Orientadora
Profª Eni Bertolini
Desastres
Deslizament
os
INTEGRANTES
GRUPO FÊNIX
ÁLVARO G. JUSTINO
ANA PAULA F. GUIMARÃES
DIOLINO P. MOREIRA
JANE MARIA DA CRUZ
JOSEMAR AMARAL
RAFAEL BARRETO
RENATO ALBERTO DA SILVA
STEPHANY NEVES
Orientadora
Profª Eni Bertolini
O deslizamento ocorre com a ruptura
do solo de uma encosta causada por
algum fator de risco.
DESLIZAMENTO
COMO OCORRE
Quando chove, a água penetra na
terra. Com o desmatamento para
construção de casas irregulares, o
solo fica encharcado e acaba
cedendo e, assim ocorrem os
deslizamentos.
DESLIZAMENTO
COMO OCORRE
Outros agentes causadores são:
 Terremotos,
 Erupções vulcânicas e
 Vibrações causadas por
máquinas,
Erros Humanos.
DESLIZAMENTO
COMO OCORRE
DESLIZAMENTO
CHUVAS
Cratera causada por deslizamentos de terra na passagem
da tempestade tropical pela Cidade da Guatemala, 06/2010.
DESLIZAMENTO
TERREMOTO
Deslizamentos do terremoto no Himalaia Sikkim Darjeeling,
11/2011.
O vulcão localizado no Monte Unzen, Kyushu, entrou em
erupção, tirando a vida de 43 pessoas. Japão 06/1993.
DESLIZAMENTO
ERUPÇÕES VULCÂNICAS
DESLIZAMENTO
VIBRAÇÕES DAS MÁQUINAS
Deslizamento durante a construção da Estação Pinheiros do
metrô de São Paulo, matando 07 pessoas, 01/2007.
No Chile, dia 13/10/2010, 33 mineiros presos foram
resgatados a uma profundidade de 700 metros, acidente
aconteceu 05/08/2010.
DESLIZAMENTO
ERROS HUMANOS
O desastre é enorme quando há
moradia.
DESLIZAMENTO
CONSTRUÇÕES IRREGULARES
DESLIZAMENTO
Tragédia no
Rio de
Janeiro
A destruição ocorre em várias
cidades, a mais atingida por ser
Região Serrana é o Rio de Janeiro.
As Regiões Serranas são formadas
por morros, e terrenos inclinados.
RIO DE JANEIRO
RIO DE JANEIRO
Rio de Janeiro , 12 de janeiro de 2011.
RIO DE JANEIRO
RIO DE JANEIRO
De acordo com a Organização das
Nações Unidas (ONU), o
deslizamento na região serrana do
Rio é o segundo desastre natural
com o maior número de vítimas.
DESLIZAMENTO
A China ocupa o 1º lugar com 1.765
mortes,07/2010.
DESLIZAMENTO
Tragédia
anunciada!?
RIO DE JANEIRO
Um estudo financiado pela
Secretaria estadual do Ambiente do
Rio, de 2007 a 2010, com um grupo
de geólogos e engenheiros
percorreu bairros do Rio de Janeiro.
RIO DE JANEIRO
O estudo analisou:
 Inclinação,
 Altitude e
 Áreas por onde a água escoa.
Da pesquisa, foi criado um mapa
dos riscos com a seguinte análise:
RIO DE JANEIRO
"Áreas de muito alto risco, a
primeira providência é remover as
pessoas dali. É uma tragédia
anunciada e as pessoas se
perguntam quando vai acontecer“.
Palavras do coordenador do estudo, Antonio Guerra.
RIO DE JANEIRO
2011
916 mortes
RIO DE JANEIRO
Avisos emitidos pelo INMET
(Instituto Nacional de Meteorologia)
e repassados pela Secretaria
Nacional de Defesa Civil foram
ignorados.
Com isso providências não foram
tomadas no sentido de prevenir o
histórico desastre.
RIO DE JANEIRO
 Em Nova Friburgo o alerta chegou,
mas a população não foi
comunicada.
 A prefeitura de Teresópolis, não
recebeu o aviso.
RIO DE JANEIRO
Cidades mais afetadas foram:
 Teresópolis,
 Nova Friburgo,
 Petrópolis,
 Sumidouro e
 São José do Vale do Rio Preto.
RIO DE JANEIRO - 2011
 Nova Friburgo - 426 mortes
RIO DE JANEIRO - 2011
 Teresópolis - 382 mortes
RIO DE JANEIRO - 2011
 Petrópolis - 71 mortes
RIO DE JANEIRO - 2011
 35 mil desalojados/desabrigados
RIO DE JANEIRO - 2011
 345 pessoas desaparecidas
RIO DE JANEIRO - 2011
2012
Mais de 30 mortes
RIO DE JANEIRO
O que evitou outras mortes foi o
funcionamento de alarmes e
treinamentos.
RIO DE JANEIRO - 2012
2013
Mais de 90 mortes
RIO DE JANEIRO
RIO DE JANEIRO - 2013
Mortes ocorridas :
Angra dos Reis, 53 pessoas,
 Petrópolis/Teresópolis, 33 pessoas,
Duque de Caxias, 02 pessoas,
 Xerém, 03 pessoas.
RIO DE JANEIRO - 2013
Mais uma vez as sirenes instaladas
em áreas de risco foram acionadas
a tempo para as pessoas deixarem
as casas e irem para os pontos de
apoio em escolas e uma igreja.
RIO DE JANEIRO - 2013
RIO DE JANEIRO - 2013
 3 mil desalojados/desabrigados
RIO DE JANEIRO - 2013
 Outras Tragédias
RIO DE JANEIRO
* Número estimado
RIO DE JANEIRO
SOLIDARIDADE
E
APOIO
 Bombeiros / Exército
RIO DE JANEIRO - APOIO
 Doações
RIO DE JANEIRO - APOIO
 Cruz Vermelha Brasileira
RIO DE JANEIRO - APOIO
 LBV
RIO DE JANEIRO - APOIO
 Voluntários
RIO DE JANEIRO - APOIO
RIO DE JANEIRO - APOIO
 Barracas
 Hospitais Móveis
RIO DE JANEIRO - APOIO
Marilia Tardim mora em Nova Friburgo e está atrás de 
seu  sobrinho,  Gabriel  Hubach,  de  1  ano  e  seis  meses. 
Ele morava com os pais em Jardilândia. Os pais saíram 
do prédio que desabou e o menino está desaparecido.
"Quero  achar  meu  sobrinho,  a  família  dele  está  toda 
atrás dele“.
 Internet 
Gilberto Luiz Justino,  55  anos,  pede  para  avisar  a 
filha, Fabiana Luiz Justino, que a sua família está bem.
“Comigo  e  com  a  mãe  dela  está  tudo  bem.  Nós  só 
sofremos  prejuízos  materiais.  Mas  quero  dizer  que  a 
família está com saúde e tranqüila”, diz Gilberto. 
RIO DE JANEIRO - APOIO
CAUSAS
DESLIZAMENTO
 Construções Irregulares
DESLIZAMENTO - CAUSAS
 Obstruções do caminho das águas
DESLIZAMENTO - CAUSAS
 Obstruções de bueiros
DESLIZAMENTO - CAUSAS
EFEITOS
DESLIZAMENTO
DESLIZAMENTO - EFEITOS
 Perdas
 Destruição
DESLIZAMENTO - EFEITOS
 Mortes
DESLIZAMENTO - EFEITOS
 Doenças
DESLIZAMENTO - EFEITOS
 Hospitais lotados
DESLIZAMENTO - EFEITOS
  Famílias  desabrigadas  e 
desalojadas.
DESLIZAMENTO - EFEITOS
 Falta de escolas (sendo utilizadas 
para alojar os desabrigados). 
DESLIZAMENTO - EFEITOS
GESTÃO
DE
RISCO
DESLIZAMENTO
Previstos x Imprevistos
GESTÃO DE RISCO
 Equilíbrio entre recursos e custos,
 Objetivos claros e possíveis,
 Análise de prioridade,
 Identificação de eventos,
GESTÃO DE RISCO
PDCAPDCA
GESTÃO DE RISCO
AGIR
ANALISAR
EXECUTAR
PLANEJAR
PLANEJAR
 Identificar os problemas,
 Estabelecer metas,
 Análise do processo,
 Elaboração do plano
 de ação. 
 
GESTÃO DE RISCO
EXECUTAREXECUTAR
  Realizar  as  atividades  conforme 
plano de ação.
GESTÃO DE RISCO
ANALISARANALISAR
  Verificar  a  execução  das 
atividades,
 Avaliar os resultados,
  Comparar  os  resultados  com  o 
plano de ação,
 Elaborar e gerar relatórios.
GESTÃO DE RISCO
AGIRAGIR
 Agir conforme avaliação e 
relatórios,
GESTÃO DE RISCO
 Geração de novas estratégias caso 
necessário,
 Aprimora a execução,
 Corrige eventuais falhas,
  Elaboração  e  geração  de  novos 
relatórios.
GESTÃO DE RISCO AGIRAGIR
Lei  nº  4.771,  de  1965  –  Áreas  de 
Preservação Permanentes APPS,
Alerta  constante  com  o  INMET 
(Instituto Nacional de Meteorologia),
Defesas Civil, 
Corpo de Bombeiros.
PREVENÇÃO DE RISCO
PLANO
DE
AÇÃO
DESLIZAMENTO
 Considerável número de
engenheiros e geólogos,
Capacidade técnica, acadêmica e
prática,
Possuir várias empresas
executoras de projetos e de obras,
PLANO DE AÇÃO
CENÁRIO ATUAL
Então, se a realidade é
esta, por que, a cada
chuva de grande volume,
temos que conviver com
tantos acidentes?
PLANO DE AÇÃO
O fator principal é educação e
cultura.
As cidades, estradas, indústrias e
outros empreendimentos foram e
são implantados sem um projeto
geotécnico (ausência da aplicação
da engenharia civil geotécnica).
PLANO DE AÇÃO
 Avaliação da área por geólogos,
 Estudo de risco da área feito pela
Prefeitura ou órgão competente,
 Obras de contenção,
 Plantação de árvores com raízes
profundas.
PLANO DE AÇÃO
SUGESTÕES
 Parceria com a Itália
Em 11/03/2013, o governo da Itália e
o do estado do Rio de Janeiro
firmaram uma parceria para evitar
riscos de inundação e de
deslizamentos de terra.
PLANO DE AÇÃO
A iniciativa prevê:
 Análise e elaboração de cenários
de mudanças climáticas,
 Mapeamento das áreas com risco
de deslizamentos,
 Medidas de prevenção e redução
de riscos.
PLANO DE AÇÃO
6,2%
das cidades brasileiras têm
planos para áreas de risco, diz
IBGE.
GOVERNO
GOVERNO
RIO DE JANEIRO
PROMESSAS
-Investimento estimado em R$ 3,4
bilhões no prazo de dois anos,
-Construção de 6 mil casas
populares,
-Aluguel Social, valor de R$ 500,00.
GOVERNO FEDERAL
REALIDADE
RIO DE JANEIRO
 Corrupção - 2011
Os esquemas de corrupção teriam
sido fechados dias após a tragédia.
Propina subiu de 10% para 50%,
devido ao grande repasse de verbas.
RIO DE JANEIRO
Em 04/01/2012, o governador
Sérgio Cabral, fez a seguinte
declaração:
“A demora na construção de casas é
justificada por não encontrar locais
geologicamente propícios”.
RIO DE JANEIRO
 Aluguel Social
Um servidor da Secretaria estadual
de Assistência Social é suspeito de
desviar R$ 1,25 milhão do
pagamento de aluguel social a
famílias em situação de risco no
estado.
RIO DE JANEIRO
 Aluguel Social
RIO DE JANEIRO - REALIDADE
 Xerém - 2013
Após quatros meses da tempestade
que deixou 3 mortos e 350 famílias
desabrigadas, Xerém ainda vive sob
cenário de tragédia.
RIO DE JANEIRO
RIO DE JANEIRO
 Xerém – 02/05/2013
RIO DE JANEIRO
 Petrópolis
Em 1981, Jamil
Luminato, tornou-
se símbolo da
catástrofe.
RIO DE JANEIRO
Em 2013, viveu o drama de enterrar
filha e netos.
Ele diz que, depois da tragédia de
1981, nada foi feito para retirar as
pessoas do local.
"A gente sabe que lá é área de risco.
Mas vamos para onde? Não temos
condição de comprar uma casa."
RIO DE JANEIRO
"Infelizmente, grande parte dos
mapeamentos de risco não é levado
a sério e não gera as conseqüências
que deveria ter“.
Afirmação do secretário de Estado do Ambiente
do Rio de Janeiro Carlos Minc, 2010.
CONCLUSÃO
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Apresentacao sobre desastre eni bertolini 16-05-2013