MICROBIOLOGIA
Cadeia epidemiológica
Também conhecido
como cadeia de
infecção e cadeia de
transmissão, trata-se de
um esquema que
procura organizar os
principais pontos de
interação entre agente
causal, hospedeiro e
meio ambiente.
Sistema
01 Agente
02 Reservatório
03 Porta de saída
Agente
É um fator que pode ser biológico (microrganismo) ou não biológico
(substância química ou física), cuja presença excessiva ou relativa ausência é
essencial para a ocorrência da doença. Os agentes biológicos possuem
algumas propriedades que determinam a produção da doença:
infectividade: capacidade de penetrar e desenvolver-se ou multiplicar-se
no novo hospedeiro, provocando infecção;
patogenicidade: capacidade de produzir sintomas no hospedeiro;
virulência: capacidade de produzir casos graves ou fatais;
dose infectante: quantidade necessária do agente etiológico para iniciar
uma infecção;
poder invasivo: capacidade de difundir-se por meio de tecidos, órgãos e
sistemas anatomofisiológicos do hospedeiro;
imunogenicidade ou antigenicidade: capacidade de produzir imunidade
no hospedeiro;
vulnerabilidade: sujeição das espécies microbianas ao meio em que
estão presentes. Esse meio contém agentes químicos, físicos e
terapêuticos, impulsionando a seleção natural de formas sobreviventes e,
com frequência, resistentes aos medicamentos disponíveis
Reservatório
Representa qualquer ser humano, animal, artrópode, planta, solo ou
matéria inanimada em que um agente infeccioso normalmente vive e
se multiplica.
Esse agente infeccioso depende do reservatório para própria
sobrevivência e reprodução, sendo transmitido a um hospedeiro
suscetível.
Não confunda reservatório com fonte de infecção, nem com indivíduo
portador.
A fonte de infecção é a pessoa, o animal, o objeto ou a substância de
onde o agente infeccioso passa a ser um hospedeiro.
Já o portador é um indivíduo (ou animal) infectado, que abriga um
agente infeccioso específico de uma doença, sem apresentar sintomas
ou sinais clínicos. Também caracteriza uma fonte potencial de infecção
para o ser humano.
Porta de saída
Na cadeia de transmissão, o agente infeccioso pode sair do
hospedeiro por diversas vias, a partir das quais pode entrar no
ecossistema ou penetrar outro hospedeiro.
As principais vias e os exemplos de doenças transmitidas são:
respiratória: tuberculose , influenza e sarampo;
genitourinária: leptospirose, infecções sexualmente transmissíveis
e zika;
digestiva: febre tifoide, hepatites A e E, cólera e amebíase;
dermatológica: varicela e sífilis;
placentária: sífilis, rubéola, toxoplasmose, HIV, doença de Chagas
e zika.
Métodos de transmissão
01 A transmissão pode ser direta (ex: dispersão de gotículas) ou indireta, mediante
veículos de transmissão (ex: objetos, água, alimentos, produtos biológicos,
incluindo soro e plasma) e/ou vetor.
02
Um vetor é qualquer portador vivo que transporta um agente infeccioso até um
indivíduo suscetível. Nele, o agente pode ou não se desenvolver, propagar ou
multiplicar
03
O vetor pode ser mecânico (ex: contaminação das patas de um inseto) ou
biológico, que pressupõe multiplicação e/ou desenvolvimento do agente (ex:
Trypanosoma cruzino triatomíneo).
04
A transmissão ainda pode ser classificada como horizontal (doença
transmitida de uma fonte de infecção para um hospedeiro, como
COVID-19) ou vertical (transmitida de uma geração para a próxima,
como as STORCH).
Porta de entrada
do novo
hospedeiro
Geralmente, são as mesmas vias
utilizadas pelo agente para sair do
hospedeiro prévio. Nas doenças
respiratórias, por exemplo, a via
aérea é porta de entrada e saída.
Nas intoxicações alimentares, por
outro lado, a porta de saída pode
ser uma lesão aberta na pele e a
porta de entrada são alimentos
contaminados com a secreção da
lesão.
Suscetibilidade
de um novo
hospedeiro
É um indivíduo ou um animal vivo
que, em circunstâncias naturais,
permite a subsistência e o
alojamento de um agente
infeccioso.
Isso depende de alguns aspectos,
como idade, status da pele e
membranas mucosas,
funcionamento adequado de
mecanismos de defesa (ex: reflexo,
tosse, secreções gástricas,
atividade imunológica), etnia e
grupo familiar, estado nutricional e
condições socioeconômicas.
Resumindo
Sistema
Imunológico
O sistema imunológico humano serve
como uma proteção, um escudo ou
uma barreira que nos protege de seres
indesejáveis, os antígenos, que tentam
invadir o nosso corpo. Assim, representa
a defesa do corpo humano.
O processo de defesa do corpo através
do sistema imunológico é chamado de
resposta imune.
Existem dois tipos de respostas imunes:
a inata, natural ou não específica e a
adquirida, adaptativa ou específica.
A imunidade inata também é
representada pelas células de defesa,
como leucócitos, neutrófilos e macrófagos
A imunidade inata ou natural é a nossa primeira linha de
defesa. Esse tipo de imunidade já nasce com a pessoa,
representada por barreiras físicas, químicas e biológicas.
Imunidade
inata
A imunidade inata ou natural é a nossa
primeira linha de defesa. Esse tipo de
imunidade já nasce com a pessoa,
representada por barreiras físicas, químicas
e biológicas.
Os principais mecanismos da imunidade
inata são fagocitose, liberação de
mediadores inflamatórios e ativação de
proteínas
Se a imunidade inata não funciona
ou não é suficiente, a imunidade
adquirida entra em ação
Imunidade adquirida ou adaptativa
A imunidade adaptativa é a defesa adquirida ao longo da vida, tais como anticorpos
e vacinas
Constitui mecanismos desenvolvidos para expor as pessoas
com o objetivo de fazer evoluir as defesas do corpo. A
imunidade adaptativa age diante de algum problema
específico.
Por isso, depende da ativação de células especializadas, os
linfócitos.
Existem dois tipos de imunidade adquirida:
Imunidade humoral: depende do reconhecimento dos
antígenos, através dos linfócitos B.
Imunidade celular: mecanismo de defesa mediado por
células, através dos linfócitos T.
LEUCÓCITOS
Os leucócitos ou glóbulos brancos são células
produzidas pela medula óssea e linfonodos.
Eles têm a função de produzir anticorpos para
proteger o organismo contra os patógenos.
Os leucócitos são o principal agente do sistema
imunológico do nosso corpo.
01
01
02
03
05
04
Tipos de leucócitos
EOSINÓFILOS
Agem contra parasitas
02
NEUTRÓFILOS
03
FAGÓCITOS
04
BASÓFILOS
05
MONÓCITOS
Envolvem as células doentes e as
destroem
Relacionado com as alergias
Realizam a fagocitose de patógenos
Penetram os tecidos para os
proteger dos patógenos
LINFÓCITOS
Os linfócitos são um tipo de leucócito ou glóbulo
branco do sangue, responsáveis pelo
reconhecimento e destruição de
microrganismos infecciosos como bactérias e
vírus.
Existem os linfócitos B e linfócitos T.
MACRÓFAGOS
Os macrófagos são células derivadas dos
monócitos. Sua função principal é fagocitar
partículas, como restos celulares, ou
microrganismos.
Eles são os responsáveis por iniciar a resposta
imunitária.
Os microrganismos são seres vivos
de tamanho pequeno, cujas
dimensões não permitem que
sejam observados a olho nu pelo
homem. Assim, eles só podem ser
visualizados ao microscópio.
o estudo da microbiologia
abrange a identificação,
forma, modo de vida,
fisiologia e metabolismo dos
microrganismos, além das
suas relações com o meio
ambiente e outras espécies.
Grupos de microorganismos
VÍRUS
Os vírus são organismos
microscópicos que não
possuem células. Por isso,
são considerados parasitas
intracelulares.
Os vírus só conseguem
realizar suas atividades
vitais dentro de outra célula
viva.
Alguns vírus são
patogênicos e causam
doenças ao homem. Alguns
exemplos são: gripe,
sarampo, febre amarela,
meningite, caxumba,
hepatite, aids e varíola.
PROTOZOÁRIOS FUNGOS
BACTÉRIAS
As bactérias são seres unicelulares e
procariontes. Elas fazem parte do Reino
Monera.
As bactérias podem ser encontradas em
diversos ambientes e são capazes de
suportar condições ambientais inóspitas
à maioria dos seres vivos.
Mesmo sendo imperceptível, as bactérias
desenvolvem importantes funções no
ambiente. Elas atuam nos ciclos
biogeoquímicos e na produção de
alimentos e medicamentos.
Os protozoários são seres eucariontes,
unicelulares e heterótrofos. Pertencem ao
Reino Protista
Os protozoários apresentam variadas
formas corporais e ocupam ambientes
úmidos ou o interior de outros organismos.
Alguns são parasitas, causadores de
doenças. Entre as doenças causadas por
protozoários estão: amebíase, giardíase,
malária e doença de chagas.
Os fungos são seres macroscópicos ou
microscópicos, unicelulares ou
pluricelulares, eucariontes e heterótrofos.
Eles fazem parte do Reino Fungi.
Os fungos possuem diversos tipos de
habitat visto que são encontrados no solo,
na água, nos vegetais, nos animais, no
homem e nos detritos em geral.
Diante do grande número de espécies,
cerca de 1,5 milhão, os fungos são
utilizados para diferentes fins, como na
produção de medicamentos e até mesmo
na produção de queijos.
culinária, sendo fonte de proteínas.
Alguns fungos podem ser patogênicos.
Entre as doenças relacionadas com fungos
estão: micoses, sapinho, candidíase e
histoplasmose.

Aula conceitos básicos de microbiologia para asb e tsb

  • 1.
  • 2.
    Cadeia epidemiológica Também conhecido comocadeia de infecção e cadeia de transmissão, trata-se de um esquema que procura organizar os principais pontos de interação entre agente causal, hospedeiro e meio ambiente.
  • 3.
  • 4.
    Agente É um fatorque pode ser biológico (microrganismo) ou não biológico (substância química ou física), cuja presença excessiva ou relativa ausência é essencial para a ocorrência da doença. Os agentes biológicos possuem algumas propriedades que determinam a produção da doença: infectividade: capacidade de penetrar e desenvolver-se ou multiplicar-se no novo hospedeiro, provocando infecção; patogenicidade: capacidade de produzir sintomas no hospedeiro; virulência: capacidade de produzir casos graves ou fatais; dose infectante: quantidade necessária do agente etiológico para iniciar uma infecção; poder invasivo: capacidade de difundir-se por meio de tecidos, órgãos e sistemas anatomofisiológicos do hospedeiro; imunogenicidade ou antigenicidade: capacidade de produzir imunidade no hospedeiro; vulnerabilidade: sujeição das espécies microbianas ao meio em que estão presentes. Esse meio contém agentes químicos, físicos e terapêuticos, impulsionando a seleção natural de formas sobreviventes e, com frequência, resistentes aos medicamentos disponíveis
  • 5.
    Reservatório Representa qualquer serhumano, animal, artrópode, planta, solo ou matéria inanimada em que um agente infeccioso normalmente vive e se multiplica. Esse agente infeccioso depende do reservatório para própria sobrevivência e reprodução, sendo transmitido a um hospedeiro suscetível. Não confunda reservatório com fonte de infecção, nem com indivíduo portador. A fonte de infecção é a pessoa, o animal, o objeto ou a substância de onde o agente infeccioso passa a ser um hospedeiro. Já o portador é um indivíduo (ou animal) infectado, que abriga um agente infeccioso específico de uma doença, sem apresentar sintomas ou sinais clínicos. Também caracteriza uma fonte potencial de infecção para o ser humano.
  • 6.
    Porta de saída Nacadeia de transmissão, o agente infeccioso pode sair do hospedeiro por diversas vias, a partir das quais pode entrar no ecossistema ou penetrar outro hospedeiro. As principais vias e os exemplos de doenças transmitidas são: respiratória: tuberculose , influenza e sarampo; genitourinária: leptospirose, infecções sexualmente transmissíveis e zika; digestiva: febre tifoide, hepatites A e E, cólera e amebíase; dermatológica: varicela e sífilis; placentária: sífilis, rubéola, toxoplasmose, HIV, doença de Chagas e zika.
  • 7.
    Métodos de transmissão 01A transmissão pode ser direta (ex: dispersão de gotículas) ou indireta, mediante veículos de transmissão (ex: objetos, água, alimentos, produtos biológicos, incluindo soro e plasma) e/ou vetor. 02 Um vetor é qualquer portador vivo que transporta um agente infeccioso até um indivíduo suscetível. Nele, o agente pode ou não se desenvolver, propagar ou multiplicar 03 O vetor pode ser mecânico (ex: contaminação das patas de um inseto) ou biológico, que pressupõe multiplicação e/ou desenvolvimento do agente (ex: Trypanosoma cruzino triatomíneo). 04 A transmissão ainda pode ser classificada como horizontal (doença transmitida de uma fonte de infecção para um hospedeiro, como COVID-19) ou vertical (transmitida de uma geração para a próxima, como as STORCH).
  • 8.
    Porta de entrada donovo hospedeiro Geralmente, são as mesmas vias utilizadas pelo agente para sair do hospedeiro prévio. Nas doenças respiratórias, por exemplo, a via aérea é porta de entrada e saída. Nas intoxicações alimentares, por outro lado, a porta de saída pode ser uma lesão aberta na pele e a porta de entrada são alimentos contaminados com a secreção da lesão.
  • 9.
    Suscetibilidade de um novo hospedeiro Éum indivíduo ou um animal vivo que, em circunstâncias naturais, permite a subsistência e o alojamento de um agente infeccioso. Isso depende de alguns aspectos, como idade, status da pele e membranas mucosas, funcionamento adequado de mecanismos de defesa (ex: reflexo, tosse, secreções gástricas, atividade imunológica), etnia e grupo familiar, estado nutricional e condições socioeconômicas.
  • 10.
  • 11.
    Sistema Imunológico O sistema imunológicohumano serve como uma proteção, um escudo ou uma barreira que nos protege de seres indesejáveis, os antígenos, que tentam invadir o nosso corpo. Assim, representa a defesa do corpo humano. O processo de defesa do corpo através do sistema imunológico é chamado de resposta imune. Existem dois tipos de respostas imunes: a inata, natural ou não específica e a adquirida, adaptativa ou específica.
  • 12.
    A imunidade inatatambém é representada pelas células de defesa, como leucócitos, neutrófilos e macrófagos A imunidade inata ou natural é a nossa primeira linha de defesa. Esse tipo de imunidade já nasce com a pessoa, representada por barreiras físicas, químicas e biológicas. Imunidade inata A imunidade inata ou natural é a nossa primeira linha de defesa. Esse tipo de imunidade já nasce com a pessoa, representada por barreiras físicas, químicas e biológicas. Os principais mecanismos da imunidade inata são fagocitose, liberação de mediadores inflamatórios e ativação de proteínas Se a imunidade inata não funciona ou não é suficiente, a imunidade adquirida entra em ação
  • 14.
    Imunidade adquirida ouadaptativa A imunidade adaptativa é a defesa adquirida ao longo da vida, tais como anticorpos e vacinas Constitui mecanismos desenvolvidos para expor as pessoas com o objetivo de fazer evoluir as defesas do corpo. A imunidade adaptativa age diante de algum problema específico. Por isso, depende da ativação de células especializadas, os linfócitos. Existem dois tipos de imunidade adquirida: Imunidade humoral: depende do reconhecimento dos antígenos, através dos linfócitos B. Imunidade celular: mecanismo de defesa mediado por células, através dos linfócitos T.
  • 15.
    LEUCÓCITOS Os leucócitos ouglóbulos brancos são células produzidas pela medula óssea e linfonodos. Eles têm a função de produzir anticorpos para proteger o organismo contra os patógenos. Os leucócitos são o principal agente do sistema imunológico do nosso corpo.
  • 16.
    01 01 02 03 05 04 Tipos de leucócitos EOSINÓFILOS Agemcontra parasitas 02 NEUTRÓFILOS 03 FAGÓCITOS 04 BASÓFILOS 05 MONÓCITOS Envolvem as células doentes e as destroem Relacionado com as alergias Realizam a fagocitose de patógenos Penetram os tecidos para os proteger dos patógenos
  • 17.
    LINFÓCITOS Os linfócitos sãoum tipo de leucócito ou glóbulo branco do sangue, responsáveis pelo reconhecimento e destruição de microrganismos infecciosos como bactérias e vírus. Existem os linfócitos B e linfócitos T.
  • 18.
    MACRÓFAGOS Os macrófagos sãocélulas derivadas dos monócitos. Sua função principal é fagocitar partículas, como restos celulares, ou microrganismos. Eles são os responsáveis por iniciar a resposta imunitária.
  • 20.
    Os microrganismos sãoseres vivos de tamanho pequeno, cujas dimensões não permitem que sejam observados a olho nu pelo homem. Assim, eles só podem ser visualizados ao microscópio.
  • 21.
    o estudo damicrobiologia abrange a identificação, forma, modo de vida, fisiologia e metabolismo dos microrganismos, além das suas relações com o meio ambiente e outras espécies.
  • 22.
    Grupos de microorganismos VÍRUS Osvírus são organismos microscópicos que não possuem células. Por isso, são considerados parasitas intracelulares. Os vírus só conseguem realizar suas atividades vitais dentro de outra célula viva. Alguns vírus são patogênicos e causam doenças ao homem. Alguns exemplos são: gripe, sarampo, febre amarela, meningite, caxumba, hepatite, aids e varíola. PROTOZOÁRIOS FUNGOS BACTÉRIAS As bactérias são seres unicelulares e procariontes. Elas fazem parte do Reino Monera. As bactérias podem ser encontradas em diversos ambientes e são capazes de suportar condições ambientais inóspitas à maioria dos seres vivos. Mesmo sendo imperceptível, as bactérias desenvolvem importantes funções no ambiente. Elas atuam nos ciclos biogeoquímicos e na produção de alimentos e medicamentos. Os protozoários são seres eucariontes, unicelulares e heterótrofos. Pertencem ao Reino Protista Os protozoários apresentam variadas formas corporais e ocupam ambientes úmidos ou o interior de outros organismos. Alguns são parasitas, causadores de doenças. Entre as doenças causadas por protozoários estão: amebíase, giardíase, malária e doença de chagas. Os fungos são seres macroscópicos ou microscópicos, unicelulares ou pluricelulares, eucariontes e heterótrofos. Eles fazem parte do Reino Fungi. Os fungos possuem diversos tipos de habitat visto que são encontrados no solo, na água, nos vegetais, nos animais, no homem e nos detritos em geral. Diante do grande número de espécies, cerca de 1,5 milhão, os fungos são utilizados para diferentes fins, como na produção de medicamentos e até mesmo na produção de queijos. culinária, sendo fonte de proteínas. Alguns fungos podem ser patogênicos. Entre as doenças relacionadas com fungos estão: micoses, sapinho, candidíase e histoplasmose.