ANÁLISE DO VÍNCULO FAMILIAR JUNTO
AOS SERVIÇOS DA UBSF VILA BRASÍLA
NO MUNICÍPIO DE VOLTA REDONDA:
UM RELATO DE EXPERIÊNCIA.
ALUNOS:
BRENO TERRA GONTIJO AMORIM
BRUNO CALDERARO RUIVO
JAMYLE CRISTINA NABIL GEHA
JORGE FERNANDO DE OLIVEIRA
ORIENTADORA:
DRA. SÍLVIA MELLO
◈ Princípios:
🞚 Universalidade
🞚 Equidade
🞚 Integralidade
◈ Diretrizes:
🞚 Regionalização e Hierarquização
🞚 Territorialização e Adstrição
🞚 População adscrita
🞚 Cuidado centrado na pessoa
🞚 Resolutividade
🞚 Longitudinalidade do cuidado
🞚 Ordenar o cuidado
🞚 Ordenar as redes
🞚 Participação da comunidade
PRINCÍPIOS E
DIRETRIZES DA ATENÇÃO
BÁSICA
◈ Composta no mínimo por médico,
preferencialmente MFC,
enfermeiro, auxiliar e/ou técnico de
enfermagem e o agente
comunitário de saúde, podendo
fazer parte também o agente de
combate às endemias (ACE) e os
profissionais de saúde bucal. (PNAB
2017)
◈ UBSF Vila Brasília – possui duas
equipes de eSF para 14mil
habitantes.
EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA
(ESF)
• Universalização
DISCUSSÃO
• Equidade
• Integralidade
FAMÍLIA 1
FAMÍLIA 2
• Autonomia familiar negativa ao
plano terapêutico planejado
BARREIRA NA LONGITUDINALIDADE DO
CUIDADO
• A família 1 decidiu não aderir
a nenhum tipo de ação.
• Tentamos em oportuna
ocasião reabordar esse
família.
• Cuidado fica a cargo de
seus filhos.
AVALIAÇÃO DA FAMÍLIA ESCOLHIDA
• A autonomia da família foi
positiva às novas intervenções.
• Família com pouca atitude
relacionada às necessidades
do paciente .
PLANO TERAPÊUTICO ESPECIALIZADO VS PLANO
TERAPÊUTICO PROPOSTO PELA APS
• Especialista X Médico de família.
• Conduta terapêutica
inadequada ?
• Acolhimento do usuário do
SUS e seu grupo familiar.
TRATAMENTO MEDICAMENTOSO
ANTES DEPOIS
Memantina 10mg 1x ao dia 1x tomada à noite.
Sertralina 50mg 1x ao dia
Reduzida a dose para 25mg e
passou a tomar à noite.
Mitarzapina 90mg 1x ao dia Retirada
Levotiroxina 75mcg 1x ao dia 1x ao dia
Vimpocetina 5mg - 3x ao dia
Donepezila 5mg - 1x ao dia
Pantoprazol 40mg - 1x ao dia
RELAÇÃO USUÁRIO/EQUIPE
• Colaboração da família
sobre a terapêutica do
paciente.
• Único acesso por visita
domiciliar.
• Intervenção com o
auxilio da ACS .
“Há, na medicina, a tentação de
usar a autoridade do papel de
médico para fomentar ou perpetuar
a dependência dos pacientes, em vez
de promover sua autonomia. O
cumprimento da obrigação de
respeitar a autonomia do paciente,
entretanto, requer habilitá-lo para
superar seu senso de dependência e
obter o maior controle possível ou o
controle que deseje”
“Princípios de ética biomédica”, Tom
Beauchamp e James Childress
.
AUTONOMIA
RODA DE TERAPIA
OFICINA DE FITOTERAPIA
• Torna-se evidente a
importância da intervenção
da Medicina de Família e
Comunidade.
CONCLUSÃO
• Intervenções sistemáticas
e bem fundamentadas
durante as Visitas
Domiciliares.
• Adesão ao tratamento
precisa ser melhor
trabalhada pela equipe
de saúde.
“A posição de cada indivíduo na sociedade é um
determinante fundamental na própria saúde”.
(Fleury-Teixeira2008)
OBRIGADO
REFERÊNCIAS
ALBUQUERQUE, V. S. et al. Currículos disciplinares na área de saúde: ensaio sobre saber e
poder. Interface (Botucatu), Botucatu , v. 13, n. 31, p. 261-272, Dec. 2009.
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Ciência & Saúde Coletiva, v. 16, n. 1, p. 319-325, 2011
ARAÚJO, Dolores; GOMES DE MIRANDA, Maria Claudina; BRASIL, Sandra L. Formação de
profissionais de saúde na perspectiva da integralidade. Revista Baiana de Saúde Pública, v.
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BICALHO, L. Interações disciplinares presentes na pesquisa em ciência da informação.
TransInformação. Campinas, vol. 23, n. 2, p. 113-126, mai/ago. 2011.
DE FREITAS, Q.; DE FATIMA, M. A pesquisa participante e a intervenção comunitária no
cotidiano do Pibid/CAPES. Educar em Revista, n. 53, 2014.
FALKENBERG, M. B. et al. Educação em saúde e educação na saúde: conceitos e
implicações para a saúde coletiva. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 19, n. 3, p.
847-852, Mar. 2014.
GADOTTI, M. Educação de adultos como direito humano. Produção de terceiros sobre
Paulo Freire; Série Livros, 2009.
REFERÊNCIAS
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Doutorado. Universidade de São Paulo.
MARIN, M. J. S. et al. Formação na Modalidade a Distância pela Universidade Aberta do SUS: Estudo
Qualitativo sobre o Impacto do Curso na Prática Profissional. Revista brasileira de educação médica,
v. 41, n. 2, p. 201-209, June 2017.
MARQUES, J. B. et al. Contribuições da equipe multiprofissional de saúde do Programa Saúde da
Família (PSF): uma atualização da literatura. REVISTA BAIANA DE SAÚDE PÚBLICA. , v.31, n.2, p.246-
255 jul./dez. 2007.
OLIVEIRA, F. M. C. S. N. et al. Educação permanente e qualidade da assistência à saúde: aprendizagem
significativa no trabalho da enfermagem. Aquichan, v. 11, n. 1, p; 48-65, Apr, 2011.
PINHEIRO, R.; MATTOS, R.A. Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. 4.ed.
Rio de Janeiro: IMS-UERJ/Cepesc/Abrasco, 2006.
Referências
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http://dx.doi.org/10.1590/S0100-55022012000300008.
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PAZINATTO, Márcia Maria. A relação médico-paciente na perspectiva da Recomendação
CFM 1/2016. Rev. Bioét., Brasília , v. 27, n. 2, p. 234-243, June 2019 . Available from
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-
80422019000200234&lng=en&nrm=iso>. access on 23 Aug. 2019. Epub July 01, 2019.
http://dx.doi.org/10.1590/1983-80422019272305.
VASCONCELOS, E. M. Redefinindo as práticas de saúde a partir de experiências de Educação
Popular nos serviços de saúde. Interface, p. 8.121-26, 2001. [ Links ]

apresentacao modulo perspectivas de cuidado

  • 1.
    ANÁLISE DO VÍNCULOFAMILIAR JUNTO AOS SERVIÇOS DA UBSF VILA BRASÍLA NO MUNICÍPIO DE VOLTA REDONDA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA. ALUNOS: BRENO TERRA GONTIJO AMORIM BRUNO CALDERARO RUIVO JAMYLE CRISTINA NABIL GEHA JORGE FERNANDO DE OLIVEIRA ORIENTADORA: DRA. SÍLVIA MELLO
  • 3.
    ◈ Princípios: 🞚 Universalidade 🞚Equidade 🞚 Integralidade ◈ Diretrizes: 🞚 Regionalização e Hierarquização 🞚 Territorialização e Adstrição 🞚 População adscrita 🞚 Cuidado centrado na pessoa 🞚 Resolutividade 🞚 Longitudinalidade do cuidado 🞚 Ordenar o cuidado 🞚 Ordenar as redes 🞚 Participação da comunidade PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DA ATENÇÃO BÁSICA
  • 4.
    ◈ Composta nomínimo por médico, preferencialmente MFC, enfermeiro, auxiliar e/ou técnico de enfermagem e o agente comunitário de saúde, podendo fazer parte também o agente de combate às endemias (ACE) e os profissionais de saúde bucal. (PNAB 2017) ◈ UBSF Vila Brasília – possui duas equipes de eSF para 14mil habitantes. EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF)
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
    • Autonomia familiarnegativa ao plano terapêutico planejado BARREIRA NA LONGITUDINALIDADE DO CUIDADO • A família 1 decidiu não aderir a nenhum tipo de ação. • Tentamos em oportuna ocasião reabordar esse família.
  • 9.
    • Cuidado ficaa cargo de seus filhos. AVALIAÇÃO DA FAMÍLIA ESCOLHIDA • A autonomia da família foi positiva às novas intervenções. • Família com pouca atitude relacionada às necessidades do paciente .
  • 12.
    PLANO TERAPÊUTICO ESPECIALIZADOVS PLANO TERAPÊUTICO PROPOSTO PELA APS • Especialista X Médico de família. • Conduta terapêutica inadequada ? • Acolhimento do usuário do SUS e seu grupo familiar.
  • 13.
    TRATAMENTO MEDICAMENTOSO ANTES DEPOIS Memantina10mg 1x ao dia 1x tomada à noite. Sertralina 50mg 1x ao dia Reduzida a dose para 25mg e passou a tomar à noite. Mitarzapina 90mg 1x ao dia Retirada Levotiroxina 75mcg 1x ao dia 1x ao dia Vimpocetina 5mg - 3x ao dia Donepezila 5mg - 1x ao dia Pantoprazol 40mg - 1x ao dia
  • 14.
    RELAÇÃO USUÁRIO/EQUIPE • Colaboraçãoda família sobre a terapêutica do paciente. • Único acesso por visita domiciliar. • Intervenção com o auxilio da ACS .
  • 15.
    “Há, na medicina,a tentação de usar a autoridade do papel de médico para fomentar ou perpetuar a dependência dos pacientes, em vez de promover sua autonomia. O cumprimento da obrigação de respeitar a autonomia do paciente, entretanto, requer habilitá-lo para superar seu senso de dependência e obter o maior controle possível ou o controle que deseje” “Princípios de ética biomédica”, Tom Beauchamp e James Childress . AUTONOMIA
  • 16.
  • 17.
  • 18.
    • Torna-se evidentea importância da intervenção da Medicina de Família e Comunidade. CONCLUSÃO • Intervenções sistemáticas e bem fundamentadas durante as Visitas Domiciliares. • Adesão ao tratamento precisa ser melhor trabalhada pela equipe de saúde.
  • 19.
    “A posição decada indivíduo na sociedade é um determinante fundamental na própria saúde”. (Fleury-Teixeira2008)
  • 20.
  • 21.
    REFERÊNCIAS ALBUQUERQUE, V. S.et al. Currículos disciplinares na área de saúde: ensaio sobre saber e poder. Interface (Botucatu), Botucatu , v. 13, n. 31, p. 261-272, Dec. 2009. ALVES, G. G.; AERTES D. As práticas educativas em saúde e a Estratégia Saúde da Família. Ciência & Saúde Coletiva, v. 16, n. 1, p. 319-325, 2011 ARAÚJO, Dolores; GOMES DE MIRANDA, Maria Claudina; BRASIL, Sandra L. Formação de profissionais de saúde na perspectiva da integralidade. Revista Baiana de Saúde Pública, v. 31, p. 20, 2014. BICALHO, L. Interações disciplinares presentes na pesquisa em ciência da informação. TransInformação. Campinas, vol. 23, n. 2, p. 113-126, mai/ago. 2011. DE FREITAS, Q.; DE FATIMA, M. A pesquisa participante e a intervenção comunitária no cotidiano do Pibid/CAPES. Educar em Revista, n. 53, 2014. FALKENBERG, M. B. et al. Educação em saúde e educação na saúde: conceitos e implicações para a saúde coletiva. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 19, n. 3, p. 847-852, Mar. 2014. GADOTTI, M. Educação de adultos como direito humano. Produção de terceiros sobre Paulo Freire; Série Livros, 2009.
  • 22.
    REFERÊNCIAS LEONELLO, V. M.;L'ABBATE, S. Educação em saúde na escola: uma abordagem do currículo e da percepção de alunos de graduação em pedagogia. Interface (Botucatu), Botucatu , v. 10, n. 19, p. 149- 166, Jun. 2006. LERVOLINO, S. A. Escola promotora da saúde: um projeto de qualidade de vida. 2000. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. MARIN, M. J. S. et al. Formação na Modalidade a Distância pela Universidade Aberta do SUS: Estudo Qualitativo sobre o Impacto do Curso na Prática Profissional. Revista brasileira de educação médica, v. 41, n. 2, p. 201-209, June 2017. MARQUES, J. B. et al. Contribuições da equipe multiprofissional de saúde do Programa Saúde da Família (PSF): uma atualização da literatura. REVISTA BAIANA DE SAÚDE PÚBLICA. , v.31, n.2, p.246- 255 jul./dez. 2007. OLIVEIRA, F. M. C. S. N. et al. Educação permanente e qualidade da assistência à saúde: aprendizagem significativa no trabalho da enfermagem. Aquichan, v. 11, n. 1, p; 48-65, Apr, 2011. PINHEIRO, R.; MATTOS, R.A. Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. 4.ed. Rio de Janeiro: IMS-UERJ/Cepesc/Abrasco, 2006.
  • 23.
    Referências REGO, S.T.A.; GOMES,A.P.; SIQUEIRA-BATISTA, R. Humano demasiado humano: bioética e humanização como temas transversais na educação médica. Cad. ABEM, v.3, p.24-33, 2007. SILVA, Thiago Nogueira et al . A equipe na estratégia de saúde da família: uma experiência do PET-Saúde. Rev. bras. educ. med., Rio de Janeiro , v. 36, n. 1, supl. 2, p. 50-55, Mar. 2012 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100- 55022012000300008&lng=en&nrm=iso>. access on 23 Aug. 2019. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-55022012000300008. Franco TB, Merhy EE. Programa de Saúde da Família (PSF): contradições de um programa destinado à mudança do modelo técnico-assistencial. In: Merhy EE. O Trabalho em Saúde: olhando e experimentando o SUS no cotidiano. São Paulo: Hucitec, 2003. [Acesso em 10 set. 2010] Disponível em: http://www.uff.br/saudecoletiva/professores/merhy/capitulos-14.pdf. PAZINATTO, Márcia Maria. A relação médico-paciente na perspectiva da Recomendação CFM 1/2016. Rev. Bioét., Brasília , v. 27, n. 2, p. 234-243, June 2019 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983- 80422019000200234&lng=en&nrm=iso>. access on 23 Aug. 2019. Epub July 01, 2019. http://dx.doi.org/10.1590/1983-80422019272305. VASCONCELOS, E. M. Redefinindo as práticas de saúde a partir de experiências de Educação Popular nos serviços de saúde. Interface, p. 8.121-26, 2001. [ Links ]