O documento discute que a diferença entre países pobres e ricos não está na idade ou recursos naturais, mas sim na atitude das pessoas. Ele argumenta que países como Índia e Egito são pobres apesar de sua longa história, enquanto Canadá, Austrália e Nova Zelândia se desenvolveram rapidamente. Além disso, Japão e Suíça prosperaram sem grandes recursos naturais devido à ética de trabalho e valores como integridade e responsabilidade seguidos por sua população.