DESENHO TÉCNICO
Tipos de desenhos, Materiais e
normatização dos desenhos
MULTY CURSOS
APERFEIÇOAMENTO
PROFISSIONAL
RUA MARTINS FERREIRA Nº 245
CENTRO- MACAU /RN
TEL.: (84)3521-3492 / 99655-5533
PROF. Eng. ESDRAS THIAGO MENEZES
MARÇO DE 2019
• Conhecer os tipos de desenho.
• Conhecer os instrumentos de desenho
e sua forma correta de uso.
• Entender o objetivo das
Normas Brasileiras (NBR`S)
• Formatar o papel para desenho.
OBJETIVOS:
1. TIPOS DE
DESENHOS
1. TIPOS DE DESENHOS
• O uso do desenho pelo homem é tão antigo quanto a nossa própria origem.
• Os antigos desenhos expressavam cenas do dia-a-dia de nossos ancestrais.
• Era uma época em que as nossas capacidades de comunicação oral e gestual
eram incapazes de representar a riqueza de detalhes da realidade vivida pelo
homem da época.
1.1 Desenho como forma de expressão:
Figura 1 – Fonte: http://www.oeco.org.br
 Serra da capivara - PI
1. TIPOS DE DESENHOS
1.2 Desenho de observação:
• Usado principalmente por artistas para registrar pessoas, locais, situações,
objetos, elementos de paisagem, etc.
Figura 3 – Fonte: http://www.desenhefacil.com.br
Figura 2 – Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=LATrdXBaTfk
1. TIPOS DE DESENHOS
1.3 Croqui ou esboço:
• Usado geralmente na fase inicial de um projeto.
• Indicado para expressar a ideia na fase embrionária.
• É feito de forma rápido à mão livre, mas procura ser fiel as dimensões e
Proporções dos objetos retratados.
• Posteriormente devem ser desenhados de acordo com as normas de desenho.
Figura 4 – Fonte: https://www.pinterest.pt/pin/422845852497000677/ Figura 5 - http://ew7.com.br/autocad/index.php/avaliacao-elaborando-um-croqui.html
1. TIPOS DE DESENHOS
1.4 Desenho técnico:
• É uma forma de expressão gráfica (computadorizada ou à mão livre), que tem por finalidade
a representação de forma, dimensão e posição dos objetos de acordo com as diferentes necessidades
Requeridas pelas diversas modalidades de engenharia e também de arquitetura.
• Utiliza um conjunto constituído por linhas, números, símbolos e indicações escritas normalizadas
Internacionalmente.
• Linguagem gráfica universal da engenharia (civil, mecânica, etc.) e da arquitetura.
Figura 7 – Fonte: http://www.rosimarprimo.com.br/desenho-tecnico-mecanico
Figura 6 – Fonte: http://www.colegiodearquitetos.com.br/
Arquitetônico Mecânico
2. MATERIAIS E
SUAS
UTILIZAÇÕES
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.1 Para a execução de um bom desenho técnico:
• Materiais adequados.
• Manuseio correto.
INADEQUADO  ADEQUADO
X
Figura 8 – Fonte: jornalecko.webnode Figura 9 – Fonte: greatwesternbuildings.com
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.2 Lápis/Lapiseira:
• Série B (B,2B...): Macio, indicado para traços largos.
• Série H (H, 2H...): Duro, indicado para traços estreitos.
• Série HB e F: Intermediário.
Figura 10 – Fonte: Autor
OBS: As lapiseiras mais utilizados
são as que possuem pontas:
0,3 mm, 0,5mm, 0,7mm e 0,9mm.
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.3 Escalímetro: Antes, vamos lembrar o que é Escala Numérica.
• Os objetos podem ser desenhados com suas dimensões reais,
ampliadas ou reduzidas.
• A relação entre as medidas do desenho e as dimensões reais
é conhecida por ESCALA.
2.3.1 Escala:
2.3.2 Escala numérica:
• É estabelecida através de uma relação matemática representada por uma fração onde
o numerador (D) representa as dimensões do desenho e o denominador (R) representa
as dimensões reais do objeto.
ESCALA = D/R
Dimensão do Desenho
Dimensão Real
 1/100 = Correto
 1:100 = Correto
1
𝑋
=
𝐷
𝑅
=
Figura 11 – Fonte: Autor
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.3 Escalímetro: O aluno deverá dominar a conversão de unidades.
2.3.3 Conversão de unidades:
Figura 12 – Fonte: Autor
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.3 Escalímetro:
• É uma régua-escala, normalmente, de seção triangular com 6 escalas gráficas em suas faces.
• Agiliza o desenho, evitando cálculos na conversão de medidas para uma determinada escala.
• Utilizado unicamente para medir e não para desenhar.
Figura 14 – Fonte: Autor
OBS: O escalímetro convencional utilizado
na engenharia e na arquitetura é aquele
que possui as seguintes escalas:
• 1:20; 1:25; 1:50; 1:75; 1:100; 1:125.
Figura 13 – Fonte: https://www.aarquiteta.com.br/
2.3.4 O escalímetro:
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.3 Escalímetro:
• Cada unidade marcada nas escalas do escalímetro correspondem a um metro (1 metro).
Isto significa que aquela dada medida corresponde ao tamanho de um metro na escala adotada.
Figura 15 – Fonte: https://pt.slideshare.net/Heromo/curso-desenho-tcnico
2.3.5 Leitura do escalímetro:
Exemplo: VÍDEO
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.4 Compasso:
Figura 17 – Fonte: https://pt.wikibooks.org/wiki/Matemática_elementar/Geometria_plana
• Utilizado para traçar circunferências ou arcos de circunferências e transportar medidas.
Figura 16 – Fonte: http://professorhugoandre.blogspot.com.br/
Figura 18 – Fonte: Autor
Transportando
medidas
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.5 Esquadros:
• Utilizados para o traçado de linhas verticais, horizontais e inclinadas, sendo muito utilizado
Em combinação com a régua paralela ou “régua T”.
Figura 19 – Fonte: Apostila de Edificações – Multy Cursos.
Figura 20 – Fonte: Apostila de Edificações – Multy Cursos.
Quando o cateto maior do esquadro de 30/60°
tem a mesma dimensão da hipotenusa do esquadro
de 45°, podemos chamar de jogo de esquadros.
Utiliza-se a régua paralela para apoiar
o esquadro e para traçar linhas verticais
e horizontais.
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.5.1 Utilizando os esquadros:
• Com a combinação dos esquadros torna-se possível traçar linhas com outros ângulos
conhecidos.
Figura 21 – Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAABaQwAC/apostila-desenho-arquitetura
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.5.2 Utilizando os esquadros:
• Com a combinação dos esquadros torna-se possível traçar linhas com outros ângulos
conhecidos.
Figura 22 – Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAgbF4AI/
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.5.3 Esquadros utilizados na construção:
• Utilizado para conferir esquadro na marcação de alvenarias, azulejos e cerâmicas.
Figura 23 – Fonte: http://www.ecivilnet.com/dicionario/o-que-e-esquadro.html Figura 24 – Fonte: https://i.ytimg.com/vi/hY8dJ4xq4x0/hqdefault.jpg
2. MATERIAIS E SUA UTILIZAÇÃO
2.5.4 Utilizando os esquadros na construção:
• Utilizado para conferir esquadro na marcação de alvenarias, azulejos e cerâmicas.
Figura 25 – Fonte: http://pedreirao.blogspot.com.br/ Figura 26 – Fonte: http://pedreirao.blogspot.com.br/
3. NORMATIZAÇÃO
DE DESENHOS
TÉCNICOS
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.
ASME – Sociedade Americana de Engenharia Mecânica (American Society of
Mechanical Engeering).
ASTM - Sociedade Americana para Testes e Materiais (American Society for
Testing and Materials).
BS – Normas Britânicas (British Standards).
DIN – Instituto Alemão para Normalização (Deutsches Institut für Normung).
ISO – Organização Internacional para Normalização (International Organization
for Standardization).
JIS – Normas da Indústria Japonesa (Japan Industry Standards).
SAE – Sociedade de Engenharia Automotiva ( Society of Automotive Engeering).
3.1 Entidades normalizadoras:
3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
NBR é a sigla para “Norma Brasileira” aprovada pela ABNT.
3.1.1 Objetivo:
• A NBR estabelece regras, diretrizes, características ou orientações
sobre determinado material, produto, processo ou serviço.
• Tem como objetivo aumentar a produtividade da empresa,
a qualidade do produto final e a competitividade do produto no mercado.
Figura 27 - Fonte: Blog Segurança do Trabalho.
3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
NBR 10067 – Princípios gerais de representação em desenho técnico.
NBR 10068 – Folha de desenho, layout e dimensões.
NBR 13142 – Desenho técnico – dobramento de cópias.
NBR 8402 – Execução de caracteres para escrita em desenhos técnicos.
NBR 8403 – Aplicação de linhas em desenhos – tipos de linhas – larguras das linhas.
NBR 8196 – Desenho técnico – emprego de escalas.
NBR10126 – Cotagem em desenho técnico.
.
3.1.2 Normas utilizadas:
3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
3.2 Formatos e dimensões dos papeis:
• A NBR 10068:1987 - Folha de desenho, layout e dimensões, padroniza as características
e dimensões das folhas utilizadas no desenho técnico.
• A série “A” de padronização do papel é derivada da bipartição ou duplicação sucessiva
do formato “A0”. É um retângulo com área equivalente a 1m² com lados medindo:
AO = (841 mm X 1189 mm)
Figura 28 – Fonte: https://www.aarquiteta.com.br/blog/projetos-de-arquitetura/formato-de-papel/
3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
USUAIS
OBS: 1 mm = 0,100 cm = 0,001 m
3.3 Dobramento das folhas:
• O formato final do dobramento de folhas A0, A1, A2 E A3 deve ser o formato
A4 (210 x 297 mm), para facilitar o arquivamento, de forma a deixar visível o rótulo.
• De acordo com a NBR 13142:1999, o dobramento para formato A3 deve ser feito como
mostra a seguir:
3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
Figura 29 – Fonte: Apostila de Edificações – Multy Cursos.
3.4 Margens:
• As margens são utilizadas para limitar a área de desenho e como acabamento da prancha.
• A NBR 10068:1987, define as seguintes dimensões para as margens:
3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
Figura 30 – Fonte: Adaptado da apostila de Edificações – Multy Cursos. Exemplo: VÍDEO
3.5 Caligrafia técnica:
• Os desenhos técnicos possuem escrita padronizada.
• A caligrafia técnica deve ser legível e uniforme.
• A NBR 8402:1994, apresenta algumas convenções para a escrita.
3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
Figura 31 – Fonte: Adaptado da apostila de Edificações – Multy Cursos.
3.6 Rótulo/legenda ou carimbo:
• O rótulo (ou legenda) fornece informações sobre o desenho, identificando o projeto.
• Toda prancha deve possuir um rótulo.
• Recomenda-se que sua localização seja no canto inferior direito do papel, facilitando
sua visualização quando o papel estiver dobrado.
3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
Figura 32 – Fonte: Autor.
Rótulo que será cobrado no curso
OBS:
• Valor válido somente para
folhas: A2; A3 e A4 = 178 mm.
• Para folhas A1 e A0 = 175 mm.
3.7 Espessura das linhas e sua representação:
• A NBR 8403:1984 padroniza os tipos de linhas empregadas no desenho técnico para evitar
as convenções próprias, que podem dificultar a interpretação universal do desenho.
3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
Figura 33 – Fonte: Adaptado da apostila de Edificações – Multy Cursos.
Alvenarias externas.
Divisões internas.
Linhas de cotas.
Janela de BWC, planos sobrepostos.
Cortes e seccionamentos.
Vista simétrica de um plano.
Linha de projeção de telhado.
Interrupção de seção transversal.
Ex. de utilização
Ex. 1: Aplicando a fórmula:ESCALA = D/R
Dimensão do Desenho
Dimensão Real
A = 20cm
B= 15cm
Quarto
• O quarto foi representado em uma folha formato A4 em uma escala de 1:20 (1/20).
Quais suas dimensões reais?
Ex. 2: Aplicando a fórmula:ESCALA = D/R
Dimensão do Desenho
Dimensão Real
• Em um mapa no qual a escala é de 1:100 000, a distância em linha reta entre duas
Cidades é de 8 cm. Qual é a distância real entre essas cidades?
Cidade A
Cidade B
a) 8km
b) 80km
c) 800km
d) 8000km
e) 80000km
• Nesta aula, conhecemos os instrumentos de
Desenhos e sua utilização correta.
• Estudamos as convenções gráficas para a representação
De um desenho técnico.
RESUMO
OBRIGADO

Apostila de Desenho Técnico para as turmas de edificações

  • 1.
    DESENHO TÉCNICO Tipos dedesenhos, Materiais e normatização dos desenhos MULTY CURSOS APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL RUA MARTINS FERREIRA Nº 245 CENTRO- MACAU /RN TEL.: (84)3521-3492 / 99655-5533 PROF. Eng. ESDRAS THIAGO MENEZES MARÇO DE 2019
  • 2.
    • Conhecer ostipos de desenho. • Conhecer os instrumentos de desenho e sua forma correta de uso. • Entender o objetivo das Normas Brasileiras (NBR`S) • Formatar o papel para desenho. OBJETIVOS:
  • 3.
  • 4.
    1. TIPOS DEDESENHOS • O uso do desenho pelo homem é tão antigo quanto a nossa própria origem. • Os antigos desenhos expressavam cenas do dia-a-dia de nossos ancestrais. • Era uma época em que as nossas capacidades de comunicação oral e gestual eram incapazes de representar a riqueza de detalhes da realidade vivida pelo homem da época. 1.1 Desenho como forma de expressão: Figura 1 – Fonte: http://www.oeco.org.br  Serra da capivara - PI
  • 5.
    1. TIPOS DEDESENHOS 1.2 Desenho de observação: • Usado principalmente por artistas para registrar pessoas, locais, situações, objetos, elementos de paisagem, etc. Figura 3 – Fonte: http://www.desenhefacil.com.br Figura 2 – Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=LATrdXBaTfk
  • 6.
    1. TIPOS DEDESENHOS 1.3 Croqui ou esboço: • Usado geralmente na fase inicial de um projeto. • Indicado para expressar a ideia na fase embrionária. • É feito de forma rápido à mão livre, mas procura ser fiel as dimensões e Proporções dos objetos retratados. • Posteriormente devem ser desenhados de acordo com as normas de desenho. Figura 4 – Fonte: https://www.pinterest.pt/pin/422845852497000677/ Figura 5 - http://ew7.com.br/autocad/index.php/avaliacao-elaborando-um-croqui.html
  • 7.
    1. TIPOS DEDESENHOS 1.4 Desenho técnico: • É uma forma de expressão gráfica (computadorizada ou à mão livre), que tem por finalidade a representação de forma, dimensão e posição dos objetos de acordo com as diferentes necessidades Requeridas pelas diversas modalidades de engenharia e também de arquitetura. • Utiliza um conjunto constituído por linhas, números, símbolos e indicações escritas normalizadas Internacionalmente. • Linguagem gráfica universal da engenharia (civil, mecânica, etc.) e da arquitetura. Figura 7 – Fonte: http://www.rosimarprimo.com.br/desenho-tecnico-mecanico Figura 6 – Fonte: http://www.colegiodearquitetos.com.br/ Arquitetônico Mecânico
  • 8.
  • 9.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.1 Para a execução de um bom desenho técnico: • Materiais adequados. • Manuseio correto. INADEQUADO  ADEQUADO X Figura 8 – Fonte: jornalecko.webnode Figura 9 – Fonte: greatwesternbuildings.com
  • 10.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.2 Lápis/Lapiseira: • Série B (B,2B...): Macio, indicado para traços largos. • Série H (H, 2H...): Duro, indicado para traços estreitos. • Série HB e F: Intermediário. Figura 10 – Fonte: Autor OBS: As lapiseiras mais utilizados são as que possuem pontas: 0,3 mm, 0,5mm, 0,7mm e 0,9mm.
  • 11.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.3 Escalímetro: Antes, vamos lembrar o que é Escala Numérica. • Os objetos podem ser desenhados com suas dimensões reais, ampliadas ou reduzidas. • A relação entre as medidas do desenho e as dimensões reais é conhecida por ESCALA. 2.3.1 Escala: 2.3.2 Escala numérica: • É estabelecida através de uma relação matemática representada por uma fração onde o numerador (D) representa as dimensões do desenho e o denominador (R) representa as dimensões reais do objeto. ESCALA = D/R Dimensão do Desenho Dimensão Real  1/100 = Correto  1:100 = Correto 1 𝑋 = 𝐷 𝑅 =
  • 12.
    Figura 11 –Fonte: Autor
  • 13.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.3 Escalímetro: O aluno deverá dominar a conversão de unidades. 2.3.3 Conversão de unidades: Figura 12 – Fonte: Autor
  • 14.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.3 Escalímetro: • É uma régua-escala, normalmente, de seção triangular com 6 escalas gráficas em suas faces. • Agiliza o desenho, evitando cálculos na conversão de medidas para uma determinada escala. • Utilizado unicamente para medir e não para desenhar. Figura 14 – Fonte: Autor OBS: O escalímetro convencional utilizado na engenharia e na arquitetura é aquele que possui as seguintes escalas: • 1:20; 1:25; 1:50; 1:75; 1:100; 1:125. Figura 13 – Fonte: https://www.aarquiteta.com.br/ 2.3.4 O escalímetro:
  • 15.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.3 Escalímetro: • Cada unidade marcada nas escalas do escalímetro correspondem a um metro (1 metro). Isto significa que aquela dada medida corresponde ao tamanho de um metro na escala adotada. Figura 15 – Fonte: https://pt.slideshare.net/Heromo/curso-desenho-tcnico 2.3.5 Leitura do escalímetro: Exemplo: VÍDEO
  • 16.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.4 Compasso: Figura 17 – Fonte: https://pt.wikibooks.org/wiki/Matemática_elementar/Geometria_plana • Utilizado para traçar circunferências ou arcos de circunferências e transportar medidas. Figura 16 – Fonte: http://professorhugoandre.blogspot.com.br/ Figura 18 – Fonte: Autor Transportando medidas
  • 17.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.5 Esquadros: • Utilizados para o traçado de linhas verticais, horizontais e inclinadas, sendo muito utilizado Em combinação com a régua paralela ou “régua T”. Figura 19 – Fonte: Apostila de Edificações – Multy Cursos. Figura 20 – Fonte: Apostila de Edificações – Multy Cursos. Quando o cateto maior do esquadro de 30/60° tem a mesma dimensão da hipotenusa do esquadro de 45°, podemos chamar de jogo de esquadros. Utiliza-se a régua paralela para apoiar o esquadro e para traçar linhas verticais e horizontais.
  • 18.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.5.1 Utilizando os esquadros: • Com a combinação dos esquadros torna-se possível traçar linhas com outros ângulos conhecidos. Figura 21 – Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAABaQwAC/apostila-desenho-arquitetura
  • 19.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.5.2 Utilizando os esquadros: • Com a combinação dos esquadros torna-se possível traçar linhas com outros ângulos conhecidos. Figura 22 – Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAgbF4AI/
  • 20.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.5.3 Esquadros utilizados na construção: • Utilizado para conferir esquadro na marcação de alvenarias, azulejos e cerâmicas. Figura 23 – Fonte: http://www.ecivilnet.com/dicionario/o-que-e-esquadro.html Figura 24 – Fonte: https://i.ytimg.com/vi/hY8dJ4xq4x0/hqdefault.jpg
  • 21.
    2. MATERIAIS ESUA UTILIZAÇÃO 2.5.4 Utilizando os esquadros na construção: • Utilizado para conferir esquadro na marcação de alvenarias, azulejos e cerâmicas. Figura 25 – Fonte: http://pedreirao.blogspot.com.br/ Figura 26 – Fonte: http://pedreirao.blogspot.com.br/
  • 22.
  • 23.
    ABNT – AssociaçãoBrasileira de Normas Técnicas. ASME – Sociedade Americana de Engenharia Mecânica (American Society of Mechanical Engeering). ASTM - Sociedade Americana para Testes e Materiais (American Society for Testing and Materials). BS – Normas Britânicas (British Standards). DIN – Instituto Alemão para Normalização (Deutsches Institut für Normung). ISO – Organização Internacional para Normalização (International Organization for Standardization). JIS – Normas da Indústria Japonesa (Japan Industry Standards). SAE – Sociedade de Engenharia Automotiva ( Society of Automotive Engeering). 3.1 Entidades normalizadoras: 3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
  • 24.
    NBR é asigla para “Norma Brasileira” aprovada pela ABNT. 3.1.1 Objetivo: • A NBR estabelece regras, diretrizes, características ou orientações sobre determinado material, produto, processo ou serviço. • Tem como objetivo aumentar a produtividade da empresa, a qualidade do produto final e a competitividade do produto no mercado. Figura 27 - Fonte: Blog Segurança do Trabalho. 3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
  • 25.
    NBR 10067 –Princípios gerais de representação em desenho técnico. NBR 10068 – Folha de desenho, layout e dimensões. NBR 13142 – Desenho técnico – dobramento de cópias. NBR 8402 – Execução de caracteres para escrita em desenhos técnicos. NBR 8403 – Aplicação de linhas em desenhos – tipos de linhas – larguras das linhas. NBR 8196 – Desenho técnico – emprego de escalas. NBR10126 – Cotagem em desenho técnico. . 3.1.2 Normas utilizadas: 3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS
  • 26.
    3.2 Formatos edimensões dos papeis: • A NBR 10068:1987 - Folha de desenho, layout e dimensões, padroniza as características e dimensões das folhas utilizadas no desenho técnico. • A série “A” de padronização do papel é derivada da bipartição ou duplicação sucessiva do formato “A0”. É um retângulo com área equivalente a 1m² com lados medindo: AO = (841 mm X 1189 mm) Figura 28 – Fonte: https://www.aarquiteta.com.br/blog/projetos-de-arquitetura/formato-de-papel/ 3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS USUAIS OBS: 1 mm = 0,100 cm = 0,001 m
  • 27.
    3.3 Dobramento dasfolhas: • O formato final do dobramento de folhas A0, A1, A2 E A3 deve ser o formato A4 (210 x 297 mm), para facilitar o arquivamento, de forma a deixar visível o rótulo. • De acordo com a NBR 13142:1999, o dobramento para formato A3 deve ser feito como mostra a seguir: 3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS Figura 29 – Fonte: Apostila de Edificações – Multy Cursos.
  • 28.
    3.4 Margens: • Asmargens são utilizadas para limitar a área de desenho e como acabamento da prancha. • A NBR 10068:1987, define as seguintes dimensões para as margens: 3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS Figura 30 – Fonte: Adaptado da apostila de Edificações – Multy Cursos. Exemplo: VÍDEO
  • 29.
    3.5 Caligrafia técnica: •Os desenhos técnicos possuem escrita padronizada. • A caligrafia técnica deve ser legível e uniforme. • A NBR 8402:1994, apresenta algumas convenções para a escrita. 3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS Figura 31 – Fonte: Adaptado da apostila de Edificações – Multy Cursos.
  • 30.
    3.6 Rótulo/legenda oucarimbo: • O rótulo (ou legenda) fornece informações sobre o desenho, identificando o projeto. • Toda prancha deve possuir um rótulo. • Recomenda-se que sua localização seja no canto inferior direito do papel, facilitando sua visualização quando o papel estiver dobrado. 3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS Figura 32 – Fonte: Autor. Rótulo que será cobrado no curso OBS: • Valor válido somente para folhas: A2; A3 e A4 = 178 mm. • Para folhas A1 e A0 = 175 mm.
  • 31.
    3.7 Espessura daslinhas e sua representação: • A NBR 8403:1984 padroniza os tipos de linhas empregadas no desenho técnico para evitar as convenções próprias, que podem dificultar a interpretação universal do desenho. 3. NORMATIZAÇÃO DE DESENHOS TÉCNICOS Figura 33 – Fonte: Adaptado da apostila de Edificações – Multy Cursos. Alvenarias externas. Divisões internas. Linhas de cotas. Janela de BWC, planos sobrepostos. Cortes e seccionamentos. Vista simétrica de um plano. Linha de projeção de telhado. Interrupção de seção transversal. Ex. de utilização
  • 32.
    Ex. 1: Aplicandoa fórmula:ESCALA = D/R Dimensão do Desenho Dimensão Real A = 20cm B= 15cm Quarto • O quarto foi representado em uma folha formato A4 em uma escala de 1:20 (1/20). Quais suas dimensões reais?
  • 33.
    Ex. 2: Aplicandoa fórmula:ESCALA = D/R Dimensão do Desenho Dimensão Real • Em um mapa no qual a escala é de 1:100 000, a distância em linha reta entre duas Cidades é de 8 cm. Qual é a distância real entre essas cidades? Cidade A Cidade B a) 8km b) 80km c) 800km d) 8000km e) 80000km
  • 34.
    • Nesta aula,conhecemos os instrumentos de Desenhos e sua utilização correta. • Estudamos as convenções gráficas para a representação De um desenho técnico. RESUMO
  • 35.