Este documento discute as representações da morte na Mesopotâmia antiga e na sociedade contemporânea. Na Mesopotâmia, a morte era vista como uma travessia para outro mundo e os rituais funerários cuidavam para que nada faltasse nessa jornada. Hoje, a morte é um tabu e é evitada, rompendo com a familiaridade do passado. A influência do cristianismo também separou a vida e a morte, vista agora como uma passagem para a vida eterna.