TurbinasEólicas Altura das maiores Turbinas Eólicas disponíveis no mercado. 3 MW da Vestas catálogo 2,3 MW Enercon H = 139,6 m d = 109,2 m T = 85 m H = 99,5 m d = 71 m T = 64 m 6 MW da REpower protótipo instalado H = 163 m d = 126 m T = 100 m d = diâmetro do rotor da turbina T = altura da torre de sustentação H = altura total Fonte: Catálogos de fabricantes de turbinas eólicas 93 m Estátua da Liberdade 146,6 m Pirâmide de Quéops 170 m 51 andares Edifício Mirante do Vale 170 m
  • 12.
    Desenvolvimento da EnergiaEólica Principais marcos do desenvolvimento da Energia Eólica no Século XX Fonte: CRESESB – Tutorial Energia Eólica
  • 13.
  • 14.
    Potência mecânica contidano vento sendo P = potência mecânica (Nm/s ou Watt) m = massa de ar por segundo (kg/s) V = velocidade do vento (m/s) ρ = densidade do ar (kg/m³) A = área de superfície do rotor (m²) Fonte: Ton van de Wekken - Wind Power (www.leonardo-energy.org) 3 2 1 Av P   watts 2 4 D A  
  • 15.
    Potência total instaladaem 2009 = 158,5GW Lei de Betz: Incidência do vento em turbinas eólicas: Qual o efeito? http://wiki.windpower.org
  • 16.
  • 17.
    Potência total instaladaem 2009 = 158,5GW Lei de Betz: Incidência do vento em turbinas eólicas: Formato de garrafa. http://wiki.windpower.org
  • 18.
    Curva de potênciade uma turbina eólica 3 1 . . . 2 P Av   A potência disponível no vento é: Massa específica do ar (kg/m³) Velocidade do vento não perturbado (m/s) Potência mecânica disponível no vento (W) Na qual:  P    A Área varrida pelas pás (m²)  v
  • 19.
    Curvas de potência 3 1 .. . 2 P Av   Massa específica do ar (kg/m³) Velocidade do vento não perturbado (m/s) Potência mecânica disponível no vento (W) Na qual:  P    A Área varrida pelas pás (m²)  v ghq P   P = Potência (Watts) η = eficiência da turbina ρ = densidade da água (kg/m³) g = aceleração da gravidade (9.81 m/s²) h = altura líquida – queda (m). q = fluxo (m³/s) Potência disponível Eó|lica Potência disponível Hidráulica
  • 20.
    Lei de Betz: http://wiki.windpower.org Existeum valor no qual a captura de energia é máxima para uma dada diminuição na velocidade do vento. Utilizando leis da física para a aerodinâmica de turbinas eólicas, o físico alemão Albert Betz formulou uma lei que diz que uma turbina eólica ideal reduziria a velocidade do vento em 2/3 da velocidade original. Portanto, apenas é convertido no máximo 16/27 (ou 59%) da energia mecânica usando uma turbina eólica. Publicado em 1926.
  • 21.
    Lei de Betz: http://wiki.windpower.org Omáximo valor de potência acontece para v 2 /v 1 = 1/3. O valor máximo é de 0,59 ou 16/27 da potência total no vento.
  • 22.
    Curva de potênciade uma turbina Fonte: Dewi
  • 23.
    Curva de potênciade uma turbina eólica 3 1 . . . 2 P Av   A potência disponível no vento é: A potência mecânica utilizável contida no vento é: 3 1 . . . . 2 m p P Av C   Cp = coeficiente de performance ou de potência
  • 24.
    Curva de potênciade uma turbina eólica Na prática, a potência elétrica “Pe” fornecida por uma turbina eólica em função da velocidade do vento é determinada pela curva de potência da turbina. 3 1 . . . . . 2 e p P Av C    η = eficiência global da turbina eólica (incluindo a eficiência elétrica e mecânica)
  • 25.
    Coeficiente de performanceou de potência (Cp)
  • 26.
    Máximo coeficiente depotência alcançável para vários modelos de turbinas   RV  1 V R  Velocidade tangencial de ponta de pá Velocidade do vento não perturbado Cp não é constante e é função da: Razão de velocidade de ponta de pá Onde:    R    Velocidade angular  R Raio da pá  1 V
  • 27.
    Máximo coeficiente depotência alcançável para vários modelos de turbinas As pás são projetadas para ter uma operação ótima à uma determinada velocidade específica 1 V R   
  • 28.
    Coeficiente de Potênciaou de Performance (variação do ângulo de inclinação) 0 5 10 15 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,45 relação de velocidade () Cp 20º 15º 5º 0º 10º Figura - Curvas Cp sugeridas por Heier, para diferentes valores de ângulo de passo.
  • 29.
    0 5 1015 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,45 relação de velocidade () Cp 20º 15º 10º 5º 0º Curvas Cp sugeridas por Slootweg, para diferentes valores de ângulo de passo. Coeficiente de Potência ou de Performance (variação do ângulo de inclinação)
  • 30.
  • 31.
    Curva de potênciade uma turbina eólica Pode ser dividida em 3 partes
  • 32.
    Coeficiente de Potênciaou de Performance
  • 33.
    Coeficiente de Potênciaou de Performance
  • 34.
    Curva de potênciagenérica de turbinas eólicas de velocidade variável 0 5 10 15 20 25 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 velocidade do vento (m/s) potência elétrica (pu) operação com velocidade variável do rotor velocidade nominal do vento controle do ângulo das pás ativado operação com velocidade fixa do rotor entrada em operação Operação com velocidade variável do rotor Operação com velocidade fixa do rotor Velocidade nominal do vento Controle do ângulo das pás Entrada em operação
  • 35.
    Operação com VelocidadeVariável Comparação entre a potência mecânica para operação com velocidade fixa e variável. 5 10 15 20 25 30 0 0.5 1 1.5 2 velocidade do rotor (rpm) potência mecânica (MW) 6 m/s 7 m/s 9 m/s 8 m/s 10 m/s 11,8 m/s 11 m/s vel. variável vel. fixa
  • 36.
    A curva depotência para diferentes tipos de turbina Curva de potência de uma turbina eólica
  • 37.
  • 38.
    Classificação (velocidade fixa/variável) Tiposde turbinas eólicas de médio/grande porte. Turbinas Eólicas Velocidade fixa GI de gaiola GI bobinado Caixa multiplicadora Sem conversor Controle da resistência do rotor
  • 39.
    Classificação (velocidade fixa/variável) Tiposde turbinas eólicas de médio/grande porte. Turbinas Eólicas Velocidade fixa GI de gaiola GI bobinado Caixa multiplicadora Sem conversor Controle da resistência do rotor Velocidade variável
  • 40.
    Classificação (velocidade fixa/variável) Tiposde turbinas eólicas de médio/grande porte. Turbinas Eólicas Velocidade fixa Caixa multiplicadora Sem caixa multiplicadora GI de gaiola GI bobinado Caixa multiplicadora Sem conversor Controle da resistência do rotor Velocidade variável
  • 41.
    Classificação (velocidade fixa/variável) Tiposde turbinas eólicas de médio/grande porte. Turbinas Eólicas Velocidade fixa Caixa multiplicadora Sem caixa multiplicadora GI de gaiola GI bobinado Caixa multiplicadora Conversor Potência parcial Conversor Potência nominal Sem conversor Conversor Potência nominal Controle da resistência do rotor Velocidade variável
  • 42.
    Classificação (velocidade fixa/variável) Tiposde turbinas eólicas de médio/grande porte. Turbinas Eólicas Velocidade fixa Caixa multiplicadora Sem caixa multiplicadora GI de gaiola GI bobinado GI bobinado Caixa multiplicadora GS excitação elétrica Conversor Potência parcial Conversor Potência nominal Sem conversor Conversor Potência nominal GS Excitação Ímãs GI de gaiola Controle da resistência do rotor Velocidade variável
  • 43.
    Classificação (velocidade fixa/variável) Tiposde turbinas eólicas de médio/grande porte. Turbinas Eólicas Velocidade fixa Caixa multiplicadora Sem caixa multiplicadora GI de gaiola GI bobinado GI bobinado Caixa multiplicadora GS excitação elétrica Conversor Potência parcial Conversor Potência nominal Sem conversor Conversor Potência nominal GS Excitação Ímãs GI de gaiola Fluxo axial Fluxo radial Fluxo transversal Controle da resistência do rotor Velocidade variável
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  • 45.
    Tipos de turbinaseólicas de médio/grande porte. As turbinas mais modernas são de velocidade variável, pois são mais eficientes. Turbinas Eólicas Velocidade fixa Velocidade variável controle stol (ângulo das hélices fixo) Controle de ângulo das hélices Com caixa de engrenagem Sem caixa de engrenagem Controle de ângulo de passo das hélices Tipos de Turbinas de Eixo Horizontal (simplificação)
  • 46.
    0 0.2 0.40.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6 1 pu Max. power at base wind speed (9 m/s) and beta = 0 deg 4 m/s 5 m/s 6 m/s 7 m/s 8 m/s 9 m/s 10 m/s Turbine speed (pu of nominal generator speed) Turbine output power (pu of nominal mechanical power) Turbine Power Characteristics (Pitch angle beta = 0 deg) Características de turbina com velocidade fixa Fonte: Wind Turbine Model – Matlab/Simulink toolbox SimPowerSystem
  • 47.
    Características de turbinacom velocidade variável Fonte: Wind Turbine Model – Matlab/Simulink toolbox SimPowerSystem 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 1.4 1.6 5 m/s A B C 12 m/s D 16.2 m/s Turbine speed (pu of generator synchronous speed) Turbine output power (pu of nominal mechanical power) Turbine Power Characteristics (Pitch angle beta = 0 deg)
  • 48.
  • 49.
    0 5 1015 20 25 30 35 40 0 0.5 1 1.5 2 velocidade do rotor (rpm) potência mecânica (MW ) V = 11,8 m/s Potência mecânica para diferentes velocidades de operação do rotor. Controle de Potência
  • 50.
    Controle de Potência Tiposde controle de potência utilizados em turbinas eólicas: • Controle Estol (Stall Control): as hélices são fixas ao cubo do rotor da turbina, porém são projetadas aerodinamicamente de forma a limitar a potência extraída para ventos com velocidades acima da nominal Velocidade do vento abaixo da nominal Velocidade do vento acima da nominal Fonte: Danish Wind Industry Association (windpower.org)
  • 51.
    Controle de Potência Tiposde controle de potência utilizados em turbinas eólicas: • Controle de Passo (Pitch Control): ângulo de passo é variado de forma a diminuir o ângulo de ataque e reduzir a potência extraída do vento Fonte: Danish Wind Industry Association (windpower.org) e Erich Hau, “Windkraftanlagen“ (título em alemão), Springer, Berlin, 4 ed., 2008.
  • 52.
    Controle de Potência Tiposde controle de potência utilizados em turbinas eólicas: • Controle Estol Ativo (Active Stall Control): ângulo de passo é variado de forma a provocar a ocorrência do fenômeno estol, ou seja, embora o ângulo de ataque aumente, a potência extraída do vento diminui devido ao projeto aerodinâmico Variação do ângulo Fonte: Danish Wind Industry Association (windpower.org) e Erich Hau, “Windkraftanlagen“ (título em alemão), Springer, Berlin, 4 ed., 2008.
  • 53.
    Controle de Potência Tiposde controle de potência utilizados em turbinas eólicas: • Controle de Guinada (Yaw Control): este controle gira a turbina eólica na direção do vento Controle de guinada Fonte: Danish Wind Industry Association (windpower.org)
  • 54.
    Ajuste de posicionamentoda turbina (Yaw ajustment) Curva de potência de uma turbina eólica
  • 55.
    Controle de Potência Controlede Guinada (Yaw Control): http://en.wikipedia.org
  • 56.
    Ajuste de ângulodas pás (pitch ajustment) Curva de potência de uma turbina eólica
  • 57.
  • 58.
    Multiplicador de Velocidade Comparaçãoentre turbinas com e sem multiplicador de velocidade. Fonte: CRESESB – Tutorial Energia Eólica
  • 59.
    Multiplicador de Velocidade Turbinaeólica com multiplicador de velocidade. 2. Controle pitch 6. Caixa multiplicadora 9. Controladores e Inversores 10. Sensores de direção e velocidade do vento 11. Transformador de alta tensão 12. Pás 15. Sistema hidráulico 16. Plataforma da nacele 17. Motores de posicionamento 19. Gerador de indução (assíncrono) Fonte: CRESESB – Tutorial Energia Eólica 2 6 9 10 11 12 15 16 17 19 Vista do interior da nacele de uma turbina eólica (Fonte: Vestas, 2006) 19
  • 60.
    Multiplicador de Velocidade Turbinaeólica sem multiplicador de velocidade. 1. Apoio principal da nacele 2. Motores de orientação da nacele 3. Gerador síncrono em anel (multipolos) 4. Fixador das pás ao eixo 5. Cubo do rotor 6. Pás 7. Sensores de direção e velocidade do vento Fonte: CRESESB – Tutorial Energia Eólica Vista do interior da nacele de uma turbina eólica (Fonte: Enercon, 2006) 3. Gerador síncrono
  • 61.
    Conjunto Turbina-Gerador EESG ouPMSG (Gerador Síncrono) Turbina Eólica Eixo comum turbina-gerador Figura 1 - Desenho esquemático para geradores síncronos. DFIG ou VRRIG (Gerador de indução) Multiplicador de velocidade Turbina Eólica rotor estator Eixo gerador Eixo turbina Figura 2 – Desenho esquemático para geradores de indução. Wobben - Impsa Vestas - Suzlon – Siemens – GE - Fuhrländer
  • 62.
    Controle de ângulodas pás e estabilidade: Turbinas de velocidade fixa
  • 63.
    Controle genérico deângulo de passo Xref e X podem ser: - potência elétrica (Pe), - velocidade do rotor (ωr), - uma combinação entre potência elétrica e tensão terminal (Pe/Vt²).
  • 64.
    Controle genérico deângulo de passo 1 2 4 5 6 1500 MVA 132/33 KV Δ/Yg 58 MW 12 MVAr 6 MW 2 MVAr 24 MW 5 MVAr 12 MW 3 MVAr Sub 132 KV 33/0.69 KV Δ/Yg 1 MW 0.667 MVAr Generator 1 33/0.69 KV Δ/Yg 1 MW 0.667 MVAr Generator 30 3 Fig. 6 Single-line diagram of the distribution network.
  • 65.
    Controle genérico deângulo de passo 0 1 2 3 4 5 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 1.2 time (s) no control  P e P e / V T 2 Terminal voltage (pu) Fig. 17 Terminal voltage of SCIG for 135 ms fault. 0 1 2 3 4 5 1 1.01 1.02 1.03 1.04 1.05 1.06 1.07 Rotor velocity (pu) no control  P e P e / V T 2 time (s) Fig. 19 Rotor velocity of SCIG for 135 ms fault.
  • 66.
    Controle genérico deângulo de passo 0 1 2 3 4 5 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Pitch angle  (degrees)  P e P e / V T 2 time (s) Fig. 20 Pitch angle of SCIG for 135 ms fault. 0 1 2 3 4 5 -15 -10 -5 0 5 10 15 20 25 30 time (s) Reactive power consumption (MVAr) no control  P e P e / V T 2 Fig. 21 Reactive power consumption of bar 6.
  • 67.
    Diagrama elétrico: Turbinas develocidade variável
  • 68.
    rede CA CC CA CC Conversores Back-to-Back GSC GenSC Transformador Gerador TurbinaEólica Frequência e tensão variáveis Link CC Frequência e tensão fixas Chopper Figura 3 - Diagrama esquemático com conversor na potência nominal . Wobben – Impsa – Siemens Conversor na potência nominal Tipos de Conversores Eletrônicos de Potência
  • 69.
    Tipos de ConversoresEletrônicos de Potência Diagrama esquemático com conversor na potência parcial . Vestas, Gamesa, Suslon, Fürlander Conversor na potência parcial rede CA CC CA CC Conversores Back-to-Back GSC RSC Transformador DFIG Multiplicador de velocidade Turbina Eólica Frequência e tensão variáveis Link CC Frequência e tensão fixas Crowbar Chopper CB