O documento propõe a reciclagem de fantasias e adereços descartados no carnaval para criar novos produtos, como vestuário, mobiliário e objetos de decoração. As dificuldades incluem o acesso às escolas de samba e convencer as escolas e o "mercado negro" a apoiarem a ideia. Reciclar os materiais daria um novo sentido à realidade do carnaval e à sustentabilidade, além de satisfazer turistas que levariam um pedaço do Rio para casa.