[1] O artigo discute as paixões segundo a doutrina de Descartes, analisando-as sob duas perspectivas: a da razão e a da experiência sensível.
[2] Para a razão, as paixões são obscuras, pois pressupõem a união da mente e do corpo, que é logicamente não-evidente devido ao dualismo cartesiano.
[3] Para a experiência sensível, porém, as paixões são irrecusáveis, pois são percebidas como dados imediatos da consciência que não podem ser negados.