PARASITOLOGI
A
• Disciplina – Parasitologia
ARA0111
Introdução à Parasitologia
Protozoários
Platelmintos
Nematelmintos
Artrópodes Parasitas ou Vetores de
Doenças e Animais Peçonhentos
PARASITOLOGI
A
DATAS IMPORTANTES:
• SM1 - 07 DE MAIO
• SEMANA NACIONAL
DA SAÚDE - 14 DE
MAIO
• SM2 - 11 DE JUNHO
• AV - 18 DE JUNHO
• AVS - 25 DE JUNHO
PARASITOLOGI
A
SEMINÁRIO - 28 de Maio
Atividade: desenvolvimento de um
plano de campanha de
conscientização sobre
PARASITOLOGIA
Dinâmica: APRESENTAÇÃO DE
TRABALHOS
Apresentação
Médica Veterinária graduada pela Universidade Federal Rural do Rio
de Janeiro (UFRRJ).
Mestrado UFF - Pesquisa de Toxoplasma gondii em felinos
Doutorado (UFRRJ) - Neospora caninum (Diagnóstico IHC e Histopatologia)
Área de atuação: Clínica de Pequenos Animais, Fisiologia Animal,
Semiologia, Parasitologia, Patologia Animal.
E-mail:​
RENATA.LIFREITAS@professores.estacio.br
Introdução à
Parasitologia
M.V. Msc. Renata Lima de Freitas
Parasitismo
• Parasitismo é a interação ecológica
entre indivíduos de espécies
diferentes, em que os parceiros
(hospedeiro e parasito) estabelecem
entre si relações íntimas e duradouras
com certo grau de dependência
metabólica.
• Geralmente o hospedeiro
proporciona ao parasito todos os
nutrientes e as condições fisiológicas
requeridas por este.
É importante salientar que um processo
de adaptação recíproco, de
compatibilidade ou de baixa virulência
do parasitismo, assegura a
sobrevivência de ambas as espécies. O
parasito só poderá seguir existindo se
não destruir toda a população de seus
hospedeiros ou não impedir a
reprodução destes; caso contrário a
espécie parasitária desapareceria.
Especificidade de hospedeiros
Segundo as necessidades particulares de cada
parasito (sejam elas de ordem metabólica ou de outra
natureza), ele exigirá apenas determinada espécie de
hospedeiro ou um grupo de diferentes espécies ou,
ainda, grande variedade e gêneros distintos.
Se o parasito exigir apenas uma espécie de
hospedeiro para completar seu ciclo biológico, será
dito monoxeno e, se a espécie for sempre a mesma,
será considerado estenoxeno, como o Ascaris
lumbricoides que só parasita a espécie humana.
Ao contrário, parasitos heteroxenos são aqueles
que necessitam passar obrigatoriamente por dois
ou mais hospedeiros.
Um deles é o hospedeiro definitivo e os
demais são considerados hospedeiros
intermediários, para que os parasitos
possam completar seu ciclo biológico.
Assim, a tênia do porco (Taenia solium), por
exemplo, só parasita o homem na fase
adulta
Tipos de adaptações
ao parasitismo
A adaptação é a marca do
parasitismo. Elas evoluíram de
forma a proporcionar um melhor
relacionamento do parasito com seu
hospedeiro. E esta evolução feita à
custa de adaptações tornou o
invasor (parasito) mais e mais
dependente do outro ser vivo
(hospedeiro). As adaptações são
principalmente morfológicas,
fisiológicas e biológicas.
Tipos de adaptações ao parasitismo
MORFOLÓGICA
• Degenerações: representadas por perdas ou atrofias de órgãos locomotores, aparelho
digestivo etc.
• Hipertrofia: encontradas principalmente nos órgãos de fixação, resistência ou proteção e
reprodução.
BIOLÓGICAS
• Capacidade reprodutiva: para suplantar as dificuldades de atingir novo hospedeiro e
escaparem de predação externa, os parasitos são capazes de produzir grandes quantidades de
ovos, cistos, ou outras formas infectantes.
• Tipos diversos de reprodução: outros tipos de reprodução permitem uma reprodução mais
fácil ou mais segura como, por exemplo, hermafroditismo, partenogênese, poliembrionia,
esquizogonia.
• Capacidade de resistência à agressão do hospedeiro: presença de enzimas que neutralizam a
ação dos sucos digestivos; capacidade de resistir à ação de anticorpos; capacidade de induzir
imunossupressão e etc. - Tropismos: os diversos tipos de tropismos são capazes de facilitar a
propagação, reprodução ou sobrevivência de determinada espécie de parasito.
Relações
parasito-
hospedeiro
Os parasitos que causam
distúrbios no organismo podem
fazê-lo mecanicamente, ao
crescerem e comprimirem as
estruturas em torno. Ou obstruir
ductos, canais ou vasos,
causando sintomatologias as
mais variadas, que serão
analisadas adiante em cada caso.
Relações entre os seres
vivos
Para obter melhores abrigos e
alimentos, muitas espécies convivem em
um mesmo
ambiente, gerando associações ou
interações que podem não interferir
entre si.
Essas associações podem ser
harmônicas (quando há benefício mútuo
ou ausência de prejuízo mútuo) ou
desarmônicas (quando há prejuízo para
algum dos participantes).
Classificação
dos parasitos
Entre os animais que parasitam o homem, e estarão sendo
estudados neste curso, estão incluídos quatro grandes filos:
Protozoa (animais unicelulares; protozoários)
Platyhelminhes (vermes achatados)
Aschelminthes (vermes redondos)
Arthropoda (insetos e ácaros):
Glossário de
Parasitologia
Glossário de
Parasitologia
Glossário de
Parasitologia
Glossário de
Parasitologia
Seminário
5 sugestões de temas para seminários, cada um com foco no
desenvolvimento de um plano de campanha de conscientização sobre
parasitologia:
• Ciclos Parasitários e Saúde Pública: Educação Preventiva
– Desenvolver campanhas que expliquem os ciclos de vida dos parasitas e
como esses ciclos se relacionam com riscos à saúde, enfatizando medidas de
prevenção e controle na comunidade.
• Protozoonoses: Informação e Prevenção
– Focar em estratégias de comunicação para reduzir a transmissão de infecções
causadas por protozoários (como amebíase e infecções por apicomplexos),
ressaltando a importância do diagnóstico precoce e da educação em saúde.
• Helmintoses em Foco: Desafios e Estratégias de Conscientização
– Abordar, por meio de campanhas, as infecções causadas por helmintos
(trematódeos e cestóides), discutindo medidas preventivas, higiene e controle,
bem como o papel das políticas públicas.
• Nematode Alert: Prevenção das Infecções por Nematélmintos
– Desenvolver campanhas que enfatizem a importância de práticas de
saneamento, higiene pessoal e ambiental para prevenir infecções por
nematóides, como Ascaris e outros.
• Vetores e Animais Peçonhentos: Comunicação para Redução de Riscos
– Focar em campanhas educativas sobre o controle de vetores (como
mosquitos, carrapatos, pulgas) e na prevenção de acidentes causados por
animais peçonhentos, integrando informações sobre medidas de proteção e
manejo de riscos.

Aula 1 - O parasitismo, os principais grupos de parasitas, seus vetores..pptx

  • 1.
    PARASITOLOGI A • Disciplina –Parasitologia ARA0111 Introdução à Parasitologia Protozoários Platelmintos Nematelmintos Artrópodes Parasitas ou Vetores de Doenças e Animais Peçonhentos
  • 2.
    PARASITOLOGI A DATAS IMPORTANTES: • SM1- 07 DE MAIO • SEMANA NACIONAL DA SAÚDE - 14 DE MAIO • SM2 - 11 DE JUNHO • AV - 18 DE JUNHO • AVS - 25 DE JUNHO
  • 3.
    PARASITOLOGI A SEMINÁRIO - 28de Maio Atividade: desenvolvimento de um plano de campanha de conscientização sobre PARASITOLOGIA Dinâmica: APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS
  • 4.
    Apresentação Médica Veterinária graduadapela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Mestrado UFF - Pesquisa de Toxoplasma gondii em felinos Doutorado (UFRRJ) - Neospora caninum (Diagnóstico IHC e Histopatologia) Área de atuação: Clínica de Pequenos Animais, Fisiologia Animal, Semiologia, Parasitologia, Patologia Animal. E-mail:​ RENATA.LIFREITAS@professores.estacio.br
  • 5.
  • 6.
    Parasitismo • Parasitismo éa interação ecológica entre indivíduos de espécies diferentes, em que os parceiros (hospedeiro e parasito) estabelecem entre si relações íntimas e duradouras com certo grau de dependência metabólica. • Geralmente o hospedeiro proporciona ao parasito todos os nutrientes e as condições fisiológicas requeridas por este.
  • 7.
    É importante salientarque um processo de adaptação recíproco, de compatibilidade ou de baixa virulência do parasitismo, assegura a sobrevivência de ambas as espécies. O parasito só poderá seguir existindo se não destruir toda a população de seus hospedeiros ou não impedir a reprodução destes; caso contrário a espécie parasitária desapareceria.
  • 8.
    Especificidade de hospedeiros Segundoas necessidades particulares de cada parasito (sejam elas de ordem metabólica ou de outra natureza), ele exigirá apenas determinada espécie de hospedeiro ou um grupo de diferentes espécies ou, ainda, grande variedade e gêneros distintos. Se o parasito exigir apenas uma espécie de hospedeiro para completar seu ciclo biológico, será dito monoxeno e, se a espécie for sempre a mesma, será considerado estenoxeno, como o Ascaris lumbricoides que só parasita a espécie humana. Ao contrário, parasitos heteroxenos são aqueles que necessitam passar obrigatoriamente por dois ou mais hospedeiros.
  • 9.
    Um deles éo hospedeiro definitivo e os demais são considerados hospedeiros intermediários, para que os parasitos possam completar seu ciclo biológico. Assim, a tênia do porco (Taenia solium), por exemplo, só parasita o homem na fase adulta
  • 10.
    Tipos de adaptações aoparasitismo A adaptação é a marca do parasitismo. Elas evoluíram de forma a proporcionar um melhor relacionamento do parasito com seu hospedeiro. E esta evolução feita à custa de adaptações tornou o invasor (parasito) mais e mais dependente do outro ser vivo (hospedeiro). As adaptações são principalmente morfológicas, fisiológicas e biológicas.
  • 11.
    Tipos de adaptaçõesao parasitismo MORFOLÓGICA • Degenerações: representadas por perdas ou atrofias de órgãos locomotores, aparelho digestivo etc. • Hipertrofia: encontradas principalmente nos órgãos de fixação, resistência ou proteção e reprodução. BIOLÓGICAS • Capacidade reprodutiva: para suplantar as dificuldades de atingir novo hospedeiro e escaparem de predação externa, os parasitos são capazes de produzir grandes quantidades de ovos, cistos, ou outras formas infectantes. • Tipos diversos de reprodução: outros tipos de reprodução permitem uma reprodução mais fácil ou mais segura como, por exemplo, hermafroditismo, partenogênese, poliembrionia, esquizogonia. • Capacidade de resistência à agressão do hospedeiro: presença de enzimas que neutralizam a ação dos sucos digestivos; capacidade de resistir à ação de anticorpos; capacidade de induzir imunossupressão e etc. - Tropismos: os diversos tipos de tropismos são capazes de facilitar a propagação, reprodução ou sobrevivência de determinada espécie de parasito.
  • 12.
    Relações parasito- hospedeiro Os parasitos quecausam distúrbios no organismo podem fazê-lo mecanicamente, ao crescerem e comprimirem as estruturas em torno. Ou obstruir ductos, canais ou vasos, causando sintomatologias as mais variadas, que serão analisadas adiante em cada caso.
  • 14.
    Relações entre osseres vivos Para obter melhores abrigos e alimentos, muitas espécies convivem em um mesmo ambiente, gerando associações ou interações que podem não interferir entre si. Essas associações podem ser harmônicas (quando há benefício mútuo ou ausência de prejuízo mútuo) ou desarmônicas (quando há prejuízo para algum dos participantes).
  • 17.
    Classificação dos parasitos Entre osanimais que parasitam o homem, e estarão sendo estudados neste curso, estão incluídos quatro grandes filos: Protozoa (animais unicelulares; protozoários) Platyhelminhes (vermes achatados) Aschelminthes (vermes redondos) Arthropoda (insetos e ácaros):
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
    Seminário 5 sugestões detemas para seminários, cada um com foco no desenvolvimento de um plano de campanha de conscientização sobre parasitologia: • Ciclos Parasitários e Saúde Pública: Educação Preventiva – Desenvolver campanhas que expliquem os ciclos de vida dos parasitas e como esses ciclos se relacionam com riscos à saúde, enfatizando medidas de prevenção e controle na comunidade. • Protozoonoses: Informação e Prevenção – Focar em estratégias de comunicação para reduzir a transmissão de infecções causadas por protozoários (como amebíase e infecções por apicomplexos), ressaltando a importância do diagnóstico precoce e da educação em saúde. • Helmintoses em Foco: Desafios e Estratégias de Conscientização – Abordar, por meio de campanhas, as infecções causadas por helmintos (trematódeos e cestóides), discutindo medidas preventivas, higiene e controle, bem como o papel das políticas públicas. • Nematode Alert: Prevenção das Infecções por Nematélmintos – Desenvolver campanhas que enfatizem a importância de práticas de saneamento, higiene pessoal e ambiental para prevenir infecções por nematóides, como Ascaris e outros. • Vetores e Animais Peçonhentos: Comunicação para Redução de Riscos – Focar em campanhas educativas sobre o controle de vetores (como mosquitos, carrapatos, pulgas) e na prevenção de acidentes causados por animais peçonhentos, integrando informações sobre medidas de proteção e manejo de riscos.