O documento explora a compreensão de Deus a partir da perspectiva do espiritismo, discutindo a evolução do conceito de Deus ao longo do tempo e as distintas interpretações da tradição judaico-cristã. Contrapõe a visão tradicional de um Deus punitivo e mágico à ideia de um Deus que não interfere diretamente na vida humana, defendendo a autonomia do ser humano perante as leis naturais e espirituais. Conclui que Deus é a inteligência suprema, e seu entendimento deve ser buscado através da razão e da ciência.