Monergismo.com – “Ao Senhor pertence a salvação” (Jonas 2:9)
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Arminianismo
Rev. Herman Hoeksema
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto1
Em tempos modernos, a doutrina dos arminianos tem exercido uma
influência muito profunda e disseminada sobre a doutrina de Deus e a
doutrina da salvação. Eles negam a doutrina da predestinação incondicional e
sustentam que Deus elegeu aqueles a quem previu que creriam em Cristo.
Sustentam que Cristo morreu por todos e enfaticamente negam a expiação
particular. Nesse “Cristo-por-todos” reside a possibilidade de salvação para
todos. Até onde diz respeito a soteriologia, eles sustentam que a graça é de
fato indispensável para a salvação do homem. Eles até mesmo enfatizam em
seus artigos que o homem de si mesmo não pode fazer nada para sua
salvação. Mas ao mesmo tempo, ao declarar que a graça é resistível, eles
anulam tudo o que ensinaram com respeito à impotência do homem, de
forma que se o homem receberá ou não essa graça depende do homem, e não
de Deus. Assim, a graça salvadora pode ser perdida. Em última instância, a
salvação do homem depende não da graça soberana de Deus, mas da vontade
e escolha do homem.
Fonte: Reformed Dogmatics – Volume 2, Herman Hoeksema,
Reformed Free Publishing Association, pg. 11-12.
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E-mail para contato: felipe@monergismo.com. Traduzido em maio/2007.

Arminianismo

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    Monergismo.com – “AoSenhor pertence a salvação” (Jonas 2:9) www.monergismo.com 1 Arminianismo Rev. Herman Hoeksema Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto1 Em tempos modernos, a doutrina dos arminianos tem exercido uma influência muito profunda e disseminada sobre a doutrina de Deus e a doutrina da salvação. Eles negam a doutrina da predestinação incondicional e sustentam que Deus elegeu aqueles a quem previu que creriam em Cristo. Sustentam que Cristo morreu por todos e enfaticamente negam a expiação particular. Nesse “Cristo-por-todos” reside a possibilidade de salvação para todos. Até onde diz respeito a soteriologia, eles sustentam que a graça é de fato indispensável para a salvação do homem. Eles até mesmo enfatizam em seus artigos que o homem de si mesmo não pode fazer nada para sua salvação. Mas ao mesmo tempo, ao declarar que a graça é resistível, eles anulam tudo o que ensinaram com respeito à impotência do homem, de forma que se o homem receberá ou não essa graça depende do homem, e não de Deus. Assim, a graça salvadora pode ser perdida. Em última instância, a salvação do homem depende não da graça soberana de Deus, mas da vontade e escolha do homem. Fonte: Reformed Dogmatics – Volume 2, Herman Hoeksema, Reformed Free Publishing Association, pg. 11-12. 1 E-mail para contato: felipe@monergismo.com. Traduzido em maio/2007.