O documento discute a linha como um elemento essencial da composição visual, capaz de produzir infinitas possibilidades de movimento. Ele descreve os diferentes aspectos que uma linha pode ter em relação à forma, posição e outras linhas, e como linhas podem ser usadas para produzir imagens reconhecíveis da realidade. Também menciona como a linha é usada na escultura e arquitetura, destacando as obras da artista Tomie Ohtake e do arquiteto Oscar Niemeyer.