O documento discute as "pulseiras do sexo", uma brincadeira perigosa entre adolescentes onde cores de pulseiras de silicone representam diferentes níveis de intimidade sexual. Relata um caso em que uma menina de 13 anos foi violentada por quatro jovens que alegaram estar cumprindo o ato sexual associado à cor de sua pulseira. Também destaca preocupações sobre a sexualização precoce e a falta de respeito pela autonomia sexual na brincadeira.