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- 1.
© 2006 byPearson Education
PERCEPÇÃO E
TOMADA DE DECISÕES
INDIVIDUAL
O INDIVÍDUO
5
5
CAPÍTULO
CAPÍTULO
PARTE II
- 2.
© 2006 byPearson Education 5–2
• O comportamento das
pessoas baseia-se em sua
percepção da realidade, não
na realidade em si.
• O mundo importante para o
comportamento é o mundo
na forma em que é
percebido.
Percepção
Processo pelo qual os
indivíduos organizam e
interpretam suas impressões
sensoriais com a finalidade
de dar sentido ao seu
ambiente.
O QUE É PERCEPÇÃO?
- 3.
© 2006 byPearson Education 5–3
QUADRO 5-1
Fatores que influenciam a percepção
- 4.
© 2006 byPearson Education 5–4
Diferenciação: mostrar, ou não, comportamentos diferentes em
situações diversas.
Consenso: respostas semelhantes a uma determinada
situação.
Coerência: quando uma pessoa reage sempre da mesma
forma.
Teoria da atribuição
Quando observamos o comportamento de alguém,
tentamos determinar se sua causa é interna ou externa.
PERCEPÇÃO DA PESSOA: FAZENDO
JULGAMENTOS SOBRE OS OUTROS
- 5.
© 2006 byPearson Education 5–5
QUADRO 5-2
Teoria da atribuição
- 6.
© 2006 byPearson Education 5–6
Erro fundamental de atribuição
A tendência de subestimar a influência
dos fatores externos e superestimar a
influência dos fatores internos ou
pessoais no julgamento do
comportamento alheio.
Erro fundamental de atribuição
PERCEPÇÃO DA PESSOA: FAZENDO
JULGAMENTOS SOBRE OS OUTROS
- 7.
© 2006 byPearson Education 5–7
Viés de autoconveniência
A tendência de os indivíduos
atribuírem o próprio sucesso a
fatores internos, como capacidade
e esforço, e colocarem a culpa dos
fracassos em fatores externos,
como falta de sorte.
Erros e viéses da atribuição
PERCEPÇÃO DA PESSOA: FAZENDO
JULGAMENTOS SOBRE OS OUTROS
- 8.
© 2006 byPearson Education 5–8
Percepção seletiva
As pessoas interpretam seletivamente o
que vêem, com base em seus próprios
interesses, experiências passadas e
atitudes.
Simplificações freqüentemente usadas
no julgamento das outras pessoas
- 9.
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Efeito de halo
Construção de uma impressão
geral de alguém com base em uma
única característica.
Efeito de contraste
A avaliação das características de uma pessoa é
afetada pela comparação com outras pessoas
encontradas recentemente que têm essas mesmas
características avaliadas como melhores ou piores.
Simplificações freqüentemente usadas
no julgamento das outras pessoas
- 10.
© 2006 byPearson Education 5–10
Projeção
Atribuição de características
próprias de um indivíduo a
outras pessoas.
Estereotipagem
Julgamento de uma pessoa
com base na percepção do
grupo do qual essa pessoa faz
parte.
Simplificações freqüentemente usadas
no julgamento das outras pessoas
- 11.
© 2006 byPearson Education 5–11
Entrevista de seleção
• Viéses de percepção afetam a precisão dos julgamentos
dos candidatos.
Expectativas sobre o desempenho
• Profecia auto-realizadora: quando alguém tem uma
percepção distorcida de uma pessoa e a expectativa
resultante é que essa pessoa se comporte de maneira
coerente com essa percepção.
Generalização de perfil étnico
• Uma forma de estereotipagem em que um grupo de
indivíduos é tomado com um só, geralmente com base em
critérios de raça ou etnia, e torna-se alvo de cerrada
vigilância e investigação.
Aplicações específicas nas organizações
- 12.
© 2006 byPearson Education 5–12
Avaliação do desempenho
• A avaliação de desempenho representa um julgamento
quase sempre subjetivo do trabalho do funcionário.
Esforço do funcionário
• A avaliação do esforço de um indivíduo é um julgamento
subjetivo, suscetível a distorções e vieses de percepção.
Aplicações específicas nas organizações
- 13.
© 2006 byPearson Education 5–13
Percepção
do tomador
de decisão
Resultados
Problema
Discrepância entre o estado atual
das coisas e o estado desejável.
Decisões
Escolhas entre duas ou mais
alternativas.
A LIGAÇÃO ENTRE A PERCEPÇÃO E
A TOMADA DE DECISÕES INDIVIDUAL
- 14.
© 2006 byPearson Education 5–14
Premissas do modelo
• Clareza do problema
• Conhecimento das
opções
• Clareza das
preferências
• Preferências constantes
• Ausência de limitação
de tempo ou custos
• Retorno máximo
Modelo de tomada de
decisões racionais
Como as pessoas devem se
comportar para maximizar ou
otimizar determinados
resultados.
Premissas do Modelo de Tomada de Decisões Racionais
COMO AS DECISÕES DEVEM SER
TOMADAS?
- 15.
© 2006 byPearson Education 5–15
QUADRO 5-3
Passos do modelo de tomada de decisões racionais
- 16.
© 2006 byPearson Education 5–16
Limitação da racionalidade
As pessoas tomam decisões construindo modelos
simplificados que extraem os aspectos essenciais
dos problemas, sem capturar toda a sua
complexidade.
COMO AS DECISÕES SÃO REALMENTE
TOMADAS NAS ORGANIZAÇÕES
- 17.
© 2006 byPearson Education 5–17
Como/por que os problemas são identificados
• Visibilidade do problema.
Aspectos mais notáveis.
Desejo de “resolver problemas”.
• Interesse pessoal (se o problema diz respeito ao tomador
da decisão).
Desenvolvimento de alternativas
• Escolha da primeira alternativa aceitável.
• Comparações sucessivas entre alternativas disponíveis em
vez da busca de uma nova solução.
COMO AS DECISÕES SÃO REALMENTE
TOMADAS NAS ORGANIZAÇÕES
- 18.
© 2006 byPearson Education 5–18
Viés de excesso de confiança
• Acreditar demasiadamente na própria capacidade.
Viés de ancoragem
• Tendência de nos fixarmos em uma informação como ponto de partida.
Viés de confirmação
• Uso apenas de informações que corroborem nossas escolhas
anteriores.
Viés de disponibilidade
• Tendência de julgarmos as coisas com base nas informações mais
disponíveis para nós.
Viés da representatividade
• Avaliação da chance de um acontecimento tentando ajustá-la a uma
categoria pré-existente.
Erros e vieses mais comuns
- 19.
© 2006 byPearson Education 5–19
Escalada do comprometimento
• Apego a uma decisão anterior mesmo quando fica claro que ela foi
um erro.
Erro de aleatoriedade
• Tentativa de captar sentido em eventos aleatórios, transformando
padrões imaginários em superstições.
Viés da compreensão tardia
• A tendência que temos de achar que sabíamos antecipadamente o
resultado de um evento depois de ele ter ocorrido.
Erros e vieses mais comuns
- 20.
© 2006 byPearson Education 5–20
Tomada de decisão intuitiva
• Processo inconsciente gerado pelas experiências vividas.
Condições que favorecem a tomada de decisão
intuitiva
• Existe um alto nível de incerteza.
• Há poucos precedentes em que se basear.
• As variáveis são menos previsíveis cientificamente.
• Os “fatos” são limitados.
• Os fatos não indicam claramente o caminho a seguir.
• Os dados analíticos não são muito úteis.
• Existem várias alternativas plausíveis, todas com boa justificativa.
• Há limitação de tempo e existe uma pressão para que se chegue
rapidamente à decisão certa.
Intuição
- 21.
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Critérios éticos para o processo decisório
• Utilitarismo
As decisões são tomadas no sentido de proporcionar o melhor
para o maior número.
• Direitos
Respeito e defesa dos direitos básicos dos cidadãos.
• Justiça
Imposição e reforço de regras que sejam justas e imparciais.
Ética na tomada de decisões
COMO FICA A ÉTICA NO PROCESSO
DECISÓRIO?
Ética e cultura nacional
• Não existem padrões éticos globais.
• Princípios éticos para os tomadores de decisão que
reflitam as normas culturais locais são necessários para
sustentar altos padrões e conseguir práticas consistentes.
- 22.
© 2006 byPearson Education 5–22
1. Analise a situação e ajuste seu estilo decisório a ela.
2. Esteja consciente dos vieses e tente minimizar seu impacto.
3. Combine análise racional com intuição para melhorar a
eficácia de sua tomada de decisões.
4. Não suponha que seu estilo de tomada de decisões seja
apropriado para todo e qualquer trabalho.
5. Aumente sua criatividade buscando novas soluções para os
problemas, vendo-os de maneira diferente e usando analogias.
Dicas para melhorar a tomada de decisões
- 23.
© 2006 byPearson Education 5–23
Foco nas metas
• Metas claras facilitam o processo de tomada de decisões e o
ajudam a eliminar opções inconsistentes com seus interesses.
Busque informações que contrariem suas opiniões
• Quando consideramos francamente a possibilidade de estarmos
errados, evitamos qualquer tendência de nos acharmos mais
competentes do que somos na realidade.
Não tente procurar sentido em eventos aleatórios
• Não tente criar padrões a partir de coincidências.
Aumente suas opções
• Quanto maior o número de alternativas geradas e quanto mais
diversificadas elas forem, maiores as suas probabilidades de
encontrar a solução ideal.
Fonte: S.P. Robbins, Decide & Conquer: making winning decisions and taking control of your life. Upper Saddle River: Financial
Times/Prentice Hall, 2004, p. 164-168.
QUADRO 5-6
Para reduzir erros e vieses