O documento discute se apenas estudiosos da Bíblia podem compreendê-la. Afirma que embora existam partes enigmáticas, os assuntos necessários para salvação e crescimento espiritual estão claros. A dificuldade é mais moral do que intelectual. Aponta que às vezes os discípulos não compreendiam devido a falta de fé ou eventos futuros. Conclui que o papel dos estudiosos é abrir horizontes e defender a fé, complementando o estudo das Escrituras.