1) A AEBA mantém a orientação de não pagamento da quota extra cobrada pela CASF, argumentando que a medida prejudica os empregados e beneficia a diretoria.
2) A quota extra é injusta pois ao longo dos anos os custos do plano de saúde recaíram sobre os empregados enquanto a diretoria manteve privilégios.
3) A AEBA moveu ações judiciais questionando a legalidade da quota extra e obteve uma liminar garantindo atendimento aos associados, mesmo sem pagamento.